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18/03/2009
Vestibular Vermelho? Grupo aponta tentativa de impor id?s de esquerda em quest?de vestibular por MARCIO ANTONIO CAMPOS H?oucos meses, a m?de uma aluna de uma escola do interior paulista reclamou de uma tentativa de doutrina? esquerdista no material did?co que sua filha usava. A den?a iniciou uma discuss?sobre uma poss?l influ?ia de movimentos socialistas na escola. E, segundo uma organiza? que observa a educa? no Brasil, at? vestibular est?ficando “vermelho”. “H?ma contamina? pol?co-ideol?a do ambiente acad?co que afeta o vestibular, j?ue o professor militante tamb??xaminador militante”, aponta o advogado Miguel Nagib, coordenador do Escola Sem Partido, grupo criado em 2004. A organiza? prioriza o ensino fundamental e m?o, mas recentemente passou a observar tamb?os vestibulares. At? momento, o grupo n?encontrou nenhum caso de vi?ideol?o em provas no Paran?mas aponta problemas no Sudeste e no Nordeste. Nagib resume as caracter?icas do que considera uma quest?com influ?ias ideol?as: “a realidade ?esumida ao lado bom de um lado, e o lado mau do outro; do lado bom est?sempre os trabalhadores, os ?ios, os pa?s do Terceiro Mundo, revolucion?os em geral, Che Guevara – ?lo absoluto –, a Revolu? Francesa, Cuba, o MST, o socialismo, o humanismo, o Renascimento; do lado mau est?sempre a Idade M?a, a Igreja Cat?a, os Estados Unidos, o capitalismo, a burguesia, os militares”. No entanto, o advogado faz uma ressalva: “o problema n??alar mal – os erros devem ser sempre apontados. O problema ?gnorar e esconder qualquer coisa que os ‘vil? tenham feito de bom, e que os ‘mocinhos’ tenham feito de ruim”, diz. A professora Geise Montrezoro, do Bom Jesus, completa: “inverte-se a ‘Hist? dos vencedores’: agora o ind?na ?om e o jesu? ?au. Mas uma Hist? que mostra os vencedores apenas como bandidos n??ist? de verdade.” Isso n?significa, diz Nagib, que todas as quest?tenham esse vi? ou distor? a verdade hist?a. “Uma quest?ideologizada pode muito bem partir de uma verdade. Mas os diagn?cos sobre as causas daquela realidade sempre batem com a vis?da esquerda”, diz. Os professores ouvidos pelo Caderno do Estudante/Vestibular se dividem sobre a quest? “N?acredito que haja tentativas de fazer a cabe?do vestibulando”, aponta Osvaldo Siqueira, do Unificado. Para ele, a prova exige conhecimento, e n?vers?de interpreta?. “Se o vestibular usa um texto de um escritor marxista como base de uma quest? n?quer dizer que o examinador seja marxista”, aponta. “Uma pessoa de direita pode ver doutrina? em uma quest?que apenas denuncie problemas reais”, afirma Arno B?, professor de Geografia no Expoente, que no entanto n?exclui a hip?e de tentativas de ideologiza?. E como ficam as escolas e cursinhos diante de um vestibular tendencioso? “A prova militante aponta o caminho ?escolas que querem bons ?ices de aprova?: ensinar os alunos a pensar como militantes. No pa?dos concursos, a verdade ? que est?o gabarito”, diz Nagib. Mas Geise n?considera os professores ref? da ideologia. “Nesses casos, o professor com bom senso ensina o correto – mas avisa o aluno que, para passar no vestibular, ter?e escrever outra coisa”, diz. ____________________________________ Teoria da infiltra? Socialista italiano defendia presen?nas escolas para influenciar cultura por MARCIO ANTONIO CAMPOS Se ?ue realmente existe tentativa de doutrina? de esquerda nas escolas e vestibulares, a fonte ?provavelmente, a faculdade, gra? a um pensador italiano que pode n?estar presente em muitas bibliografias, mas cuja doutrina est?endo muito aplicada: Antonio Gramsci. O cientista pol?co e professor da Universidade de Bras?a (UnB) Br?io Matos explica que Gramsci via a escola como um grande meio de difundir o socialismo. “O ensino, em sua vis? era uma disputa pela hegemonia das id?s”, diz. “Gramsci concluiu que, em pa?s com sociedade civil muito organizada, seria mais dif?l para os comunistas tomar o poder com um golpe; ent? o caminho seria uma infiltra? permanente na escola, na imprensa e na Igreja, para desmoralizar as tradi?s burguesas e implodir essas institui?s por dentro”, resume Matos. Enquanto o capitalismo consolidaria seu poder sutilmente, reproduzindo seu modo de pensar por meio do ensino, a contesta? deveria ser mais agressiva, mas dentro da escola, criando assim uma contra-hegemonia de inspira? socialista. No Brasil, as id?s de Gramsci inspiraram Paulo Freire e a Teologia da Liberta?. “Na nossa ?ca de estudantes, o marxismo era bem forte na universidade. Ainda hoje h?istoriadores que se pautam por esse modo de pensar”, conta Osvaldo Siqueira, professor do Unificado e da Tuiuti. Seus colegas confirmam essa constata?. “Nunca presenciei, mas j?uvi coment?os sobre alunos mais ricos que acabam pichados pelos pr?os colegas”, diz Arno B?, do Expoente, ressaltando que os socialistas perderam for?ap? fim dos regimes comunistas do Leste Europeu. No entanto, hoje o cen?o j?eria diferente. “Surgiram novas escolas de estudo na Hist? que ganharam terreno e enfraqueceram o vi?marxista”, descreve Osvaldo. Geise Montrezoro, do Bom Jesus, explica o fasc?o dos intelectuais por uma doutrina que exalta o prolet?o. “Por algumas d?das, ser de esquerda era contestar o regime militar”, diz. Osvaldo concorda: “o intelectual tende a ser cr?co, e como o governo era de direita, o intelectual buscava se colocar do lado oposto”, completa. Milit?ia S?io Vicentin, que leciona Hist? no Col?o Marista Paranaense e tamb?d?ulas na Tuiuti, acredita que a milit?ia ?ital para o professor – mas tem uma defini? diferente da palavra: “o professor militante, para mim, ?quele que assume posi?s, mas permite o debate. ?o oposto do professor ap?co, que sequer l?ornal e se contenta em apenas cumprir o programa da mat?a”, diz. Para S?io, assumir posi?s ?iferente de tentar fazer a cabe?do aluno. “Infelizmente ainda existe muito professor tapado, para quem s?lem as pr?as id?s. Dependendo da idade do aluno, o professor pode ser uma refer?ia mais importante que os pais, e um mestre que queira impor sua ideologia faz estrago”, afirma. E a liga? com partidos? “Eu sou totalmente contra a milit?ia partid?a por parte do professor. Ele deve ser pol?co, mas n?partid?o. Levar o partido para a educa? ?m crime”, finaliza. ____________________________________ As quest?“de esquerda” Confira aqui algumas quest?de vestibular consideradas “esquerdistas” pela equipe do Escola Sem Partido, com coment?os dos colaboradores do site: Vestibular de inverno Mackenzie (S?Paulo) (2007) 59. “O que ?eridianamente claro ?ue a ditadura deixa uma heran?arrasadora. Desorganiza?, mis?a, cinismo pol?co, corrup? institucional, infla? de tr?d?tos e recess? uma d?da interna e externa calamitosa e combinada ao controle imperialista, programado por dentro da nossa economia e da nossa pol?ca econ?a, uma burguesia desmoralizada pela aventura contra-revolucion?a, um Estado minado por doutrinas e pr?cas autocr?cas, um regime de partidos montado para pulverizar as for? sociais ativas na sociedade civil e, especialmente, para fortalecer o sistema como n?o de militariza? do poder pol?co estatal.” (Florestan Fernandes – Elei?s diretas e democracia). O texto acima, do eminente soci?o brasileiro, aponta tra? de uma “heran?arrasadora” legada a) pelos longos anos do Estado olig?uico, dominado pelos cafeicultores de S?Paulo e Minas Gerais, entre 1890 e 1930. b) pela d?da e meia do governo conduzido autoritariamente por Get? Vargas, ap? triunfo do movimento pol?co de 1930. c) pelos governos populistas de Juscelino Kubitschek e Jo?Goulart, entre 1946 e 1964. d) pelo regime militar, durante o qual se sucederam cinco presidentes generais, entre 1964 e 1985. e) pelos desastrosos anos dos governos de Fernando Collor e Itamar Franco, de 1990 a 1995. Gabarito: d) Coment?os: O vi?ideol?o se manifesta j?a escolha do autor: Florestan Fernandes, socialista not?, ?ne da esquerda, ex-membro do PT. O texto menciona aspectos negativos do Brasil no fim da ditadura militar, como se antes desta existisse um pa?de maravilhas que os militares destru?m. Falar de mis?a como caracter?ica espec?ca do governo militar ?also, pois a mis?a existe h??los em nosso pa?e foi justamente o milagre econ?o da ditadura militar que mais tirou brasileiros da mis?a. Culpar os militares pela dissemina? da corrup? ?ato que n?encontra lastro hist?o. Basta lembrar que J?o Quadros ganhou as elei?s presidenciais de 1960 prometendo combater a corrup?. ?bom lembrar tamb?que a d?da interna n?era um grande problema ao fim dos governos militares e que a d?da externa s? tornou gigantesca em raz?das duas crises do petr? ocorridas nos anos 1970. A ditadura pode e deve ser criticada; mas com objetividade e isen?. 60. • Desregulamenta? do mercado nacional • Ampla pol?ca de privatiza? das empresas estatais • Manuten? de altas taxas de juros para atra? do capital estrangeiro • Corte de gastos governamentais destinados a servi? e programas sociais • Flexibiliza? da legisla? trabalhista As medidas relacionadas acima se destacaram entre as mais importantes da pol?ca econ?a posta em pr?ca ao longo dos oito anos do governo FHC (1995-2002). H?erto consenso segundo o qual elas permitem caracterizar essa pol?ca como sendo a) nacional-desenvolvimentista. b) comunista. c) neoliberal. d) keynesiana. e) socialista. Gabarito: c) Coment?os: O candidato que assistiu a pelo menos uma aula de Hist? ou Geografia nos tr?anos do ensino m?o ou no cursinho aprendeu, para nunca mais esquecer, que “o governo FHC foi neoliberal”. Mas no governo FHC n?houve “desregulamenta? do mercado nacional” – ao contr?o, foram criadas as ag?ias reguladoras; n?houve corte de gastos destinados a programas sociais – ao contr?o, os gastos foram ampliados; n?houve eleva? de taxas de juros para “atrair capital estrangeiro”, mas para conter a infla? e financiar o d?cit p?co; e n?houve qualquer flexibiliza? da legisla? trabalhista. Exceto pelas privatiza?s, o governo FHC jamais poderia ser considerado neoliberal. Universidade Federal de Pernambuco (2007) – Ingresso Extravestibular para o curso de Filosofia 22. Aponte os exemplos de homens ?cos com vis?filos?a engajada (para al?da hipocrisia): a) Bush, Olavo de Carvalho, Editora Abril, Inoc?io de Oliveira e Roberto Marinho. b) Dalai Lama, Gandhi, Marina da Silva, Frei Beto e Dom Helder. c) FHC, Marco Maciel, ACM, Ratinho e Reginaldo Rossi. d) Leonardo Boff, Irm?ulce, Ariano Suassuna, Betinho e Zilda Arns. e) Dalai Lama, Gandhi, ACM, Frei Beto e Leonardo Boff. Gabarito: n?foi informado pela universidade Coment?os: Nessa quest?o examinador perdeu completamente o pudor e sequer tentou maquiar o vi?ideol?o da prova. O intuito ??descarado que uma das alternativas cont?uma empresa, a Editora Abril. Para o examinador, quem n??e esquerda n?pode ser ?co. Note-se, tamb? a m??m tentar nivelar pessoas que n?t?praticamente nada em comum, como Olavo de Carvalho e Inoc?io de Oliveira. Veja mais quest?em www.escolasempartido.org.br, clicando “Vestibular” no menu da esquerda. ____________________________________ O QUE DIZEM AS UNIVERSIDADES A Comiss?do Processo Seletivo da Universidade Mackenzie enviou a seguinte nota: “A banca esclareceu que as referidas quest?foram formuladas com base em v?as fontes, e em todas elas, o conte??ondizente com as quest?citadas. Lembra ainda que n?houve nenhum questionamento por parte das bancas dos principais cursinhos, o que endossa as informa?s contidas nas mesmas”. A pr?itora de Assuntos Acad?cos da UFPE, professora L?a Maia, diz que ?oss?l analisar eventuais equ?cos nas quest? “Embora neste caso houvesse conceitos subentendidos que poderiam ter sido melhor explicitados, n?recebemos nenhum recurso contra essa quest? enquanto nesta mesma prova tivemos outras quest?anuladas”, afirma. ____________________________________

Gelio Fregapani

18/03/2009
Anos atr? havia quem censurasse o pr?ipe prevaricador por sua crueldade na ca??aposa. Hoje, percebemos que o interesse pela Raposa tamb?tem outras conota?s: desmembrar o Brasil, criando uma na? ind?na que seja d? aos interesses do primeiro mundo. O pr?ipe Charles defendeu nesta quinta-feira, em discurso no Pal?o Itamaraty, que a conserva? das florestas tropicais, como a Amaz?, seja financiada com recursos garantidos pelos pa?s desenvolvidos. No pronunciamento, o pr?ipe afirmou que o dinheiro seria dado, n?emprestado, e seria o pagamento aos pa?s tropicais pelos servi? ecol?os prestados pelas florestas ao mundo. Ningu?no Congresso, ao que se saiba de p?co, pediu explica?s. Engoliram sorrindo as mentiras, os atrasos e as grosserias dos seguran? brit?cos. Pareciam estar recebendo seu futuro rei. Todos sabemos da crise financeira mundial e que a Inglaterra enfrenta s?as dificuldades. O generoso pr?ipe vai tirar empregos de seus compatriotas para proteger as florestas de um pa?long?uo? Quanto altru?o. O que ele realmente veio fazer? Timidamente tem aparecido na imprensa uma certa teoria da conspira? que , entre outras metas, tentaria dividir alguns pa?s de grande extens?territorial, como o Brasil, a China, a ?dia e a R?a. Essa meta seria orientada pela oligarquia financeira anglo-holandesa-americana, que estaria tamb?procurando evitar o desenvolvimento que lhes pudesse fazer sombra. ?dif?l saber at?nde isto ?erdade, mas para falar s? nosso pa? a tentativa de balcaniza? ? cada dia mais evidente. Homologam-se imensos territ?s ind?nas interditados aos brasileiros. A?st?as digitais das ONGs anglo-holandesas, WWF, entre outras; interditam-se para a produ? de parques ecol?os do tamanho de pa?s europeus. De novo, ONGs anglo-holandesas como a Greenpeace e americanas como a funda? Ford, sem falar na oposi? ?hidrel?icas e ao asfaltamento de estradas. Agora nos visita o pr?ipe-sem compostura. Exatamente agora nas v?eras do julgamento da Raposa/Serra do Sol. Vem falar sobre a prote? das florestas. Por que agora? As evid?ias apontam: a manobra final para garantir a retirada dos brasileiros do ?o lugar habitado por nacionais nas serras da fronteira norte. Vejamos alguns antecedentes: O mercado de min?os ?h??los, controlado por cart? de Londres. Eles sabiam da extrema mineraliza? das serras do norte do Brasil. At?ouco tempo, manobraram apenas para que n?fossem exploradas. Quando come?os a explorar o estanho das jazidas do Pitinga e quebramos o cartel do estanho, se assustaram e jogaram tudo nos movimentos indianistas e ambientalistas. A moderna utiliza? de metais quase s?contrados aqui os fez compreender que teriam de lidar com governos submissos, e o ideal seriam governos ind?nas, n?o de uma na? do porte do Brasil, que, quando despertasse, lhes criaria problemas. Aliaram-se aos Estados Unidos. Financiaram demarca?s, propagandas e compraram homologa?s. Conseguiram a assinatura do Itamaraty na declara? de direitos que na pr?ca concede status de na? independente ??as ind?nas, sempre sobre as principais jazidas algumas como a ianom?, j?ob inteiro dom?o das ONGs. Entretanto, para que o novo pa?ind?na n?ficasse cortado ao meio, a Raposa tem de ser cooptada, mesmo com a oposi? da maioria dos ?ios que l?ivem. Ent?vamos ?a??aposa. Tem de ser agora! A crise est?ordendo os calcanhares do Reino Unido, como dos EUA e da Holanda. Em breve n?mais poderiam conseguir; at?uas ONGs enfrentam pen?. O Brasil est?omando conhecimento da manobra e iniciando a levantar a cabe? N?d?ara esperar mais. J?aviam sido retirados alguns opositores: o diretor-geral da Abin e generais do Minist?o da Defesa. O general Monteiro, comandante da Brigada em Boa Vista. Agora retiram o general Heleno, o que n?ousaram fazer antes. ?a hora do julgamento. ?tudo agora ou n?dar?ais. Vale pedidos pessoais dos governos. Vale visita do pr?ipe. Vale promessas de dinheiro, imposs?l de cumprir por um pais em crise. Vale mentir, enganar, jogar charme, aproveitar a vaidade de nossos dirigentes. ?a hora da ca??aposa. A situa? ??a e merece aten?. O Ex?ito ainda reage? – tratam de o desmoralizar. Lembremos que todas as na?s que descuidaram da sua defesa e/ ou desprestigiaram os seus soldados terminaram subjulgadas por aquelas outras que agiram de outra forma. Brasil, desperta! * Coronel e ex-superintendente da ABIN em Roraima

Ipojuca Pontes

18/03/2009
Ao contr?o do que se deixa entrever, o farto apoio e a ampla cobertura econ?a, pol?ca, moral e institucional que o governo Lula presta ao MST n?s?fatos aleat?s: eles fazem parte do projeto de transi? para o socialismo arquitetado pelo Foro de S?Paulo, entidade representativa de organiza?s esquerdistas transnacionais, fundada pelo pr?o Lula e Fidel Castro, em 1990, com o objetivo de articular a retomada na Am?ca Latina do que foi perdido no Leste Europeu. (Quem por ventura duvidar do aqui exposto, basta entrar no site do PT e consultar as atas oficiais da referida entidade - se, estrategicamente, n?as retiraram do ar, ?laro). ?ca, o dito Foro congregava em reuni?na capital paulista cerca de 300 organiza?s de esquerda (entre elas, o PT, as Farc e a Igreja da Teologia da Liberta?, m?espiritual do MST). O pr?o Fidel Castro, em pessoa, durante a posse de Collor de Mello, tramou com o ex-metal?co o avan?estrat?co das for? comunistas (radicais ou n? em toda Am?ca Latina, a come? pelo campo. A maneira amb?a de como o governo Lula trata o Movimento dos Sem Terra (MST), bra?armado do projeto FSP, ?amb?atitude premeditada: sem retoques, ela reedita a plena execu? da velha t?ca bolchevique do morde e sopra, adotada contra o governo Kerenski no golpe pela completa tomada do poder, na R?a, em 1917. Assim, quando o comiss?o Tarso Genro, ministro da Justi? considera que os quatro assassinatos cometidos em duas fazendas no interior de Pernambuco pelos l?res do MST, n?passa de a? arrojada, e o presidente Lula, em contraposi?, diz que, diante das mortes, a afirma? de legitima defesa alegada pelo movimento revolucion?o ?implesmente inaceit?l - n?h??enhuma contradi?: tudo se encadeia no jogo de cena para se estabelecer o caos e confundir a opini?p?ca. Quem ?o ramo, sabe. Imaginemos a seguinte situa?: um grupo de sujeitos tidos como de direita, pertencente a um hipot?co Movimento dos Sem Dinheiro (MSD), ganha passagens do er?o p?co, viaja ?ras?a e adentra o Minist?o da Justi? L?uma vez no gabinete ministerial, um dos membros do grupo d?ns bofet?na cara de Tarso Genro e toma a sua carteira. Enquanto ocorre a agress? em outro minist?o, o da Fazenda, Guido Mantega, euf?o, libera polpudas verbas para o Movimento dos Sem Dinheiro, via ONGs e associa?s legais - visto que, tal como o MST, o MSD n?tem personalidade jur?ca e nem pode receber recursos diretos do governo. Pergunta-se: como reagiria o comiss?o Tarso Genro diante de tais acontecimentos? Diria que tudo n?passa de atitude mais arrojada de um bando de pobres exclu?s? Ou de tratar-se t?somente da necess?a mobiliza? de segmento da sociedade empenhado em restabelecer justi?social? Qualquer analista consciente sabe que a reforma agr?a nunca foi o objetivo do MST. De fato, muito al?de mero pretexto para espoliar (com voracidade) os cofres p?cos, o espet?lo sangrento das invas?de terras tem por meta primordial destruir a propriedade privada, cerne do capitalismo. Assim, desde sempre, seguindo programa tra?o pelo Foro de S?Paulo, o que pretende Jo?Pedro Stedile, l?r do terror vermelho, ?como ele pr?o confessa, confrontar o agroneg?, os transg?cos e o reflorestamento - para n?falar nos bancos e nas empresas estrangeiras atuantes no Pa? No entanto, um dado escandaloso se abate sobre o fen?o: ao se reportar ?? criminosa do ex?ito paramilitar do MST, a m?a brasileira, na sua quase totalidade, procurando esconder da opini?p?ca o ?o ululante nunca revela ao leitor o que se opera por tr?das sucessivas invas? Para ela, segundo se depreende da opini?dos seus editoriais, o avan?da programada viol?ia rural pelas tropas do MST, a demonstrar a clara amea?de comunistiza? do Pa? n?passa de soma de acidentes isolados, ainda que nocivos, sem v?ulos com a vontade de um governo que - opina - apenas concilia alian? pol?cas e ideol?as ecl?cas. Tomemos, por exemplo, a leitura do editorial do O Globo, na sua edi? de 03/03/09. Nele, por quest?de afinidade ideol?a, o jornal prefere encarar o avan?o processo de transi? para o socialismo, detonado primordialmente pela a? das esquerdas dentro da m?ina do Estado, como simples quest?de m?nterpreta? do presidente engajado. Neste andamento, depois de chamar a aten? para o contradit? depoimento de Lula sobre o assassinato dos quatro seguran?, em que o mandat?o a um s?mpo elogia e cr?ca a a? do MST, o jornal pondera em tom de alv?aras que o ex-metal?co pelo menos fez aquilo que os ministros - Tarso Genro, da Justi? e Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Agr?o - deveriam ter feito, e de forma enf?ca . Isto ?O Globo livra a cara de Lula pelo que ele considera inaceit?l, mas n?traduz em a?: ou seja, suspender a doa? do dinheiro p?co e mandar processar e combater o bando paramilitar com os rigores da lei e da for?da Pol?a Federal. No mesmo editorial, avaliando o repasse de verbas para o bra?armado do processo revolucion?a em andamento, O Globo observa, cheio de pudores: N?surpreende, mas assusta, que Guilherme Cassel e Dilma Rousseff defendam, priori, a legalidade dos repasses, sem que haja uma investiga? s?a e isenta dos destino dos milh?liberados para entidades usadas como laranjas pelo MST. Muito sonoro e ponderado, j?e v?mas por que O Globo n?denuncia ?pini?p?ca o projeto maquiav?co do Foro de S?Paulo, a programar periodicamente metas da viol?ia revolucion?a no campo e, de forma camuflada, dentro do pr?o aparelho do Estado, tomado ministerialmente pelos seus filiados? Por muito menos Roberto Marinho, em 1964, consciente do perigo, combateu firmemente o desgoverno Jango, cem vezes menos amea?or do que o levado adiante hoje por Lula da Silva, o manhoso criador (ao lado de Fidel Castro) do Foro totalit?o.

Folha de São Paulo

18/03/2009
Julgamento de hoje define se n??ios ficam na ?a; arrozeiros pedem R$ 80 mi para sair. At?gora, R$ 12 mi foram disponibilizados pela Funai, respons?l por pagar as repara?s; valor ?id?lo, afirmam propriet?os LUCAS FERRAZ FELIPE SELIGMAN Terminado o julgamento sobre a demarca? da reserva ind?na Raposa/Serra do Sol (RR), previsto para hoje no STF (Supremo Tribunal Federal), uma nova batalha vai come? nos tribunais, desta vez sobre o valor das indeniza?s que ser?destinadas aos arrozeiros. O tribunal deve confirmar hoje a demarca? cont?a da ?a e a sa? de todos os n??ios da reserva. Os cinco produtores de arroz que possuem propriedades dentro da terra ind?na reivindicam repara? econ?a de cerca de R$ 80 milh?para deixar o local. A Funai (Funda? Nacional do ?dio), respons?l pelo pagamento das indeniza?s, contudo, disponibilizou at? momento R$ 12 milh?-sendo que, desse montante, R$ 5 milh?est?depositados em ju?, segundo o ?o, destinados aos rizicultores e demais propriet?os que n?aceitam o valor, considerado por eles como rid?lo. Conflito Homologada em 2005 pelo presidente Luiz In?o Lula da Silva, a Raposa/Serra do Sol, no extremo norte de Roraima, nas fronteiras com a Venezuela e a Guiana, ?abitada por cerca de 18 mil ?ios de cinco diferentes etnias. A reserva, de 1,7 milh?de hectares, tem superf?e suficiente para agrupar 11 cidades de S?Paulo. A decis?sobre a demarca? tornou a reserva um foco de conflito e tens?envolvendo governo federal, governo estadual, igreja, ind?nas e ONGs (organiza?s n?governamentais). Encerrada essa quest?no Supremo, come?? batalha pelas indeniza?s: para os rizicultores, a ocupa? da ?a foi legal e as benfeitorias nas fazendas foram muitas. Algumas das propriedades t?at?angar para abastecer monomotores. Para a Funai, no entanto, os fazendeiros n?poderiam estar na ?a e, por isso, o ?o n?pretende levar em considera? as benfeitorias no c?ulo das indeniza?s. A Funai iniciou as repara?s em 2002. At?gora, foram indenizadas 285 propriedades de n??ios dentro da Raposa -h?m andamento 24 processos (com documentos pendentes) que resultam em indeniza?s de R$ 327 mil. O governador de Roraima, Jos?e Anchieta J?r (PSDB), afirmou que vai ajudar a realocar os fazendeiros. O cultivo de arroz responde por 6% da economia de Roraima. Ontem, ?ios que defendem a demarca? cont?a fizeram protesto em frente ao STF. Supremo No STF, j?xistem oito votos pela demarca? cont?a e a consequente retirada dos n??ios da regi? Hoje o ministro Marco Aur?o Mello apresenta seu voto, que deve ser contr?o ?emarca? cont?a. Mello deve questionar o n?l de aculturamento dos ?ios, alegando que eles j?ivem sob forte influ?ia da cultura dos n?ind?nas. O ministro tamb?deve definir o ano de 1988 (da promulga? da Constitui?) o marco temporal a ser considerado para verificar a presen?dos fazendeiros na regi? Mello costuma argumentar, quando conversa sobre o assunto, que, sem um prazo de an?se definido, boa parte do litoral brasileiro deveria ser devolvido aos ind?nas.

Heitor De Paola

18/03/2009
Mais uma vez o livro O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial mostra sua import?ia. Assim tamb?como as advert?ias de Olavo de Carvalho, Gra?Salgueiro, Carlos Ilitch Azambuja e toda a equipe de M?a Sem M?ara al?da d?da impag?l com o Dr. Gra?Wagner e o Prof. Constantine Menges. J??quinze pa?s diretamente envolvidos ou sob a influ?ia do FSP. Diretamente: Cuba, Brasil, Venezuela, Equador, Bol?a, Nicar?a, Paraguai, Uruguai e agora El Salvador. Sob forte influ?ia: Argentina, Chile Rep?ca Dominicana, Honduras, Guatemala e Haiti. Na Am?ca do Sul sobram apenas Colombia e Per? Na Colombia o Presidente Uribe deve aprender a li? salvadorenha: n?aceitar negocia?s de paz com as FARC que as transformem em partido pol?co legal. Extin? total ? ?a alternativa. Tamb? mudei de opini?quanto a um novo mandato de Uribe: deve tent?o de todas as formas legais! O Governo de Alan Garcia no Per?o est?uficientemente forte para enfrentar a onda de viol?ia j?inanciada por Ch?z. Assim como o M?co, sob constantes ataques do narcotr?co. Num arroubo de previs?futur?ica cheguei a formular a id? de unifica? de Venezuela e Cuba e fui mais longe, prevendo a forma? de uma Rep?ca Bolivariana do Caribe. As ?mas declara?s de Ch?z se referem ?ni?de Venezuela, Cuba e El Salvador (certamente incluir? Nicar?a de Ortega) num ?o pa? Mas n?podia imaginar a elei? nos EUA de um Presidente intimamente ligado a institui?s comunistas e comprometido com as mudan? na Am?ca e no mundo no sentido de destruir toda a tradi? da civiliza? ocidental judaico-crist?

Nahum Sirotsky

18/03/2009
Estimativas da Organiza? Internacional do Trabalho (OIT) indicam que a solidariedade enfraquece e cresce o ego?o nas rela?s internacionais. No campo do emprego j?ome?uma desglobaliza?. O inato sentimento de primeiro eu e os outros que se virem come?a se afirmar. Alguns exemplos. A Austr?a, gigantesco continente com popula? de “paisinho”, j?ecidiu colocar uma dr?ica redu? de concess?de vistos de trabalho para indiv?os com gradua? universit?a. Falta emprego e sobram estrangeiros interessados. O mundo que est?orrendo para dar lugar a algo novo e imprevis?l dependia muito da importa? de m?de-obra para todos os setores de atividades. Agora, com a contra? das economias procura-se se livrar desta mesma gente. Um texto do Conselho de Rela?s Exteriores mostra que “de graduados em Harvard, uma das universidades formadoras das elites dirigentes americanas, a trabalhadores n?especializados, est?sendo obrigados a fazer o caminho de volta para casa. N?h?rabalho e eles n?interessam mais. A OIT estima que “globalmente, de 24 a 52 milh?de indiv?os devem perder seus empregos em 2009”. N?h?istema de seguro-desemprego que suporte essa gente. Nenhum g?o da economia imaginou tal coisa. Os Estados Unidos emitiram um decreto lei impondo “as maiores restri?s ao emprego de imigrantes qualificados por empresas que estejam recebendo ajuda governamental”. A Mal?a e a Ar?a Saudita determinam que na hip?e de terem de cortar a m?de-obra, os estrangeiros devem ser os primeiros. Na Inglaterra trabalhadores protestam contra emprego de estrangeiros em refinarias. As Filipinas, que exportam m?de-obra desej?l j?erdeu cinco mil empregos no exterior. A Irlanda, que deve seu excepcional desenvolvimento dos ?mos anos ?ei liberal para assimilar imigrantes, ouviu sua opini?p?ca, da qual 66% urgiram restri?s ?migra?. Imigrantes t?sido decisivos na vida americana. Recentemente, foram pessoas de todas as origens que preencheram desde a falta de m?cos a implanta? da ind?ia de alta tecnologia. A falta de trabalho implica na fuga de c?bros, intelig?ias. Num trabalho assinado por Jayhree Bajarla, do Conselho de Rela?s Internacionais americano, fala-se de algumas conseq?ias. Os trabalhadores estrangeiros s? devido suas remessas para os pa?s de origem, essenciais fontes de renda. Esse dinheiro faz circular a riqueza. A sua falta pode provocar s?a instabilidade pol?ca e social. A Organiza? Internacional de Migra? previne contra o recrudescimento da xenofobia pela tend?ia de culpar o estrangeiro pela falta de trabalho. O retorno ao protecionismo ?orte tend?ia dos grupos populistas nos pa?s em crise. Imagina-se poss?l fechar o mercado interno sem se esperar igual comportamento do outro. O mundo levou s?los para chegar ?lobaliza?. E a globaliza? das empresas promoveu desenvolvimento. A intensifica? do com?io aumentou o mercado de produ?. A migra? de m?de-obra representa no m?mo a vantagem de substanciais entradas de recursos remetidos do exterior, implicando inclusive em meios para investir. Um mundo aberto ?enos sujeito a conflitos armados. Mas na pr?ca est?e colocando um protecionismo de oportunidades de trabalho. O pre?dessa atitude tender? ser menos com?io, menos desenvolvimento, maior diferen?entre ricos e pobres. E tamb?fatores que dificultam ainda mais a sa? da crise, que inspira o crescimento de ideologias radicais e reduz a seguran?por todos os cantos. ?uma burrice.

Tibiriçá Ramaglio

18/03/2009
A incerteza deflagrada pela crise dos subprimes em setembro passado deixou a esquerda do mundo todo mais assanhada que Chapeuzinho Vermelho quando a m?manda visitar a av?e est?oente. Fil?os, historiadores, soci?os, economistas e demais usu?os do ? dos intelectuais conclu?m de imediato que, desta, o capitalismo n?passa. Para eles, o sistema est?efinitivamente com os dias contados, como, ali? j?avia previsto o onisciente Karl Marx. Em mat?a de profecias estapaf?as, talvez mere?um Oscar a retumbante previs?do marxista norte-americano Immanuel Wallerstein que, aos 78 anos, do alto de sua c?dra em Yale, ainda n?se cansou de ser desmentido pelos fatos. Num artigo intitulado Aprendendo com o Brasil, onde assevera que o MST seria um bom exemplo para a esquerda norte-americana – insensatez que dispensa coment?os –, Wallerstein tem o desplante de prever “a extin? certa do capitalismo como sistema mundial nos pr?os 20 a 40 anos”. Segundo a sumidade, “o que est?contecendo ?ma desintegra? do capitalismo como sistema mundial, n?porque ele n?pode garantir o bem-estar da grande maioria da popula? (isso ?lgo que o sistema nunca p?fazer), mas porque n?consegue mais garantir que os capitalistas ter?o ac?o intermin?l de capital que ?ua raz?de ser”. Vamos e venhamos, est?a cara que o acad?co, como os autores de Das Kapital, atrela mais uma vez a carro?adiante dos bois. Karl Marx acreditava ter descoberto que a luta de classes determinava o curso da hist? no exato momento em que, de acordo com ele, Marx, era a hora e a vez da classe oper?a. Tanto o ilustre redator da Gazeta Renana, quanto seu patrocinador, Friedrich Engels, chegaram a acreditar que veriam e talvez at?judassem a revolu? do proletariado, embora a dupla tenha descido ao inferno – onde arde hoje em dia – sem sequer vislumbrar o imp?o que Lenin construiu sobre as ru?s do czarismo. Ali? o pr?o Lenin, tamb? acreditava que a revolu? na R?a era somente o pren?o de uma revolu? mundial. Entre 1917 e 1924, o supremo guru dos bolcheviques acreditava piamente numa revolu? na Alemanha que, por sua vez, seria sucedida por v?as outras revolu?s em toda a Europa. Felizmente, o velho Vladimir Ulianov estava redondamente equivocado e foi se reunir aos seus mentores, no T?aro, sem ver a concretiza? de suas tenebrosas previs? N?preciso, entretanto, ir t?longe na hist? para comprovar a miopia das pitonisas vermelhas. Basta recorrer a minha pr?a experi?ia pessoal. Em 1983, no Brasil do general Figueiredo, eu era um jovem idealista e idiota. Por isso, acabei cooptado para as fileiras da Organiza? Socialista Internacionalista, vulgarmente conhecida como Libelu, uma ins?a agremia? de estudantes e patifes que pretendia reconstruir a 4ª. Internacional Comunista. Era o ocaso do regime militar e, al?do crescimento do PT e da CUT, diversos acontecimentos apontavam para uma inquestion?l transforma? pol?ca no Brasil de ent? Pois bem, semanalmente, em nossas reuni?de c?la, os camaradas da lideran?da Organiza?, munidos na nova edi? do jornal O Trabalho, faziam uma an?se da conjuntura e consideravam que a revolu? socialista brasileira havia de acontecer na semana seguinte, no mais tardar. Passaram-se oito semanas dessa conversa mole e neca de revolu?. Eu, que n?costumava falar nas discuss? pedi ent?a palavra. Disse aos camaradas presentes que apregoar a revolu? para a pr?a semana podia ser uma ?a estrat?a em termos de propaganda, mas que era mais que evidente que isso n?aconteceria t?r?do assim, como, ali? j??havia acontecido nas precedentes hebd?as. De imediato, todos os presentes me olharam com espanto e indigna? e, sem pestanejar, diagnosticaram que s?deria estar me faltando “discuss?pol?ca”. Era por isso que eu era incapaz de ultrapassar as ilus?pequeno-burguesas, para enxergar a j?reclara e insurgente realidade. Nada impedia que nossa pr?a reuni?de c?la acontecesse num gabinete do Pal?o do Planalto! Os camaradas tinham tal ascend?ia intelectual sobre mim que acabei por lhes dar raz? at?ara n?me mostrar um rematado imbecil diante dos outros companheiros da c?la. Mas ?laro que a revolu? n?eclodiu na semana seguinte, nem na outra, nem na outra, eu deixei de ser idiota e dei baixa na Organiza?, e veio a Nova Rep?ca, e a queda do muro de Berlim, e o colapso da Uni?Sovi?ca e, gra? a Deus, a revolu? n?aconteceu at?gora. Concluo da?ue ?m elemento intr?eco do marxismo a incapacidade de enxergar com clareza a realidade tal qual ela se apresenta a um observador atento. O sistema de Marx, longe de dissolver a p?na de ideologia que nos impede de ver os fatos, encobriu-os em uma densa e adiposa camada de ilus?m?icas, a tal ponto que n?hesito em afirmar que o marxismo n?passa de uma manifesta? esquizofr?ca da pol?ca e da... astrologia. http://observatoriodepiratininga.blogspot.com

Veritatismidia

18/03/2009
http://www.youtube.com/watch?v=Za0W6Pj3ETA&eurl=http://igrejauna.blogspot.com/2009/03/divulguem-o-video-da-cf-2009.html

blog do Padre Joãozinho

18/03/2009
Mar?17, 2009 por Jorge Ferraz A respeito do artigo intitulado “Dalla parte della bambina brasiliana” e publicado no L´OSSERVATORE ROMANO no dia 15 de mar? n?abaixo assinados, declaramos: 1. O fato n?aconteceu em Recife, como diz o artigo, mas sim na cidade de Alagoinha (Diocese de Pesqueira). 2. Todos n? come?do pelo p?co de Alagoinha (abaixo assinado) -tratamos a menina gr?da e sua fam?a com toda caridade e do?a. O P?co, fazendo uso de sua solicitude pastoral, ao saber da not?a em sua resid?ia, dirigiu-se de imediato ?asa da fam?a, onde se encontrou com a crian?para lhe prestar apoio e acompanhamento, diante da grave e dif?l situa? em que a menina se encontrava. E esta atitude se deu durante todos os dias, desde Alagoinha at?ecife, onde aconteceu o triste desfecho do aborto de dois inocentes. Portanto, fica evidente e inequ?co que ningu?pensou em primeiro lugar em “excomunh?. Usamos todos os meios ao nosso alcance para evitar o aborto e assim salvar as TR? vidas. O P?co acompanhou pessoalmente o Conselho Tutelar da cidade em todas as iniciativas que visassem o bem da crian?e de seus dois filhos. No hospital, em visitas di?as, demonstrou atitudes de carinho e aten? que deram a entender tanto ?rian?quanto ?ua m?que n?estavam sozinhas, mas que a Igreja, ali representada pelo P?co local, lhes garantia a assist?ia necess?a e a certeza de que tudo seria feito pelo bem da menina e para salvar seus dois filhos. 3. Depois que a menina foi transferida para um hospital da cidade do Recife, tentamos usar todos os meios legais para evitar o aborto. A Igreja em momento algum se fez omissa no hospital. O P?co da menina realizou visitas di?as ao hospital, deslocando-se da cidade que dista 230 km de Recife, sem medir esfor?algum para que tanto a crian?quanto a m?sentissem a presen?de Jesus Bom Pastor que vai ao encontro das ovelhas que mais precisam de aten?. De tal sorte que o caso foi tratado com toda aten? devida da parte da Igreja e n?“obrigativamente” como diz o artigo. 4. N?concordamos com a afirma? de que “a decis??rdua… para a pr?a lei moral”. Nossa Santa Igreja continua a proclamar que a lei moral ?lar?ima: nunca ??to eliminar a vida de um inocente para salvar outra vida. Os fatos objetivos s?estes: h??cos que explicitamente declaram que praticam e continuar?a praticar o aborto, enquanto outros declaram com a mesma firmeza que jamais praticar?o aborto. Eis a declara? escrita e assinada por um m?co cat?o brasileiro: “(…) Como m?co obstetra durante 50 anos, formado pela Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil, e ex chefe da Cl?ca Obst?ica do Hospital do Andara?onde servi 35 anos at?inha aposentadoria, para dedicar-me ao Diaconato, e tendo realizado 4.524 (quatro mil quinhentos e vinte e quatro) partos, muitos de menores de idade, nunca precisei recorrer ao aborto para “salvar vidas”, assim como todos os meus colegas ?egros e honestos em sua profiss?e cumpridores de seu juramento hipocr?co. (…)”. 5. ?falsa a afirma? de que o fato foi divulgado nos jornais somente porque o Arcebispo de Olinda e Recife se apressou em declarar a excomunh? Basta ver que o caso veio a p?co em Alagoinha na quarta-feira, dia 25 de fevereiro, o Arcebispo se pronunciou na imprensa no dia 03 de mar?e o aborto se deu no dia 4 de mar? Seria demasiado imaginar que a imprensa brasileira, diante de um fato de tamanha gravidade, tenha silenciado nesse intervalo de seis dias. Assim sendo, a not?a da menina (“Carmen”) gr?da j?stava divulgada nos jornais antes da consuma? do aborto. Somente ent? interrogado pelos jornalistas, no dia 3 de mar?(ter?feira), o Arcebispo mencionou o c?n 1398. Estamos convictos de que a divulga? desta penalidade medicinal (a excomunh? far?em a muitos cat?os, levando-os a evitar este pecado grav?imo. O sil?io da Igreja seria muito prejudicial, sobretudo ao constatar-se que no mundo inteiro est?acontecendo cinq?a milh?de abortos cada ano e s? Brasil um milh?de vidas inocentes s?ceifadas. O sil?io pode ser interpretado como coniv?ia ou cumplicidade. Se algum m?co tem “consci?ia perplexa” antes de praticar um aborto (o que nos parece extremamente improv?l) ele – se ?at?o e deseja observar a lei de Deus - deve consultar um diretor espiritual. 6. O artigo ?em outras palavras, uma direta afronta ?efesa pela vida das tr?crian? feita veementemente por Dom Jos?ardoso Sobrinho e demonstra quanto o autor n?tem bases e informa?s necess?as para falar sobre o assunto, por total desconhecimento dos detalhes do fato. O texto pode ser interpretado como uma apologia ao aborto, contrariando o Magist?o da Igreja. Os m?cos abortistas n?estiveram na encruzilhada moral sustentada pelo texto, ao contr?o, eles praticaram o aborto com total consci?ia e em coer?ia com o que acreditam e o que ensinam. O hospital que realizou o aborto na menininha ?m dos que sempre realizam este procedimento em nosso Estado, sob o manto da “legalidade”. Os m?cos que atuaram como carrascos dos g?os declararam e continuam declarando na m?a nacional que fizeram o que j?stavam acostumados a fazer “com muito orgulho”. Um deles, inclusive, declarou que: “J?ui, ent? excomungado v?as vezes”. 7. O autor arvorou-se do direito de falar sobre o que n?conhecia, e o que ?ior, sequer deu-se ao trabalho de conversar anteriormente com o seu irm?no episcopado e, por esta atitude imprudente, est?ausando verdadeiro tumulto junto aos fi? cat?os do Brasil que est?acreditando ter Dom Jos?ardoso Sobrinho sido precipitado em seus pronunciamentos. Ao inv?de consultar o seu irm?no episcopado, preferiu acreditar na nossa imprensa declaradamente anticlerical. Recife-PE, 16 de mar?de 2009 Pe Edson Rodrigues P?co de Alagoinha-PE - Diocese de Pesqueira Mons. Edvaldo Bezerra da Silva Vig?o Geral - Arquidiocese de Olinda e Recife Pe Mois?Ferreira de Lima - Reitor do Semin?o Arquidiocesano Dr. M?io Miranda - Advogado da Arquidiocese de Olinda e Recife