Aqui se cultuam grandes pensadores e líderes que impulsionaram positivamente a história.

“O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito. O que ele pode nos dar é sempre menos do que nos pode tirar.”

Roberto Campos

"O homem que diz que a verdade não existe está pedindo para que você não acredite nele. Então, não acredite."
 

Roger Scruton

“Socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, o evangelho da inveja; sua virtude é a igual repartição da miséria.”

 

Winston Churchill

 

"Ter poder é como ser uma grande dama. Se você precisa dizer que é, você não é."
  

Margaret Thatcher

 

"A economia não lida com coisas e objetos materiais tangíveis, trata dos homens, suas ações e propósitos.“

 

 

Ludwig Von Mises

 

"Mas o que é a liberdade sem a sabedoria e a virtude? É o maior de todos os males possíveis, pois é apenas estupidez, vício e loucura sem proteção ou freio."

 

Edmund Burke

 

"No Brasil, a virtude, quando existe, é heroica, porque tem que lutar com a opinião e o governo."

 

José Bonifácio

 

As palavras mais terríveis são: "Eu sou do governo e estou aqui para ajudar”

Ronald Reagan

 

“Assim como vai a família, irá a nação e assim irá o mundo em que vivemos.”

S. João Paulo II

"O certo é certo, mesmo que ninguém o faça. O errado é errado, mesmo que todos se enganem sobre ele."

Gilbert Keith Chesterton


Artigos do Puggina

Percival Puggina

25/11/2021

Percival Puggina

 

         No dia 22 de novembro passado, viralizou a notícia de que a juíza da 1ª Vara de Execuções Criminais do TJ/RS determinara a contagem em dobro de cada dia de pena cumprido por detentos do Presídio Central de Porto Alegre. Condições desumanas e ultrajantes são a causa da incomum decisão.

Realmente, as condições do presídio são terríveis. Foi inaugurado em 1959 e a pintura ainda era recente quando, em 1962, tive ali meu primeiro emprego aos 18 anos de idade. Hoje, o prédio exige aos berros a própria demolição. Deteriorou-se e abriga o dobro da lotação prevista.

Certa vez, um parlamentar antagonista de muitos debates convidou-me insistentemente para visitarmos juntos o mostrengo prisional. Agradeci e disse-lhe que já o conhecia, tanto que trabalhara lá. Ele insistiu, alegando o sabido: aquilo desrespeitava quaisquer princípios de humanidade; seria uma experiência horripilante.

Afirmei estar ciente disso e que, por certo, passar um dia ali era viver o inferno sem fogo. No entanto – continuei – os presos que lá estavam e as organizações a que eventualmente pertencessem sabiam-no melhor do que nós dois. E sabiam mais, as péssimas condições materiais inibiam a segurança interna e favoreciam a vida criminosa dentro do presídio.  

No entanto, todo o negócio do crime tem consciência e explora o fato de que o sistema funciona a seu favor. A aposta que faz contra ele paga muito bem no Brasil. Os bandidos sabem de que a possibilidade de acabar no Presídio Central é pequena.

***

Por outro lado, como se observa abrindo a janela e dando uma olhada para o lado de fora, também o ativismo judicial viraliza no país. Se, objetiva ou subjetivamente, a realidade é imperfeita, parte-se para o vale-tudo. O dono da caneta é senhor da lei e de sua aplicação. Nas palavras do deputado Ten. Cel. Zucco, a magistrada partiu para o Black Friday da execução penal... Ao tomar ela a atitude que tomou, deu um passo em linha com seu sentimento de justiça, mas deu outro contra a segurança dos cidadãos, das vítimas reais e das vítimas potenciais dos crimes cometidos pelos que lá estão. Curiosamente, o primeiro critério se impôs ao segundo e se impôs a todas as sentenças condenatórias expedidas contra os presos.

O jornalismo militante, que conta com o fator revolucionário da criminalidade para seus objetivos políticos e ideológicos, saúda a medida e destaca que muitos dos presos estão “aguardando julgamento”. Ora, nessas condições, por força de lei e mediante solicitação periodicamente renovada, só ficam os criminosos cuja liberdade, reconhecidamente, representa elevado risco para a sociedade. O Presídio Central não é hospedaria de inocentes.

Lugar de criminosos é a cadeia, por isso precisamos de mais e melhores unidades prisionais. A sociedade, em benefício de sua própria segurança, deve se mobilizar em favor de quem combate o crime.

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

Percival Puggina

25/11/2021

 

Percival Puggina

 

         Arthur Lira diz não haver acordo para criar a comissão necessária ao andamento da PEC que pretende restabelecer a idade de 70 anos para aposentadoria compulsória de ministros do STF. Com isso, ele quer dizer que ouviu os líderes e não percebeu suficiente apoio à medida. Ouviu? Não ouviu? Ouviu os que queria ouvir? Difícil saber.

Episódios assim, se sucedem nas duas casas do Congresso, com os presidentes ora impondo monocraticamente seu querer, ora “ouvindo os líderes” que, por sua vez não agem diferentemente em relação às bancadas. Você lembra, leitor, da visitinha do ministro Roberto Barroso à Câmara dos Deputados? Instantes depois, alguns líderes substituíram os parlamentares convictos da importância e necessidade da urna eletrônica com impressora por outros incumbidos de votar contra. É por essa combinação de meios que vamos morrer sem saber, por exemplo, quais os congressistas que são contra o fim do foro privilegiado, quais os que são contra a prisão após condenação em segunda instância e quais os que consideram todos os ministros do STF como zelosos e perfeitos cumpridores de suas obrigações.  

         De quanto se vê e se sabe, sobram às nossas reflexões duas questões.

A primeira é uma pergunta.

Para que servem 513 deputados se não mais de onze pessoas (por acaso o mesmo número de ministros do STF) tomam todas as decisões realmente importantes? De fato, por princípio, o plenário só vota o que o presidente quer, e os deputados, ao votar, salvo exceções, seguem os líderes. Estes, por seu turno, não deixam digitais nessas decisões de colegiado.

A segunda é o segredo.

De onde vem o poder dos líderes de bancada? Como obtêm essa submissão de seus comandados que, afinal, são titulares de mandato popular até recentemente merecedor de respeito (por respeito ao eleitor, mas este é outro assunto)? O poder dos líderes provém do pacote de atribuições políticas e burocráticas que lhes corresponde. Entre outras: indicações para integrar e presidir comissões, designação para representações internas e externas, liberação de meios, nomeação de indicados para cargos de confiança, e, principalmente, emendas parlamentares, verbas partidárias e de campanha eleitoral. 

Estes assuntos são de grande importância para uma sociedade que não se sente representada e a cujo querer e a cujas manifestações Congresso e STF voltam as costas. Contudo, tais temas passam longe do interesse dos grandes grupos de comunicação do país.

A nação precisa dos poderes de Estado, mas estes fazem o possível para descartá-la de suas preocupações.

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

 

 

 

Percival Puggina

23/11/2021

 

Percival Puggina

 

           São assustadores os primeiros relatos sobre a situação dos estudantes brasileiros após o período em que as escolas estiveram fechadas por determinações sanitárias. Fique em casa que a Educação a gente vê depois. Agora, também em sala de aula, o depois chegou. Os professores falam em regressão das habilidades e conhecimentos. Os alunos não só ficaram sem adicionar formação, mas perderam parte do anteriormente adquirido.

Famílias empobreceram, porque a economia a gente vê depois. Muitas se enlutaram, ambientes familiares se danificaram, crianças e adolescentes perderam o rumo, ficaram dois anos sem convívio, sem ocupação e tudo se agravou pela interrupção da rotina escolar. Professores alegam temer o retorno e se sentem inseguros. Outros se habituaram ao contracheque sem trabalho, pois até que não era tão ruim o velho normal do fique em casa.

Infelizmente, isso não aconteceu num país em que as coisas iam bem, mas num gigante populacional ainda mais empobrecido. No Censo Escolar de 2020, o Inep contou 47,3 milhões de matrículas no nível básico (ensino fundamental e médio). Essa população escolar é superior à população total da Argentina, da Espanha, e de outros 168 países.

Vou poupar o leitor das avaliações qualitativas da  nossa Educação. Sim, a má avaliação não é dos estudantes; é do ensino proporcionado à nossa juventude.  Lembrarei apenas que, segundo a OCDE e dados do Pisa 2018, um nível considerado básico de proficiência em leitura já não era alcançado por 50% dos alunos, em Ciências, por 55% e em Matemática, por 68%!

As questões que se colocam são as seguintes: a) por que tem tão má qualidade a educação em nosso país? b) para que futuro aponta a continuidade dessa situação? c) que nação será o Brasil quando essa geração de estudantes responder pela geração da renda nacional?

Não hesito em afirmar que a estatização de 82% do ensino básico, a “democratização” e a eleição das direções das escolas, a sindicalização dos servidores públicos, o excesso de liberdade e autonomia concedida aos professores, o descaso de pais em relação à vida escolar dos filhos, a dificuldade que os pais participativos enfrentam para atuar nas escolas e a repulsa ao mérito recompensado têm culpa nesse cartório.

Alguém perguntará? E a ideologização do ensino, a “história crítica” e o desamor à pátria, a visão freireana da educação como atividade política, nada têm a ver com cenário descrito?

Bem, aí entramos no terreno da esquizofrenia e do “suicídio” coletivos, como costuma acontecer nas radicalizações políticas e nas ações revolucionárias. Centenas de milhares de professores brasileiros, militantes de causas ideológicas, deveriam interrogar-se: “Quem vai pagar minha aposentadoria?”. Talvez passassem a olhar para seus alunos e para sua própria profissão com outros olhos.

Ou talvez pensem: “Bem, isso a gente vê depois”...

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

Por que criei este site

Minha posição política é conservadora em relação ao que tem valor permanente. Quer mudar dentro da ordem o que precisa ser mudado. É democrata e serve ao bem da pessoa humana segundo uma antropologia e uma ética cristã. É pró-vida e sustenta a superior dignidade da pessoa humana. Vê a liberdade como sócia bem sucedida da verdade e da responsabilidade. É liberal porque sabe o quanto é necessário impor freios e limites ao Estado, cujos poderes deveriam agir para se tornarem cada vez menos necessários. Defende o direito de propriedade e as liberdades econômicas. Sem prejuízo de muitas outras exclusões, nessa posição política não há lugar para defensores de totalitarismos e autoritarismos, para fabianos e companheiros de viagem de esquerdistas, nem para políticos patrimonialistas.

 

Para defender essas posições, nasceu este website em 2003. Mediante sucessivas incorporações de novas tecnologias chega a esta quarta forma visual de apresentar os conteúdos com que espera proporcionar a seus leitores bom alimento à mente e ao espírito. Sejam todos muito bem-vindos e que Deus os abençoe.

Fique Sabendo

BRASIL SEM PRIVILÉGIOS

Brasil Sem Privilégios

29/11/2021

 

Brasil Sem Privilégios

 

Nota: recebi esta mensagem, fui ao site brasilsemprivilegios.com.br, onde assinei e aplaudi a petição. Travar o andamento do “PL do fim dos supersalários” é mais uma na conta do indefensável senador Alcolumbre.

Aprovado na Câmara em 13 de julho, hoje o PL do fim dos supersalários completa 139 dias preso no Senado.
O motivo? O senador Davi Alcolumbre, presidente da CCJ, é quem deve designar um relator para o projeto no Senado, e isso ele ainda não fez.
E o projeto não pode andar na casa sem um relator.
Enquanto isso, o Brasil é um dos sete países que mais gastam com funcionários públicos.
0,2% dos servidores federais têm supersalários, remunerações acima do teto de R$ 39,2 mil.
Essa "pequena" porcentagem, sozinha, é responsável por fazer os cofres públicos gastaram R$ 2,6 bilhões a mais todos os anos.
Já os supersalários do Poder Judiciário custaram ao menos R$ 12 bilhões desde dezembro de 2016.
"Um homem paulista que trabalhe há 10 anos no setor privado, por exemplo, e que ganhe R$ 2.532 hoje – o salário médio atual do Brasil, de acordo com o IBGE –, demoraria 20.403 anos para receber os mesmos R$ 39,2 mil do teto do funcionalismo", explica a CNN, com base na calculadora de supersalários do Centro de Liderança Pública (CLP).
Vamos pressionar Davi Alcolumbre e os demais senadores pela aprovação do fim dos supersalários no Senado!
Compartilhe a petição brasilsemprivilegios.com.br com seus amigos e familiares e ajude a trazer mais pessoas para a defesa da reforma administrativa e do fim dos supersalários!
Para receber conteúdos como este em primeira mão, clique aqui e participe também pelo WhatsApp.

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Percival Puggina

 

            Ontem, 27 de novembro, foi o dia de lembrar uma tragédia da humanidade, sofrida pelo povo da Ucrânia por determinação de Stalin. Totalitarismos fazem coisas assim e o Holodomor foi uma delas. A contagem das vítimas é imprecisa, mas os  impressionantes números variam, segundo fontes, entre um mínimo de 2 milhões e um máximo de 10 milhões.

Sob o domínio soviético, a Ucrânia era grande fornecedora de alimentos para a URSS. Nos anos 1932 e 1933 Stalin, que já extinguira a propriedade privada, determinou o confisco de toda a produção de grãos, deixando a população desprovida de alimentos. Milhões morreram de fome, proibidos de abandonar a região e de se deslocar para onde eram levados os alimentos que produziam. Os comunistas ocultaram essa realidade, que só ganhou holofotes meio século depois com a extinção da URSS.

Recomendo enfaticamente o filme “A sombra de Stalin”, em exibição no Brasil pela Netflix. O filme conta a história real de um jornalista galês, Gareth Jones, que se empenhava em chamar a atenção das autoridades britânicas para uma incoerência: o ditador soviético armava-se até os dentes na mesma época em que havia fome na região (de onde era originária sua família). Conseguiu autorização para viajar, burlou a vigilância que o acompanhava e entrou na Ucrânia, onde andou a pé. Fotografou a tragédia que viu. No entanto, levada a Londres, sua história não foi valorizada porque outro jornalista, o norte-americano Walter Duranty, vencedor do Prêmio Pulitzer, porém a serviço da propaganda de Stalin, residente em Moscou, informava contrariamente. A versão se impôs aos fatos. Como em tantos outros casos, como bem sabia Goebbels, como bem sabe a militância esquerdista – Os fatos? Ora os fatos!

Assista ao filme e reze sempre pela humanidade, principalmente quando um novo totalitarismo parece sombrear o horizonte.

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Percival Puggina

 

            Em 2015, primeiro ano do segundo mandato de Dilma Rousseff, interessou ao governo a aprovação de uma PEC que postergava, dos 70 para os 75 anos de idade, a aposentadoria dos ministros dos tribunais superiores. Havia dez anos que essa proposta, apresentada pelo senador Pedro Simon, passeava pelas comissões e arquivos até que o governo interessou-se por ela. Na prática, assegurava longa vida à densa maioria petista na composição do STF. As consequências são bem conhecidas e o Supremo se transformou no que se sabe.

Por mais que o jornalismo militante queira negar, a PEC da Bengala, se não teve motivação oportunista e casuísta quando apresentada originalmente em 2005, a sua aprovação uma década mais tarde foi, sim, casuísta e oportunista. Ela se revelou muito conveniente ao petismo e aos partidos de esquerda que a aprovaram e agora querem, por igual motivo, rejeitar sua revogação.

Com o retorno ao texto original da Constituição de 1988, o atual governo poderá indicador outros dois novos nomes em substituição dos atuais ministros Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. Afirmar que a revogação é casuísta e que a aprovação da PEC em 2015 não foi é conversa de botequim. Tudo que envolve o Supremo e sua composição é obrigatoriamente casuísta, porque ninguém é bobo nesse jogo.

No numeroso plenário da CCJ da Câmara dos Deputados, onde todas as bancadas estão representadas, a revogação da PEC foi aprovada por 35 votos a favor e 24 votos contrários. Somente no PSL houve unanimidade a favor. Já as bancadas de esquerda (PCdoB, PT, PSOL, PSB) foram unânimes no voto contra. E mesmo assim perderam.

Tal constatação torna evidente quem se considera plenamente atendido e satisfeito com a atual composição do Supremo Tribunal Federal, inclusive como “poder moderador” da República, sem convite, sucessão dinástica ou voto.

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Vídeos


PENSE NISSO, DEPUTADA!

18/10/2021

Usar mal os poderes de Estado ajuda-os a abusar de seus poderes sobre nós. Inscreva-se e divulgue o canal, compartilhe os vídeos, vamos juntos buscar os 100 mil inscritos!

HÁ UMA FRASE INSCRITA NA PORTA DE ENTRADA DA CORRUPÇÃO

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Sobre essas "narrativas" fraudulentas com que se faz política no Brasil hoje.

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O que você precisa saber sobre a intenção por trás dessa ideia.

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27/09/2021

As inacreditáveis particularidades deste momento histórico.

PAULO FREIRE E A DESGRAÇA DA EDUCAÇÃO

21/09/2021

A pedido de seguidores, estou reproduzindo este vídeo de agosto de 2015. Depois de assisti-lo novamente, convenci-me de que eles têm razão. Esta é uma urgência nacional!


LIVRO - A Tragédia da Utopia

É meu mais recente livro publicado. Aos 60 anos da revolução que destruiu a antiga Pérola do Caribe, ampliei e atualizei neste livro a primeira edição da obra, publicada em 2004. A análise da realidade cubana segue os mesmos passos, mas o foco do texto vai posto, principalmente, no jovem leitor brasileiro. Enquanto a primeira edição olhou de modo descritivo a realidade em si, esta segunda edição amplia as informações e registra as alterações constatadas ao longo dos últimos 15 anos, levando em conta a necessidade de confrontar as mentiras que a propaganda pró Cuba conta com a verdade que lá se vê, e de destruir com as razões da Razão os sofismas que são construídos para justificar a perversidade do regime.

 

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Fato Comentado

 

Percival Puggina

 

Leio na excelente Revista Oeste

“Se promulgada e for comprovado o espírito de retaliação ao Supremo, a PEC que reduz a idade de aposentadoria dos ministros do STF viola a harmonia entre os Poderes”, afirmou Fux.

Segundo o Globo, outros ministros do Supremo alegam que a proposta fere não só a harmonia entre o Judiciário e o Legislativo, como também a cláusula pétrea da Constituição da separação entre os Poderes.

Essa posição foi compartilhada por membros da Corte com os presidentes Rodrigo Pacheco (PSD-MG), do Senado, e Arthur Lira (PP-AL), da Câmara, que disseram que a proposta não avançará.

Comento

Essa é de mandar o cidadão para divã de psicanalista! Segundo o que foi dito acima pelo presidente do STF, a PEC que elevou a idade de aposentadoria dos ministros da Corte não violou a harmonia entre os poderes ao lhes impor mais cinco anos de trabalhos forçados no exercício da espinhosa missão. Vá entender!

Então, se me oriento pelo que vejo e sei, a harmonia dos poderes é algo que o Supremo e só o Supremo pode violar. E viola. Viola quando os ministros falam demais; viola ao interferir, como agora, na questão das emendas de relator, quando até Arthur Lira reagiu; viola quando pressiona o parlamento contra o voto contável e auditável; viola quando legisla sobre direito penal; viola quando intervém em nomeações do Executivo; viola quando os ministros dão conselhos públicos ao Presidente da República, como se fossem editorialistas do Globo ou da Folha; viola quando se autoproclama “Poder Moderador” da República (nenhum dos três poderes políticos pode ser, também, poder moderador devido, exatamente, à necessária harmonia entre os poderes!). Essa obviedade, que passa despercebida pelo guardiães da Constituição e pelo Congresso, me foi proclamada pelo eminente professor de Direito Constitucional, Dr. Cézar Saldanha Souza Júnior.

Por fim, o “espírito de retaliação”, mencionado pelo ministro presidente. Retaliar, segundo o bom e velho Aurélio, é “revidar com dano igual ao dano recebido”. Aqui, desde o divã do analista onde fui jogado, vejo essa afirmação como confissão de que a tal harmonia entre os poderes recebeu, antes, um dano correspondente no sentido inverso, ou seja, dano do Supremo ao Legislativo, ou do Supremo ao Executivo.

Depois do sincericídio do ministro Toffoli sobre a condição de poder moderador assumida pelo STF, temos, agora, outro sincericídio, o do ministro Fux. Lira e Pacheco, porém, não dão bola para essas minúcias...

  • Percival Puggina
  • 27 Novembro 2021

Foto: crédito REUTERS/ Ueslei Marcelino

 

Percival Puggina

 

         Ao ver as primeiras imagens de Lula com Macron, pensei: “Eis aí dois que fazem mal ao Brasil”. Era natural que se encontrassem e que o encontro se travasse em clima amistoso, repleto de convergências e afinidades, e que Lula acionasse seu bodoque contra o Todavia, sso não significa coisa alguma para ele contanto que Macron lhe dê palco adequado a seu interesse político no mercado eleitoral brasileiro. Acontece que, na Europa, quem tem juízo sabe que Lula e seu partido, no poder cuidam, mesmo, é do Foro de São Paulo e dos interesses políticos da esquerda em regimes tão democráticos quanto, entre outros, os de  Cuba, Venezuela, Nicarágua, Gana e Moçambique.

Lula saltitou sobre as perguntas que lhe fizeram na Espanha a respeito das supostas eleições da Nicarágua porque sabe muito bem onde está seu coração conhece o teor de suas relações – e o que é pior: de seus apoiadores – com Daniel Ortega, Hugo Chávez, Nicolás Maduro, os Castro Brothers e seu sucessor Diaz-Canel, hábeis em encontrar motivos para prender opositores.  Aliás, essa prática, que passa a viger no Brasil, encontra apoiadores entre apoiadores do presidiário emérito.

Na política dos andares superiores todos têm passado e muitos perdem seu futuro em virtude desse passado. Lula está entre estes. Seu passado o condena no mercado interno. Daí sua dificuldade para gerar conteúdo favorável a si em roteiros pelo Brasil. Por isso, frequenta praias desertas.

  • Percival Puggina
  • 24 Novembro 2021

 

Percival Puggina

 

         O jornal O Globo (19/11) destaca a visita de Lula ao presidente francês, Emmanuel Macron. Destaco a seguinte parte da referida matéria:

Com a relação desgastada com o Brasil no governo Bolsonaro, o presidente francês, Emmanuel Macron, fez questão de destacar a Lula o papel que o petista pode ter no restabelecimento de diálogos nas questões multilaterais de política externa. O mesmo recado foi dado pelo primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, com quem o ex-presidente brasileiro se encontrou ontem.

A pompa conferida a Lula por Macron foi lida como um gesto claro de desejo do retorno do petista à Presidência do Brasil. O fato foi destacado na imprensa internacional. Macron assume, no ano que vem, a presidência da União Europeia.

(...)

Nas conversas, Lula defendeu a necessidade de colocar na agenda o debate de uma nova governança mundial. O petista propôs a realização de uma conferência para debater reformas nas relações multilaterais e assim, estabelecer novas posturas de países da Europa, América Latina, entre outras regiões.

Entende-se O Globo, entende-se Lula e entende-se Macron. Macron é inimigo do Brasil e nada melhor do que Lula para causar dano a seu inimigo. Se Lula faz isso sozinho, imagine juntos. Quanto a O Globo, nada melhor do reproduzir a voz de quem põe culpas em Bolsonaro.

No entanto, vejamos. Os parceiros de Lula e seu partido foram, são e serão integrantes do submundo internacional. Lula é sócio fundador do clube dos ditadores de esquerda, seja no Foro de São Paulo, seja na África. Dirigidas por Marco Aurélio Garcia, secretário de Relações Internacionais do PT, espécie de chanceler das sombras, essas relações, nos governos petistas, nos causaram os prejuízos hoje bem conhecidos na forma de escândalos e calotes. Na oposição, toda ação internacional do PT junto à mídia esquerdista mundial se faz no sentido de continuar causando dano ao Brasil.

Então, O Globo e seus parceiros compram a imagem que Lula tenta construir a preço de black Friday. Então, Macron é inimigo de Bolsonaro, não do Brasil. Então, para O Globo, não há, nunca houve, nem haverá interesses antagônicos entre a França e o Brasil. Então, Lula, é a pomba da paz que voa pela Europa propondo uma “governança mundial”.

E nenhuma sirene dispara! Nenhum alarme é acionado. Ninguém sai correndo perante a adesão, pelo ex-presidiário honorário remido, à mais totalitária ideia já produzida pelo nefasto pensamento político que orienta a Nova Ordem Mundial.

 

  • Percival Puggina
  • 22 Novembro 2021

 

Percival Puggina

 

         Ontem (18/11), com alegria, assisti a um vídeo de Olavo de Carvalho, aspecto saudável, falando desde sua casa nos EUA, no seio de sua família e festejado por seus cães.  Guru de muita gente boa, chicote de intelectuais pomposos, algoz de invejosos, nocauteador de esquerdistas, Olavo é o responsável direto pela derrota da esquerda no território das redes sociais e influenciou fortemente o resultado eleitoral de 2018.

Milhares de brasileiros de todas as idades aprendem com ele a amar a filosofia. Exigidos pelo momento histórico, vão à política e à produção textual, tornam-se youtubers, formadores de opinião, cronistas, editores, professores de seus próprios cursos. Discípulos dele têm legiões de seguidores.

Seu retorno aumenta minha esperança quando vejo renascer o movimento conservador no Brasil. A volta dos encontros presenciais, que se multiplicam pelo país, mostra o conservadorismo olhando para o próprio futuro na história. É preciso reconquistar o Brasil, reformatar a cultura e a inteligência nacional.

Amar Olavo é amar o bem que ele faz no atacado e reconhecer sua genialidade e seu pioneirismo numa época insana que, por deferência dele, tantas vezes contemplamos juntos.

  • Percival Puggina
  • 19 Novembro 2021

Felipe Camozzato

Ontem foi oficialmente inaugurado o @caisembarcadero, lugar que já se tornou um símbolo emblemático de prosperidade e de uma nova mentalidade na nossa Capital.
Apesar de sua inauguração oficial ter sido ontem, o espaço já vem operando há cerca de 6 meses, sendo que já passaram por ali mais de 300 mil pessoas. Essa abertura nos dá a esperança de que, finalmente, o poder público está deixando à iniciativa privada o que ela sabe fazer de melhor: criar riqueza e desenvolvimento.
Entre idas e vindas, foram mais de 30 anos de muita discussão e pouco resultado. Até que, finalmente, um modelo de parceria com a iniciativa privada tenha sido posto em prática.
Agora, Porto Alegre ganha o Cais Embarcadero, um projeto que traz gastronomia e cultura para o cidadão porto-alegrense, em um empreendimento plenamente harmonizado com a Orla.
Que o Embarcadero simbolize mais um marco de novos áreas de prosperidade para a nossa cidade.
#caisembarcadero #caispoa #portoalegre #caisdoporto #novaorla

  • Vereador Felipe Camozzato
  • 19 Novembro 2021