Aqui se cultuam grandes pensadores e líderes que impulsionaram positivamente a história.

“O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito. O que ele pode nos dar é sempre menos do que nos pode tirar.”

Roberto Campos

"O homem que diz que a verdade não existe está pedindo para que você não acredite nele. Então, não acredite."
 

Roger Scruton

“Socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, o evangelho da inveja; sua virtude é a igual repartição da miséria.”

 

Winston Churchill

 

"Ter poder é como ser uma grande dama. Se você precisa dizer que é, você não é."
  

Margaret Thatcher

 

"A economia não lida com coisas e objetos materiais tangíveis, trata dos homens, suas ações e propósitos.“

 

 

Ludwig Von Mises

 

"Mas o que é a liberdade sem a sabedoria e a virtude? É o maior de todos os males possíveis, pois é apenas estupidez, vício e loucura sem proteção ou freio."

 

Edmund Burke

 

"No Brasil, a virtude, quando existe, é heroica, porque tem que lutar com a opinião e o governo."

 

José Bonifácio

 

As palavras mais terríveis são: "Eu sou do governo e estou aqui para ajudar”

Ronald Reagan

 

“Assim como vai a família, irá a nação e assim irá o mundo em que vivemos.”

S. João Paulo II

"O certo é certo, mesmo que ninguém o faça. O errado é errado, mesmo que todos se enganem sobre ele."

Gilbert Keith Chesterton


Artigos do Puggina

Percival Puggina

23/09/2021

Percival Puggina

 

         Como recebo assiduamente notícias de Cuba, em virtude dos contatos e amizades que fiz por lá, também tenho ocasionais informações sobre desaparecimentos, detenções sem justificativa, dificuldade de acesso de familiares a notícias sobre prisões políticas feitas nas ruas e, não raro, greves de fome. Algumas terminam em morte.

         A sempre alerta lucidez do amigo Alexandre Garcia, ao comentar o discurso do presidente Bolsonaro na ONU, deixou no ar uma pergunta que só não perturbou aqueles em quem a ideologia calcificou os sentimentos de humanidade: “E se Bolsonaro tivesse mencionado os presos políticos no Brasil?”.

         Pois os temos por aqui; e estão nessas condições por ordem do Supremo Tribunal Federal, como se a liberdade de cada um dependesse, exclusivamente, da autoridade que se incomodou com ele e o mandou prender. Que país é esse? Que Estado de Direito é esse?

         Contudo, estamos ainda mais próximos de uma realidade cubana do que se possa depreender das linhas acima. O jornalista Wellington Macedo está preso no “contexto” do inquérito dos atos antidemocráticos e entrou em greve de fome há 19 dias! Enquanto a família clama por socorro as instituições se fazem surdas!

         Terrível, não? E o que se dizer dos grandes grupos de comunicação, dos principais jornais do país, em seu mutismo sobre esse assunto? Faça a experiência: procure no Google pelo nome dele, acrescente “greve de fome” e veja quais meios de comunicação registram alguma informação ou comentário a respeito.  Silêncio de cemitério. Silêncio no triste cemitério da liberdade de opinião, de expressão e, claro, do jornalismo brasileiro.

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Percival Puggina

22/09/2021

 

Percival Puggina

 

         Escrevo tomado por uma dúvida matinal. Devo acreditar no que percebi e entendi pessoalmente enquanto o presidente lia seu discurso na ONU, ou no que me estão a repetir os grandes meios de comunicação do país a partir daquele momento?

O alinhamento geral com determinada causa política cria e cristaliza em nossas comunicações sociais situações que deveriam constranger consciências profissionais bem formadas.

Seria ridículo, não fosse tal conduta vista, internamente, como atividade missionária, quase religiosa, pastoral, dever de ofício por motivações supostamente nobres... Embora sejam o inverso disso. Chega-se ao absurdo de criticar a fala presidencial por não apontar mazelas do país, o que significaria reproduzir o discurso da mídia, da oposição, ou da maioria petista no STF, cotidianamente servido aos desavisados. Talvez desejassem que a tarefa de falar pelo Brasil fosse cedida a um editorialista do Estadão ou da Folha, ou a Bonner, ou ainda ao garoto Felipe Neto. Aí sim, na perspectiva da mídia, o Brasil teria cumprido seu papel perante a nação e o mundo.

Arre! Não estou exagerando. Descrevi exatamente o que essa mídia militante desempenha de modo cotidiano, em favor de sua causa e contra a imagem do país.

O presidente fala, a bolsa sobe e o dólar cai, mas a mídia vai ouvir operadores do mercado para os quais esse movimento nada tem a ver com a fala presidencial. Igual ao que faz sempre que busca algum “perito” ou “cientista” para opinar sobre assuntos a respeito dos quais os veículos já têm opinião formada e alinhada com sua própria militância.

Foi demais para esse tipo de jornalismo ouvir um discurso bem feito, tanto para o público interno e externo, apresentando o Brasil de modo positivo (coisa que tinha o dever institucional de fazer!). Havia consistentes razões para Bolsonaro assim se manifestar. E nenhum para fazer o contrário. Muitos outros chefes de Estado e de governo e diplomatas também são manipulados pela desinformação que cerca o Brasil desde que a esquerda, a contragosto de sua parceria mundial, perdeu a hegemonia aqui.

Durante oito anos, tive a privilegiada experiência de escrever inúmeros discursos para governadores aqui no Rio Grande do Sul. Sei, portanto, como se constroem esses pronunciamentos a partir de predeterminados objetivos externos e, por vezes, internos. A fala do presidente foi muito bem estruturada. Sintética, conteve o essencial. Mostrou o que mais mudou, de quem nos aproximamos e de quem nos afastamos, em que direção vamos e o que proporcionamos aos interessados, sejam migrantes ou investidores.

Deixou à imprensa a semeadura do desânimo, a roupa suja e a tarefa cotidiana de falar mal do Brasil.

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Percival Puggina

21/09/2021

Percival Puggina

 

Eu prefiro ficar exposto às inconveniências de atender à maior liberdade do que àquelas correspondentes a seu menor decréscimo. (Thomas Jefferson)

 

         Em todo o Ocidente, um número incalculável de veículos de mídia, muitos dos quais poderosíssimos, se converteram nos últimos anos em tratadores da humanidade. Olham-nos e veem “pets” precisando ser adestrados para nos comportarmos adequadamente no mundo concebido em seus laboratórios de reengenharia social. Ainda não nos ordenam saltar ou fazer gracinhas, mas nos mandam calar a boca e ficar em casa enquanto alimentam nosso pensamento com o magro jejum proporcionado pelas manipulações diárias.

Nenhum grupo é tão sensível a essa ditadura quanto o formado por parcela dos políticos com mandato. Jamais contrariam seus tratadores. Buscam votos populares, querem que você digite os números deles na urna eletrônica, mas é para seus colunistas mais influentes que abanam o rabo.

“E o que ganham com isso?”, indagará o leitor mais atento. Ora, mediante tal submissão, ganham o necessário silêncio sobre o mal que fazem e o bem que deixam de fazer no desempenho do mandato. Mas este é outro assunto.

O passaporte sanitário é o mais recente produto dessa opressão. Tão logo aprovado, será ele que vai abrir as portas à comunidade dos idiotizados, até recentemente conhecida como “sociedade” ou como “vida em sociedade”. Seres humanos sem passaporte sanitário terão que conviver entre si, nos subterrâneos, como antigamente viviam os leprosos. Mas quem se importa com isso, se o jornal X ou a TV Y querem que seja assim? Nessa ditadura da ignorância, quando deveriam gritar sua indignação, muitos que divergem calam e, no silêncio, consentem.

Parafraseando Kirkegaard vivemos tempos em que nossa liberdade está sendo tomada por aqueles que raramente usam a sua para pensar. Eu me pergunto como as lideranças liberais e conservadoras, os líderes de entidades empresariais que já foram tão prejudicados em sua liberdade para operarem seus negócios não se mobilizam para barrar a aprovação dessas assustadoras propostas que pipocam nos municípios brasileiros?

Só em Porto Alegre já são três projetos! Cada um impondo trancas e ferrolhos a quem não for portador dessa nova e sublime forma de cidadania: o passaporte sanitário. Por ser iniciativa com nítido perfil autoritário de esquerda, invasivo e inconstitucional, têm forte apoio dos vereadores desse bloco. E contam, também, com silêncio aquiescente entre os que receiam receber maus tratos de seus “tratadores” na dita grande mídia.

Valha-nos Deus!

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

 

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Por que criei este site

Minha posição política é conservadora em relação ao que tem valor permanente. Quer mudar dentro da ordem o que precisa ser mudado. É democrata e serve ao bem da pessoa humana segundo uma antropologia e uma ética cristã. É pró-vida e sustenta a superior dignidade da pessoa humana. Vê a liberdade como sócia bem sucedida da verdade e da responsabilidade. É liberal porque sabe o quanto é necessário impor freios e limites ao Estado, cujos poderes deveriam agir para se tornarem cada vez menos necessários. Defende o direito de propriedade e as liberdades econômicas. Sem prejuízo de muitas outras exclusões, nessa posição política não há lugar para defensores de totalitarismos e autoritarismos, para fabianos e companheiros de viagem de esquerdistas, nem para políticos patrimonialistas.

 

Para defender essas posições, nasceu este website em 2003. Mediante sucessivas incorporações de novas tecnologias chega a esta quarta forma visual de apresentar os conteúdos com que espera proporcionar a seus leitores bom alimento à mente e ao espírito. Sejam todos muito bem-vindos e que Deus os abençoe.

Fique Sabendo

“HERÓIS” BRASILEIROS

Egas Moniz Paschoal Batista

20/09/2021

Egas Moniz Paschoal Batista

Nota do editor: A propósito do meu artigo “O fracasso pela educação” recebi de leitor a seguinte mensagem.

Senhor Puggina, uma boa tarde.

Tenho uma sobrinha que estudou em um cursinho, em minha cidade. Certo dia disse-me ela que seu professor de história havia dito em sala de aula que o Brasil não tinha heróis, que eram todos de “mentirinha”. Ela o questionou sobre alguns vultos de nossa história e citou, entre outros, Tiradentes, que foi prontamente enxovalhado pelo “professor”. Heróis, para ele, eram Marighella, Lamarca e outros “heroicos” terroristas.

Para a próxima aula de história dei a ela um livreto intitulado “Tiradentes”, com um discurso de Darcy Ribeiro, proferido em 22 de abril de 1992, nas solenidades comemorativas aos duzentos anos da morte do mártir da Conjuração Mineira e onde se exaltam seus feitos e sonhos de um Brasil grande e próspero. Apenas pedi a ela que, antes de mostrar ao professor e aos alunos, perguntasse a respeito do escritor, historiador e antropólogo Darcy Ribeiro. O tal professor teceu os maiores elogios e recomendou a leitura de seus livros.

Quando lhe foi mostrado o singelo livreto com suas poucas páginas os alunos pediram para que fosse lido em voz alta para que todos ouvissem, o que foi feito.

Ao final da leitura, um desconcertado militante petista, travestido de professor, aprendeu com os alunos a dolorosa lição do quanto é triste e feio deturpar a história da Pátria.

Fatos como esse ilustram de forma categórica sua afirmação: professores usando o sagrado espaço de uma escola e dedicando o tempo de suas aulas para formar adeptos às suas convicções políticas pessoais.

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Surpreso e agradecido pela homenagem, divulgo o evento do MP PRÓ-SOCIEDADE


Link para inscrições: https://doity.com.br/iv-congresso-do-mp-pro-sociedade/inscricao
IV Congresso do MP Pró-Sociedade, associação que reúne membros conservadores do MP.
O MP Pró-Sociedade Homenageia, IN VITAM, Percival Puggina, um dos maiores intelectuais do país: o homem que expôs A TRAGÉDIA DA UTOPIA.
Inscreva-se, participe conosco, antes que suas LIBERDADES sejam homenageadas apenas IN MEMORIAM”.

O evento conta com apoio da Tribuna Diária, melhor jornal conservador do Brasil.
https://www.tribunadiaria.com.br

A editora E.D.A. e a Editora Armada, que têm publicados algumas das melhores obras jurídicas e culturais, estão apoiando o Congresso.

https://livrariaeda.com.br

https://editoraarmada.com.br

Haverá lançamento e autógrafo de livros de membros do MPPS e outros autores no dia 30 de outubro.

Aguardem que divulgaremos, em breve, ofertas especiais.

PROGRAMAÇÃO

SÁBADO - DIA 30/10/2021

08h00 – Abertura
Apresentação: Sílvio Munhoz, Presidente do MPPS.
Aula Magna: A Tragédia da Utopia está chegando ao Brasil?
Percival Puggina

09h00 – PAINEL 01
Cristofobia.
Coordenador: Eugênio Amorim (Promotor de Justiça do MPRS)
Debatedores:
Ailton Benedito (Procurador da República, participação virtual) e
Adriano Farias (Promotor de Justiça do MPMG, participação virtual).

10h00 Intervalo

10h20 – PAINEL 02
Liberdade de Expressão e Liberdade de Imprensa: jornalistas, “blogueiros” e conservadores.
Coordenador: Rodrigo Merli (Promotor de Justiça do MPSP, Escritor e Vice-Diretor de Eventos do MPPS)
Debatedores:
Fernanda Barth (Mestre em Ciência Política e Jornalista) e
Gustavo Victorino (Jornalista)
11h20 - PAINEL 03
Liberdade de Expressão dos Sacerdotes e Fiéis
Coordenador: Marcos Rauber (Promotor de Justiça do MPRS)
Palestrante: Pastor Walmor Moreira (Procurador da República e Mestre em Criminologia e Sociologia Jurídica pela Universidade de Barcelona, Espanha)

12h20 - Almoço
14h30 – PAINEL 04
O Crime como escolha Racional. Análise Econômica do Direito, Análise comportamental do Direito e segurança pública
Coordenador: Alexandre Schneider (Procurador da República e Mestre em Direito)
Debatedores:
Pery Shikida (Doutor em Economia Aplicada pela ESALQ/USP; Prof. na UNIOESTE; Po?s-Doc em Economia pela Fundac?a?o Getu?lio Vargas),
Fábio Costa Pereira (Pós-graduado em Inteligência Estratégica (ESG) e Defesa Nacional (IDN/Portugal)e presidente da ABEIC)

16h00 - COFFEE BREAK (15 MINUTOS EXATOS)

16h15 – Debate sob a PEC 05 que altera o CNMP
Coordenadora: Maria José Miranda (Promotora de Justiça aposentada, Vice-Presidente do MP Pró-Sociedade)
Debatedores:
Deputada Federal Bia Kicis (Presidente da CCJ, participação virtual),
Deputado Federal Sanderson e
Representante convidado da CONAMP (a confirmar)

17h45 – Lançamento de livros de membros do MPPS

DOMINGO - DIA 31/10/2021
09h00 – ADPF 635, Guerra à polícia, ativismo judicial e Juristocracia
Coordenadora: Cláudia Piovezan (Promotora de Justiça do MPPR, L.L.M in Comparative Law and Certificate in Environmental Law and Land use pela Universidade da Flórida-EUA e escritora)
Debatedores:
Cel Cajueiro (PM, escritor e Presidente da Associação Heróis do Rio de Janeiro e coautor da obra Guerra à Polícia),
Sílvio Munhoz (Escritor, Procurador de Justiça do MPRS e coautor da obra Guerra à Polícia)
Diego Pessi (Promotor de Justiça do MPRS, Promotor de Justiça do MPRS, Mestre em Ciências Policiais pelo Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna de Portugal e escritor, prefaciante da obra Guerra à Polícia)
11h10 – Assembléia Geral

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LOCAL DO EVENTO

Colégio Militar de Porto Alegre - Avenida José Bonifácio, 363, Farroupilha, Porto Alegre - Rio Grande do Sul

 

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Percival Puggina

 

         Domingo, 19 de setembro, seis horas da manhã, desci para meu gabinete, liguei o computador, cliquei no navegador e me apareceu, na página do Chrome, a estampa de Paulo Freire para me azedar o dia inteiro..

Podíamos passar sem essa demonstração e apreço da poderosa Google LLC pelo promotor do grande desastre da educação brasileira. Não conheço alguém cuja admiração pelo homenageado se se atribua a qualquer realização objetiva em favor do desenvolvimento da Educação em nosso país.

Aliás, vendo-se a fama e a tão proclamada consagração universal ao professor Paulo Freire e passadas quase três décadas em que a gestão da educação brasileira esteve sob responsabilidade de seus seguidores, o mínimo que se poderia esperar seriam suas pegadas ou digitais em avanços dignos de nota.

Qual o quê! O Brasil perde posições no ranking mundial, a educação brasileira, aqui sim, seguindo os passos do referido autor, realiza seu sonho como mestre de tantos: ideologizou-se, politizou-se, esquerdou-se e frustra as expectativas de alunos, pais, bons professores remanescentes e, claro, de todos que querem o bem do país e de seu povo.

Tanto partidarismo em sala de aula, tantas filosofias políticas apresentadas e tantas escondidas, não serviram, sequer, para qualificar as representações parlamentares de nossa pobre democracia.

Ao homenagear Paulo Freire,  Google exibiu sua opção ideológica em tema crucial para a Educação em nosso país.

           

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LIVRO - A Tragédia da Utopia

É meu mais recente livro publicado. Aos 60 anos da revolução que destruiu a antiga Pérola do Caribe, ampliei e atualizei neste livro a primeira edição da obra, publicada em 2004. A análise da realidade cubana segue os mesmos passos, mas o foco do texto vai posto, principalmente, no jovem leitor brasileiro. Enquanto a primeira edição olhou de modo descritivo a realidade em si, esta segunda edição amplia as informações e registra as alterações constatadas ao longo dos últimos 15 anos, levando em conta a necessidade de confrontar as mentiras que a propaganda pró Cuba conta com a verdade que lá se vê, e de destruir com as razões da Razão os sofismas que são construídos para justificar a perversidade do regime.

 

Contato para aquisição através do link abaixo ou na seção Livros do Autor.


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Fato Comentado

 

Percival Puggina

 

Leio no Diário do Poder

O ex-presidiário Lula está em passeio pelos estados do Nordeste em busca de apoio aos governos locais para as eleições 2022.

No Ceará, hospedado pelo governador petista Camilo Santana, Lula recebeu tratamento VIP com a escolta de três viaturas e 20 policiais militares a sua disposição.

Na praia de Picos, distante 200 quilômetros da capital Fortaleza, o desfrute de Lula e sua namorada foi patrocinado pela força de segurança militar, que isolou parte da enseada para que o casal aproveitasse com privacidade o litoral cearense.

Um proprietário de uma pousada filmou a ação e divulgou as imagens que mostram moradores e demais turistas impedidos de acessarem a praia, de uso exclusivo de Lula no momento.

A assessoria do governador Camilo Santana informou que a operação foi “garantir a segurança” de Lula, não para dar-lhe privilégios.

Comento

Observe, leitor, que Lula só gera matéria em pesquisa de opinião, prognósticos e especulações da mídia amiga. Está solto, mas vive recluso. Está "inocentado", mas se sabe culpado. E não há esforço para popularizá-lo que prescinda da arregimentação da parceria para fazer de conta que ali tem povo.

Quando não, praia deserta e policiamento, coisa que na palavra do companheiro Camilo Santana não é privilégio. É segurança. Mas todo mundo sabe que são as duas coisas por motivos óbvios.

  • Percival Puggina, com conteúdo do Diário do Poder
  • 21 Setembro 2021

 

Percival Puggina

 

Leio no UOL

São Paulo 17/09/2021 10h53Atualizada em 17/09/2021 19h00

Em decisão liminar, a Justiça Federal do Rio de Janeiro proibiu o governo federal de "praticar qualquer ato institucional atentatório a dignidade do professor Paulo Freire", considerado Patrono da Educação Brasileira e que, se estivesse vivo, completaria 100 anos no próximo domingo (19). A liminar — ou seja, proferida de forma provisória e em caráter de urgência — foi deferida ontem à noite pela juíza Geraldine Vital, atendendo pedido do MNDH (Movimento Nacional de Direitos Humanos). Ainda cabe recurso por parte da AGU (Advocacia-Geral da União).

Leia mais em: https://educacao.uol.com.br/noticias/2021/09/17/justica-atentar-contra-dignidade-paulo-freire-educador-patrono-educacao.htm?

Comento

Paulo Freire causa grande mal à educação brasileira. As pessoas falam no “método Paulo Freire” como se fosse um vade mecum para tesouros pedagógicos. O único método freireano foi o que ele aplicouem 1963 para uma experiência em alfabetização de adultos, na pequena comunidade de Angicos (RN). Que se saiba, só é utilizado na Alemanha para introdução de imigrantes ao idioma.

O mal freireano está no conjunto de sua obra escrita, marcada por uma perspectiva marxista, com a visão de que educar é ato político que deve levar à transformação social. Por consequência, gera uma pedagogia militante, ideológica, que vem contaminando a educação brasileira de modo deletério, agravando aquilo que pretende corrigir – as desigualdades sociais. Toda exaltação internacional à sua obra é apenas reflexo da tradicional promoção que reciprocamente se prestam os intelectuais comunistas mundo afora.

E a decisão da magistrada federal proibindo o governo federal de "praticar qualquer ato institucional atentatório a dignidade do professor Paulo Freire"? O que seria isso? Será que esta minha opinião, hoje tão comum, corresponde a um ato que estaria interdito ao governo federal? Perguntem à doutora.

Depois que o STF assumiu o controle das opiniões e estatizou a verdade, não é de surpreender que eventos semelhantes comecem a pipocar pelo país, reduzindo a dignidade do poder pelo seu mau exercício. Quando conservadores e liberais reaparecem na cena política, os censores da esquerda afiam sua tesouras.. 

  • Percival Puggina
  • 18 Setembro 2021

Percival Puggina

 

         O Procurador Geral da República, Augusto Aras, assumiu posição contrária à fixação do marco temporal para resolver os atuais 303 litígios na demarcação de terras indígenas no país. A tese do marco temporal – data da promulgação da atual Constituição (5 de outubro de 1988) – limita as terras indígenas às ocupadas naquele momento histórico. A tese oposta considera a necessidade de respeitar o tradicionalmente ocupado pelos diferentes grupos indígenas.

Proprietários que têm áreas de lavoura disputadas alegam haver comprado terras do governo e serem portadores de títulos legítimos. Os argumentos opostos falam em expulsão dos índios e em grilagem.

Enfim, a confusão está armada e vai ser decidida pelo STF que, movido pelo clima do atual momento político entre poderes, resolveu adiar a decisão que começaria a ser tomada hoje, 14 de setembro.

O que me move a este comentário é a afirmação do douto PGR, para quem o Brasil não teria sido descoberto. Essa é a tese da esquerda que ressurge neste ano de 2021 carinhosa, afetuosa e sobretudo virtuosa, queixando-se dos ódios e tensões causados pela direita. No ano 2000, ela promoveu protestos em todo o Brasil contra as comemorações dos 500 anos do Descobrimento. Em Porto Alegre, índios de mocassim e roupas de grife incendiaram um relógio que apontava, em contagem regressiva, o importante marco histórico. Enquanto realizavam aquele ritual, dançavam curvados em torno da fogueira no melhor estilo ... apache!

Ora, pois. A história da humanidade é, em grande parte, o relato de seu andar sobre as terras e mares do planeta. É a história do nomadismo, das guerras de conquista, das civilizações e suas derrocadas, das ocupações e dos êxodos. É também a história das migrações.

Vejo como extremamente reacionária e racista a ideia de que o Descobrimento foi um mal por si mesmo. Reacionária porque desejaria que a história andasse para trás até um ponto de partida para ser refeita ao gosto de quem conta. Racista e inepta, porque faz crer que Deus deu a Europa aos brancos, a África aos negros, Ásia aos amarelos e a América aos índios.

O fato de o território que hoje corresponde ao nosso país já existir e haver uma população esparsa em seu território não desfaz o Descobrimento porque só se descobre o que já existe. Ora essa, senhor Procurador-Geral! É por isso que o Caminho das Índias foi descoberto, que o ouro foi descoberto nas Gerais e é assim que se descobre o conhecimento superficial da história por certas correntes políticas.

 

  • Percival Puggina
  • 14 Setembro 2021

Percival Puggina

 

         Você jamais lerá algo assim  nessa mídia que tem nota dez em autoestima e nota zero em estima e respeito a seu público. Foi na excelente Gazeta do Povo que li, no início do mês, a seguinte informação.

Gazeta do Povo

Senadores governistas têm procurado integrantes do Planalto para pressionar o presidente Jair Bolsonaro a desistir da indicação de André Mendonça para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A resistência ao nome do ex-ministro aumentou depois que chegaram aos parlamentares trechos de conversas vazadas da Operação Spoofing que confirmam um encontro entre ele e procuradores da força-tarefa da Lava Jato, em fevereiro de 2019, quando Mendonça ainda ocupava o cargo de advogado-geral da União (AGU).

Para os Senadores, essa é uma prova de que ele teria apoiado o escopo da operação. As informações são da Folha de S. Paulo. Segundo a publicação, os senadores temem que, uma vez empossado como ministro da Corte, Mendonça passe a apoiar pautas desfavoráveis à classe política. A sabatina de André Mendonça no Senado, cuja indicação foi feita há mais de um mês, ainda não tem dada agendada. (1)

Comento

Aprendamos. A corrupção estabiliza a República. Quem a desestabiliza é o combate à corrupção.

Dois em cada três senadores ocupam suas cadeiras e desempenham seus mandatos com dedicação exclusiva. Sim, exclusivamente centrada no próprio interesse, na autoproteção, no espírito de corpo, nos privilégios, no subterrâneo dos negócios e nas magras tetas do sugado e exaurido Estado.

Os gigantes da mídia nacional, por sua vez, silenciam. Afirmam que as instituições estão funcionando, que está tudo muito bem e só o povo atrapalha. Nesse mal acostumado modo de ver as coisas, o povo só deve  falar na urna. Manifestação popular fora do teclado da eletrônica é denunciada como agressão à democracia e desrespeito à sabedoria e legitimidade de instituições plenamente confiáveis como seriam o Congresso Nacional e o STF...

Nada, ninguém, desperta tão fiel paixão quanto o assim chamado Tesouro Nacional. Ali está a cocaína da política brasileira, atraindo, como sempre, seus cães farejadores.

(1) https://www.gazetadopovo.com.br/republica/breves/senadores-fazem-pressao-para-bolsonaro-desistir-de-andre-mendonca-no-stf/

  • Percival Puggina (com conteúdo da Gazeta do Povo)
  • 06 Setembro 2021

Percival Puggina

 

Leio no Diário do Poder (01/09) *

Toffoli deu 48 horas para Lira 'explicar' decisão do plenário por 322x139 votos

Em uma daquelas atitudes sempre interpretadas como interferência do Poder Judiciário em assuntos privativos do Poder Legislativo, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 48 horas para que o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), explique a aprovação, pelo plenário da Casa, do regime de urgência para tramitação do projeto de lei do novo Código Eleitoral.

O detalhe é que o mandado de segurança foi protocolado no STF por in integrantes próprio Poder Legislativo, que tanto reclama de interferência. Seus autores são dois senadores e quatro deputados federais derrotados na votação da Câmara que definiu o regime de urgência por esmagadora maioria de 322 votos a 139 .

Os parlamentares que impetraram o mandado de segurança tentam impedir a votação do novo Código Eleitoral sem “ampla discussão”, mas a história é outra.

Trata-se na verdade de uma manobra da minoria derrotada no plenário da Câmara para impedir a pela lei, mudanças na legislação eleitoral devem ser adotadas até um ano antes da eleição, dentro do princípio da anualidade, e os deputados correm contra o tempo porque o projeto ainda terá de ser votado no Senado.

O projeto está sob discussão há cerca de dois meses e prevê a unificação de toda a legislação eleitoral e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

-    Leia original da matéria aqui: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/stf-avalia-nova-interferencia-no-legislativo-em-plena-discussao-do-codigo-eleitoral

Comento

Se é para explicar urgência a quem não entendeu, deve ser possível ao presidente da Câmara dos Deputados dar, também, 48 horas ao ministro para explicar por que quer resposta em apenas 48 horas.

Inimaginável o protagonismo assumido pelo STF na política nacional. Matéria eleitoral é competência do Congresso, o prazo para a reforma curtíssimo porque o prazo para introduzir mudanças na lei vence nos primeiros dias de outubro e o Senado já reclama da demora em receber o projeto para sua deliberação.

Esses congressistas que recorrem ao Supremo ante qualquer contrariedade se contam entre os responsáveis pelo ativismo judicial. Ele é proporcional ao “inativismo” legislativo. Tal afirmação não tem o objetivo de justificar a intromissão da corte em tantos assuntos da esfera política. É, tão somente, uma denúncia da tolerância do Congresso Nacional com essa regência geral que cada ministro, isoladamente, exerce na vida nacional.

Quando algum poder recua, outro avança no espaço deixado. É o que acontece com o povo brasileiro, mesmo que seja, ele mesmo, origem de todo o poder e do poder de todos. Por isso, dia 7 eu vou.

  • Percival Puggina, com conteúdo do Diário do Poder
  • 01 Setembro 2021