Aqui se cultuam grandes pensadores e líderes que impulsionaram positivamente a história.

 

Se você vai passar pelo inferno, não pare de andar;

 

Winston Churchill

 

"Não existe dinheiro público. Todo o dinheiro arrecadado é tirado do orçamento doméstico, da mesa das famílias"
  

Margaret Thatcher

 

"A humanidade precisa, antes de tudo, se libertar da submissão a slogans absurdos e voltar a confiar na sensatez da razão."

 

Ludwig Von Mises

 

"Quem luta contra nós reforça os nossos nervos e aguça as nossas habilidades. O nosso antagonista é quem mais nos ajuda"

 

Edmund Burke

 

“Os tolos têm às vezes tanto gosto em serem enganados como os velhacos em os enganarem.”

 

José Bonifácio

 

"Creio que, em qualquer época, eu teria amado a liberdade; mas, na época que em vivemos, sinto-me propenso a idolatrá-la."

Alexis de Tocqueville

 

"Estamos caminhando para o socialismo, um sistema que, como se diz, só funciona no Céu, onde não precisam dele, e no Inferno, onde ele já existe."

 

Ronald Reagan

 

“Não há lugar para o egoísmo ou medo! Não temais, então, quando o amor fizer exigências. Não temais quando o amor requizer sacrifício.”

 

S. João Paulo II

 

"A educação é simplesmente a alma de uma sociedade a passar de uma geração para a outra."

 

Gilbert Keith Chesterton

 

"O ressentido passa a considerar mau o bom, pequeno o grande, feio o belo, simplesmente por estar fora do alcance de seu poder,"
 

 

João Camilo de Oliveira Torres


Artigos do Puggina

Percival Puggina

06/03/2021

Percival Puggina

         Segundo o ministro Alexandre de Moraes, o Brasil, desde a Constituição de 1988, vive o mais longo período de estabilidade política de sua história republicana.

       Como assim? Estabilidade política é mercadoria inexistente nas prateleiras dos últimos 131 anos de nossa história! A crise tem sido companheira cotidiana de gerações de brasileiros. Acompanha-nos no trabalho e não nos dá folga no lazer. Participa do nosso almoço, do nosso jantar, deita conosco e nos perturba o sono. Um bom compêndio de História da República será, forçosamente, uma descrição de nossas instabilidades e a visão do passado como roteiro para um futuro incerto.

         Escrevi, outro dia, que as crises se sucedem numa cadência à qual nos adaptamos. Equilibrismo treinado em terremoto. Talvez seja isso que leva o referido ministro a considerar estável um período durante o qual ocorreram dois impeachments presidenciais. Período como o atual, em que política, nos poderes de Estado e na mídia militante, é a arte de gerar crises e desestabilizar o governo. 

         Não deixa de ser interessante observar o modo obstinado como, na democracia estável do ministro Alexandre, os poderes mostram os dentes contra quem os critica. A moda, agora, é prender a divergência lançando mão de releituras fofas da Lei de Segurança Nacional. A LSN se tornou fofa a ponto de lembrar aquelas almofadas a que as crianças pequenas se agarram durante a noite. A Ordem Política e Social não era tão referida desde os tempos do DOPS.

         Claro, tudo é feito em nome da solene defesa das instituições democráticas. Trata-se, não obstante, de uma colagem a cuspe do substantivo instituições com o adjetivo democráticas. Essa colagem autoriza uma atuação não democrática, impositiva e contraditória à vontade expressa nas urnas. Tudo sob a alegação vazia de estarem ameaçadas por um presidente supostamente perigoso, autoritário, pronto para dar um bote, mesmo que não se vislumbre quando, como, nem com quem.

         Instituições inerentes à democracia, sim. Aderentes a ela, não! Afirmam-no, mas não o demonstram. São contestados pelos fatos. Os denominados atos antidemocráticos encontram exemplos fartos nas próprias instituições! O Supremo ultrapassa a linha amarela quando invade competências dos outros poderes, quando constitucionaliza seu querer e seu não querer, e quando rejeita com o fígado algo tão essencial à democracia quanto o resultado das urnas de 2018. Transpõem a linha amarela os congressistas sem voto no plenário que recorrem à sorority ideológica do outro lado da praça para obter da caneta de qualquer um o que não conseguiram no plenário de todos. Em tempos vistos pelo ministro Alexandre como de estabilidade institucional, parlamentares pensam leis de autoproteção, que os amarrem às próprias cadeiras para não serem presos!

         Mas essas, leitor amigo, são as crises de hoje. O dólar sobe, o freio da economia entra no automático, o vírus não respeita os profetas de ocasião. O modelo institucional que produz tais realidades de nosso cotidiano, porém, resiste a tudo e a todos. O ministro Alexandre denomina “estabilidade democrática” a cristalização dessa maçaroca política que já leva 131 anos dando errado. E segue contando.

*Publicado originalmente em Conservadores e Liberais, o site de Puggina.org

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras e Cidadão de Porto Alegre, é arquiteto, empresário, escritor e titular do site Conservadores e Liberais (Puggina.org); colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil pelos maus brasileiros. Membro da ADCE. Integrante do grupo Pensar+.

 

Percival Puggina

03/03/2021

 

Percival Puggina

            Que fique claro. Sou contra discriminações e opressões. Não me serve o chapéu do branco machista e preconceituoso. Percebo, porém, que, como quase tudo no Brasil, diferenças e desigualdades vêm sendo politizadas e frequentemente denuncio o quanto isso não contribui para a harmonia social. O discurso usual das diferenças e desigualdades, aliás, age contra o objetivo supostamente integrador, seja criando-as onde não existem, seja acentuando antagonismos existentes.

            Isso não surpreende. As revoluções são feitas assim e os revolucionários sabem como o estopim opera. Para quem quer revolução, reengenharia social, nova ordem mundial, a humanidade inteira sob um único querer e o big brother controlando tudo, o caminho de menor risco e brutalidade é esse. É uma politização demente. Mesmo assim, dela provém a acusação de serem contra as minorias todos aqueles que se opõem à manipulação partidária dessas pautas.

            Trata-se de uma simples relação de causa e efeito que resulta evidente na mera observação de um número infinito de comprovações. Os militantes de quem falo aqui não saem a público para defesa incondicional das minorias que adotam. Quando o fazem, estão a tratar de seus militantes na causa, ou da utilidade de algum acontecimento à causa. Quem pertence à minoria, mas não é, simultaneamente, militante político e não serve ao projeto de poder, é discriminado e tratado como traidor. Minoritário dentro da minoria! Penso que isso mostra como a causa é política e sua benemerência passa longe de uma virtude real. O interesse pelo poder supera o interesse pela causa.

            É pensando nisso que ressalto sua contradição com uma realidade que frequentemente denuncio. Refiro-me à discriminação de um grupo inteiro, comprovadamente discriminado, oprimido, excluído! Refiro-me ao que acontece na Educação brasileira, em geral, e nas universidades federais de modo ainda mais acentuado, com professores, autores, materiais didáticos e, até mesmo em relação a alunos que não sejam de esquerda.

            Não pertencer à fraternidade dos adoradores dos mártires do mensalão e do petrolão, tão injustamente apanhados na rede da Lava Jato, é inaceitável.  Não integrar os quadros dos devotos de San Maduro, San Fidel e San Guevara de la Higuera, transforma qualquer um em objeto de execração. Não ser consagrado à Ordem dos Barbudinhos de Paulo Freire fecha muitas portas.  

Na educação brasileira, ideias divergentes são discriminadas. Vistas em certos casos concretos podem, mesmo, ser indigitadas como fobias que criam ambiente de perigo para quem as pretenda expor. Sobram exemplos e faltam soluções.

            Escreveu-me outro dia um professor de História. É filiado a um partido de esquerda e, eventualmente, diverge de minhas posições num modo cordial. Disse-me que, atuando no magistério, em seu círculo de relações, é raro encontrar algum professor que reconheça viver o povo cubano sob uma ditadura.

***

        Um ambiente tão pouco plural é insalubre, asfixiante à formação da consciência social, política e econômica dos estudantes brasileiros. Seu discernimento é contido como se estudantes cubanos fossem. A Educação de nosso país precisa superar esta fase de hegemonia, esse tempo trevoso em que mergulhou levada pela mão maliciosa de tantos militantes, ativistas, ideólogos que detêm o privilégio da cátedra, da bibliografia e da caneta que dá nota.

            Claro, não vou pedir quotas para professores que não sejam de esquerda, mas que a situação está a sugerir esse tipo de galhofa, lá isso está.

*Publicado originalmente em Conservadores e Liberais, o site de Puggina.org

 

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras e Cidadão de Porto Alegre, é arquiteto, empresário, escritor e titular do site Conservadores e Liberais (Puggina.org); colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil pelos maus brasileiros. Membro da ADCE. Integrante do grupo Pensar+.

Percival Puggina

27/02/2021

 

Percival Puggina

         É fato. Há um Brasil que fala e fala muito. Fala nos microfones, diante das câmeras e nas redações dos jornais. Fala nas cátedras, nas salas de aula e em conferências. Fala nos púlpitos, nos tribunais e nos manifestos. Fala nas lives e nas redes sociais. Falam uns aos ouvidos dos outros. Mas se algo os caracteriza é o desconhecimento tátil, olho no olho, do Brasil que não fala, parte significativa do Brasil real. Para conhecê-lo, é preciso observação persistente e continuada e poucos, pouquíssimos vão até ele. Poucos se importam. Pouquíssimos se importam! Não se importam os que mantêm suas festas e superlotam seus points. E falam, uns para os outros.

         É fato. Há um Brasil mudo, dos ônibus de subúrbio, dos brasileiros cuja única esperança é continuar sobrevivendo em meio às próprias carências, tendo a fome como companheira do desemprego.

Esse Brasil não veraneia nem festeja.

Esperneia e, com sorte, toma uma cerveja.

         Também sou do Brasil falante. Também falo e sou ouvido pelos que igualmente falam. Faço conferência, escrevo, assino manifestos e gravo vídeos, que são ouvidos e assistidos por outros falantes como eu. Também eu não conheço o Brasil mudo. E vice-versa.

         Outro dia, enquanto era atendido por um trabalhador no Brasil falante, indaguei-o sobre como ficaria sua situação a partir das novas regras impostas àquela atividade. Seu olhar foi um discurso. Um manifesto. Uma live inteira.

         Não acredito que a paralisação de tantas atividades não possa ser substituída por outras medidas menos danosas a parcela tão significativa da sociedade! Não acredito! Assim como não me convencem os que acham que está tudo bem, mesmo que as UTIs estejam superlotadas, tampouco me convence esse Brasil alto-falante, que fala quase sozinho, hegemonicamente, dizendo sempre a mesma coisa. E deixando mudo - mudo! - o outro Brasil

         Não, não está tudo bem. E novamente não. A solução não pode ser, necessária e exclusivamente, essa que aumenta a miséria de dezenas de  milhões. Ouçam menos a si mesmos, senhores. Ouçam menos a quem só fala.

*Publicado originalmente em Conservadores e Liberais, o site de Puggina.org

 

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras e Cidadão de Porto Alegre, é arquiteto, empresário, escritor e titular do site Conservadores e Liberais (Puggina.org); colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil pelos maus brasileiros. Membro da ADCE. Integrante do grupo Pensar+.

 

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05/03/2021

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03/03/2021

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Por que criei este site

Minha posição política é conservadora em relação ao que tem valor permanente. Quer mudar dentro da ordem o que precisa ser mudado. É democrata e serve ao bem da pessoa humana segundo uma antropologia e uma ética cristã. É pró-vida e sustenta a superior dignidade da pessoa humana. Vê a liberdade como sócia bem sucedida da verdade e da responsabilidade. É liberal porque sabe o quanto é necessário impor freios e limites ao Estado, cujos poderes deveriam agir para se tornarem cada vez menos necessários. Defende o direito de propriedade e as liberdades econômicas. Sem prejuízo de muitas outras exclusões, nessa posição política não há lugar para defensores de totalitarismos e autoritarismos, para fabianos e companheiros de viagem de esquerdistas, nem para políticos patrimonialistas.

 

Para defender essas posições, nasceu este website em 2003. Mediante sucessivas incorporações de novas tecnologias chega a esta quarta forma visual de apresentar os conteúdos com que espera proporcionar a seus leitores bom alimento à mente e ao espírito. Sejam todos muito bem-vindos e que Deus os abençoe.

Fique Sabendo

INSACIÁVEL DESEJO DE CAUSAR DANO AO BRASIL

Percival Puggina

06/03/2021

 

Percival Puggina

Leio no Estadão:

“A desmoralização explícita de Paulo Guedes e de sua agenda liberal por parte do presidente deveria bastar para que o ministro afinal se desse conta da ‘venezuelização’ do governo e pedisse as contas”. Editorial deste 6 de março, com o título “Aprendiz de Chávez”...

COMENTO

Procurando por essa matéria me deparei com uma cerrada campanha da mídia militante empenhada em constranger Paulo Guedes a pedir demissão.   Normalmente, mobilizações dessa natureza são decorrentes de interesses contrariados. Mas não é o caso. Não me consta que Paulo Guedes esteja atrapalhando negócios do setor. Então, por que essa mobilização uníssona, orquestrada e com regência? Logo num momento delicado da pandemia?

A resposta é sempre a mesma. O papel desempenhado por Paulo Guedes em meio a uma crise fiscal e às incertezas mundialmente plantadas em relação ao Brasil é importante para o governo. E se é importante para o governo, se é benéfico ao Brasil, se ajuda o país, então é ruim para eles e para seu projeto de afastar o presidente.

A esse ponto chegamos. Os piores fins justificam os piores meios.

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130 ANOS DO STF EM LIVRO

Editora Thoth

03/03/2021

Desde que foi instalado no Rio de Janeiro, em 28 de fevereiro de 1891, o STF teve participação em inúmeros momentos do país, ora mais discreta, ora mais ostensivamente.

“500 CURIOSIDADES SOBRE O STF” selecionou acontecimentos, datas, trajetórias profissionais, debates acirrados de plenário, detalhes das sabatinas, quem recusou vagas e muito mais.

Isso se fazia necessário por uma razão elementar: o órgão de cúpula do Poder Judiciário brasileiro não é mais aquele desconhecido a que aludiu Aliomar Baleeiro, um dos seus mais notáveis integrantes. Ao contrário. Hoje, o STF é um protagonista praticamente diário.

A obra traz um universo de informações nem sempre abordadas em torno desta importante instituição cuja atribuição precípua é dar vida e sentido à Constituição Federal.

Dois propósitos essenciais impulsionaram o meu trabalho: desmistificá-lo enquanto instituição judicial e permitir que as pessoas possam conhecê-lo mais e melhor, tanto nos seus acertos quanto nas suas falhas. Afinal, nem sempre o tribunal exerceu com maestria as suas missões. Assim como teve altivez para enfrentar Floriano Peixoto, condenar no Mensalão e revogar a Lei de Imprensa, a Corte emudeceu diante da ascensão do Governo Provisório em 1930, tergiversou nas concessões de habeas corpus nos anos 60/70, instabilizou jurisprudências importantes, vem consolidando o predomínio de decisões individuais às colegiadas e recentemente determinou a prisão de um congressista desprezando a sua imunidade parlamentar.

Concebido em vista dos 130 anos da instalação do STF republicano (embora delineado bem antes), este livro foi escrito numa linguagem coloquial e sem maior rigidez cronológica nas curiosidades justamente para que a sua leitura seja uma atividade leve, informativa e agradável.

 

Antônio Augusto Mayer dos Santos é advogado, professor, autor e colunista da Revista VOTO e de Conservadores e Liberais – Puggina.org

PRÉ-VENDA DO LIVRO: https://editorathoth.com.br/produto/500-curiosidade-sobre-o-supremo-tribunal-federal-acontecimentos-datas-polemicas-debates-acirrados-sabatinas/242:

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A RESPONSABILIDADE DOS GOVERNADORES

Percival Puggina

27/02/2021

 

Percival Puggina

Leio em MoneyTimes (1)

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira que o auxílio emergencial deverá ser pago por alguns meses e destacou que o governador que tomar medidas de restrição de atividades é quem deve bancar o benefício, em meio ao aumento número de casos e mortes por Covid-19 no país.

“O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e, daqui para frente, o governador que fechar o seu Estado, que destrói o seu Estado, ele que deve bancar o auxílio emergencial”, disse.

“Não pode continuar fazendo política e jogando no colo do presidente da República essa responsabilidade”, emendou ele, em rápido discurso durante solenidade de entrega de unidades habitacionais no Ceará.

  1. - https://www.moneytimes.com.br/bolsonaro-diz-que-governador-que-fechar-estado-deve-bancar-auxilio-emergencial/

COMENTO

É perfeitamente razoável não gostar do modo como o presidente expressa suas posições. Mas não há como discordar da lógica contida na afirmação que fez. O governo federal financiou os déficits de caixa dos estados e municípios (R$ 75 bilhões). Enviou bilionários recursos da União para custear o combate à covid-19, permitindo o reaparelhamento dos sistemas de saúde de todo o país. Suspendeu o pagamento de dívidas para com a União (R$ 35 bilhões). Custeou a atenção às dezenas de milhões de carentes produzidos pela danosa paralisação das atividades produtivas. Respeitando as prudentes e técnicas orientações da Anvisa, disputa no mercado internacional a compra de vacinas aprovadas.

Como consequência de toda a atenção prestada, apenas Rio Grande do Sul e Minas Gerais fecharam no vermelho o ano de 2020. Todos os demais Estados (incluído o Distrito Federal) fecharam no azul, com um superávit total de R$ 82,8 bilhões. E a União? Acumulou um déficit de R$ 745 bilhões, tendo gasto em 2020, R$ 524 bilhões com a covid-19, incluindo auxilio emergencial a pessoas em situação de vulnerabilidade (R$ 293 bilhões).

Ao mesmo tempo, criticado por toda a mídia militante, se vê às voltas, já no início de 2021, com a reiteração das demasias adotadas pelos governadores que geraram a queda do PIB e o desastre econômico e social do ano passado, fazendo com que esta última conta tenda a se agravar.  

Quem achar que deve derrubar a economia do próprio estado, que arque com os ônus decorrentes. A medida deve contar com a simpatia de ninguém. No entanto, a realidade não é simpática. Diante da experiência do ano passado e das notórias dificuldades de caixa da União, cuja receita sofre tanto quanto a dos outros entes federados, parece impossível não ver a razoabilidade da ponderação feita.

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Vídeos


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Grande número das universidades federais está a serviço de pautas e causas políticas em prejuízo do pluralismo e da própria universalidade do conhecimento.

UMA VACINA NECESSÁRIA, MAS NÃO OBRIGATÓRIA, CONTRA O VÍRUS DO TOTALITARISMO. DOSE ÚNICA.

29/12/2020

Como proteger-nos da epidemia totalitária que ameaça a humanidade. Uma uma "vacina" filosófica antiga pode reforçar nossas convicções e evitar que as profecias de Orwell se concretizem.


LIVRO - A Tragédia da Utopia

É meu mais recente livro publicado. Aos 60 anos da revolução que destruiu a antiga Pérola do Caribe, ampliei e atualizei neste livro a primeira edição da obra, publicada em 2004. A análise da realidade cubana segue os mesmos passos, mas o foco do texto vai posto, principalmente, no jovem leitor brasileiro. Enquanto a primeira edição olhou de modo descritivo a realidade em si, esta segunda edição amplia as informações e registra as alterações constatadas ao longo dos últimos 15 anos, levando em conta a necessidade de confrontar as mentiras que a propaganda pró Cuba conta com a verdade que lá se vê, e de destruir com as razões da Razão os sofismas que são construídos para justificar a perversidade do regime.

 

Contato para aquisição através do link abaixo ou na seção Livros do Autor.


  Adquira o Livro

Fato Comentado

Diariamente, milhares de visitantes acessam este site em diligente busca da boa informação, da leitura de bons textos e da atenção aos vídeos que aqui ficam expostos. Há aqui, também, uma janela muito especial para a beleza. Refiro-me à beleza da produção moveleira da FLORENSE. Nascida e criada na Serra Gaúcha, na cativante Flores da Cunha, a empresa se manteve junto ao seu  berço serrano mesmo depois de conquistar eminência no mercado mundial. Ombreando ali com as melhores empresas do setor pelo altíssimo nível de qualidade alcançado, a FLORENSE e a beleza de seus produtos pode ser acessada pela janela que aqui se abre através do banner na parte superior da página.

O site Conservadores e Liberais se sente honrado por esse patrocínio.

 Mais uma vez, desde o dia 2 deste mês, a FLORENSE é destaque na CASACOR RIO. E mostra por que está entre os ícones mundiais da alta decoração. Na Casa UP, assinada pela UP 3 Arquitetura, a marca gaúcha de móveis high-end exibe cozinha, closet, armário, estante e porta divisória de suas mais recentes coleções, encantando os visitantes com a estética e o alto padrão de acabamento do mobiliário.

A Quadrante Sul Publicidade informa que a mostra está sendo realizada no icônico casarão Brando Barbosa, no Jardim Botânico, e se estenderá até 25 de abril.

 Foto: MCA/Denilson Machado

  • Percival Puggina
  • 05 Março 2021

 

Percival Puggina

             Aconteceu em São Lourenço do Sul e foi notícia no Jornal da Cidade On Line. Mais detalhes sobre a matéria, aqui.

         Neste, como em tantos outros casos não importam os detalhes. O que importa é desvendar as camadas de insensibilidade requeridas para impor um lockdown como o que foi estabelecido no Rio Grande do Sul e noutros estados da Federação.

         Camadas de insensibilidade que permitem não perceber se o estabelecimento está operando conforme as regras que eram consideradas suficientes até o dia anterior. Por exemplo: não ponderar se há fila, se os afastamentos estão mantidos, se a ventilação é adequada, se a ocupação do espaço está de acordo com os padrões sanitários, se funcionários e clientes estão mutuamente protegidos e assim por diante. É sinal de casca grossa, causa de insensibilidade, não ver que uma porta de comércio aberta é a ponta de uma cadeia de produção e que os danos de seu fechamento se expandem e multiplicam ao longo dela potencializando efeitos.

         No último sábado fui ao supermercado. Eram 17 horas e encontrei o que era previsto como consequência natural da redução de horário de funcionamento: clientes disputando espaço nos corredores, filas sem afastamento, ambiente estressado. Simples efeito da aritmética! O mesmo número de clientes com menos horas de atendimento, leva a ... (muito bem, leitor, acertou!) maior número de clientes por hora de atendimento com óbvia concentração no final do último turno.

         Quantas atividades não necessitariam ser fechadas se o prisma com que a examinam fosse invertido: o que deve ser feito para que permaneçam abertas em condições de segurança sanitária? Sem esquecer que a atividade de uma sorveteria é essencial para o sorveteiro e para os empregados com ele trabalham.

         Lockdown é solução burra para problema complexo. Enquanto não pararem de tratar da covid-19 como matéria de conteúdo político iremos  perdendo a guerra para um microscópico parasita intracelular desprovido de cérebro.

  • Percival Puggina
  • 02 Março 2021

Percival Puggina

Leio no Estadão (01/03)

Preço de matérias-primas sobe 40% e traz oportunidades para o Brasil

Apesar de a covid-19 estar ainda muito longe de ser debelada no mundo, as economias dos países, em geral, vêm se recuperando de forma razoavelmente rápida da forte queda provocada pela pandemia. A China, uma espécie de motor do mundo, é o maior exemplo disso. Um dos principais efeitos desse cenário é o aumento da demanda – e, consequentemente, dos preços – das matérias-primas. 

De abril do ano passado (o fundo do poço na pandemia) até agora, as cotações em dólar das 19 principais commodities agrícolas, metálicas e de energia haviam subido, em média, 40%, de acordo com o índice Commodity Research Bureau (CRB), indicador que é referência no comportamento das matérias-primas.

É um avanço que interessa diretamente ao Brasil, um dos maiores fornecedores mundiais de produtos importantes nessa equação – como soja, milho, carnes e minério de ferro. Ainda não está claro, entre os analistas, se o mundo caminha para um novo “superciclo” das commodities, nos moldes daquele que se iniciou na primeira década dos anos 2000 – os preços atuais ainda estão 16,1% abaixo do pico registrado pelo CRB, em 2011.

O que está evidente é que essa alta de preços abre boas perspectivas para o País. 

COMENTO

Outro dia enviaram-me um desses cards com frases de humor. Uma senhora perguntava ao médico: “Doutor, quando é que essa tal Covid vai acabar?”, e este respondia: “Não sei lhe dizer, senhora. Não entendo de política”.

A energia despendida no Brasil para fazer política seria suficiente para iluminar o país inteiro. E a quase totalidade só é usada para destruição, para convencer a sociedade de que o mal é bem e o bem é mal. De que só há um culpado para todo o mal. De que é preciso deixar tudo arruinado e corrompido, como estava, para que tudo fique bem. De que a roubalheira foi mal avaliada e mal investigada. De que os escândalos resultaram de  intrigas e mal entendidos cujas vítimas eram inocentes como os anjinhos de Rafael Sanzio.

  • Percival Puggina
  • 01 Março 2021

 

Veja como votaram os deputados de seu Estado em relação à prisão do deputado Danilo Silveira. Ele desrespeitou o próprio mandato, mas não poderia ser preso sem autorização da Câmara dos Deputados. E foi. Ao prendê-lo, o STF violou preceito inflexível da Constituição. A prerrogativa que a maioria da Câmara dos Deputados cedeu ao STF não é dela! É sua. A inviolabilidade do congressista por suas opiniões existe em respeito ao seu voto, eleitor.  Ao voto do cidadão. Existe para que seu parlamentar possa falar sem medo, possa dizer o que você não pode.  

Durante a sessão, um observador cuidadoso veria que alguns deputados já demonstravam receio de criticar o STF. Esvaziaram o próprio poder, furaram os próprios pneus  e aumentaram a arrogância dos arrogantes. Respeitaram quem não os respeitou!

É possível que órgãos de imprensa de seu estado tenham listado os votos dos deputados daí na sessão do dia 19 de fevereiro. Copie e guarde essa lista. Se não, acesse o link abaixo e anote os nomes. Veja como votaram, um por um, os deputados federais de seu estado. Guarde essa lista. Se foi eleitor de quem que se tenha posicionado a favor da manutenção da prisão, não renove esse voto em 2022.

Examine a lista aqui: https://congressoemfoco.uol.com.br/legislativo/prisao-de-daniel-silveira-veja-como-cada-deputado-votou/

  • Percival Puggina
  • 20 Favereiro 2021

Do site Templário de Maria

Em uma carta destinada ao Presidente da CNBB e o Núncio Apostólico, Dom Fernando Guimarães fez um alerta exemplar, de que o tempo da Quaresma não é espaço para se dialogar sobre temas polêmicos e contrários à autêntica doutrina de nossa Igreja. Comunicou que seus Capelães Militares não utilizarão o material da Campanha da Fraternidade deste ano, e informou que o valor da coleta será destinado aos pobres.

 

Brasília, 8 do fevereiro de 2021
Exma. e Revmo.
Dom WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO – Presidente da CNBB
Brasília, DF – (C/C Nunciatura Apostólica no Brasil)
Assunto: Campanha da Fraternidade 2021
Excelência e prezado Irmão,
Com relação à Campanha da Fraternidade de 2021, em consciência, devo declarar o seguinte:

1.    O Serviço de Assistência Religiosa às Forças Armadas e Auxiliar o ecumênico em sua própria natureza e na atuação concreta junto à família militar. Os segmentos católicos, protestante o kardecista, aos quais pertence a maioria dos membros das Forças Armadas, convivem em harmonia e trabalham juntos. Nas celebrações inter-religiosas procuramos insistir sobre os valores comuns, partilhados por todos, e evitamos aqueles temas que são contraditórios ou não aceitos por todas as igrejas e denominações. O diálogo inter-religioso é necessário e oportuno somente quando, no respeito às diversas expressão de fé, é realizado em sedes competentes. A evangelização dos fiéis, no entanto, em qualquer tempo e ainda mais em um tempo especial como é a quaresma católica, não é espaço para se dialogar sobre temas polémicos e contrário à autêntica doutrina de nossa Igreja.

2.    Compete aos bispos diocesanos, como autênticos Mestres e guardiães do Depósito da Fé, garantir a ortodoxia da fé que é pregada aos seus diocesanos. Esta missão, objeto de solene juramento por parte de cada um de nós antes de nossa ordenação episcopal, compromete a minha consciência de bispo e a ela jamais poderei renunciar.

3.    Por este motivo, comunico-lhe que no Ordinário Militar do Brasil, durante a quaresma deste ano, seguiremos apenas as orientações teológico-litúrgicas próprias do tempo quaresmal e não serão utilizados quaisquer dos materiais produzidos oficialmente para a Campanha da Fraternidade deste ano. Nossos Capelães Militares estão sendo orientados, caso desejem abordar o tema da mesma, a utilizar unicamente a Fratelli Tutti do Papa Francisco.

4.    Também o percentual da coleta destinado a esta Conferência Episcopal – e repartido com outras entidades promotoras da Campanha – não será enviado e sim, real e efetivamente, empregado no socorro aos pobres, através de obra social reconhecida pelo Ordinariado Militar. Sobre este uso, será meu cuidado prestar contas posteriormente à Presidência.

Em união de oração, pela construção de uma autentica comunhão episcopal,

Dom Fernando Guimarães,
Arcebispo do Ordinário Militar do Brasil

  • Do site Templário de Maria
  • 15 Favereiro 2021