Aqui se cultuam grandes pensadores e líderes que impulsionaram positivamente a história.

“Para as esquerdas brasileiras, o socialismo não fracassou; é apenas um sucesso mal explicado.”

Roberto Campos

"Pois é assim que o suicídio de uma nação se inicia: quando o sentimentalismo prevalece sobre a razão."

 

Roger Scruton

"É uma ideia tipicamente socialista considerar o ganho como um defeito. Eu penso que o verdadeiro defeito é ter perdas."

 

Winston Churchill

 

"Ninguém se lembraria do Bom Samaritano se ele só tivesse boas intenções. Ele possuía também dinheiro."
  

Margaret Thatcher

 

"A economia não lida com coisas e objetos materiais tangíveis, trata dos homens, suas ações e propósitos.“

 

 

Ludwig Von Mises

 

"Há um limite em que a tolerância deixa de ser virtude."

 

Edmund Burke

 

"No Brasil, a virtude, quando existe, é heroica, porque tem que lutar com a opinião e o governo."

 

José Bonifácio

 

"O melhor programa social é o trabalho."

Ronald Reagan

 

.”Uma vez que se privou o homem da verdade, é pura ilusão pretender torná-lo livre." 

S. João Paulo II

 

"Um estranho fanatismo preenche nossos dias: o ódio fanático contra a moral, especialmente contra a moral cristã."

 

Gilbert Keith Chesterton


Artigos do Puggina

Percival Puggina

10/05/2021

 

Percival Puggina

 

Em política, como na guerra, é importante conhecer o adversário. Principalmente se ele é multiforme, ataca desde várias posições, é poderoso, mais experiente e usa de meios que não nos estão acessíveis.

Essa afirmação tem muito a ver com o quadro sucessório nacional. Salvo imprevistos, a cena eleitoral está posta. De um lado, o atual presidente e, de outro, a atual oposição, talvez dividida, que chegará ao segundo turno unificada em torno do PT.  A tentativa de restaurar a estratégia da tesoura, com um candidato de esquerda representando a direita fica tão parecida com o produto oferecido ao Brasil durante os anos da roubalheira que não vejo como possa prosperar (eleitoralmente, claro).

O perfil desse futuro adversário é bem conhecido. É muito capaz; capaz de fazer coisas que sequer imaginamos, como confessou Lula em 2014. No entanto, quero expor aqui duas características extremamente graves que não costumam ser devidamente analisadas e explicitadas.

A primeira é o desamor ao Brasil. Para melhor entendimento, estou usando aqui a palavra “esquerda” sabendo de todas as suas limitações para fins conceituais. A esquerda é histórica e internacionalmente apátrida. É universalista, coletivista, se diz humanista, mas de um curioso humanismo onde o indivíduo não conta. Já na segunda página, então, o coitado desaparece como sujeito de qualquer ação livre.  

Por isso, a rejeição e os maus adjetivos a quem canta o hino nacional, exibe a bandeira verde e amarela e ama o Brasil. Por isso, as bandeiras vermelhas proporcionam a cor característica de suas manifestações mundo afora. Por isso, viajam ao exterior, à nossa custa, falando mal do país, promovem eventos internacionais para dirigir ao governo daqui ataques que causam mal à nação. Temos um governo de perfil conservador que ousou se opor ao falso progressismo, ao globalismo e ao anticristianismo que assolam o Ocidente. O mercado político internacional tornou-se, então, comprador de toda ideia de boicote, internacionalização da Amazônia ou mentira que nos desqualifique. Tal situação agravou-se após a derrota de Trump nos EUA.

A segunda é a dissimulação. Com raras e nobres exceções individuais, seu diálogo não é franco. Seu antifascismo é fascista. É fascista na violência e agressividade dos movimentos sociais, das ações rueiras, dos gestos e palavras de ordem. O fascismo é comum aos três fantasmas que horrorizaram o século XX: o comunismo, o nazismo e o fascismo propriamente dito. Nós não estamos associados a qualquer dessas famílias ideológicas.

Seu pluralismo é excludente até a última gota da divergência. Seu jornalismo exclui os fatos a ele inconvenientes; sua universidade sepulta autores e esconde obras; suas aulas suprimem verdades eternas; sua cultura, música, teatro, manifestos são de pensamento único. Como escreveu recentemente o Dr Alex Pipkin, que é judeu e sabe do que fala, o antirracismo da esquerda é profundamente racista, provoca divisões e acirra animosidades.

Seu apreço à democracia só se manifesta onde ela bem ou mal já existe, porque onde estão no poder, some na primeira página. E calam com descontraídos sorrisos de bem-aventurança em Cuba, na Venezuela, na Nicarágua, na Coreia do Norte. 

Penso que estes exemplos pinçados do cotidiano mostrem como, dissimuladamente, se valem de sentimentos que são de seu generoso apreço, leitor, para cooptá-lo e lhe proporcionar o contrário disso em modo pleno.

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

 

Percival Puggina

07/05/2021

 

Percival Puggina

        

Tive a felicidade de conhecer o Rio de Janeiro no tempo em que seus morros eram expressões do capricho paisagístico de Deus no ato da Criação. Entre as preciosidades dessa estética divina destaco as agulhas pétreas dos Alpes e dos Andes, que vi como inspiração gelada do gótico que tanto fascínio exerce sobre mim.

No Rio é diferente. Aliás, é o oposto. A mão de Deus moldou, ali,  curvas tropicais, sensuais, grávidas de vida. A beleza da cidade costumava atrair um qualificado turismo nacional e internacional. De lá para cá, morros viraram ameaça soturna a pesar sobre a “cidade a seus pés”. Regiões inteiras tornaram-se palco de uma guerra sem fim, focos de insegurança, sedes de estados paralelos, casamatas de organizações criminosas, ocupações viciosas do espaço urbano que expandiram seu modelo pelos outros grandes centros do país.

Ontem, 6 de maio, a favela do Jacarezinho foi palco de uma ação policial que deixou 25 mortos. Aliciamento de crianças e adolescentes para o tráfico, roubo de cargas, homicídios, sequestros de pessoas e de trens são alguns dos ramos de negócios da quadrilha que atua na região. Desconheço os detalhes da operação, mas não vejo como aceitável que ações criminosas mesmo quando eventuais, fiquem sem resposta policial, judicial e penal.

Mesmo acostumada a dormir ouvindo o espocar dos tiroteios e o matracar das metralhadoras, mesmo habituada a contar, toda manhã, cadáveres abandonados pelos criminosos, o número de vítimas dessa operação ganhou manchetes em todo o país.

O que se colhe no Rio de Janeiro nestas últimas décadas é rescaldo da tolerância. Contaminadas pela corrupção, sua política, sua justiça, sua polícia foram sendo moldadas por um estilo de vida que zombou da virtude e se foi deixando encantar por seus demônios. Enquanto isso, parte da sociedade aderiu a uma falsa virtude que pretende combater o crime com pombas brancas, flores e pulsantes coraçõezinhos feitos com as mãos.

O saneamento de uma região conflagrada com ações de atenção social não prescinde da ação policial contra a criminalidade, nem do revide quando bandidos, armados, disparam contra a polícia. Nenhuma sociedade civilizada pode tolerar que criminosos ajam impunemente e atirem contra a polícia que expõe a própria vida para protegê-la.

O que se vê no Rio é um microcosmo compactado da realidade nacional. Não difere do que se observa no Brasil, nesse combate com objetivos revolucionários, multilateral, aos valores e princípios cujo abandono nos tem custado tão caro. Tão caro que “império da lei” mais parece nome de escola de samba.

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

 

 

 

 

Percival Puggina

05/05/2021

 

Percival Puggina

 

A mídia militante foi buscar na covid-19 sua casa de armas. Decidiu que o Brasil deveria ficar fora dessa pandemia e que restavam ao vírus duas possibilidades: ou nos tratava com o devido respeito, ou deveria ser espatifado pessoalmente pelo presidente da República com aquela metralhadora imaginária da campanha eleitoral.

Ela, a mídia, assumiu-se como grande reitora das políticas sanitárias do país. Houve momentos em que quis mandar mais do que o STF, imaginem só! Não se espante, não estou inocentando o Supremo. Devo reconhecer, porém, que a Corte, muitas vezes, abre espaço ao contraditório. Tal condescendência nada resolve, posto que todos têm opinião formada sobre tudo. Mas o contraditório ao menos fala. Na mídia militante é diferente. O contraditório é relegado ao mutismo. O divergente é lobo solitário, exército de um homem só. Eu vivi isso.

Vão encontrar alvos para atingir o governo? Claro que sim. Certa feita, ouvi de uma jornalista do PT que “se o adversário não tem rabo a gente põe”. E se a CPI não consegue pôr, a mídia militante põe. Ela está com sangue nos olhos. Segundo ela, Mandetta comprometeu Bolsonaro. Ao que vi e sei, Mandetta comprometeu Mandetta. Foi ele que primeiro mandou não usar máscaras, depois mandou usar. Orientou para só procurar hospital com febre ou falta de ar. Provocou um esvaziamento de hospitais, UTIs e consultórios durante meses. Firmou inimizade com o tratamento precoce. Para a mídia, porém, na CPI, comprometeu Bolsonaro.

Jamais será reconhecido no foro da comissão e pela mídia militante que (dados de 5 de maio) o Brasil é o 9º país em número de mortes por milhão, o 9º em novas mortes por milhão. E é o 11º no quesito percentagem da população que recebeu apenas uma dose. Tem 2,7% da população mundial e aplicou 4,2% das vacinas disponibilizadas. É o quinto que mais vacinas aplicou. Jamais destacarão o fato de que este último dado o situa atrás, apenas, dos quatro países que as produzem em seus grandes laboratórios – EUA, China, Índia e Reino Unido.

Poderiam os números ser mais elevados? De que jeito? Os países produtores seguiram a regra de Mateus – “Primeiro os meus!” – e vêm utilizando em suas populações 62% das 1,175 bilhão de vacinas produzidas até este momento. Fica fácil, então, presumir o esforço comercial e diplomático para conseguir lugar na parte alta da tabela, bem como perceber o esforço político para ocultar tais informações.

Como brasileiro, particularmente, considero de meu dever louvar a importância da Anvisa e de seus protocolos, que sempre foram fator de tranquilidade da nossa população no consumo interno de vacinas e medicamentos. Ela só não é tão veloz como alguns queriam porque seus técnicos são responsáveis, não obedecem ordens da imprensa e conhecem o alto preço de quaisquer falhas nas autorizações que concedem. Especialmente em relação a algo que vai ser distribuído a toda população do país.

Um dos episódios mais lastimáveis dos últimos meses foi a ordem do ministro Lewandowski para que a Anvisa, em 30 dias decidisse sobre a importação da vacina russa Sputnik V pelo Maranhão. Ora, ministro!

Com sua licença, prezado leitor, vou parar por aqui, pois é hora de assistir o circo montado no Senado Federal.

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Outros Autores

Alex Pipkin, PhD

07/05/2021

Leia mais

Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico

04/05/2021

Leia mais

Por que criei este site

Minha posição política é conservadora em relação ao que tem valor permanente. Quer mudar dentro da ordem o que precisa ser mudado. É democrata e serve ao bem da pessoa humana segundo uma antropologia e uma ética cristã. É pró-vida e sustenta a superior dignidade da pessoa humana. Vê a liberdade como sócia bem sucedida da verdade e da responsabilidade. É liberal porque sabe o quanto é necessário impor freios e limites ao Estado, cujos poderes deveriam agir para se tornarem cada vez menos necessários. Defende o direito de propriedade e as liberdades econômicas. Sem prejuízo de muitas outras exclusões, nessa posição política não há lugar para defensores de totalitarismos e autoritarismos, para fabianos e companheiros de viagem de esquerdistas, nem para políticos patrimonialistas.

 

Para defender essas posições, nasceu este website em 2003. Mediante sucessivas incorporações de novas tecnologias chega a esta quarta forma visual de apresentar os conteúdos com que espera proporcionar a seus leitores bom alimento à mente e ao espírito. Sejam todos muito bem-vindos e que Deus os abençoe.

Fique Sabendo

O BRASIL DÁ SINAIS DE MELHORA

Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico

11/05/2021

Gilberto Simões Pires

 

SINAIS DE MELHORA

Ainda que a OPOSIÇÃO AO ATUAL GOVERNO esteja sempre pronta e disposta para jogar, ou manter, o nosso empobrecido Brasil na VALA COMUM reservada aos países SOCIALISTAS/COMUNISTAS, o fato é que, inobstante às claras e evidentes dificuldades que são constantemente impostas, de forma infame e descarada, a economia brasileira dá claros sinais de melhora.   

 INFRAESTRUTURA COMO DESTAQUE

A rigor, uma boa parte do ânimo e da esperança de que o crescimento econômico é real e palpável tem origem na área da INFRAESTRUTURA, graças aos inúmeros LEILÕES DE DESESTATIZAÇÃO e/ou de CONCESSÕES DE SERVIÇOS À INICIATIVA PRIVADA que já foram realizados nestes dois últimos anos, assim como de outros tantos que seguem programados para acontecer em 2021 e 2022.   

 ÁGUA NA BOCA

Pois, mesmo com o atraso monumental das REFORMAS - TRIBUTÁRIA E ADMINISTRATIVA-, assim como dos importantes MARCOS REGULATÓRIOS DA CABOTAGEM, DAS FERROVIAS E DA PARTILHA DO PETRÓLEO, DA MODERNIZAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO, DO PACTO FEDERATIVO, ETC., que, se bem feitos, jogariam a economia brasileira às alturas, algumas boas propostas e projetos estão deixando os investidores com água na boca. 

 DESTINOS TURÍSTICOS

Uma das boas notícias dá conta de que o governo federal estaria se preparando para iniciar um programa de vendas de imóveis públicos em DESTINOS TURÍSTICOS. Além dos bens, a proposta inclui CONCEDER ATIVOS INALIENÁVEIS À INICIATIVA PRIVADA, como ilhas, espelho d´água e faixa de areia para instalação de infraestruturas. Na lista de prioridades estão Florianópolis (SC), Angra dos Reis (RJ), Maragogi (AL) e Cairu (BA).

 PRAIAS DO BRASIL

O objetivo do projeto, chamado -PRAIAS DO BRASIL-, é estimular especialmente o investimento de grandes grupos hoteleiros. Segundo informa o jornal Folha de São Paulo, o interesse é transformar as regiões em versões nacionais de Cancún, onde abundam os resorts internacionais. Este projeto está sendo tocado pelo Ministério da Economia, em parceria com o Ministério do Turismo e o Ministério do Meio Ambiente. A previsão é que as CONCESSÕES ocorram no primeiro semestre de 2022. Fantástico, não?

 REFORMA ADMINISTRATIVA

Quanto à REFORMA ADMINISTRATIVA, hoje pela manhã, durante a Audiência Pública na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, o ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou que a proposta do governo é bastante moderada e fruto de muita conversa ao longo de dois anos de governo. "Calibramos e moderamos bastante, exatamente conversando com parlamentares, trocando ideias". O projeto cria cinco novos tipos de vínculos para os NOVOS SERVIDORES, apenas um deles com garantia de estabilidade no cargo após três anos. O texto prevê a de realização de concursos, mas também vai permitir entrada por seleção simplificada para alguns vínculos.

A proposta também extingue uma série de benefícios para os futuros servidores, como férias superiores a 30 dias, licença-prêmio (direito a três meses de licença para tratar de assuntos de interesse pessoal a cada cinco anos) e adicionais por tempo de serviço. No entanto, juízes, promotores, procuradores, desembargadores, deputados e senadores ficam de fora dessas novas regras.

Leia mais

Epoch Times

 

Após votação, Lubbock, Texas, se torna santuário para os unborn (ainda não  nascidos).

Por Janita Kan,

Dia 01 de Maio a cidade de Lubock no noroeste do Texas (253,800 habitantes)  tornou o aborto em qualquer estágio da gravidez ILEGAL . A lei é consequência de um plebiscito no qual  62% da população votou a favor do fim da matança de bebês.

A lei assim esta escrita:

"It shall be unlawful for any person to procure or perform an abortion of any type and at any stage of pregnance in the City of Lubbock Texas".

Será  illegal para qualquer pessoa procurar ou executar um aborto de qualquer tipo e em qualquer estágio de gravidez na cidade de Lubbock, Texas.

Mais adiante a lei qualifica qualquer tipo de aborto como assassinato.

O prefeito de Lubbock Dan Pope emitiu  a seguinte  nota em resposta ao resultado do plebiscito de 01 de maio:

"Ao longo de vários meses, os cidadãos de Lubbock que apoiam a medida e aqueles que se opõem a ela, tiveram a oportunidade de expressar seus pensamentos em fóruns públicos e entrar em apaixonados debates sobre esse  tema. Hoje, (01 de Maio de 2021),  eleitores deixaram claro que Lubbock será a próxima cidade santuário para os ainda não nascidos. Eu estou impressionado com o maciço comparecimento às urnas".

 Os abortistas obviamente estão esperneando e preparando medidas legais na tentativa de  reverter a medida.        

  • Epoch Times, edição de 06 de maio de 2021
  • https://www.theepochtimes.com/texas-city-becomes-sanctuary-city-for-the-unborn-following-vote_3799884.html
Leia mais

PARABÉNS, BRASIL!

Roberto Boetger

07/05/2021

Roberto Boetger

 

Noticias do jornal "Valor" desta sexta-feira, 7 de maio:

1) dólar fechou no menor patamar desde janeiro

2) o real tem o maior valor entre os países emergentes (Chile, Africa do Sul, Russia, Mexico, Canadá, Austrália, Colômbia, Nova Zelândia)

3) o lucro do Banco do Brasil bate as projeções e vai a 5 bilhões no primeiro trimestre

4) inaugurada hoje a ponte de Abunã, que permite ao Acre e Rondônia o acesso aos portos do Pacifico, via Peru ("Estrada do Pacifico", asfaltada, que liga Porto Velho a San Juan de Marcona)

5) Presidente da Câmara promete aprovar até dia 17 a MP que autoriza privatização da Eletrobrás: vai render 100 bilhões ao Governo

6) Presidente da Câmara neutraliza resistências, centraliza o debate e abre espaço para a privatização dos Correios; a CEDAE, no Rio, foi privatizada esta semana

7) Brasken (maior petroquímica do país) tem o melhor trimestre da sua história, com resultados excepcionais (80% de crescimento na receita)

???? o preço internacional do minério de ferro superou os US$ 200 por tonelada pela primeira vez, beneficiando as exportações brasileiras e os lucros da Vale

9) a expansão da economia dos EUA (7%) e da China (9%) este ano, terá impacto positivo no país, levando a FGV a projetar um crescimento do nosso PIB acima de 3,2%

10) no mês de abril foram licitadas 14 concessões em rodovias, aeroportos, portos, trens urbanos e saneamento, totalizando 48 bilhões de investimentos privados, nacionais e internacionais.

Apesar da pandemia e dos efeitos sobre o emprego e a economia, da politização da Justiça e do STF, da oposição de governadores, da manipulação da imprensa, da liberdade de corruptos e criminosos condenados, dos esforços internacionais da esquerda para prejudicar o agronegócio, apesar de tudo isso o país está progredindo. E o Presidente continua sendo aclamado nas ruas e apoiado nas redes sociais.

A caravana segue rumo a 2022.

*Reproduzido da página do autor no Facebook

Leia mais

Cadastre-se e receba a Newsletter

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt.


Vídeos


BRASIL ABAIXO DE TODOS. O PODER DELES, ACIMA DE TUDO.

27/04/2021

Vinte e quatro governadores chutaram a Constituição como se fossem ministros do STF.

NÃO VAI FICAR SEM TROCO

12/04/2021

Congressistas que fazem o que não deveriam e não fazem o que deveriam, levarão o troco em 2022.

UM DIA NA VIDA DO PRESIDENTE

05/04/2021

Todos os dias, milhares de pessoas acordam para a tarefa cotidiana de infernizar a vida dele.

UMA CONVERSA SOBRE VOTO DISTRITAL

19/03/2021

Saiba por que voto proporcional, usado no Brasil, é causa de muitos dos nossos eternos problemas.

QUANDO A JUSTIÇA PERDE O JUÍZO

09/03/2021

Essa composição do STF é mais um dano de longo prazo legado ao país pelos governos petistas.

DERRUBAR O PRÉDIO PARA AFASTAR O ZELADOR

09/03/2021

Quem age assim não ama o Brasil.


LIVRO - A Tragédia da Utopia

É meu mais recente livro publicado. Aos 60 anos da revolução que destruiu a antiga Pérola do Caribe, ampliei e atualizei neste livro a primeira edição da obra, publicada em 2004. A análise da realidade cubana segue os mesmos passos, mas o foco do texto vai posto, principalmente, no jovem leitor brasileiro. Enquanto a primeira edição olhou de modo descritivo a realidade em si, esta segunda edição amplia as informações e registra as alterações constatadas ao longo dos últimos 15 anos, levando em conta a necessidade de confrontar as mentiras que a propaganda pró Cuba conta com a verdade que lá se vê, e de destruir com as razões da Razão os sofismas que são construídos para justificar a perversidade do regime.

 

Contato para aquisição através do link abaixo ou na seção Livros do Autor.


  Adquira o Livro

Fato Comentado

 

Percival Puggina

 

Quem tivesse alguma dúvida sobre a necessidade de um sistema de votação em que possam ser auditados os votos dados pelos eleitores e não o sistema de votação, teve, agora, oportunidade de esclarecer.

O Senado Federal, através da plataforma e-Cidadania, abriu uma enquete para colher posição sobre o tema “voto impresso”. Tramita no Senado, um projeto de decreto legislativo do senador Lasier que obriga o uso de urnas impressoras em todas as sessões eleitorais no ano de 2022. Na Câmara dos Deputados, a deputada Bia Kicis apresentou uma PEC que será analisada pela CCJ.  

De modo surpreendente, a enquete do Senado vem mostrando uma sólida oposição ao projeto. No momento em que escrevo estas linhas, às 9 horas do dia 11 de maio, foram dados 487.779 votos a favor e 458.223 contra. Até anteontem (09/05) o não vencia...

Quem pode ser tão contra a impressão dos votos a ponto de mobilizar e preencher a pesquisa, com todas as confirmações que requer, para manter esse modelo que é, na prática, um crematório dos votos do eleitor? Qual a estranha motivação desses cidadãos? Quem os está arregimentando para esse fim? Quem tem tanta fé nesse coletivo esquerdista denominado STF, que  declarou “inconstitucional” o voto impresso?

Penso que o resultado está revelando muito mais do que pretendiam os votos “não” que ali estão sendo dados.

  • Percival Puggina
  • 11 Maio 2021

 

Percival Puggina

 

         Não preciso descrever o comportamento francamente faccioso da mídia militante brasileira. É algo escancarado. Nesta segunda-feira, por exemplo, Zero Hora abre espaço para matéria sobre as manifestações de sábado. Conseguiu a proeza de apresentar duas imagens sem que qualquer delas envolvesse as manifestações propriamente ditas. Uma é de Brasília tomada quando o presidente desceu a rampa do Palácio do Planalto e um grupo numeroso se enfileirou para saudá-lo, como é habitual. (Nada tinha a ver com a manifestação propriamente dita, de grande vulto, que ocorria noutro lugar). a Outra foto era de Porto Alegre e mostrava alguns veículos na ponta de uma carreata acontecida pela manhã. Simplesmente ocultou aos leitores a grande manifestação ocorrida à tarde, no Parcão.

         Isso acontece todo dia, o tempo inteiro, na quase totalidade dos principais meios de comunicação do país. Perdeu a linha e o prumo um jornalismo que desdenha os fatos e despreza a inteligência e a capacidade de percepção de seu público.

  • Percival Puggina
  • 03 Maio 2021

Leio em CubaNet 

Uma multidão de cubanos enfrentou a polícia do regime ao meio-dia desta sexta-feira na calle Obispo, rua central de Habana, exigindo o fim da repressão e a favor dos direitos de Luis Manuel Otero Alcántara e de todos os cubanos.

O protesto, ocorrido por volta de uma hora da tarde na esquina de Obispo e Aguacate, foi desencadeado após a violência dos uniformizados contra vários ativistas que decidiram manifestar-se pacificamente por respeito aos direitos civis enquanto denunciavam o perigo que corre a vida de Luís Manuel Otero em seu sexto dia de greve de fome e sede.

Nas imagens, uma multidão de cubanos é vista em torno de vários policiais e agentes da Segurança do Estado, que tentavam conter os ativistas.

Uma testemunha conta que, abraçados, os ativistas se recusaram a ser presos, e diante da violência exercida por um dos agentes, as pessoas se manifestaram em apoio aos demandantes.

Diante do avanço popular, os repressores tentaram forçar os ativistas a entrar em viaturas, mas a população interveio entre gritos de "não os espanquem" e "Pátria e Vida". A polícia se distanciou do excesso perpetrado por dois agentes da segurança do Estado, que foram particularmente violentos com alguns dos manifestantes.

Depois de várias tentativas malsucedidas de colocá-los nas viaturas, os repressores foram forçados a chamar reforços.

Dois veículos tipo Van, vários carros patrulha e polícia motorizada chegaram ao local para tentar concluir as detenções e dispersar a multidão que fazia fila na loja "La Francia", uma das muitas lojas autorizadas a vender em dólares, aumentando o público inquietação antes de um movimento profundamente impopular.

Os ativistas foram presos e levados embora. Até o momento de escrever esta nota, seu paradeiro é desconhecido.

*      Publicado originalmente em CubaNt, no dia 1º de maio.

**    Assista ao vídeo aqui: https://youtu.be/tCTNvEVxGQM

***  Tradução do editor do site.

Comento

Fatos assim, com protestos populares e enfrentamento à polícia, são novidade nas ruas de Havana. Como regra, os cubanos temem a polícia e à violência policial. Afinal, já levam 62 anos disso e operando em todos uma cultura de medo e respeito condicionado.

Suponho que a esquerda brasileira aplauda as ações policiais, aborreça-se com as reações populares (que devem estar “a serviço dos interesses ianques”...) e não veja a hora de voltar ao poder aqui para dar uma força financeira ao regime de lá.

  • CubaNet
  • 01 Maio 2021

Percival Puggina

 

Uma coisa dessas só acontece no Brasil e sob a lona do circo montado no Congresso Nacional. A CPI da Covid vai contra tudo que a observação cotidiana  me mostrou desde que o Centrão se formou durante o processo constituinte finalizado em 1989.

 Faço essa afirmação porque, no decorrer dos últimos meses, o governo federal formou com o Centrão uma tão sorridente quanto farta e sequiosa base de apoio. Franqueou-lhe acesso às presidências da Câmara e do Senado, ministérios, fundações, cargos e outras regalias de que se faz a política sob a lona circense do parlamento nacional.

A partir daí, pense comigo. Certo mocinho enfezado de um partido nanico, que faz mais política no STF do que no Senado, resolve forçar a criação de CPI com o objetivo de produzir mais incômodos ao governo e mais combustível para o incêndio promovido pela mídia militante. O Centrão nem tenta brecar a iniciativa da oposição minoritária. Formada a comissão,  – surpresa geral! –, a maioria de seus membros é oposicionista. Ou seja, a minoria cria uma CPI na qual se revela majoritária e seu presidente, supostamente governista, indica o notório Renan Calheiros para presidi-la.

Ora, se o Centrão majoritário não apoiar o governo neste ano de 2021, não será no ano que vem, com a eleição nacional e as eleições estaduais no foco das decisões partidárias, que irá produzir esse apoio.

Faço estas observações porque nas eleições do ano que vem, o foco dos  eleitores conscientes deve mirar não só a esquerda tóxica, mas incluir na faxina democrática os negocistas do Centrão.

  • Percival Puggina
  • 28 Abril 2021

Percival Puggina

É como se dissessem: “Brasil abaixo de tudo; nosso poder acima de todos”.

Vinte e quatro governadores brasileiros enviaram carta ao presidente dos EUA propondo ações conjuntas entre os governos estaduais do Brasil e o governo norte-americano com vistas a ações no meio ambiente.

Não há qualificativo que sirva a quem não respeita o próprio país, atropela a soberania nacional, despreza nossa história e as sucessivas gerações de brasileiros que asseguraram nossas fronteiras, defenderam nosso litoral, respeitaram e amaram, “com fé e orgulho a terra em que nasceram”.

Não reconheço como exercida em minha representação a assinatura do governador Eduardo Leite nesse constrangedor documento. Eu a renego com as forças da minha alma.

Alegam os governadores (os de Rondônia, Roraima e Santa Catarina não aderiram à carta) que o documento não é político e reúne governadores das mais variadas tendências partidárias e ideológicas. Poucos documentos podem ser tão políticos quanto uma carta que, no afã de gerar efeito publicitário e desconstituir a chefia de Estado brasileiro, avança sobre a Constituição Federal. Ela diz ser de competência privativa do presidente da República (art. 84, VIII) “celebrar tratados, convenções e atos internacionais, sujeitos a referendo do Congresso Nacional”.

No entanto, saíram os governadores a exibir fundilhos pensando erguer a cabeça, querendo “somar rapidamente capacidade técnica, grandes áreas regeneráveis de terra e governanças locais, com a imensa capacidade de investimentos da economia americana”, viabilizando “ações descentralizadas, em múltiplos pontos do território brasileiro”. E por aí vão, como se fossem caudilhos regionais de uma republiqueta do século XIX.

Quanto mal fazem ao Brasil aqueles para os quais a disputa pelo poder e o desempenho sem limites desse poder, com bênçãos do STF, não tem encontrado limites éticos! É como se dissessem o “Brasil abaixo de tudo; nosso poder acima de todos”.

  • Percival Puggina
  • 25 Abril 2021