• Alex Pipkin, PhD
  • 20 Favereiro 2026

Blindados até quando?

           Ontem à noite, já olhando o carnaval pelo espelho retrovisor, essa festa permanente que às vezes substitui a reflexão, não vi apenas a história de um homem rico e depravado.

Ao assistir à série sobre Jeffrey Epstein, vi algo mais perturbador; enxerguei a confirmação de que o mal não é um acidente raro. Ele é uma possibilidade constante da natureza humana.

O que nos impede de atravessar certas fronteiras não é a bondade espontânea. São limites. Internos, o caráter. Os externos deveriam ser instituições sólidas. Quando esses limites enfraquecem, o poder não apenas se expande; ele se ilude. Passa a acreditar que é imune. Nada é mais corrosivo do que a sensação de invulnerabilidade.

Dinheiro compra silêncio, prestígio compra deferência. Relações estratégicas compram tempo. E o tempo, quando manipulado, transforma-se na forma mais sofisticada de impunidade. Não existe absolvição formal, há cansaço social. Não existe inocência declarada, há esquecimento calculado.

Epstein viveu nessa bolha. Mas o que torna essa história relevante não é a perversão de um indivíduo. Funestamente, eles existem. Mas o extraordinário, é o momento em que alguns homens decidiram que a lei não seria decorativa. Investigadores que poderiam ter pedido transferência. Policiais que poderiam ter se conformado. Um promotor federal, Geoffrey Berman, que poderia ter escolhido a estabilidade institucional e preferiu a responsabilidade institucional.

Ali não houve milagre. Houve dever. O verdadeiro teste do caráter não acontece sob holofotes. Acontece quando ninguém está olhando. Quando agir corretamente não rende reconhecimento, apenas risco. Quando a omissão preserva a carreira e a ação ameaça o conforto.

É nesse ponto que se separa quem ocupa um cargo de quem honra uma função.

No Brasil de hoje, em que decisões concentradas e interpretações expansivas e enviesadas alimentam debates envolvendo o STF, a pergunta deixa de ser teórica. Toda estrutura de poder corre o risco de acreditar que não será confrontada. Que autoridade equivale a blindagem e que o escrutínio tem prazo de validade.

Mas a história não respeita blindagens eternas.Instituições não se salvam sozinhas. Elas dependem de pessoas que entendam que autoridade é um fardo moral, não uma coroa. Que missão é compromisso, não retórica. Mais: que virtude não é discurso público, mas escolha privada.

Alguns esperam mudanças como quem espera um milagre. Mas o que preserva uma república não é milagre, é coragem institucional.

Resta a pergunta inevitável: surgirá também aqui alguém disposto a agir não por vaidade, não por protagonismo, mas por dever, pelos reais valores virtuosos?

Porque quando o poder se convence de que ninguém o enfrenta, não é apenas a lei que enfraquece.

É a própria ideia de limite que começa a desaparecer.

Sociedades não morrem de súbito.Elas são lentamente corroídas quando ninguém ousa contrariar os blindados. A história mostra que o colapso começa muito antes do estrondo.

Começa mesmo no silêncio dos que poderiam ter dito basta.

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  • Dartagnan da Silva Zanela
  • 20 Favereiro 2026

 

Dartagnan da Silva Zanela

          Um dos bens mais preciosos de que dispomos é o silêncio interior. Bem esse que o mundo moderno, através dos mais variados subterfúgios, tenta nos furtar, aliciando-nos a nos entregarmos de corpo e alma ao alarido e à dispersão, em uma farta variedade de manifestações.

Se temos ciência do real valor deste bem, sabemos que todo santo dia temos que travar o bom combate para defendermos nossa solitude e, com ela, resguardar a nossa sanidade mental, moral e espiritual.

Como bem nos lembra Umberto Eco, a cultura de massa não é um elemento externo, presente apenas na caixola dos outros — nada disso. Todos nós estamos imersos nela, somos afetados direta ou indiretamente por ela e, em maior ou menor medida, a dita-cuja se faz presente dentro de nós (lá ele!), perturbando e deformando o nosso modo de ser, turvando a nossa percepção de tudo, de todos e de nós mesmos.

Sim, temos que pelejar um dia de cada vez, mas o Tempo Quaresmal é um momento propício para reforçarmos as trincheiras e defendermos a nossa cidadela interior, através das obras penitenciais apresentadas pela Tradição Cristã ou por meio das sugestões feitas pelo Papa Leão XIV agora em fevereiro que, de certa forma, vão de encontro a algumas das muitas fragilidades presentes na alma do homem moderno. Presentes na nossa alma.

Sejam as penitências recomendadas pela tradição ou aquelas sugeridas pelo Bispo de Roma, todas elas são — como direi? — excelentes ferramentas para nos levar a tomarmos consciência do quão débil é a nossa vontade e do quão fraco é o nosso ânimo.

Ora, basta firmarmos a intenção de não acessarmos as redes sociais ou de não darmos trela para futricas e fofocas durante a Quaresma que, em dois palitos, ficamos em pandarecos; basta decidirmos que não iremos comer doces, tomar café ou algo do gênero, que nossa boca começa a salivar como se fôssemos um cão raivoso. Sim, isso é uma hipérbole; mas, exageros à parte, nós sabemos muito bem que, na real, não somos de nada.

Gostamos do alarido porque ele silencia a voz da nossa consciência, que apenas pode ser devidamente ouvida quando nos permitimos recolher em nossa solitude interior. Amamos estar dispersos, afastados de tudo aquilo que é "mais nós do que nós mesmos", para nos sentirmos gostosamente satisfeitos com nossa mediocridade nada original, vivendo apartados de uma vida com profundidade histórica para abraçar hedonisticamente uma vida entregue a uma desordenada perspectiva histérica.

Sim, eu sei — todo mundo sabe — que os indivíduos do mundo moderno imaginam que são o bicho-da-goiaba e, por isso mesmo, penso que seria tremendamente profícuo se, neste Tempo Quaresmal, nos permitíssemos testar os limites da nossa força de vontade, nos desnudando perante a nossa consciência, diante do silêncio que ninguém mais quer ouvir para, quem sabe, podermos nos reconciliar conosco mesmos e nos aproximar de forma verdadeira de Deus e dos nossos semelhantes.

*     O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "O SEPULCRO CAIADO", entre outros livros.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 19 Favereiro 2026

Gilberto Simões Pires     

MODO PETISTA DE GOVERNAR

Mais do que sabido, a partir de 2003, quando LULA foi eleito pela primeira vez para comandar o Poder Executivo do Brasil, em muito pouco tempo o mundo todo percebeu, compreendeu e comprovou que o -MODO PETISTA DE GOVERNAR- sempre teve como -FOCO PRINCIPAL E SECUNDÁRIO-a PRODUÇÃO DE MAZELAS do tipo que misturam, em doses cavalares, ALTA CORRUPÇÃO, MÁ ADMINISTRAÇÃO, INCOMPETÊNCIA, INFORTÚNIOS, ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS etc., com reflexos SOCIAIS ECONÔMICOS INCALCULÁVEIS.

PROSPERIDADE PETISTA

Em meio ao processo de convencimento -palpável, paulatino e inequívoco- do quanto o MODO PETISTA DE GOVERNAR tem sério compromisso com a DESTRUIÇÃO, A CORRUPÇÃO E A ROUBALHEIRA, muita gente, com cara de espanto, acabou por descobrir, enfim, que a PROSPERIDADE, sob a ótica dos PETISTAS, tem -COMPROMISSO ETERNO COM O INSUCESSO-, ou seja, com a OBTENÇÃO DE RESULTADOS TRÁGICOS E/OU INSUSTENTÁVEIS A MÉDIO E LONGO PRAZO.   

FRACASSO EM SAMBA E VERSO

Ainda assim, partindo do princípio de que -TUDO TEM LIMITE-, nem mesmo os mais resistentes, do tipo que apoiam o FUNESTO IDEÁRIO PETISTA, imaginavam que o -MODO PETISTA DE GOVERNAR-, acabaria, por óbvio, levando - A ESCOLA DE SAMBA - ACADÊMICOS DE NITERÓI- ao inevitável -REBAIXAMENTO PARA O GRUPO DE ACESSO-.  Como se vê, tudo que LULA e o PT tocam, se envolvem, participam e elegem, resultam sempre em estrondosos FRACASSOS. Vide, por exemplo, as ESTATAIS, que ano após ano acumulam prejuízos cada vez maiores.  

O POVO É O GRANDE FRACASSADO

Pois, para deixar bem claro que, NA REAL, o maior FRACASSADO É O POVO BRASILEIRO, pois a Escola de Samba ACADÊMICOS DE NITERÓI recebeu R$ 9,6 MILHÕES EM VERBA PÚBLICA (DINHEIRO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS) para realizar seu desfile. Os pagamentos vieram da PREFEITURA DE NITERÓI, DO GOVERNO DO ESTADO DO RJ, DO GOVERNO FEDERAL, POR MEIO DA EMBRATUR, E DA PREFEITURA DO RJ, VIA RIOTUR. Mais: o governo federal, leia-se LULA e JANJA, se envolveu diretamente com o desfile.

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  • Alex Pipkin, PhDAlex Pipkin
  • 14 Favereiro 2026

 

 

Alex Pipkin, PhD

               Não foi uma manchete na “grande mídia” que me trouxe até esta conclusão. Foi a experiência própria. Foi o tempo. Foi o desgaste silencioso de quem descobre, na prática, que entre ter um direito e vê-lo reconhecido existe um abismo, e que esse abismo se chama sistema.

A justiça brasileira não é apenas lenta. Tornou-se faz tempo estruturalmente ineficiente, operacional e eticamente. Ineficiente na operação porque não entrega o que promete. Processos atravessam anos mesmo quando a jurisprudência já pacificou o tema. Devedores se escondem atrás de formalidades previsíveis. Cartas são enviadas para endereços onde ninguém jamais é encontrado. Cumpre-se o protocolo. Enterra-se o resultado.

Sabe-se o que precisa ser feito, mas faz-se o que protege o rito, os interesses internos e a zona de conforto de uma corporação que aprendeu, há muito tempo, a se defender de qualquer ameaça externa. Ineficiente eticamente porque uma instituição falha quando passa a proteger e acobertar sua própria ineficiência e, por vezes, até eventuais ilícitos, mais do que os direitos que deveria resguardar.

Justiça que não chega não está atrasada. Está sendo negada. O sistema se blinda em uma muralha de juridiquês, carimbos e liturgias que parecem existir menos para garantir direitos e mais para impedir que a realidade atravesse a porta dos tribunais.

Enquanto isso, mantém-se uma elite pública praticamente inalcançável. Têm-se salários extraordinários, estabilidade absoluta, ausência de métricas reais de desempenho e, pior, privilégios inimagináveis para qualquer cidadão que paga essa conta. Comparativamente a iniciativa privada, é assombroso. Além disso, na iniciativa privada, resultado é condição de sobrevivência. Ali, tornou-se um mero detalhe.

Grande parte do trabalho é carregada e empurrada para assessores, estagiários e estruturas paralelas que sustentam a engrenagem. E, não raramente, o conforto de quem deveria estar na linha de frente da atividade-fim.

O mais perturbador é que quase ninguém se surpreende mais. Do alto de uma retórica barroca, aqueles que deveriam prestar contas à sociedade repetem, sem constrangimento, que tudo “funciona perfeitamente”. Funciona para quem?

Há momentos em que certas declarações soam menos como convicção e mais como deboche. É como se bastasse afirmar a existência da justiça para que ela, por mágica, estivesse sendo praticada. Mas não se trata apenas de irritação cívica. Trata-se de algo ainda mais grave; normalizamos o absurdo. Aceitamos que a burocracia pese mais que o direito. Que o processo valha mais que a verdade. Que o tempo corroa aquilo que deveria ser protegido com urgência.

Uma sociedade não desmorona apenas quando suas leis falham. Ela começa a ruir quando seus cidadãos passam a esperar pouco, e a tolerar tudo. O que ameaça um país não é só a injustiça. É o costume com ela.

Chegou a hora de abandonar a resignação confortável e recuperar a exigência mais básica de uma sociedade que se pretende séria. É preciso reagir e exigir uma justiça que funcione, que responda e que respeite o cidadão. Respeito ao cidadão não é apenas uma exigência legal, é, antes de tudo, um dever moral.

Quando a legalidade se transforma em abrigo para o que fere o senso mais elementar de justiça, algo essencial já se rompeu. E, se o deboche alcança as estruturas que deveriam proteger o cidadão, o silêncio já não é prudência. Passa ser mesmo cumplicidade.

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  • Dartagnan da Silva Zanela
  • 13 Favereiro 2026

 

Dartagnan da Silva Zanela 

                      O ditado popular afirma que, em terra de cego, quem tem um olho é rei; porém, há quem desconfie de que, em terra de cego, quem tem um olho pode ser tido na conta de maluco. Bem, diante das duas possibilidades, algo me diz que a segunda seja a mais razoável.

Compreender qualquer coisa com um mínimo de profundidade sempre nos traz uma sensação de satisfação, porque dissipa as brumas que até então turvavam o nosso entendimento a respeito de um determinado assunto; mas também, de lambuja, projeta sobre nós a impressão de que uma fatia significativa das pessoas irá nos olhar de soslaio, como se fôssemos uma figura esquisita, para dizer o mínimo. E está tudo bem.

E está tudo bem porque conhecer não é repetir aquilo que nós e nossos semelhantes já sabemos. Aliás, fazer isso é apenas reforçar o senso comum que cultivamos e partilhamos com os demais. Conhecer é expor-se ao risco de equivocar-se e, equivocando-se, sentir-se obrigado a corrigir-se ou ser corrigido; e, como todos nós muito bem sabemos, esse é um trem danado de desconfortável.

Todo aquele que se esforçou para aprender algo sabe muito bem quantas e quantas vezes nós temos que, humildemente, repetir um exercício; quantas e quantas vezes precisamos reler um texto para realmente compreender algo com um mínimo de maestria. Como dizem os antigos, a repetição é a mãe do aprendizado. Ou, dito de outro modo: a insistência é a mãe dos bons hábitos, a perseverança é o pai da autodisciplina e, juntas, elas forjam o nosso conhecimento e, consequentemente, formam o nosso ser; pois, como os escolásticos nos ensinam, quanto mais eu sei, mais eu sou.

Tendo isso em vista, podemos dizer que a substancialidade do conhecimento que construímos em nosso ser é a medida do nosso caráter — ou da falta dele. Não tem lesco-lesco.

Detalhe importante: quando falamos que o nosso conhecimento é a medida do nosso ser, não estou me referindo à quantidade de títulos e diplomas que ostentamos; refiro-me, sim, àquilo que se encontra integrado à nossa personalidade e que transparece em nosso modo de agir.

Sim, eu sei — todos sabemos — o quanto nós, brasileiros, damos importância para os títulos, diplomas e canudos e, ao mesmo tempo, ignoramos soberbamente o conhecimento. Essa idolatria bacharelesca que impera nestas terras brasílicas, desde a aurora de nossa triste nação, fala mais a respeito da alma que anima a nossa cultura — ou a precariedade dela — do que qualquer outra métrica atualmente utilizada para avaliar os resultados obtidos pelo nosso sistema educacional.

No fundo — e não é tão fundo assim —, somos uma nação de diplomados iletrados que cobiçam vantagens, benesses e cargos, mas que raramente cogitam cortejar o conhecimento unicamente pelo valor intrínseco que ele tem. Por isso, em nossa sociedade, não são muitos os que ousam olhar para além dos olhos de nossos concidadãos e dos olhares dos nossos semelhantes.

*                O autor,  Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "O SEPULCRO CAIADO", entre outros livros.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 12 Favereiro 2026

Gilberto Simões Pires

NOTÍCIA MENTIROSA

Antes de tudo, a título de INFORMAÇÃO VERÍDICA E INQUESTIONÁVEL, no início desta semana, tão logo o IBGE informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,33% em janeiro, e com isso, no acumulado de 12 meses, a inflação passou a 4,44%, -TODOS os veículos de comunicação - os mesmos que -juram de pés juntos- que não divulgam FAKE NEWS-, noticiaram -MENTIROSAMENTE- que a ALTA DE PREÇOS FOI PUXADA PELOS COMBUSTÍVEIS, que subiram 2,14%, -destaque para gasolina (+ 2,06%), o etanol (+ 3,44%), o óleo diesel (+0,52%) e o gás veicular (+0,20%)-. 

A BEM DA VERDADE

Pois, a BEM DA VERDADE, A -ALTA DO IPCA DE JANEIRO- NÃO DEVE NEM PODE, EM HIPÓTESE ALGUMA, SER ATRIBUÍDA AOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS. O VERDADEIRO E ÚNICO -VILÃO DA INFLAÇÃO DE JANEIRO- TEM NOME E SOBRENOME: O ESTÚPIDO AUMENTO DA ALÍQUOTA DO ICMS SOBRE GASOLINA, DIESEL E GÁS DE COZINHA, IMPOSTO CRIMINOSAMENTE PELOS GOVERNOS ESTADUAIS NO INÍCIO DE 2026.

DECLARAÇÃO ESTRANHA...

Feito este necessário esclarecimento, uma outra notícia que merece ser comentada e/ou opinada, diz respeito à seguinte -DECLARAÇÃO MAIS DO QUE ESTANHA- proferida ontem pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante painel na CEO Conference do BTG Pactual:  -O BANCO CENTRAL É UM TRANSATLÂNTICO E NÃO UM JET SKI.

TITANIC

Ora, em meio a grande TURBULÊNCIA SEM FIM, promovida pelos sérios desdobramentos da QUEBRA BILIONÁRIA DO BANCO MASTER, que o próprio Banco Central, POR RAZÕES AINDA NÃO ESCLARECIDAS, ADIOU -IRRESPONSAVELMENTE A DECRETAÇÃO DA LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL-, o que me veio imediatamente à lembrança é que o TITANIC TAMBÉM ERA UM TRANSATLÂNTICO. E, como todos sabem, FOI À PIQUE NA SUA VIAGEM INAUGURAL EM ABRIL DE 1912, RESULTANDO EM CERCA DE 1500 mortes, além de enormes e incalculáveis prejuízos econômico/financeiros.  

 

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