Aqui se cultuam grandes pensadores e líderes que impulsionaram positivamente a história.

“O estado deve ser um servo. E não um mestre!”

Margaret Thatcher

"Todos querem viver à custa do Estado, mas esquecem que o Estado vive à custa de todos".

Frédéric Bastiat

"Justiça sem misericórdia é crueldade."

S. Tomás de Aquino

“No final de contas, o valor de um Estado é o valor dos indivíduos que o compõem.”

John Stuart Mill

"A Cultura é o mar onde navega ou se perde, bóia ou naufraga o barco da política partidária".

Olavo de Carvalho

"Os marxistas inteligentes são patifes. Os marxistas honestos são burros. E os inteligentes e honestos nunca são marxistas."

José Osvaldo de Meira Penna

"As pessoas não serão capazes de olhar para a posteridade, se não tiverem em consideração a experiência dos seus antepassados."

Edmond Burke

"Cuidado com o Estado. Ele é perigoso e anda armado.”

Roberto Campos

"⁠Como os comunistas perceberam desde o início, controlar a linguagem é controlar o pensamento - não o pensamento real, mas as possibilidades do pensamento."

Roger Scruton

"Um homem com convicção pode superar uma centena que tem apenas opiniões."

 

Winston Churchill

 

"O poder concentrado sempre foi o inimigo da liberdade."

Ronald Reagan

Artigos do Puggina

Percival Puggina

24/10/2026

 

Percival Puggina

         Domingo, 25 de outubro de 2026. Para o bem ou para o mal, um dia que jamais esqueceremos. Converge para ele mobilização intensa dos cidadãos. Enquanto se nacionalizam disputas locais, antagonismos nacionais chegam aos bairros. É a política em teses e antíteses tão rudimentares quanto essenciais. A realidade mostra os dentes. Utopias sacodem as nuvens onde habitam e, entre raios e trovões, regam fantasias. Há uma incerteza no ar: a história projeta a perenidade do passado ou um futuro que estende os braços para resgatar a nação dos sofrimentos do tempo presente?

Domingo tem eleição. Enquanto as horas passam em direção a ela, presenciamos o dispersivo vendaval das mentiras e a atividade febril na usina de narrativas. Uma e outra, mentiras em estado bruto e narrativas produzidas com engenhosa mistificação, nos arrastam ao inevitável dilaceramento de laços de confiança preciosos ao convívio social.

A história, contudo, tem vértices. As linhas que a orientam têm pontos de encontro além dos quais não existe continuidade sem mudança. Após esta eleição, a tirania ou tira a roupa e se assume de modo escrachado e despudorado ou cai, para que a soberania popular se afirme, a liberdade abra as asas sobre nós e a democracia seja reconstruída. 

Observe a realidade destes dias. Os mesmos que tudo fazem para desacreditar a atividade política e provocar hostilidade entre as pessoas de bem e o processo eleitoral, voltam às ruas após longo e envergonhado retiro para estimular seus próprios eleitores. Tudo fizeram para impor silêncio às ruas, censurar a divergência e restringir nossas liberdades. Transformaram a rede de ensino do país em fabriquetas de militantes, emburreceram o ambiente cultural, saquearam a população por meios diretos e indiretos.

Domingo tem eleição. Não fique em casa. Quem governou o país em cinco das seis eleições deste século nos trouxe ao fundo do poço das possibilidades e a este miserável ponto de ruptura. Dê seu voto à mudança. Aposte na esperança.  

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

Percival Puggina

23/10/2026

 

Percival Puggina

            Ocorreu-me reler os textos que escrevi no período entre o primeiro e o segundo turno da eleição presidencial de 2022. Eram, quase todos, artigos críticos à atuação do combo STF/TSE, claramente antagônica ao candidato Bolsonaro, que concorria à reeleição. Dias depois, na cerimônia de diplomação de Lula, ante uma plateia repleta de companheiros em festa, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, foi aplaudido tão insistente e prolongadamente quanto Lula. Mas com ainda maior entusiasmo. Jamais se viu coisa igual.

Nenhum desses textos (foram 25 entre os dias 2 e 30 de outubro!) mencionava a necessidade de que todos fossem às urnas. Em nenhum me ocorreu advertir que não se abstivessem. Parecia-me que a vida pregressa de Lula, embora proibida qualquer menção a ela, era algo real, tão real quanto suas péssimas companhias na política nacional e internacional. A abstenção/omissão se manteve nos 21% habituais e Lula foi eleito.

Não tenho qualquer interesse que não seja cívico. Sou apenas um pai e avô, consciente de que estou na fila de espera da eternidade. Por isso, do mesmo modo como irei votar apesar de legalmente dispensado, apelo a todos os eleitores para que não sejam cúmplices dos males que possam advir de sua omissão. A destruição da ordem, a barafunda institucional e a corrupção, lavada e deslavada, exigem uma contestação democrática, mesmo que em urnas ainda sem impressoras.

A simples ideia de Lula indicando quatro novos ministros para o STF faz pensar, imediatamente, nos próximos 30 anos! No dia 25, vote Flávio 22 e reze por ele e pelo Brasil.  

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

*          Imagem ChatCPT

Percival Puggina

18/10/2026

 

 

Percival Puggina

         O muro de que vou falar não é o habitado pela mistura nada homogênea dos omissos e dos oportunistas, nem é um dos tantos em que a moçada acadêmica descarrega seu chorume ideológico. Tampouco é o trecho berlinense da velha Cortina de Ferro, atrás da qual, a partir de 1946, a Rússia capturou um pacote de desafortunadas nações outrora livres.  Para quem nunca ouviu falar, vai a explicação: após duas décadas, ficou tão intenso o êxodo do lado oriental, dominado pelos comunistas e apavorado pela Stasi, que o regime soviético precisou reforçar a Cortina de Ferro com um muro dentro da cidade de Berlim. A simples mudança de CEP para o outro lado da Ebertstrasse significava a liberdade.

Tanto a cortina quanto o muro são bons temas, mas não, não é deles que vou tratar. O muro de que falo me foi sugerido por um leitor à espera da definição brasileira no próximo dia 25. Ele viu a história se redesenhar enquanto a mancha azul se veio derramando sobre o mapa da Ibero-América (até recentemente um continente vermelho). Para esse seguidor, a derrota do petismo debilitará o esquerdismo, de péssima influência na formação cultural, política, econômica e social da região. Será como proclamar a queda de um outro muro, construído pela perniciosa atuação dos partidos que se foram agregando ao grupo constituinte original do Foro de São Paulo. No pico das adesões, segundo o Google, teriam sido 128 partidos de 28 países. Em 22 deles, legendas do grupo exerceram o poder.

Gostei do tema. Logo após os jovens da Alemanha Oriental dançarem sobre o Portão de Brandemburgo festejando a queda do Muro, Fidel, Lula e outros que tais criaram o Foro de São Paulo. Em diversas ocasiões, no início deste século, tive oportunidade de conversar com o saudoso Olavo de Carvalho sobre esse assunto, a respeito do qual dizia ter herdado do amigo Graça Wagner “um colossal patrimônio de pesquisa”. Estávamos, então, nos anos 2002 ou 2003 e Olavo era acusado, pela mídia, de “teoria da conspiração” por se referir, com insistência, em seus textos e locuções, à atuação dessa federação de organismos partidários de esquerda.

Quem buscar informações sobre o movimento revolucionário nesta porção do Ocidente precisa ler o Olavo e os livros de Graça Salgueiro, Heitor de Paola e Paulo Henrique Araújo. Indo somente pelas fontes usuais, abastecidas por conteúdos da mídia, os leitores serão levados a crer que qualquer referência à organização e às suas relações com crime organizado, narcotráfico e terrorismo é mera “teoria da conspiração”, etiqueta sempre presente nas análises militantes e no marketing revolucionário.

Os piores reflexos dessas mistificações se fazem sentir no descrédito das instituições e na insegurança pública. O “camarada malfeitor” é apresentado como vítima do capitalismo e agente da política feita por outros modos; é alguém a meter o pé na porta para o ambiente revolucionário. Ele é parceiro de todos os construtores de narrativas alheias aos fatos. É companheiro, também, dos servidores públicos ativistas nas carreiras de Estado a desacreditar as instituições. Que o plim-plim das máquinas de votação nos mantenha atentos para as responsabilidades desta hora.

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

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Por que criei este site

Minha posição política é conservadora em relação ao que tem valor permanente. Quer mudar dentro da ordem o que precisa ser mudado. É democrata e serve ao bem da pessoa humana segundo uma antropologia e uma ética cristã. É pró-vida e sustenta a superior dignidade da pessoa humana. Vê a liberdade como sócia bem sucedida da verdade e da responsabilidade. É liberal porque sabe o quanto é necessário impor freios e limites ao Estado, cujos poderes deveriam agir para se tornarem cada vez menos necessários. Defende o direito de propriedade e as liberdades econômicas. Sem prejuízo de muitas outras exclusões, nessa posição política não há lugar para defensores de totalitarismos e autoritarismos, para fabianos e companheiros de viagem de esquerdistas, nem para políticos patrimonialistas.

 

Para defender essas posições, nasceu este website em 2003. Mediante sucessivas incorporações de novas tecnologias chega a esta quarta forma visual de apresentar os conteúdos com que espera proporcionar a seus leitores bom alimento à mente e ao espírito. Sejam todos muito bem-vindos e que Deus os abençoe.

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LIVRO - A Tragédia da Utopia

É meu mais recente livro publicado. Aos 60 anos da revolução que destruiu a antiga Pérola do Caribe, ampliei e atualizei neste livro a primeira edição da obra, publicada em 2004. A análise da realidade cubana segue os mesmos passos, mas o foco do texto vai posto, principalmente, no jovem leitor brasileiro. Enquanto a primeira edição olhou de modo descritivo a realidade em si, esta segunda edição amplia as informações e registra as alterações constatadas ao longo dos últimos 15 anos, levando em conta a necessidade de confrontar as mentiras que a propaganda pró Cuba conta com a verdade que lá se vê, e de destruir com as razões da Razão os sofismas que são construídos para justificar a perversidade do regime.

 

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