Cuidado com as cotações de "O Globo".
Habitualmente não costumo levar em consideração as críticas que a mídia faz aos filmes na hora de escolher o que vou assistir.
Contudo, quando a crítica é muito elogiosa ou extremamente negativa eu costumo procurar me inteirar sobre o filme com quem o assistiu e sobre o que o diretor do filme já produziu.
Assim, quando vi o bonequinho de "O GLOBO" dormindo quando se referia ao filme "Até o último homem" procurei saber quem dirige o filme e para minha surpresa era Mel Gibson. Pensei com meus botões, este não foi quem dirigiu a "Paixão de Cristo", que causou tanto mal estar à Esquerda que o diretor sofre uma censura como que às ocultas da turma esquerdista do cinema?
Continuei a indagar com amigos o que eles tinham achado do filme e a resposta foi unânime - UM FILMAÇO - , pronto ... falei com minha mulher - vamos ver este filme - e ela quando soube que era dirigido por M . Gibson e sem saber da crítica e da opinião dos amigos foi logo dizendo: deve ser um filme pelo menos razoável!
Ao terminar a sessão, sem conseguir desgrudar os olhos da tela, nossa opinião coincidiu - Um FILMAÇO!
Saímos do cinema e enquanto comíamos uma Pizza e tomávamos um chopinho o papo que rolou foi sobre por qual motivo um filme tão bem feito mereceu uma crítica tão devastadora.
O filme levanta o problema da objeção por motivo de consciência ( tema detestado pela Esquerda ) e embora se trate de um fato que realmente aconteceu com um cidadão americano durante a segunda guerra mundial que se recusava a portar armas ... a objeção por motivo de consciência está presente em nossa sociedade é cada vez mais viva nos dias de hoje! Só para citar um fato que pode acontecer a qualquer momento: e se um médico não quiser fazer um aborto alegando uma questão de consciência contrariando uma determinação estatal que recebe o apoio de todos que militam pela cultura da morte?
O soldado em questão virou um herói mas antes passou por muitas peripécias... mas não vou contar o filme ... , mas quem o assistir vai ter matéria para pensar por um bom tempo , vale a pena assistir e discutir esta questão que pode -se resumir na seguinte alternativa: é melhor obedecer a Deus ou a lei dos aos Homens ? ainda que possamos ser punidos por sermos fiéis a nossa consciência é muito melhor optar por ser fiel ao Senhor dos Exércitos!
Como todo filme de guerra há cenas fortes mas nenhuma imoralidade.
Depois que vi este filme e
sua crítica no " GLOBO " ficou claro para mim a desonestidade intelectual dos que fazem crítica cinematográfica.
Quando o BONEQUINHO estiver dormindo talvez este seja O MELHOR FILME!
É interessante (e revoltante) ver como o povo gosta de ser enganado. É curioso como a aparência das coisas suplanta a própria realidade, essa verdade dura de engolir. A hipocrisia transita a passos largos na política e as palavras melífluas embriagam e emprenham os ouvidos dos incautos que têm comichão nos ouvidos.
Analisemos dois homens e suas ações. O primeiro chama-se Barak Hussein Obama. Falso cristão, socialista, abortista, comprometido com os sodomitas e a agenda gay. Falsificou a certidão de nascimento. Junto com Hillary Clinton, criou o terrível ISIS, ou "Estado" Islâmico. Na canetada de saída do governo, deixou US$ 221 milhões para os terroristas palestinos. 82.288 é o número de imigrantes ilegais CRIMINOSOS soltos na sua administração. No rastro da tragédia do seu governo, deixou US$ 19,9 trilhões de dívida pública. US$ 1 trilhão é o aumento de impostos do ObamaCare em uma década.
Mas Obama é uma figura simpática e fascinante. É o primeiro presidente negro dos Estados Unidos. Quando desce a escada do avião, parece, ao mesmo tempo, um atleta e um artista; quando aparece nas entrevistas, tem gestos medidos, dá uma meia carreirinha, uns pulinhos, uma balançadinha no corpo, com um movimento característico dos antebraços. Fala como um ator. Palavras e olhares calculados, pausas, passadinhas de mão no rosto, engasgo na emoção. Um dandy, um smart man. Tudo falso, preparou-se para o cargo, é um típico representante do politicamente correto que tomou o mundo de assalto.
E o Trump? É o politicamente incorreto. Não se pode dizer que é um conservador encaixado nos dez princípios de Russell Kirk nem o cristão que produz "a cem por um" da parábola dos solos, mas toma decisões e atitudes saudavelmente conservadoras. Às vezes é grosso e parece truculento. Para piorar, é bilionário e branco seboso. Não tem papas na língua, diz o que pensa ali, na tampa. Bolsonaro perto dele é um poeta. A verdade mais pura e absoluta na sua boca pode parecer uma ofensa, uma blasfêmia. Uma simples frase como "eu amo as crianças" pode soar como uma intenção pedofílica. Não usa palavras doces para convencer ninguém, o que a Bíblia chama de blandícia, e não tem jogo de cintura, traquejo. Tem contra si o mundo da grande mídia que virou à esquerda, que se diz "progressista". Eu diria adernou.
Obama foi uma tragédia em dois mandatos, mas é elogiado; Trump já recebeu o julgamento antes mesmo de assomar ao trono da Casa Branca. Ninguém sabe ainda como será o futuro, uma administração essencialmente empresarial é uma novidade para o mundo. Trump pode acertar ou errar, não importa: o veredito é este: guilty.
Está nas Escrituras, os mornos serão vomitados. É isso que está acontecendo com a Rede Globo. Seus repórteres e jornalistas são rejeitados em eventos da direita e da esquerda. Ou seja, tentam agradar a todos e não agradam ninguém. Essa é a história da maior empresa de comunicação do Brasil e América Latina que nos momentos mais cruciais da nação contribuiu para que tudo se tornasse pior.
Precisamos de uma imprensa e de jornalistas que tenham opinião, que não fiquem se escondendo atrás de uma alegada isenção que mais do que nunca está se revelando falsa. A grande mídia nacional mentiu antes, durante e espero que a sociedade não permita que continue mentindo.
Os tempos mudaram e estão à disposição de cada cidadão e da coletividade instrumentos que lhes permitem construir a própria história e testemunhá-la online com toda a humanidade sem precisar assistir a versão mentirosa no jornal das 20h. Chega de tentarem construir o país à imagem e semelhança de ideologias, de grupos de interesse ou da vaidade pessoal de algum "filho do Brasil".
Não é mais uma questão de coragem ou necessidade e sim de sobrevivência. Se não assumirmos a autoria da nossa história pessoal e social um belo dia simplesmente deixaremos de existir.
O crítico literário Jonathan Poole, em recente matéria que escreveu para o semanário South Weekly, afirma que algumas das famosíssimas peças de William Shakespeare teriam sido escritas, na realidade, por uma prima dele, que vivia em Hampshire. Segundo Poole, apoiado em recentes descobertas de historiadores ingleses, o bardo foi o canal de acesso de uma mulher criativa à autoria teatral, o que era inconcebível naquela época, naquela sociedade.
Foi também divulgado, em janeiro passado, pelo antigo dono da gravadora Trojan Records, que a conhecida banda de rock The Who, criadora de sucessos como Can´t Explain e My Generation, nunca existiu. O produtor musical Allan Mersey “inventou” esse grupo e gravou, em estúdio, com artistas free-lancers, composições de autores que buscavam um espaço para suas criações, colocando-as no mercado como gravações do grupo The Who. Para dar realismo à banda, Mersey contratou quatro rapazes para fazer as apresentações, onde o som era feito em play-back.
Documentos milenares, escritos por um tal Giges, descobertos em 2007, num vilarejo próximo a Pylos, no sudoeste da Grécia, colocam por terra a notável façanha de Fidípedes, narrada por Heródoto. Aquele militar grego teria corrido de Maratona a Atenas, para anunciar a vitória na batalha contra os persas. Após a notícia, teria caído morto, por exaustão. Os documentos agora encontrados narram que, diferentemente do que escreveu Heródoto, a notícia daquela notável vitória teria chegado a Atenas, passando por aquele local, muitos dias depois da batalha, trazida pelo vitorioso general Milcíades e por seus comandados.
É reduzidíssimo o número dos que sabem que uma das mais visitadas obras de arte do mundo, a tela chamada de Mona Lisa, ou La Gioconda, exposta no Museu do Louvre, é a terceira versão da obra-prima de Leonardo da Vinci, e a de menor qualidade artística. Das duas Mona Lisas iniciais, pintadas por da Vinci, uma – a principal - se perdeu nas convulsões sociais da Revolução Francesa. A segunda foi roubada, em 1911 – e nunca mais encontrada. A terceira versão não seria de Leonardo, mas pintada por um grupo de artistas italianos, naquele início do século vinte, a partir das muitas imagens impressas disponíveis, sendo apresentada como a que fora roubada. É esta a tela hoje exposta no Louvre e vista por multidões de visitantes.
As interessantes – e chocantes - informações acima, como boa parte das novas revelações históricas que aparecem a todo momento, na mídia mundial, têm algo em comum: foram forjadas. Nunca existiram Jonathan Poole, South Weekly, a prima escritora de Shakespeare, Allan Mersey, Giges, os citados documentos achados no vilarejo grego ou a terceira Mona Lisa. É tudo pura invenção minha, gerada algumas horas atrás.
Contudo, existiu a banda The Who e as canções citadas foram gravadas por ela; existe a cidade de Pylos no sudoeste grego e Milcíades foi, de fato, o comandante grego na batalha de Maratona; e a tela Mona Lisa foi, realmente, roubada em 1911, ficando por longo tempo desaparecida. Aí está o perigo: a mentira mesclada com a verdade pode se tornar muito mais verossímil do que a própria verdade. E imensamente instigadora da fantasia humana.
As quatro “descobertas” citadas no início desse texto foram engendradas, hoje, por mim, E, para isso, me vali do estilo que caracteriza boa parte das ”revelações” que, a cada dia em maior número, chegam para impactar as pessoas: com alguma fundamentação histórica, nomes e fontes inventados e um tom chocante de “desmistificação”. Textos assim tendem a alcançar boa repercussão, conquistando adeptos – até apologistas - das mentiras ali apresentadas.
O que preocupa é o gosto popular por notícias desse tipo e a falta de investigação mínima sobre a procedência das afirmações que as pessoas absorvem. Qualquer um - e qualquer veículo de comunicação - pode trazer a público afirmações sensacionalistas; como, por exemplo: “os faraós eram seres alienígenas colocados na Terra para orientar o desenvolvimento civilizatório dos humanos”; “a primeira embarcação que atravessou o oceano para chegar a América era de navegantes hititas, impulsionada por um tipo de energia misteriosa, treze séculos antes de Cristo”; “o enigmático Nostradamus previu que, depois do ano 2000, duas gigantescas torres seriam derrubadas por um príncipe do oriente, de turbante e longa barba, valendo-se de gigantescas aves de fogo”; “o naufrágio do Titanic não se deveu ao choque do navio com um iceberg mas, de fato, a um torpedo lançado por um submarino alemão, em preparação ao que viria a ser a primeira guerra mundial”. Tais afirmações rendem best sellers. Coisas assim fascinam a imaginação de muitas pessoas. E abrem caminho para algumas operações de marketing editorial, ideológico ou religioso. Com as mais variadas - e perigosas - intenções.
Da próxima vez que afirmações surpreendentes, de fontes discutíveis, chocarem você, avalie se não estão sendo usadas ali a manipulação e a falsificação de fatos, para colocar em cheque seus valores e suas convicções, com propósitos velados. Cuide para não entregar seu dinheiro, sua mente ou seu coração por informações desse tipo.
O autor, prof. Norberto Bozzetti, escreveu este instigante artigo em 2009.
(Publicado originalmente em pontocritico.com)
REALIDADE BANAL
Mais do que sabido e comprovado, o povo do nosso sofrido Brasil é um dos países do mundo todo que melhor convive com o ABSURDO. Como bem diz J.R.Guzzo, colunista da revista Veja, aceitamos a ABERRAÇÃO como uma realidade banal do dia a dia. Simples assim.
SUI GENERIS
Ora, tudo aquilo que é considerado banal significa que pode acontecer a qualquer momento. No nosso país, entretanto, até a banalidade é algo -sui generis-, até porque certas ABERRAÇÕES acontecem várias vezes no mesmo dia.
PALCO DE ABERRAÇÕES
Ontem, por exemplo, quando foi escolhido o novo presidente do Senado e em todos os Estados foram escolhidos os presidentes das Assembleias Legislativas, vários palcos de ABERRAÇÕES foram montados sem a mínima objeção da imbecilizada sociedade brasileira.
O QUE MAIS IMPORTA
O que mais chama a atenção nesta banalidade é que dentre aqueles que se candidatam aos mais diversos cargos do setor público, o que menos é levado em conta na escolha é a capacidade para administrar. Têm maiores chances de se eleger aqueles que ostentarem nos seus currículos, com letras garrafais, que estão sendo investigado por atos de corrupção e/ou desvio de dinheiro dos pagadores de impostos.
CURRÍCULO
Ontem, por exemplo, por 61 votos favoráveis e apenas 10 contrários e 10 em branco, Eunício de Oliveira foi eleito presidente do Senado. Eunício, que passa a ocupar o lugar do suspeitíssimo Renan Calheiros, pelo que diz o seu currículo já foi citado por dois delatores da Operação Lava Jato.
1- em 2016, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho afirmou que pagou R$ 2,1 milhões em propina ao parlamentar.
2- também no ano passado, o ex-diretor de Relações Institucionais da Hypermarcas Nelson Melo declarou que repassou R$ 5 milhões para a campanha de Eunício ao governo do Ceará por meio de contratos fictícios.
Isto sem falar que o ex-senador Delcídio do Amaral o citou os termos da delação premiada na Operação Lava Jato homologada em 15 de março de 2016 pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Delcídio o acusa de corrupção.
MST NA PRESIDÊNCIA DA ALERGS
Para confirmar que o Brasil é o país das ABERRAÇÕES, e para comprovar que coisas do tipo podem acontecer várias vezes no mesmo dia, ontem os deputados gaúchos, à exceção do valoroso Marcel Van Hattem, elegeram para presidente da Assembleia Legislativa do RS, o petista Edegar Pretto. Para quem ainda não sabe, Edegar Pretto OSTENTA, no seu currículo, que nada mais é do que o representante do MST no Parlamento do RS. Pode?
Presidente da Suprema Corte, Juiz Roberts; Presidente Carter; Presidente Clinton; Presidente Bush; Presidente Obama; meus concidadãos dos Estados Unidos da América; e cidadãos de todo o mundo; muito obrigado.
Nós, cidadãos americanos, nos unimos hoje num esforço para reconstruir nosso país e restaurar a esperança para todos nós. Juntos determinaremos os rumos da América e do mundo nos anos que virão. Enfrentaremos desafios, mas teremos êxito.
A cada quatro anos, nos reunimos nessa escadaria para realizar essa transferência pacífica e ordeira do poder e agradecemos ao Presidente Obama e Primeira Dama Michelle, pela ajuda que nos ofereceram durante a transição. Eles foram magníficos.
A cerimônia de hoje, entretanto, tem um significado muito especial, pois hoje não estamos apenas transferindo o poder de uma administração para a outra, ou de um partido para outro—mas transferimos o poder de Washington, D.C. para vocês, o povo americano.
Por muito tempo um pequeno grupo na nossa capital desfrutou das benesses do poder, enquanto o povo pagou as despesas.
Washington prosperou, mas o povo não desfruta essa prosperidade. Políticos prosperaram, enquanto empregos deixavam nosso país e fábricas fechavam. O establishment se protege, mas não protege o povo. As vitórias deles não são as suas; os triunfos deles não são os seus; e enquanto eles celebravam na capital do nosso país, não havia motivo de celebração para as famílias em todo país.
Mas isso vai mudar—começando aqui e agora. Este momento pertence a vocês. Pertence a todos que estão aqui, todos nos assistindo através da América. Esse dia pertence a vocês. É a sua celebração. E esse país, Estados Unidos da América, pertence a vocês.
O que realmente importa não é que partido controla o governo, mas se o governo é controlado pelo povo. 20 de janeiro de 2017 será lembrado como o dia em que o povo retomou o controle da nação novamente. Os homens e mulheres esquecidos, não o serão mais. Todos os escutam.
Dezenas de milhões de pessoas se tornaram parte de um movimento histórico sem precedentes no mundo. No centro deste movimento uma convicção vital: que uma nação existe para servir seus cidadãos.
Os americanos querem boas escolas para seus filhos; vizinhanças seguras para suas famílias; e bons empregos para si próprios. São exigências justas e razoáveis, pessoas honestas. Mas para muitos dos nossos cidadãos a realidade é diferente: mães e seus filhos encontram-se isolados em áreas pobres nas cidades; fábricas abandonadas, como lápides, espalhando-se por esse país afora; um sistema educativo nadando no dinheiro, mas que não beneficia nossos jovem estudantes; e o crime e as gangues e as drogas, que têm ceifado tantas vidas, roubando nosso país de tanto potencial irrealizado. Essa carnificina vai acabar aqui e agora.
Nós formamos uma nação—e a dor deles é a nossa. Os sonhos deles são os nossos; e sucessos deles serão os nossos. Nós partilhamos um coração, um lar e um mesmo futuro glorioso.
O juramento que fiz hoje é de lealdade a todos americanos.
Por muitas décadas nós enriquecemos indústrias estrangeiras à custa da indústria americana; subsidiamos exércitos estrangeiros, permitindo o declínio da nossa potência militar; defendemos as fronteiras de outras nações recusando-nos a defender as nossas; e gastamos trilhões de dólares no exterior enquanto a nossa infra-estrutura se desmantelava.
Enriquecemos outros países, enquanto a riqueza, força e a confiança do nosso país desvanecia-se no horizonte. Uma a uma, fábricas fecharam e abandonaram nosso país, sem um pensamento em prol dos milhões de trabalhadores americanos desempregados. A riqueza da nossa classe média tem sido roubada e depois redistribuída pelo mundo afora.
Mas isso é passado. E agora vamos olhar apenas para o futuro. Nós, reunidos aqui hoje, anunciamos um decreto que será ouvido em cada cidade, em todas as capitais no exterior, em cada centro de poder. De hoje em diante, uma nova visão guiará nosso país. De hoje em diante vai ser América Primeiro.
Toda decisão relacionada a intercâmbio, impostos, imigração, relações exteriores, será tomada com o fim de beneficiar os trabalhadores americanos e suas famílias.
Precisamos nos proteger contra o problema causado por países que fabricam nossos produtos, roubam nossas empresas e destroem nossos empregos. Proteção criará prosperidade e força.
Eu lutarei por isso até meu último suspiro—e nunca, jamais os desapontarei. A América voltará a vencer, como jamais se viu. Vamos trazer empregos de volta. Vamos restaurar nossas fronteiras, nossa prosperidade. Restauraremos nossos sonhos. Construiremos novas estradas, rodovias, pontes, aeroportos, túneis e ferrovias, através dessa nação maravilhosa.
Vamos ajudar as pessoas em assistência social a encontrar empregos; reconstruiremos nosso país através do trabalho. Vamos seguir duas regras simples: Compre produto americano e empregue trabalhador americano.
Buscaremos a amizade e as boas relações com as nações do mundo—tendo em mente que cada nação tem o direito de colocar seus interesses em primeiro lugar.
Não desejamos impor nosso estilo de vida a ninguém, mas o exibiremos como um exemplo a ser seguido. Reforçaremos antigas alianças e formaremos novas—e uniremos o mundo contra o terrorismo islâmico, o qual erradicaremos completamente da face da Terra.
A pedra angular da nossa política será a dedicação absoluta aos Estados Unidos da América e, através da lealdade ao nosso país, redescobriremos a lealdade de uns para com os outros. Quando abrimos nossos corações ao patriotismo não sobra espaço para preconceitos.
A Bíblia nos revela o quanto é bom e agradável quando os filhos de Deus vivem juntos em união. Precisamos expressar nossos pensamentos francamente; debater nossas divergências de forma honesta; mas sempre buscando solidariedade. Quando a América está unida, ninguém consegue pará-la.
Não devemos ter medo—estamos e estaremos sempre protegidos. Nos protegerão esses homens e mulheres maravilhosos do nosso exército e polícia civil e, acima de tudo, seremos protegidos por Deus.
Por fim, temos que pensar grande e sonhar maior ainda. Na América compreendemos que uma nação só permanece viva enquanto se esforça.
Não mais aceitaremos políticos que só falam e não agem—reclamando sempre, mas sem agir. Acabou-se o tempo da conversa fiada.
Não permitam que ninguém os convença que algo é impossível. Não há desafio que resista o coração e o espírito de luta da América. Não falharemos. Nosso país vai florescer e prosperar novamente.
Estamos no início de um novo milênio, prontos para desvendar os mistérios do espaço; para liberar a Terra das misérias causadas por doenças; e dominar energia, indústrias e tecnologias do futuro.
Novamente o orgulho nacional moverá nossas almas, herguerá nossas cabeças e acabará com as divisões que nos separam.
É tempo de recordar aquela verdade antiga que nossos soldados jamais esquecerão: não importa se somos negros, brancos ou mestiços, todos vertemos o mesmo sangue vermelho dos patriotas, todos gozamos das mesmas liberdades gloriosas, e todos saudamos a mesma grande bandeira americana.
Tenham crianças nascido na grande Detroit ou nas imensas planícies do Nebraska, ao erguerem os olhos vêem o mesmo céu noturno, seus corações batem com os mesmos sonhos e receberam o sopro da vida do mesmo Criador.
Portanto, aos americanos em todas as cidades, próximas ou distantes, pequenas ou grandes, de montanha a montanha, de oceano a oceano, ouçam essas palavras: vocês nunca mais serão ignorados. Sua voz, suas esperanças e seus sonhos definirão o destino da América. E sua coragem, bondade e amor nos guiarão nesse caminho a percorrer.
Juntos faremos a América Forte Novamente. Faremos a América próspera novamente. Faremos a America orgulhosa novamente. Faremos a América segura novamente. Sim, juntos faremos com que a América seja grande novamente.
Muito obrigado, Deus os abençoe, Deus abençoe a América.
Tradução Mila Kette. Brasileira, radicada nos Estados Unidos, a tradutora registra que procurou manter o estilo enxuto usado por Donald Trump em seus discursos. Esse estilo foi um dos motivos de atração para os eleitores norte-americanos.