• João César de Melo
  • 10 Abril 2018

 


Por mais de trinta anos vemos Lula praticamente todos os dias na mídia vangloriando-se de coisas que não fez ou atacando pessoas e instituições que não se submetem a ele.

Lula apresentou-se como o salvador do povo brasileiro. Foi eleito. A imprensa, o Congresso e todos os países do mundo o apoiaram. Lula foi festejado como o “homem do povo” que promoveu o grande “desenvolvimento econômico e social” do Brasil.

Para vermos o resultado disso, basta olhar para lados. O Brasil piorou em tudo. Porém, a tragédia lulista é maior do que os mostram números.

O maior – e pior – legado de Lula é uma sociedade envenenada e um estado corrompido como “nunca antes na história deste país”. Órgãos públicos e universidades entupidas de militantes. Lula conseguiu transformar até o Supremo Tribunal Federal (STF), a maior instância da justiça brasileira, numa vergonha nacional.

É verdade que nunca faltaram canalhas na política brasileira, mas apenas Lula tem defensores nos palcos, nas universidades e nos jornais.

Lula teria sido apenas uma decepção nacional se não fosse o exército de cretinos que o defende. Sem ele, Lula já teria sido esquecido. Infelizmente, ocorre o contrário. Quanto mais absurda se torna a liberdade de Lula, mais seus militantes se motivam em defendê-lo.

Abaixo, listo algumas razões para defender que Lula seja preso:

1 – Já na época em que era um líder sindical, Lula demonstrou falta de escrúpulos ao denunciar movimentos grevistas para os patrões e governos que ele dizia combater;
2 – Começou naqueles tempos a relação dele com a família Odebrecht, que o financiava;
3 – Lula construiu carreira política caluniando adversários, defendendo a estatização de empresas, apoiando invasões de terra e atos de vandalismo;
4 – Foi contra o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal;
https://youtu.be/5DAnu-Jyulk
5 – Protegeu a Globo rolando suas dívidas com o governo e financiado-a com mais de R$ 6 bilhões em propaganda estatal;
6 – Aliou-se à Sarney e Collor, pessoas que ele vivia atacando, e ainda deu plena liberdade para pessoas como Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, Renan Calheiros e Aécio Neves roubarem;
7 – Em vez de utilizar o bom momento econômico do país para resolver problemas históricos de infraestrutura, educação, saneamento e segurança, Lula utilizou-se dele para alimentar o maior esquema de corrupção do mundo;
8 – Por meio do BNDES, deu dezenas de bilhões a um pequeno grupo de grandes empresários;
9 – Por meio do BNDES, desviou dinheiro dos brasileiros para ditaduras em Cuba, na África e na Venezuela;
https://youtu.be/cZ9X_0k3c9U
10 – Iniciou um programa massivo de aparelhamento e endividamento do estado, incluindo a farsa do “pagamento da dívida externa”;
11 – Criou e alimentou um verdadeiro exército de cretinos nos palcos, nas universidades e nos jornais;
12 – Forjou estatísticas para compor a narrativa de que “tirou milhões da pobreza”;
13 – Colocou no poder uma ex-guerrilheira comunista que afundou o Brasil na maior recessão econômica de sua história; e para ser o vice dela, indicou um certo Michel Temer;
14 – Foi condenado por corrupção em primeira instância. Recorreu. O TRF-4 confirmou por unanimidade a decisão. Pediu um habeas corpus ao STJ. O STJ negou. E a despeito disso, ele continua solto atacando juízes e promotores, incitando a violência dos militantes e desmoralizando o Brasil no exterior, prometendo que, se voltar à presidência, irá agir diretamente contra a justiça e a imprensa.
https://youtu.be/GKTjzeDNp9c
15 – A impunidade de Lula beneficia diretamente todos os outros políticos investigados, condenados e presos pela Lava Jato e por outras operações. A campanha para que Lula se safe da cadeia é também uma campanha pela impunidade de pessoas como Aécio Neves, Renan Calheiros, Romero Jucá, Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima e Michel Temer. O que valer para Lula, valerá para os outros.
16 – A prisão de Lula seria um marco na história do Brasil. Uma demonstração de que a justiça, enfim, vale para todos. Uma demonstração de que nem o poder, nem o dinheiro e nem pesquisas eleitorais são suficientes para manter um político corrupto em liberdade. O Brasil nunca será um país melhor se não conseguir colocar na cadeia um ex-presidente condenado por corrupção.
17 – Lula ter sido presidente é um agravante, não um salvo conduto. É exatamente por ele ter ocupado o cargo que ocupou que deve ser preso e continuar preso.
18 – Se livrar Lula da cadeia, o STF humilhará a justiça, principalmente os membros da Operação Lava Jato que, pela primeira vez na história do país, colocaram na cadeia políticos e grandes empresários corruptos. E humilhará todos os brasileiros, politizados ou não. Será a mais alta corte da justiça brasileira dizendo que SIM, lugar de político corrupto é solto, nos palanques e nos governos, roubando. Se destruir tudo o que a Lava Jato fez até hoje para livrar Lula da cadeia, o STF será o maior vetor de impunidade do país.
19 – Ao livrar Lula da cadeia, o STF será cúmplice da corrupção sistêmica que mantém o Brasil atrasadíssimo em todas as áreas.
20 – Devemos nos lembrar que 90% dos brasileiros vive com pouco menos do que quatro salários mínimos por mês. Metade dos brasileiros vive com até um salário. Isso significa que o Brasil é um país pobre, muito pobre, e mesmo assim 70% dos eleitores ouvidos pelas pesquisas não votariam no “homem do povo” que “promoveu grandes avanços sociais”. A maioria dos pesquisados também deseja que Lula seja preso.

Lula é uma das piores coisas que esse país já produziu. Ele não tem caráter, não tem escrúpulos. É um criminoso que representa a preservação do sistema que tanto nos envergonha, nos humilha e dificulta nossas vidas. Lula na cadeia!

*Publicado originalmente em http://www.ilisp.org/opiniao/20-razoes-para-defender-a-prisao-de-lula/
** João César de Melo - http://www.joaocesardemelo.com/ - Artista plástico formado em arquitetura, acredita no libertarianismo como horizonte e no liberalismo como processo, ateu que defende com segurança a cultura judaico-cristã, lê e escreve sobre filosofia política e econômica.
 

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  • Alexandre Garcia
  • 10 Abril 2018

 

Acaba de ser divulgada uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria em parceria com o Todos pela Educação, mostrando que, de certa forma, uma preocupante parte dos 2 mil entrevistados está gostando dos resultados do ensino médio. Mais da metade, 54% acham que o ensino prepara bem ou razoavelmente para o mercado de trabalho. E apenas 74% concordam que ensino de baixa qualidade é prejudicial ao país - imagino que essa concordância deveria beirar os 100%. Quer dizer, muita gente não se dá conta da primordial importância da escola - e nós ficamos a culpar os políticos por darem pouca relevância a esse assunto. Na verdade, numa recente eleição presidencial, o candidato que tinha por plataforma a Educação, recebeu apenas 2,64% dos votos válidos.

Pela pesquisa, percebe-se que as pessoas veem como responsáveis pela educação, o Presidente da República, o Governador, o Prefeito, o diretor da escola, os professores e o material de ensino. Parece que os pais e a família nada têm a ver com isso. No entanto, a educação começa em casa. Só que... a maior parte das famílias brasileiras está com pai e mãe fora de casa para buscar o sustento. Mas do que isso, cerca de 15 milhões de lares só têm a mãe como chefe-de-família e provedora. Há também um numero considerável de crianças, cuja educação é entregue a governantas, a babás, a vizinhas, a irmãos mais velhos, a empregadas domésticas, a creches. Dependendo do poder aquisitivo, a maior influência na educação das crianças está nas redes sociais, nos filmes e na televisão. Pouco se controla sob que tipo de influência os filhos estão.

Depois os pais - ou a mãe solitária - se surpreendem com reações adultas dos filhos ainda em tenra idade, com sexo precoce, com álcool e com drogas. Filho criado solto como um filhote animal sem limites, sem freios, sem disciplina, sem ordem, sem princípios, sem noções de como é a vida em comunidade ou em uma empresa. Temerosa, a escola é cheia de cuidados, tão zelosa quanto os pais em só agradar o jovem, sem puni-lo, sem deixar de gratificá-lo ainda que não mereça. No espírito da destruidora ditadura do politicamente correto, só existem direitos e não deveres - mérito nem pensar. Nem igualdade, já que se premia o esperto, o que se diz oprimido, o que se diz vítima. A hipocrisia impera.

Assim, nesse país em que ninguém educa e não se identifica claramente os que deseducam, vamos afundando e nos tornando cada vez mais atrasados em relação ao mundo. Em leitura vamos levar 260 anos para recuperar o que já perdemos, calcula o Banco Mundial. “São as más companhias”, alegam pais que não sabem que seus filhos podem ser as más companhias dos filhos dos outros. Instalou-se um círculo vicioso, que começa em casa e termina em fracassos na vida prática. Ainda há quem se mantenha no bom combate pela formação dos filhos. Outro dia, na missa, uma menininha fazia algazarra e corria pelo altar sem parar. O sacerdote interrompeu a celebração para perguntar a uma senhora que estava nos primeiros bancos: “É sua filha?” E a senhora, imediatamente: “Não é. Se fosse, já teria levado umas palmadas.”

* Publicado originalmente em http://www.sonoticias.com.br/coluna/o-pais-que-deseduca

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  • Luiz Carlos Da Cunha
  • 07 Abril 2018

 

 

"Os legisladores receosos de condenar inocentes, sobrecarregam a jurisprudência de formalidades e exceções inúteis, cuja exata observação colocaria a anarquia e impunidade no topo da Justiça. Outras vezes assombrados por certos crimes atrozes e difíceis de provar, acharam que deviam desprezar estas formalidades que eles próprios estabeleceram. Foi assim que dominados por um despotismo impertinente, ora por temores pueris, fizeram dos julgamentos mais graves uma espécie de jogo, abandonando ao acaso e aos caprichos do arbítrio". Cesare Beccaria


Editoriais da imprensa brasileira em geral adotam um viés anódino relativo à prisão de Lula. Pode-se atribuir a essa eqüidistância emocional, o objetivo de apaziguar os instintos emocionais da plebe. A ministra presidente, antes do julgado pelo STF, ao vivo na TV, pediu “serenidade” ao povo, aconselhando a união dos brasileiros, ante a nação cindida na véspera de salvar ou condenar o chefe da organização criminosa que assaltou o erário público em dezesseis anos de governança. Governança planejada criteriosamente, persistentemente, extensivamente na ramificação do aparelhamento partidário de estatais, bancos públicos, órgãos de fiscalização, STF, Ministérios e institutos governamentais.

Não pode haver consenso entre defensores da lei e da ordem frente aos violadores da justiça. União do vício e da a saúde. Conceda-se que a intenção tenha sido boa. Os asseclas do ex-presidente, inconformados quando a justiça decretou decepar a cabeça da jararaca, principiam a rebelião contra a Lei. E já mostram sua reação fanática afrontando a justiça no covil que se transformou a sede do sindicato metalúrgico em São Bernardo.

Em consonância, laboram os juízes petistas Toffoli e Lewandowski em conluio com o primo do Collor. Cada qual defendendo seu redil. Estão irmanados na batalha para salvar a todos os semelhantes de todos os partidos, dezenas de senadores e deputados abroquelados pelo escudo do foro privilegiado. Agora, sob a batuta do indefectível Renan Calheiros, tentam aprovar o projeto encalhado na Câmara, que visa punição da Promotoria e Juizado. A criminalidade faz dos órgãos públicos, legislativo, executivo e judiciário a atalaia de preservação hegemônica de privilégios destinados a auto proteção, a imputabilidade criminal.

Na Coréia do Sul a ex-presidente foi processada e condenada pelos mesmos crimes comprovados do ex-presidente Lula. Logo, porque razão os patriotas, as pessoas honradas não podem se sentir felizes quando tardiamente a nação começa a se livrar de assaltantes do dinheiro público? Mesmo que o assaltante tenha se servido do honroso cargo de presidente para ocultar suas ações criminosas e se enriquecer à custa dos danos causados ao povo pobre, sofredor e injustiçado ? Ele desonrou o cargo, enxovalhou a Nação, prevaricou. Sua prisão é ato de Justiça e merece alegria cívica.

• Escritor/ professor Universitário aposentado
  

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  • Edilson Mougenot Bonfim
  • 06 Abril 2018

 

O interessante é a solenidade da “tonteria” dos que recitam a história e a beleza do habeas-corpus. Após dar “15 voltas” na chave de fenda (para apertar e torcer o direito) colocam o “habeas corpus” como a oitava maravilha do mundo. Para não ir longe, penso que não seja má fé, mas absoluta ignorância no que seja, à luz do direito comparado, já que não foi inventado aqui. Conquanto tenha sido um achado na época do absolutismo monárquico, transformá-lo em joia da coroa em tempos de democracia é quase um crime de lesa-majestade: na Espanha praticamente inexiste -muito pouco- tendo sido substituído por um « genérico », chamado “recurso de amparo”; na França, tem muita gente que estuda e nele jamais ouviu falar (na prática, inexiste); na Inglaterra onde nasceu, também morreu. Do berço ao túmulo ele é inglês. Façam uma pesquisa (em inglês) pela internet e verão quão raro é naquele país. Tenho muitos livros de processo penal inglês que jamais falam do HC. No chamado mundo civilizado, se entendeu que tal instituto pertencia verdadeiramente a uma época de bárbaros, onde as autoridades prendiam sem nenhuma razão. Não existe preconceito contra autoridade, como se estabeleceu em nosso país. No Brasil os bárbaros não são os bandidos, já que há um pressuposto de barbárie para cada autoridade contra quem se impetra esse “canivete suíço”.

Não é uma barbaridade? O cognome de qualquer jovem que termine uma faculdade de direito no Brasil: “Habeas corpus”, tamanha a recitação e doutrinação acadêmica. Perguntem aos acadêmicos de outros países do que trata a expressão e eles dirão nunca terem ouvido falar. O Brasil é o país que quando se vai beber vinho, o consumidor fica meia-hora cheirando e valorizando uma simples rolha e dando-lhe importância. O HC é a rolha do direito que no exterior pertence ao passado, no presente já não existe, mas no Brasil tem a dignidade de um grande vinho, conquanto seja uma mísera rolha. No dia que se compreender quem é bandido e quem é autoridade concursada -não que um não possa o outro virar-, voltaremos a estabelecer o « princípio de respeito à autoridade » e a presunção de inocência jamais será afrontada em um caso de confirmação de sentença em várias instâncias, porque se saberá que o HC é a « bala de prata » para situações raríssimas, jamais ao alcance da marginália. Quem só conhece HC, só maneja HC, abusando da ignorância de quem não ouve, não estuda e não lê. Mas, professor, como vou advogar? Simples, « advogando », como fazem todos os colegas nos demais países aos quais não falta imaginação defensiva, e para os quais o HC é interposto só muito raramente, de modo a impedir sua banalização, manejando-se assim um sem número de outros institutos de defesa em favor de um cliente. No Brasil o HC virou melopeia, aquele « sambinha de uma nota só ». E com ele tudo se pretende curar. Até « sem-vergonhice ».


*Doutor em Direito pela Universidade Complutense de Madri; Professor convidado da Universidade de Aix-Marseille – França; Professor-Fundador da Escola de Altos Estudos em Ciências Criminais.
**Publicado originalmente em https://www.facebook.com/emougenotbonfim
 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 05 Abril 2018

 

POPULISMO PETISTA
Nesta quarta-feira, enquanto o Brasil todo aguarda a decisão do péssimo e comprometido STF, cuja maioria dos ministros já deu clara demonstração de que vai livrar a barra do condenado Lula, resolvi escrever este editorial com o propósito de ajudar aqueles que tiveram o cérebro afetado pelo POPULISMO SOCIALISTA PETISTA.

PESQUISAS
Observem, por exemplo, o que dizem as pesquisas realizadas pelos mais diversos institutos: em todas elas a maioria do povo brasileiro, formada por consumidores, produtores e comerciantes, coloca a CORRUPÇÃO e a IMPUNIDADE em primeiro lugar entre os males terríveis que levaram o Brasil a beijar a lona do caos.

ESQUERDA FESTIVA
Pois, mesmo que a CORRUPÇÃO e a IMPUNIDADE não devam ser toleradas em hipótese alguma, é preciso entender que apesar do estrago que proporcionaram nas contas públicas, esta perda considerada como insignificante se comparada com o estrago provocado pela Matriz Econômica Bolivariana, que não por acaso contou sempre com apoio irrestrito dos SOCIALISTAS da ESQUERDA FESTIVA, composta pelo PDT, PSOL, PCdoB, etc.

ESQUERDA E DIREITA SÃO SOCIALISTAS
Aliás, fazendo um parêntese sobre esta questão, é preciso deixar claro que o Brasil sempre foi governado por SOCIALISTAS. Tanto de ESQUERDA quanto de DIREITA. Enquanto a turma da ESQUERDA, por princípio, defende que os meios de produção e de distribuição devem ficar nas mãos do Estado; a turma da DIREITA nunca negou que nutre um grande amor por empresas ESTATAIS, que, diga-se de passagem, ajudou a criar centenas delas. A tal DIREITA BRASILEIRA defende o MERCANTILISMO, jamais o CAPITALISMO.

LIBERAIS
Como se percebe, com todas as letras, os únicos que nunca foram governo no nosso pobre Brasil foram os LIBERAIS, que defendem, com unhas e dentes e muita convicção, a existência de MAIS MERCADO e MENOS ESTADO. Coisa que efetivamente traz enormes benefícios para a economia e para a sociedade como um todo.

A PROVA
Ora, basta o uso de apenas um milésimo de raciocínio lógico para ficar convencido de uma vez por todas que foi a ADMINISTRAÇÃO COMUNISTA-PETISTA a responsável direta pelo nosso caos econômico. O pior de tudo é que a maioria dos empresários, com os olhos pregados na expectativa de boas vendas, se convenceu (até hoje muitos ainda continuam convencidos) que o forte aumento de consumo SE DEU pelo aumento de renda dos brasileiros, e não pelo desmedido e irresponsável CRÉDITO que os governos petistas mandaram conceder, sem moderação. O resultado (não poderia ser outro) aí está: o país está altamente endividado, as famílias idem, e milhões de brasileiros desempregados.

Todos vítimas do POPULISMO SOCIALISTA, o maior responsável pela CRISE BRASILEIRA.
 

* Publicado originalmente em pontocritico.com

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 02 Abril 2018

 

Antes de tudo faço aqui uma revelação: sou fã incondicional das Redes Sociais. De todas elas, ainda que seja mais adepto das REDES DE RELACIONAMENTO, como é o caso do Facebook e do Twitter, onde leio, posto comentários, curto e compartilho.

MAIOR REDE DE COMUNICAÇÃO DO PLANETA
Criadas no fértil ambiente da Tecnologia da Informação, e desenvolvidas a partir da Internet (Rede Mundial de Computadores), as REDES SOCIAIS se transformaram, em curto espaço de tempo, na maior REDE DE COMUNICAÇÃO do planeta.

TOTAL LIBERDADE
Hoje, como se percebe com clareza absoluta, qualquer pessoa, COM TOTAL LIBERDADE e de forma imediata (on-line, e/ou real-time-, independente de nacionalidade, sexo, cor, religião) escreve, lê, ouve ou diz aquilo que bem entende, na hora que bem entende. Simples assim.

REGISTRO
Aliás, vale aqui um importante registro: a importância das Redes Sociais é de tal ordem que os próprios meios de comunicação (jornais, emissoras de rádio e televisão), sem exceção, já perceberam que correm sério risco de sumirem do mapa caso as ignorem.

WHATSAPP E APLICATIVOS
Pois, da mesma forma como aprecio, e muito, as Redes Sociais, também sou fã incondicional, tanto do WHATSAPP quanto dos APLICATIVOS. Aliás, quanto mais faço uso destas importantes e revolucionárias ferramentas, mais fico me perguntando como foi possível viver tanto tempo sem elas.

SEM MODERAÇÃO
Resolvi abrir o mês de abril revelando o meu grande apreço pelas Redes Sociais, pelo WhatsApp e pelos Aplicativos, porque amanhã, DIA DE 3 DE ABRIL, independente do clamor vindo da VOZ ROUCA DAS RUAS, este importantes instrumentos serão indispensáveis para engrossar o CORO DAS MANIFESTAÇÕES dos brasileiros decentes, que clamam por um mínimo de JUSTIÇA.

O meu apelo é que façam uso TOTAL E INDISCRIMINADO de todos estes meios. SEM MODERAÇÃO!

 

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