A Casa Verde BrasilO Brasil finalmente conseguiu, tornou-se uma enorme Casa Verde, manicômio descrito no romance o Alienista de Machado de Assis, onde a insanidade coletiva tomou conta daquilo que era considerado até então como normalidade .
A vaca está indo para o brejo, o Titanic se aproximando do iceberg,o primeiro clarão do fogo que está crepitando próximo ao depósito de hélio do Dirigível Hidenburg e nossos líderes clamando por serenidade.
Quase um milhão de brasileiros mortos de forma violenta (homicídios e latrocínios) em pouco mais de uma década, mais de 130 mulheres estupradas todos os dias, 3 roubos por minuto e a mídia pedindo paz ao som de imagine e o bater de asas de pombinhas brancas.
Criminosos fortemente armados, ostentando e usando armas próprias para guerra, mesmo para assaltar “pés-sujos” , e os nossos intelectuais bradando pelo sucesso do estatuto do desarmamento.
Apenados que deveriam estar presos, cumprindo penas privativas de liberdade de forma fictícia, no mais das vezes em suas próprias casas, cometendo os crimes que sempre cometeram e os nossos “especialistas em segurança Pública “ dizendo que desencarceramento é a solução para o problema da criminalidade .
Os criminosos cada vez mais violentos, praticando todo o tipo de atrocidade contra a população indefesa, subjugando enormes porções do território nacional e nossos doutos apontando como saída para o problema a humanização e a desmilitarização das polícias.
Os traficantes ampliando o seu poder econômico e bélico, entrando em guerra com os seus rivais e o Estado, diversificando o espectro de seus negócios e os arautos do livre mercado pregando a liberação das drogas como a salvação da lavoura.
O caos batendo a nossa porta, uma verdadeira guerra civil se instalando no seio da nação e a sociedade negando que o Armagedom está se aproximando .
Diante de tudo isso, reiteradas vezes me pergunto: quando todos aqueles que negam a sangrenta realidade em que vivemos, em um futuro incerto com ela vierem a se deparar, tornando-se, de números abstratos, em concretos dados a espera de inserção nas estatísticas, será que continuarão defendendo este universo de platitudes e lugares-comuns?
Realmente não sei, mas cansei de tanta dor e sofrimento que tenho presenciado.
Espero, sinceramente, que os arautos do absurdo jamais sofram a dor da perda de um ente querido por conta da criminalidade e que mudem de ponto de vista enquanto ainda é tempo.
Até lá, resta apenas me trancafiar dentro da minha própria Casa Verde, rezar pela minha segurança e daqueles que eu amo, rogando ao Criador para não ingressar no quadro das estatísticas oficiais.
E que Deus tenha piedade de nós.
* Publicado originalmente no Facebook do autor.
** Fabio Costa Pereira é procurador de Justiça no MP/RS.
Em lugar algum no mundo o pensamento de Gramsci foi tão disciplinadamente aplicado como está sendo no Brasil, agora pelo PT, cuja nomenklatura governamental segue com rigor as orientações emanadas dosintelectualóides uspianos que dirigem o Foro de São Paulo e que têm como cartilha os Cadernos do Cárcere, de Gramsci.
Quem não está familiarizado com as ideologias políticas, por certo estará perguntando: Quem foi Gramsci e qual sua relação com o comunismo brasileiro?
Antonio Gramsci (1891-1937), pensador e político foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano em 1921, e o primeiro teórico marxista a defender que a revolução na Europa Ocidental teria que se desviar muito do rumo seguido pelos bolcheviques russos, capitaneados por Vladimir Illitch Ulianov Lênin (1870-1924) e seguido por Iossif Vissirianovitch Djugatchvili Stalin (1879-1953).
Durante sua prisão na Itália em 1926, que se prolongou até 1935, escreveu inúmeros textos sobre o comunismo os quais começaram a ser publicados por partes na década de 30, e integralmente em 1975, sob o título Cadernos do Cárcere. Esta publicação, difundida em vários continentes, passou a ser o catecismo das esquerdas, que viram nela uma forma muito mais potente de realizar o velho sonho de implantar o totalitarismo, sem que fosse necessário o derramamento de sangue, como ocorreu na Rússia, na China, em Cuba, no Leste Europeu, na Coréia do Norte, no Camboja e no Vietnã do Norte, países que se tornaram vítimas da loucura coletiva detonada por ideólogos mentecaptos.
Gramsci professava que a implantação do comunismo não deve se dar pela força, como aconteceu na Rússia, mas de forma pacífica e sorrateira, infiltrando, lenta e gradualmente, a idéia revolucionária.
A estratégia é utilizar-se de diplomas legais e de ações políticas que sejam docilmente aceitas pelo povo, entorpecendo consciências e massificando a sociedade com uma propaganda subliminar, imperceptível aos mais incautos que, a priori, representam a grande maioria da população, de modo que, entorpecidos pelo melífluo discurso gramsciano, as consciências já não possam mais perceber o engodo em que estão sendo envolvidas.
A originalidade da tese de Gramsci reside na substituição da noção de "ditadura do proletariado" por "hegemonia do proletariado" e "ocupação de espaços", cuja classe, por sua vez, deveria ser, ao mesmo tempo, dirigente e dominante. Defendia que toda tomada de poder só pode ser feita com alianças e que o trabalho da classe revolucionária deve ser primeiramente, político e intelectual.
A doutora Marli Nogueira, juíza do trabalho em Brasília, e estudiosa do assunto, nos dá a seguinte explicação sobre a "hegemonia":
"A hegemonia consiste na criação de uma mentalidade uniforme em torno de determinadas questões, fazendo com que a população acredite ser correta esta ou aquela medida, este ou aquele critério, esta ou aquela ´análise da situação´, de modo que quando o comunismo tiver tomado o poder, já não haja qualquer resistência. Isto deve ser feito, segundo ensina Gramsci, a partir de diretrizes indicadas pelo ´intelectual coletivo´ (o partido), que as dissemina pelos ´intelectuais orgânicos´ (ou formadores de opinião), sendo estes constituídos de intelectualóides de toda sorte, como professores – principalmente universitários (porque o jovem é um caldo de cultura excelente para isso), a mídia (jornalistas também intelectualóides) e o mercado editorial (autores de igual espécie), os quais, então, se encarregam de distribuí-las pela população".
Quanto à "ocupação de espaços", pode ser claramente vislumbrada pela nomeação de mais de 20 mil cargos de confiança pelo PT em todo o território brasileiro, cujos detentores desses cargos, militantes congênitos, têm a missão de fazer a acontecer a "hegemonia".
Retornando a Gramsci e segundo ele, os principais objetivos de luta pela mudança são conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social, artistas, sindicatos etc.), uma vez que, os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis. O proletariado precisa transformar-se em força cultural e política, dirigente dentro de um sistema de alianças, antes de atrever-se a atacar o poder do Estado-burguês. E o partido deve adaptar sua tática a esses preceitos, sem receio de parecer que não é revolucionário. Isso o povo brasileiro não está percebendo, pois suas mentes já foram entorpecidas pelo governo revolucionário que está no poder.
Desta forma, Gramsci abandonou a generalizada tese marxista de uma crise catastrófica que permitiria, como um relâmpago, uma bem sucedida intervenção de uma vanguarda revolucionária organizada. Ou seja, uma intervenção do Partido. Para ele, nem a mais severa recessão do capitalismo levaria à revolução, como não a induziria nenhuma crise econômica, a menos que, antes, tenha havido uma preparação ideológica. É exatamente isto que está acontecendo no presente momento aqui no Brasil: A preparação ideológica. E está em fase muito adiantada, diga-se de passagem.
Segundo a doutora Marli Nogueira:
"Uma vez superada a opinião que essa mesma sociedade tinha a respeito de várias questões, atinge-se o que Gramsci denominava ´superação do senso-comum´, que outra coisa não é senão a hegemonia de pensamento. Cada um de nós passa, assim, a ser um ventríloquo a repetir, impensadamente, as opiniões que já vêm prontas do forno ideológico comunista. E quando chegar a hora de dizer ´agora estamos prontos para ter realmente uma ´democracia´ (que, na verdade, nada mais é do que a ditadura do partido), aceitaremos também qualquer medida que nos leve a esse rumo, seja ela a demolição de instituições, seja ela a abolição da propriedade privada, seja ela o fim mesmo da democracia como sempre a entendemos até então, acreditando que será muito normal que essa ´volta à democracia´ se faça por decretos, leis ou reformas constitucionais".
Lênin sustentava que a revolução deveria começar pela tomada do Estado para, a partir daí, transformar a sociedade. Gramsci inverteu esses termos: a revolução deveria começar pela transformação da sociedade, privando a classe dominante da direção da "sociedade civil" e, só então, atacar o poder do Estado. Sem essa prévia "revolução do espírito", toda e qualquer vitória comunista seria efêmera.
Para tanto, Gramsci definiu a sociedade como "um complexo sistema de relações ideais e culturais" onde a batalha deveria ser travada no plano das idéias religiosas, filosóficas, científicas, artísticas etc. Por essa razão, a caminhada ao socialismo proposta por Gramsci não passava pelos proletariados de Marx e Lênin e nem pelos camponeses de Mão Tse Tung, e sim pelos intelectuais, pela classe média, pelos estudantes, pela cultura, pela educação e pelo efeito multiplicador dos meios de comunicação social, buscando, por meio de métodos persuasivos, sugestivos ou compulsivos, mudar a mentalidade, desvinculando-a do sistema de valores tradicionais, para implantar os valores da ideologia comunista.
Fidel Castro, com certeza, foi o último dinossauro a adotar os métodos de Lênin. Poder-se-á dizer que Fidel é o último dos moicanos às avessas considerando que seus discípulos Lula, Morales, Kirchner, Vasquez e Zapatero, estão aplicando, com sucesso, as teses do Caderno do Cárcere, de Antônio Gramsci. Chávez, o troglodita venezuelano, optou pelo poder força bruta e fraudes eleitorais. No Brasil, por via das dúvidas, mantêm-se ativo e de prontidão o MST e a Via Campesina, como salvaguarda, caso tenham que optar pela revolução cruenta que é a estratégia leninista.
Todos os valores que a civilização ocidental construiu ao longo de milênios vêm sendo sistematicamente derrubados, sob o olhar complacente de todos os brasileiros, os quais, por uma inocência pueril, seja pelo resultado de uma proposital fraqueza do ensino, seja por uma ignorância dos reais intentos das esquerdas, nem mesmo se dão conta de que é a sobrevivência da própria sociedade que está sendo destruída.
Perdidos esses valores, não sobra sequer espaço para a indignação que, em outros tempos, brotaria instantaneamente do simples fato de se tomar conhecimento dos últimos acontecimentos envolvendo escancaradas corrupções em todos os níveis do Estado..
O entorpecimento da razão humana, com o conseqüente distanciamento entre governantes e governados, já atingiu um ponto tal que, se não impossibilitou, pelo menos tornou extremamente difícil qualquer tipo de reação por parte do povo.
Estando os órgãos responsáveis pela sua defesa – imprensa, associações civis, empresariado, clero, entre outros – totalmente dominados pelo sistema de governo gramsciano que há anos comanda o País, o resultado não poderia ser outro: a absoluta indefensabilidade do povo brasileiro. A este, alternativa não resta senão a de assistir, inerme e inerte, aos abusos e desmandos daqueles que, por dever de ofício, deveriam protegê-lo em todos os sentidos.
A verdade é que os velhos métodos para implantação do socialismo-comunismo foram definitivamente sepultados. Um novo paradigma está sendo adotado, cuja força avassaladora está sendo menosprezada, e o que é pior, nem percebido pelo povo brasileiro.
O Brasil está sendo transformado, pelas esquerdas, num laboratório político do pensamento de Gramsci sob a batuta de Lula, o aluno aplicado, e a tutela do Foro de São Paulo.
*Artigo publicado originalmente em blog.anatolli.com.br
Nota: os planos podem ser acessados em: https://glo.bo/2w3xpRr
IDEOLOGIA DE GÊNERO
Bolsonaro: Qualquer forma de diferenciação entre os brasileiros não será admitida (pág 6)
Lula/Haddad: Criar bolsas de estudo para travestis e transexuais (pág 21)
PRESÍDIOS
Bolsonaro: Prender e deixar na cadeia quem tiver cometido crimes (pág 30) e acabar com a progressão de pena e saída temporária (pág 32)
Lula/Haddad: Reduzir a massa carcerária do Brasil através da liberação de presidiários (pág 33)
PROPRIEDADE PRIVADA
Bolsonaro: Retirar da Constituição qualquer relativização da propriedade privada (pág 32)
Lula/Haddad: Enfrentaremos a criminalização do MST (pág 23)
IMPOSTOS
Bolsonaro: Redução da carga tributária e aumentar receita destinada aos municípios (pág 58)
Lula/Haddad: Criar imposto sobre a exportação (pág 41), criar imposto sobre lucros e dividendos (pág 42) e aumentar o imposto territorial rural ITR para grandes propriedades (pág 56)
IMPRENSA
Bolsonaro: contrariedade a qualquer regulação ou controle social de mídia (pág 7)
Lula/Haddad: implantar mecanismos de regulação da imprensa e criar uma empresa pública de comunicação para expor o posicionamento do governo (pág 16)
LAVA JATO
Bolsonaro: a justiça deverá seguir seu rumo sem interferências políticas (pág 15)
Lula/Haddad: promover uma reforma do sistema de justiça para reduzir o poder de investigação do ministério público federal (pág 6, 15)
MINISTÉRIOS
Bolsonaro: reduzir os 29 ministérios existentes atualmente (pág 17)
Lula/Haddad: Criar 6 novos ministérios (pág 19, 20 e 55)
EMPRESAS PRIVADAS
Bolsonaro: Fomentar o empreendedorismo, fazendo com que o jovem saia da faculdade pensando em abrir uma empresa (pág 46)
Lula/Haddad: implementar cotas para negros em empresas privadas (pág 20)
DITADURAS SOCIALISTAS
Bolsonaro: deixar de louvar ditaduras assassinas socialistas e desprezar democracias importantes (pág 79)
Lula/Haddad: desenvolvimento da infraestrutura de países do Mercosul (Venezuela) (pág 11)
SINDICATOS
Bolsonaro: o sindicato deve ser voluntário, contra a obrigatoriedade do imposto sindical (pág 64)
Lula/Haddad: valorização de sindicatos e associações de trabalhadores (pág 40)
AGRONEGÓCIO
Bolsonaro: Segurança no campo, políticas para consolidar mercado interno e abrir novos mercados externos, melhora da logística de distribuição (pág 69)
Lula/Haddad: regulação do agronegócio para evitar ampliação de grandes latifundiários. Implantar reforma agrária e distribuir terras ao MST e indígenas (pág 56)
CONSTITUIÇÃO
Bolsonaro: respeito e obediência à constituição (pág 6)
Lula/Haddad: Estabelecer um novo processo constituinte para aumentar o poder do estado (pág 6)
MÉDICOS CUBANOS
Bolsonaro: Avaliar os médicos cubanos para atestar sua capacidade. Os aprovados passarão a receber seu salário integral, sem destinar recursos à ditadura Cubana (pág 40)
Lula/Haddad: Ampliar o programa mais médicos (importar mais médicos cubanos) (pág 29)
SEGURANÇA
Bolsonaro: tolerância zero com o crime (pág 10) e redução da maioridade penal (pág 32)
Lula/Haddad: desmilitarização das polícias (pág 31) e iluminação com led nas ruas (pág 54)
DROGAS
Bolsonaro: Combate à ideologia de liberação irrestrita de drogas ilícitas (pág 26)
Lula/Haddad: Promover a descriminalização das drogas (pág 32)
TANTAS EMOÇÕES
Depois de tantas e boas emoções que o resultado das Eleições/2018 proporcionou na cabeça da maioria do povo brasileiro, inclusive na minha, trato de fazer uma breve análise, com o máximo possível de isenção, de tudo que ouvi, li e assisti ao longo da frenética apuração dos votos Brasil afora.
ESTRONDOSO FIASCO
Primeiramente, sem a menor possiblidade de contestação, é preciso que se diga que TODOS os institutos de pesquisa deram uma flagrante prova de incapacidade na arte de fazer pesquisas eleitorais. Ao comparar os resultados de todas as pesquisas que foram feitas ao longo dos últimos meses, com o resultado obtido ontem nas urnas, o que temos nada mais é do que um estrondoso FIASCO.
BRASIL NOVO
Na real, os eleitores brasileiros, através do VOTO, disseram nesta edição, que QUEREM UM BRASIL NOVO, DECENTE E REFORMADO. Este recado fica bem claro quando se vê que a maioria dos -CACIQUES- (políticos que controlam os -ÍNDIOS- no Legislativo), simplesmente foram mandados para casa (muitos quiçá para a prisão).
BLOCO REFORMISTA
Também ficou bastante claro que quase todos os candidatos que apoiaram o presidenciável Jair Bolsonaro se deram bem. Alguns, inclusive, surpreendendo de forma pra lá de animadora, favorecendo para a formação de um forte bloco REFORMISTA, tanto na Câmara quanto no Senado.
POVO CONVENCIDO
Se o resultado das Eleições para o Legislativo mostrou o quanto o povo brasileiro em geral está convencido de que o BRASIL precisa trilhar o caminho da DECÊNCIA e do CRESCIMENTO ECONÔMICO, na votação para PRESIDENTE (assim como para GOVERNADOR, alguns estados), ainda vamos precisar de mais três semanas para ver esta vontade se confirmar.
FAZER ACONTECER
Sei, perfeitamente, que teremos uma árdua disputa pela frente, mas ainda assim estou plenamente CONFIANTE de que JAIR BOLSONARO será eleito PRESIDENTE DO BRASIL. Depois de verificar a votação obtida por aqueles que foram eleitos ontem fiquei ainda mais convencido de que os eleitores vão se multiplicar para vencer o ATRASO.
Atenção: a vitória de Jair Bolsonaro, no entanto, não é uma questão de ESPERAR PARA VER. Agora, mais do que nunca, é preciso FAZER ACONTECER. Agora, todos os políticos que foram eleitos porque apoiaram Bolsonaro, precisam se empenhar muito para eleger Jair Bolsonaro -17- no Segundo Turno.
DERROTAR A FRAUDE NAS URNAS- A título de sugestão: para obter o máximo possível de votos é importante o constante ESCLARECIMENTO das vantagens que o Brasil obtém com a vitória de Jair Bolsonaro. Quanto menos ataques aos eleitores que preferiram outros candidatos, notadamente ao povo nordestino, mais teremos uma vitória consagradora.
Não esqueçam que para levar Bolsonaro à VITÓRIA é preciso DERROTAR a sempre possível FRAUDE NAS URNAS.
CUMPRIMENTOS - Aproveito para enviar a todos os REFORMISTAS ELEITOS os meus cumprimentos carregados de votos de excelentes mandatos. Peço que façam de tudo para MUDAR O BRASIL.
Aos candidatos REFORMISTAS que não foram eleitos envio os meus parabéns pela luta que enfrentaram. Mais: NÃO DESISTAM. A luta não é feita apenas por eleitos, mas por todos os eleitore
Este é o último editorial que escrevo antes das Eleições/2018, que acontecem neste domingo, 7/10. Nestas próximas horas vou me dedicar, de corpo e alma, de forma incessante, às redes sociais e ao Whatsapp com um único propósito: obter votos suficientes para eleger JAIR BOLSONARO -17- já no primeiro turno.
CONVOCAÇÃO
Como conheço as minhas limitações convoco todos os leitores do Ponto Critico que seguem a mesma lógica do meu raciocínio para que me acompanhem nesta árdua tarefa e tratem, portanto, de convencer as pessoas de seus relacionamentos que pratiquem imediatamente o VOTO ÚTIL por um Brasil melhor.
DIFICULDADES A FRENTE
É bom que fique bem claro que a vitória de Bolsonaro não significa que o seu bom PLANO DE GOVERNO venha a ser aceito, e aprovado, tanto pelo Legislativo quanto, principalmente, pelo Judiciário que não admite discutir minimamente a perda de qualquer privilégio.
MATRIZ BOLIVARIANA
Entretanto, o que os leitores/eleitores precisam ter em mente, de forma muito transparente, é o seguinte: a vitória de JAIR BOLSONARO -17- representa, antes de tudo, vetar a volta da -MATRIZ BOLIVARIANA-, imposta pelos governantes petistas, que levaram o Brasil ao CAOS TOTAL.
PROJETO DE PODER
Se alguém, por ventura, está relativizando esta possiblidade, sugiro que leia o PLANO DE GOVERNO de Fernando Haddad. No documento consta, com absoluta clareza (sem a mínima possibilidade de interpretação equivocada e/ou precipitada), que o tal PROJETO DE PODER, defendido constantemente pelo criminoso prócer petista, José Dirceu, é a grande meta do PT.
TODAS AS FICHAS NO 17
Portanto, diante do perigo que representa a volta do PT ao governo do nosso empobrecido Brasil, como atesta com clareza o PLANO PETISTA, o melhor que todos os eleitores REFORMISTAS podem fazer é colocar todas as fichas no 17.
De novo: eleger Bolsonaro, meus caros leitores, mesmo sabendo que ele não terá vida fácil para bem governar, significa, antes de tudo, livrar o Brasil da MATRIZ BOLIVARIANA defendida pelos COMUNISTAS/POPULISTAS.
O visitante que descer no Brasil hoje e tentar se informar sobre ele a partir das manifestações da maioria dos presidenciáveis, terá a impressão de estar num país onde a saúde pública é possível, onde a democracia atenuou a pobreza, onde o empresariado é tratado como aliado e não inimigo, onde policiais estão juridicamente amparados para reprimir a bandidagem e onde os indicadores econômicos e sociais necessitam de pequenos ajustes aqui ou acolá. Mas não é assim.
Há meses em pré-campanha e agora em campanha com o nosso dinheiro, alguns desses biltres invocam soluções mirabolantes para amparar as mentiras e tolices que bradam. Outros, sem nenhum rubor ou senso de decência, requentam as grosserias e assacadilhas de embates anteriores dos quais saíram nocauteados pelas urnas. Por fim, há um pelotão formado por personagens infantilizados que insistem naquelas tolices marxistas que jamais vingaram em algum canto, ilha, hospício ou cemitério do planeta. Portanto, o que é prometido dificilmente poderá ser cumprido.
1989, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018. Governos entraram, governos saíram e governos foram saídos. Ao longo desse período, parâmetros de vida e de administração pública sofreram alterações ou foram banidos. Já a violência adquiriu contornos bélicos. A saúde gera estatísticas aterrorizantes. A previdência social é indecente e alvo de fraudes e incúrias.
Defenestrar tudo isso é inadiável. Era de se supor, portanto, que as pautas e visões do país por aqueles que se jactam capazes mas não mencionam seus fracassos em governos municipais, estaduais e ministérios, se direcionassem objetivamente. Mas o que predominou? O blá-blá-blá enfadonho de sempre. Sim, é triste, mas pouco mudou nos discursos das campanhas presidenciais brasileiras. Os vícios e cenários dos debates modulados por quase robôs (“seu tempo acabou, candidato”) permanecem praticamente intactos. As campanhas são bolorentas, enfadonhas e a maioria dos personagens ultrapassados, alguns verdadeiramente indecentes e hostis ao próprio Brasil que juram defender.
Se de um lado é certo que dois Impeachments em menos de um quarto de século foi estrago demais para uma geração zonza por tantos borrões políticos, não é menos exato de outro que não foi suficiente para a maioria dos pretendentes refletirem seriamente em torno desse feixe de erros acumulados e, a partir dele, retirar algum tipo de proveito útil.
Convenhamos: a maioria dos atuais candidatos ao Planalto, além de agredir o vernáculo a cada frase ou intervenção, desconhecer a história do seu próprio país e mentir deslavadamente em debates e entrevistas, não distingue uma duplicata de uma promissória, mas pretende chefiar o governo, o Estado, a administração pública e as Forças Armadas. Convenhamos: é muita cara-de-pau.
De outra parte, até as crianças sabem que o que não falta para uma campanha presidencial são temas-tabus e velhas polêmicas. Política incisiva de saúde pública. Aperfeiçoamento da legislação de empregos. Redução da maioridade penal. Reforço geral nas fronteiras secas. Extinção da maior parte das agências reguladoras e do Bolsa Família. Incentivos tributários e fiscais às empresas. Privatizações. Correção anual da tabela do Imposto de Renda. Obesidade infantil. Revisão de aposentadorias e pensões. Surto de saneamento básico. Direito de portar arma. Redução das áreas indígenas. Valorização do serviço e do servidor público. Reexame da legislação de cotas. Debate nacional sobre os cassinos. Incentivo à memória nacional e ao patrimônio público. Atualização da mobilidade urbana. Repressão intransigente à prostituição infantil. Atualização da Lei de Licitações. E há mais uma meia centena de temas que a maioria dos personagens não aborda.
Ao evitar temas densos e aflitivos como os que foram acima exemplificados, a maioria dos presidenciáveis mente descaradamente, trombeteia Brasis fictícios e traça fórmulas delirantes em torno de um país que existe apenas nos seus tablets e escassos neurônios. Sem pestanejar, alguns desses desajustados despejam propostas bizarras e inexecutáveis que flertam com a improbidade administrativa. A inconsistência que transmitem reforça o sentimento de “ineficácia da política” que predomina entre os eleitores.
Periféricos, a maior parte desses indecentes não tem compromisso com a realidade. Quando se postam diante das câmeras posando de sérios, debocham da inteligência média das pessoas. E o que é pior: sem corar. Sem jamais abdicar do papel de cínicos e dissimulados, hastearam uma bandeira branca encardida e posaram de solidários após o atentado sofrido por Jair Bolsonaro. No momento que o alvejado disparou nas pesquisas, revogaram a falsa paz e retomaram os ataques torpes e caluniosos. Mas a tática não deu certo. Justamente o candidato que não dispõe de horário de mídia, que não utiliza jatinhos particulares, que não recebe dinheiro público do orçamento para a campanha eleitoral e que nos últimos dias tem feito campanha eleitoral tomando remédios e usando pijama e uma bolsa de colostomia, lidera todas as pesquisas.
Votar bem em 7 de outubro é imperioso, tanto para você e para a sua família quanto para a higienização do país. Defenestrar de vez esta horda de mentirosos contumazes e ex-ministros de governos cínicos e criminalizados é um dever patriótico.
Há opção para o progresso. Esses Brasis de prancheta editados pelas propagandas de rádio e televisão não podem derrotar o Brasil novamente.
*Advogado e professor de Direito Eleitoral