Alex Pipkin, PhD
Faz poucos dias, morreu João Paulo Diniz, filho do empresário Abílio Diniz.
João Paulo, segundo consta, era um esportista e possuía um estilo de vida bastante regrado, o que não foi suficiente para evitar uma morte aos 58 anos.
Logo após a notícia, comecei a ler uma série de posts e mensagens alertando e sugerindo que deveríamos “viver a vida”, gozando de seus prazeres imediatos, vinculados a comidas, bebidas, viagens e outros tipos de desejos. O “racional” é de que a morte está sempre à espreita.
Fiquei pensando que embora a mensagem seja sedutora, parece-me que esse é um dos grandes problemas do pensamento “pós-moderno e progressista” mundial.
No entanto, sob o ponto de vista histórico, não há dúvidas de que na América do Sul, vis a vis a Europa e aos EUA, a lógica curtoprazista sempre foi o “modus operandi”.
E aí é que sempre habitou o perigo! Não há crescimento e progresso sólido e sustentado sem a construção do futuro, que necessita ser realizado a partir do presente, o que implica em certa renúncia dos desejos presentes, a fim de construir e se beneficiar no longo prazo.
Em outras palavras, é preciso trabalhar, planejar, economizar, e edificar um futuro mais inovador e melhor.
Na inovação, raramente existe o “momento Eureka”, as inovações demandam várias tentativas e muita persistência.
Viver “loucamente” a vida no presente, é sensacional para livros e para roteiros de filmes.
Tanto no aspecto individual como no empresarial, é singelo perceber como a questão temporal importa e é decisiva.
Tristemente, não é a regra, mas quantas pessoas abandonam os prazeres imediatos da vida, para investirem numa formação universitária, por exemplo, visando obterem maiores benefícios futuros?
Quantos empresários investem os ganhos nos seus negócios, com o objetivo de gerar mais diferenciais competitivos para construir uma posição competitiva mais vantajosa no futuro?
Evidente que não é uma tarefa fácil. Confesso que por “n” motivos também fraquejei, em algumas situações, nessa questão. Penso que quanto mais jovens somos, em razão da pouca “janela” que possuímos, mais frágil é o nosso autocontrole e a nossa preocupação com o longo prazo. A cegueira se apossa de nós.
Como sempre os incentivos importam, e a própria “qualidade” de nossas instituições depende da orientação temporal, aqui sendo de pior qualidade justamente pela despreocupação com a construção de um futuro melhor para todos.
No país do carnaval, os incentivos são contrários ao investimento no futuro, aquele que induz as pessoas a trabalhar, economizar e investir numa vida melhor no futuro.
Nessa terra, a procrastinação na implementação de políticas públicas de sedimentação de um futuro promissor é fundamental para que os donos do poder e da democracia continuem explorando e se apropriando da riqueza gerada pelos seus reais criadores.
Nesse país, a orientação curto-prazista, similarmente, evoca a busca de “salvadores da pátria”, que compram a alma popular em troca de migalhas, mesmo que isso custe o futuro de gerações de brasileiros.
Até mesmo no país berço das liberdades individuais e econômicas, os valores virtuosos pilares do crescimento e do progresso, têm sido abdicamos em nome do total gozo do presente. Narrativas populistas, “progressistas” e insensatas alardeiam mensagens do tipo “você pode ser quem você quiser”, “viva somente o presente”, “faça tudo o que quiser agora”, entre outras, demonstram a ênfase na estipulação de um pensamento de curto prazo nas populações.
Na Terra do pau brasil, Macunaíma também era guiado pelo prazer e pelo oportunismo. Evidente que o medo imperava.
No conhecimento econômico lógico, a orientação de longo prazo também é um componente essencial para o desenvolvimento econômico e social.
Penso que se os incentivos não forem transformados para que as pessoas passem a ter a capacidade de pensar e de avaliar os impactos no longo prazo - ironicamente o ensino brasileiro valoriza e estimula o gozo no presente -, continuaremos sendo vítimas de populistas, corruptos, ladrões e despreparados, que não roubam apenas dos cofres públicos, mas que sequestram nossa felicidade e nosso futuro.
Jose Mauricio de Barcellos
Nestes meus setenta anos de vida com mais de cinquenta de vivência da política nacional a partir do meu estado natal, o Rio de Janeiro, nunca havia vivenciado a existência de um cerco social, político, econômico e jurídico tão perverso, vulpino e soez, como vem sofrendo Presidente eleito desde sua posse.
São poucas, mas marcantes, as lembranças que guardo da forte campanha contra Getúlio Vargas e o “Getulismo” que, revelando o mar de lama que corria debaixo da sede do governo da União, o Palácio do Catete, terminou por levá-lo ao suicídio, pondo fim dessa forma trágica a uma época da nossa história.
Assisti toda luta da antiga e velha República para se manter no poder – que afastou os Presidentes Café Filho, Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e João Goulart – dando lugar aos governos civil-militar que, por sua vez, nas décadas de 60 e de 70 nos livraram do comunismo ateu e assassino, evitando a implantação no País de uma ditadura do proletariado.
Aqui a coisa esteve realmente séria e a luta de vida ou morte que se travou contra a vermelhada comprada pela antiga União Soviética e por Cuba, conquanto tivesse sido dura e sangrenta como poucos tiveram conhecimento, nunca foi tão direta e determinada contra as figuras dos Presidentes da República da época, contra suas famílias e equipe de ministros, como hoje se constata em relação ao Presidente Bolsonaro.
Falando genericamente e sem pretender mergulhar em um estudo sociológico que não cabe no âmbito destes comentários, forçoso é concluir que a causa principal desta mudança dramática de procedimento, desde a época dos militares para esta parte, reside no fato de que, em nossa sociedade, o poder apodreceu e a elite que, no geral, sempre foi pior do que o povo tornou-se mais desprezível ainda.
Antes tínhamos uma classe política aproveitadora, preguiçosa e usurpadora, mas não era composta de bandidos, de ladrões e de assassinos, na sua maioria. Hoje, pelo menos até o advento da “Nova Ordem Brasileira” quando tudo mudou bastante, o que havia sobejado era uma classe política abjeta, integrada pelo que há de pior em nossa sociedade e muito bem exemplificada pela figura ignóbil do “Ogro Descondenado”, o maior ladrão da coisa pública da história contemporânea.
Antes tínhamos um Poder Judiciário, liderado pelos Tribunais Superiores que se constituíam de magistrados tidos e consagrados como cientistas do direito e como exemplos de honradez, de dignidade e de competência para os togados no País inteiro, tanto quanto para a digna comunidade dos operadores do direito. Hoje, depois de tudo ultrajado na era do social-comunismo das quadrilhas de FHC a Temer, o que temos são instituições marginais, odiadas pelo povo, como um dia proclamou o corajoso jurista Modesto Carvalhosa.
Antes tínhamos uma parcela do poder nas mãos de uns poucos sanguessugas do suor de nossa gente, sempre abraçados pela intelectualidade vassala de seus feitiços e viciada em suas benesses. Hoje a luta é para se impedir a volta ao Planalto ou ao centro do poder de uma horda de banqueiros, de rentistas, de financistas e de empresários do atraso e da roubalheira, com os quais os “Contras” e os Terceiroviistas” conviviam alegremente em face dos benefícios que recebiam, fechando os olhos para o mal que faziam à Pátria em que nasceram.
Toda essa gente dos demônios, que sangra diariamente o Presidente de milhões de brasileiros e ultraja esta Terra de Santa Cruz, que é responsável pela instabilidade dos tempos de agora, que não aceita viver sem corromper, sem roubar ou, no mínimo, viver à custa da máquina governamental vai “fazer o diabo”, como proclamou a “Anta Guerrilheira” para tomar o poder na mão grande e não no voto, como petulantemente proclamou o bandidaço Zé Dirceu e repinicou um seu esbirro na Suprema Corte, o tal ex-defensor do terrorista sanguinário Cesare Battisti e discípulo do vigarista estuprador, João Teixeira (João de Deus).
Toda esta carnificina, contra Bolsonaro e sua gente, na qual se nutre e se banha a imprensa dos Barões das Comunicações, não vai parar até as eleições de outubro próximo e, depois dessa, enquanto o povo não se dispuser a se valer do verdadeiro poder que a Constituição da República colocou em suas mãos.
Posto que somente o povo de um País seja o senhor de seu destino, eu prazo aos Céus que nossa gente ponha a ferros todo esse sofrimento, conclamando aos patriotas que continuem fazendo cada um a sua parte.
O lamentável é que em virtude deste cabo de guerra que a Nação Verde e Amarela se vê na obrigação de puxar contra a vermelhada delinquente, quem mais sofre é a população antes vitimada pelas quadrilhas dos governos anteriores e de quem se continua surrupiando até as informações sobre as fantásticas realizações deste governo, no campo da economia e no social, para impedir a esperança que nasceu com Bolsonaro. Assim, vamos falar de algumas.
vAssistindo, em um dia destes, a um vídeo que transita pela rede mundial de computadores, ouvi do ministro Adolf Sachsida um relato impactante acerca daquelas realizações, que a mídia canalha esconde deslealmente.
Destacou aquele economista e advogado formado pela universidade do Alabama – USA e membro da equipe econômica de Paulo Guedes, hoje ministro de Minas e Energia, que seis (6) relevantes reformas estruturais foram implantadas, nestes três últimos anos de governo, em relação às quais se fez de tudo para escondê-las do distinto público.
Começou citando a tremenda modernização da legislação trabalhista, ocorrida mais propriamente a partir das normas regulamentadoras da saúde e da segurança do trabalho, que desaguou em um significativo crescimento do emprego formal e informal, mesmo durante uma época de recessão mundial, imposta pela pandemia do vírus chinês.
Daí seguiu enfatizando a reforma administrativa, dizendo que hoje temos menos funcionários do que em 2011, o que ocorreu, também, em razão do enorme esforço feito para digitalização dos serviços públicos. Isto veio beneficiar (e muito) o povão, como exemplificou com a questão da tal “prova de vida” – que antes era uma verdadeira tortura para idosos e doentes – e que hoje pode ser ultimada até pelo celular.
Para os entendidos de uma figa que gritam sempre que o governo não fez reforma tributária alguma, Sachsida disse que se fez sim e que esta foi muito importante, a partir da redução permanente de 11 tributos – e se em seguida for aprovada o PL nº 488, então haverá uma redução permanente de 12 tributos – e acrescentou: “nunca se reduziu tanto tributo como nesse governo, aumentando assim a eficiência econômica e a eficiência locativa”.
Outra reforma relevante e escamoteada pela mídia safada e militante foi a reforma do setor financeiro e de mercado de capitais, com a criação de 14 novos instrumentos financeiros, com os quais se “desestatizou” o crédito. Segundo A. Sachsida, em 2015 o crédito livre na economia era responsável por 51% dos empréstimos, hoje por 60% e disse, igualmente, que os bancos privados respondiam, em 12/2015, por 44% dos empréstimos e hoje concedem 57%, sem falar que o BNDES está reduzindo sua participação nestas operações – se livrando das JBS da vida, digo eu – e o mercado de capitais está cada vez mais vigoroso, por conta desta desestatização do crédito.
Quanto às concessões e as privatizações, falou que as reformas dessas políticas públicas trouxeram uma mudança econômica fundamental. Antes ganhava a privatização quem oferecia o maior preço para o governo – para mais se ter nos cofres para roubar, penso eu – hoje, disse o Ministro, ganha quem oferece mais investimento privado, o que traz mais emprego e renda para nossa gente.
Neste campo, respondendo a caterva “criticante” de uma figa que pergunta sempre pelo trilhão prometido pelo Ministro Paulo Guedes, acrescentou o ministro Sachsida que tais concessões privatizações já renderam para o erário 200 bilhões, já colocados no caixa do tesouro nacional e os outros 800 bilhões virão sob a forma de investimento privado, através de contratos já assinados, dos quais 80 bilhões já chegaram por conta daqueles contratos, ressaltando que, mesmo durante a crise da pandemia, as concessões e as privatizações não pararam.
Por fim, falou o ministro das reformas microeconômicas dos marcos legais, quais sejam: do novo marco de ferrovias; do novo marco de cabotagem; do novo marco de saneamento; da autonomia do Banco Central e da melhoria do ambiente de negócios, para deixar claro que esta agenda de reforma microeconômica traz, na prática, um enorme crescimento econômico e grande melhoria da produtividade, em tempos difíceis e sem perspectiva para o mundo.
Não são por outras razões, explicou Sachsida, que os analistas e pregoeiros do caos falam sempre que o PIB vai cair e aí ele sobe. Em 2020 foi assim, em 2021 foi assim e em 2022 será assim também. Erraram três vezes e vão errar para 2023, porque esses agentes da banca voraz e cruel apenas estão olhando pelo lado da demanda, ou seja, estão olhando para uma economia que não existe mais. Sob a liderança do Ministro Paulo Guedes estamos olhando a economia pela ótica da oferta.
Explicando melhor para o povão, disse o ministro que este governo está deslocando a curva da oferta e que os tais analistas continuam olhando a curva da demanda, isto é, para a curva errada. Assim sustenta que se está fortalecendo o investimento privado e que é justo por isso que o investimento privado acabou de bater novo recorde, desde o 3º trimestre de 2014.
Continuando disse, também, que focando na geração de empregos e renda via mercado e não via estado, ao se deslocar a curva da oferta, a produção e a produtividade da economia aumenta, como um todo. Isto tudo sem se falar que é o que mata os vermelhuscos que apostam na oferta pública para voltar a aparelhar criminosamente a máquina governamental, eu acrescento.
Quanto às críticas relativas à política fiscal, Sachsida rebateu dizendo que este é o 1º governo que ao longo de 20 anos vai terminar seu ciclo de 4 anos gastando menos dinheiro em relação ao PIB do que quando entrou. Em 2018 o governo gastava 19,4% em relação ao PIB e se vai terminar gastando 18,9% do PIB.
No final arrematou: “a expectativa da dívida está caindo; o governo está gastando menos; está arrecadando mais e diminuindo impostos, ora vamos ser honestos, o Ministro Paulo Guedes é porreta”.
Em sendo desta forma, digo sem medo ou subterfúgio, há esperança e muita, vale a pena continuar na luta, vale a pena sustentar este cabo de guerra contra os traidores da Pátria.
* O autor é ex-Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado.
** Publicado originalmente no excelente Diário do Poder
Eduardo Lamas
A baixíssima qualidade da educação brasileira é de conhecimento geral, um problema que é agravado pelo pouco espaço de escolha que os pais têm. A mesma lei que obriga a matrícula na escola é absolutamente omissa em relação à qualidade do ensino: por exemplo, a lei não exige que as crianças estejam alfabetizadas ao final do primeiro ano do ensino fundamental. Dito de outra forma, os pais são obrigados a matricular seus filhos na escola, mas esta não tem a obrigação legal de alfabetizá-los no período correto! Obviamente, esta assimetria legal resultante dos mais óbvios interesses sindicais docentes, na prática, atinge os mais pobres, pois os pais de classe média ainda têm alguma escolha e dificilmente aceitam que seus filhos permaneçam numa escola na qual não aprendem o suficiente.
Até recentemente, o padrão de concorrência educacional se dava, num primeiro nível, entre escola pública e escola privada, onde as diferenças de qualidade cobravam um sacrifício financeiro dos pais. O marketing das escolas privadas se focou em aspectos bastante visíveis como limpeza, segurança ostensiva, prédios bem pintados etc., como sinalização de qualidade de ensino. Jamais a escola pública, por suas amarras burocráticas, poderia concorrer nestes aspectos.
O bom marketing acabou nivelando a concorrência entre as escolas privadas. Porém, não é preciso ser especialista em educação para saber que o principal recurso da educação de qualidade é a capacitação dos professores, onde o marketing é menos eficaz. Neste aspecto, o segundo nível de concorrência entre as escolas privadas tem se mostrado ainda pouco definido. Capacitação dos professores não é uma variável de fácil mensuração quantitativa; do contrário bastaria o marketing mostrar que determinada escola tem mais pontuação do que as demais. Capacitação docente pode ser difícil de definir, mas em geral sabe-se apontar quando ela existe. Além disso, há professores bem capacitados em número suficiente para que todas as escolas privadas os disponibilizassem?
Frequentemente, o homeschooling é definido de maneira distorcida, geralmente como um obstáculo à socialização. Deve ser esclarecido que homeschooling não é ato de isolamento social ou religioso. Há vários formatos possíveis, mas em boa parte do debate o homeschooling é tratado como sinônimo de ensino pelos pais em substituição aos professores. Talvez esse seja o formato menos demandado e necessário de homescooling. Pouco se fala no formato no qual o homeschooling se baseia numa conjunção de ensino à distância, aulas particulares e livre frequência de infra-estruturas educacionais (biblioteca, laboratórios, esportes). O perfil de demanda por este formato se concentra em pais que querem cumprir sua obrigação de dispor a melhor formação possível aos seus filhos, mas não encontraram qualidade suficiente, nem em escola pública e nem em escola privada. Pela legislação atual, aqueles pais que contratarem diretamente professores e infra-estrutura educacional para seus filhos sem os matricularem em escolas estarão incorrendo em conduta criminal.
Por ora, o homeschooling ainda não é uma realidade capaz de oferecer concorrência à escola privada. Porém, num futuro não muito distante, considerando inevitável sua legalização, significará um desafio concreto a esta, assim como ao mercado de trabalho dos professores e à sua respectiva sindicalização. Um professor especializado em homeschooling terá sua capacitação muito mais valorizada do que hoje. A tendência é que sua renda seja muito maior como “professor domiciliar” do que na realidade atual, na qual há restrições legais e especialmente ideológicas para pagar salários diferenciados. Assim, a tendência é que professores extraordinários se especializem no homeschooling e, por consequência, as escolas privadas tenham mais dificuldade para contratá-los. E com este mercado de trabalho mais segmentado, dificilmente haverá interesse dos professores em se sindicalizar na forma como se dá hoje, onde os sindicatos estão a serviço de interesses partidários.
Diante desses interesses, as posições contrárias à legalização do homeschooling não são gritadas apenas pelos movimentos de esquerda em nome da “socialização” das crianças e todas as habituais distorções daí decorrentes. O lobby da escola privada neste particular forma uma curiosa, embora politicamente compreensível, coalizão com a esquerda. A realidade legislativa brasileira mostra que o lobby classista, sutil e bom de barganha, pode ser extremamente lesivo ao interesse público, sobretudo quando unido aos gritos assembleístas habituais.
A verdadeira democracia educacional é aquela na qual há diferentes sistemas que atendem a diferentes expectativas, sujeitos a padrões mínimos de qualidade. Nunca é demais lembrar que o homeschooling será mais uma alternativa educacional e não uma obrigação!
* O autor é professor
Raul Jafet
" Como assim?" Perguntei a 3 jovens advogados, que acabara de conhecer. "Não suporto Bolsonaro e seus filhos - disse um.... "Negacionista" disse outro..... "E as queimadas na Amazônia?" respondeu indignado o terceiro.
Tempos atrás, uma jovem executiva do mercado financeiro disse "odiar o mito",confirmando seu futuro voto no ex presidiário.
Corrupto! Entregou bilhões a fundo perdido a ditadores, faliu estatais, organizou o maior esquema de corrupção jamais visto, com empreiteiras, investiu fortunas em estádios para Copa do Mundo, entregou de mão beijada nossa refinaria de gás na Bolívia( que agora nos cortou 30% do fornecimento ), investiu no Porto de Muriel em Cuba, deixou centenas de obras superfaturadas e inacabadas.....durante seu governo, e no de sua infeliz sucessora, ONGs internacionais deitaram e rolaram em nossas terras, surripiando nossas riquezas naturais...
Pior, incentivador do crime, apoiador de ditadores sanguinários, não aceita prender jovens que roubam celulares, defendeu e exigiu junto ao então governo do fraco FHC , que os sequestradores ( "us mininu") fossem extraditados, deixando o cárcere onde faziam - os coitadinhos - greve de fome.
Ainda ofendeu o povo italiano, cuja maior colônia fora da Itália se encontra aqui, ao impedir a extradição do terrorista e assassino Battisti. É bom lembrar, que nomeou ministro do STF, BARROSO, que fora o advogado do criminoso italiano.
Cada vez, deixando mais claro que petistas e tucanos são primos irmãos,
convidou ALCKMIN para ser vice em sua chapa, o mesmo que durante seus anos de governo em São Paulo, assistiu passivo, o crescimento e a expansão da maior organização criminosa do país, hoje com tentáculos em vários países.
Ainda com relação a criminalidade, mais um dos ministros por ele nomeado, FACHIN, impediu a policia de subir morros do Rio de Janeiro.....um desenho claro de como Lula e seus aliados, em várias esferas do poder, lidam com o crime organizado e desorganizado.
Iria longe esse artigo, se continuasse a listar os graves crimes de lesa pátria cometidos por Lula, sua sucessora, aliados, durante os 14 anos que permaneceram no poder.
Me causa espécie, quando ouço alguém de boa formação, de bom nível sócio cultural, alegar não ser de esquerda (sic) mas vota no Lula, embora cientes de tudo que foi listado acima e muito mais!
A eles se aliam BANQUEIROS e GRANDES EMPRESÁRIOS, àvidos pelos lucros fáceis e abundantes que jorraram pelas torneiras abertas pelos petistas, e se perderam nos ralos da corrupção....
Mas nada disso é levado em consideração pelos apoiadores de Lula, muitos deles jovens, de boa formação, e até de vida faustosa!
Somente o resultado das eleições vai dizer quantos brasileiros desprezam conceitos éticos e morais, fecham os olhos para a corrupção e assistem,passivos e coniventes, agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus!
*Raul Jafet é jornalista e empresário
Gilberto Simões Pires
A COMPREENSÃO DO QUE SIGNIFICA O VOO DE GALINHA EM ECONOMIA
Gostem ou não, o fato é que o PROGRAMA ECONÔMICO do atual governo, conduzido com determinação pela equipe liderada por Paulo Guedes, produziu, enfim, na cabeça de boa parte do povo brasileiro a descoberta das razões pelas quais ao longo de mais de 40 anos (1970 a 2018), a nossa economia passou a se comparada ao -VOO DE GALINHA-, que se caracteriza por deslocamentos curtos e rasantes.
DIAGNÓSTICO
Como se sabe, as galinhas mal conseguem se manter no ar devido ao PESO de seus músculos. Não por acaso, a economia brasileira não conseguia sustentar um eventual crescimento justamente pela mesma razão: o PESO DO ESTADO. Vejam por exemplo, que nas últimas quatro ou cinco décadas, a taxa média de crescimento saiu de 2,6% para o pico de 3,9% e, na última década, caiu a -0,6%. Ora, todos os DIAGNÓSTICOS sempre apontaram, apesar da incrível e recorrente recusa dos governos anteriores, que o tratamento para UM CRESCIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL E DURADOURO depende e muito de INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA.
MARCOS REGULATÓRIOS
Pois, a partir de 2019, quando o presidente Jair Bolsonaro assumiu o governo, na boa companhia da sua determinada equipe econômica, o Brasil passou a construir uma BASE DE LANÇAMENTO através de dezenas de MARCOS LEGAIS/REGULATÓRIOS todos voltados com o propósito de GARANTIR NOVOS E IMPORTANTES INVESTIMENTOS, cujos CONTRATOS -JÁ FIRMADOS- garantem mais de R$ 1 TRILHÃO EM INVESTIMENTOS DE INFRAESTRURA nos próximos anos.
LISTA DOS MARCOS REGULATÓRIOS
A lista original do ministro da Economia dava conta de NOVOS MARCOS LEGAIS para: NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM, SETORES -ELÉTRICO, GÁS NATURAL, PETRÓLEO, FERROVIAS, SANEAMENTO BÁSICO, AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL, NOVA LEI DE FALÊNCIAS, LIBERDADE ECONÔMICA. Passados três anos e meio de governo, boa parte destes MARCOS REGULATÓRIOS já estão sendo alvos de enorme interesse da INICIATIVA PRIVADA. Todos eles, repito, vão resultar nos INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA que levarão, inevitavelmente, a economia brasileira a VOAR ALTO POR MUITO TEMPO, o que vai nos livrar do quase eterno VOO DE GALINHA.
REDUÇÃO DE IMPOSTOS
De novo: além de tantas e importantes iniciativas que até então foram sempre recusadas -criminosamente- por governantes anteriores, o presidente Jair Bolsonaro é o ÚNICO CHEFE DE GOVERNO que se dispôs a REDUZIR IMPOSTOS. Além de lutar desesperadamente pela aprovação de uma redução do ICMS sobre produtos considerados como -ESSENCIAIS-, o presidente oficializou a redução de 35% do IPI cobrado sobre produtos que não são fabricados na Zona Franca de Manaus. O corte de impostos deve ter efeito sobre 4 MIL PRODUTOS. Que tal?
Alex Pipkin, PhD
Poucos compreenderam, de fato, o que Hannah Arendt aludiu com "a banalidade do mal", em relação ao monstro nazista Adolf Eichmann.
Não estamos na Alemanha, porém, nunca antes na história desse país, viveu-se, desgraçadamente, tamanha “banalidade da corrupção”.
A corrupção mata milhões de brasileiros na escassez de saúde, na falta de segurança, na fome e na esperança de um futuro melhor para os jovens brasileiros.
O mal dorme conosco faz muito tempo, travestido de platitudes e de palavras-senhas tais como “democracia, Estado de Direito, justiça social e igualdade”, entre outras.
Aqui o órgão Supremo da Justiça anulou os processos do maior ladrão e corrupto da história mundial, liberando Lula da Silva a concorrer à presidência da Republiqueta.
Sim a “Justiça”, com o entusiástico apoio da “grande mídia”, que não vê a hora do “descondenado” voltar a sentar - e maquinar - na cadeira do Planalto.
Não resta um fiapo de dúvida de que vivemos a “banalização da corrupção” em terras verde-amarelas.
Por quê? Porque esse não é um país sério, é uma nação de uma elite podre que deseja continuar se aproveitando da falta de educação e de ensino dos cidadãos e permanecer explorando a renda das pessoas e das empresas, os criadores de riqueza.
Os incentivos legais são gigantescos para o circo e para a roubalheira seguirem livres, leves e soltos.
Leis completamente anacrônicas e leves para diversos crimes, tais como à corrupção, faz bandidos darem risadas. Para os poderosos nem se fala.
Na cleptocracia tupiniquim, o corrupto-mor Lula da Silva tem a desfaçatez de afirmar que ele é a “solução” para acabar com a corrupção, sendo aplaudido pela mídia-militante.
Que país é esse? Todo mundo sabe, inclusive, o STF que o liberou de seus abissais crimes, mas vale tudo para tirar o “monstro autoritário” da presidência.
O mal foi constitucionalizado pelo larápio Lula, deixando nefastos rastros no tecido social brasileiro, porém, isso parece não importar…
Muitos andam de mãos dadas com o mal, na verdade, a mensagem tem sido clara: no Brasil o crime compensa.
Não, não se trata mais de uma questão político-ideológica, é sobre valores, caráter e a moral, que diferenciam aquilo que é próprio do impróprio.
Pois anos atrás um jovem me perguntou: “Mas o Lula não roubou, porque não está preso?”.
Porque não estamos na Dinamarca, aqui é Brasil.
Pior, a cleptocracia tende a aumentar.