• Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 12 Dezembro 2022

Gilberto Simões Pires

AMIGOS DE FÉ

Desta vez, como se estivesse participando de uma corrida contra o tempo (perdido), o ex-condenado LulaLadrão, com o firme propósito de ATINGIR AS METAS anunciadas e/ou pretendidas, não deixou por menos: escolheu a dedo e cheio de confiança os -COMUNISTAS- mais capazes e especializados na ARTE DA DESTRUIÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL para ocupar os inúmeros ministérios que foram criados para atender seus AMIGOS DE FÉ, IRMÃOS CAMARADAS. 

DESPREZO PELA DEMOCRACIA

Ao contrário do que aconteceu em 2003, quando LulaLadrão surpreendeu os mais ingênuos usando o disfarce (falso) de presidente -PAZ E AMOR-, o novo mandato, que inicia (?) em 2023, já tem tudo e mais um pouco para ser marcado como um intenso período de muito DESPREZO PELA LIBERDADE, PELA LIVRE INICIATIVA, PELO ESTADO DE DIREITO e, resumindo tudo isso, PELA DECANTADA DEMOCRACIA. 

POSTE

No que diz respeito à ECONOMIA, ainda que nomes de -experts- na ARTE DE DESTRUIÇÃO já tenham deixado MARCAS INDELÉVEIS de grande incapacidade quando estiveram à frente do Ministério da Fazenda ou Economia, desta vez Lula foi muito além da conta. Na real, foi simplesmente audacioso ao anunciar o seu glorioso -POSTE-, Fernando Haddad, para chefiar a ECONOMIA DO BRASIL.

SELO DE QUALIDADE

A rigor, a escolha do POSTE para comandar o Ministério da Fazenda, deve ser visto como o SELO DE QUALIDADE no mais puro e autêntico sentido inverso do que determina o -CERTIFICADO ISO 9001-, norma de qualidade que foi criada pela Organização ISO, cuja sigla significa International Organization for Standardization. Como manda a Cartilha do Foro de São Paulo, Fernando Haddad será empossado com o propósito de impor um célere -DESMONTE- e/ou -DESTRUIÇÃO ECONÔMICA.

ENTRADA FRANCA

A DEMOLIÇÃO, para quem não sabe, será coroada com a PEC DA GASTANÇA e estará pronta para ser festejada, com ENTRADA FRANCA a partir de janeiro de 2023. Sejam todos, portanto, muito bem-vindos ao BRASIL COMUNISTA. Uhuuuu!

Continue lendo
  • Fernão Lara Mesquita, em O Vespeiro
  • 06 Dezembro 2022

 

Fernão Lara Mesquita

      Depois de tomar de 4 x 1 os jogadores da seleção coreana invadiram o vestiário do Brasil para homenagear os nossos jogadores.

Essa humildade, essa disposição de aprender com quem sabe que os brasileiros - que já "nascem sabendo tudo" - não têm, é que explica como a Coreia do Sul, que há apenas 80 anos atrás era um país politicamente selvagem - e portanto miserável - se dispôs a aprender com os americanos e, no espaço de apenas duas gerações, entrou na estrada que fez deles um dos países mais ricos e o pais mais bem educado do mundo, o que garante que vão voar cada vez mais alto.

Essa humildade, essa disposição de aprender - quem diria que os veríamos batendo essa bola! - é tudo que nos falta, especialmente a esse Brasil dessa falsa elite que sobe no tapetão e imediatamente passa a "se achar", para nos desatolarmos desse brejo em que chafurdamos eternamente.

Continue lendo
  • Dagoberto Lima Godoy
  • 06 Dezembro 2022

 

Dagoberto Lima Godoy 

         Empresários se dizem apreensivos com as perspectivas da economia, a serem sinalizadas pelo anúncio dos nomes a quem Lula pretende entregar a gestão da área. Pois muitos ainda se mostram otimistas, confiantes no “novo” Congresso, recém-eleito, para impedir desatinos.

Ora, a economia de mercado, tanto quanto a democracia, têm como alicerces o estado de direito, quer dizer, uma ordem constitucional estabelecida e respeitada. E é essa ordem, que vem sendo rompida por fatos de todos conhecidos, aquela que deveria ser reconduzida aos mandamentos da Constituição Federal.  

A não acontecer isso – seja por atos do Senado da República, que restabeleçam o equilíbrio entre os poderes, hoje rompido pelos desmandos do Judiciário, seja pela intervenção das Forças Armada, nos termos do artigo 142 – estará consolidada a nova ordem, de escancarado caráter absolutista.

O que impedirá, então, que o governo dito eleito -- de mãos dadas com um STF ativista político partidarizado -- implante no País as medidas revolucionárias amplamente anunciadas pelo próprio Lula ou explicitadas no programa do seu partido, o PT?

A lista é longa, num cerco às liberdades políticas, sociais e econômicas:

 - regulamentação do acesso e a utilização dos meios eletrônicos de comunicação;

- descontrole fiscal com flexibilização do teto de gastos e aumento das despesas públicas; mais ministérios, novas embaixada, quer dizer, mais gastos com funcionários e mordomias;  

- reestatização das empresas privatizadas, incluindo Petrobrás, portos etc.; e criação de novas estatais;

- uso das reservas internacionais para o financiamento dos gastos governamentais; revisão da reforma trabalhista, reempoderando os sindicatos, em detrimento dos interesses dos próprios trabalhadores;

- revisão inconsequente da reforma previdenciária;

- reforma tributária balizada por ônus maiores sobre o setor financeiro, criação de imposto sobre grandes fortunas e confisco de heranças;

- reforma nos currículos formadores das escolas militares;

- etc.

A par das novidades, a esperada retomada das práticas habituais, como

- a cooptação de congressistas e partidos políticos;

- retorno ao controle da mídia por meio das verbas de publicidade estatal;

- uso dos recursos dos bancos estatais – BB, CEF, BNDES – para alavancar empresas escolhidas e financiar obras públicas de outros países com governos ditatoriais;

- a politização do ensino fundamental com ideologias socialistas, de gêneros etc.;

- cofres públicos abertos para atividades artísticas e culturais simpáticas ao governo;

- tolerância licenciosa face a invasões de prédios públicos e propriedades privadas;

- desencarceramento, a começar (ou continuar) pelos réus de colarinho branco, como os que saquearam a Petrobrás.

De certo há quem pense que o "novo " Congresso, recém-eleito, vai proceder diferentemente do usual. Vale a esperança, mas é esperar muito de um poder que, ao longo do tempo, vem sendo facilmente capturável por compensações políticas e/ou subornos pecuniários.

Enfim, um cenário pragmático deve ter em mente o exemplo da Rússia, onde a ordem implantada após a queda do regime comunista, mesclando economia de mercado com corrupção, resultou na tomada das antigas estatais e do mercado em geral pelos empresários amigos do regime. Ainda mais que, no Brasil, temos o precedente público e notório do apaniguamento de empresas pelos governos petistas.

Sim, a apreensão quanto ao futuro da economia é mais que válida, mas o que se delineia no horizonte político e social do País é de apavorar os verdadeiros democratas.

*     Cidadão brasileiro.

Continue lendo
  • Dartagnan Zanela
  • 05 Dezembro 2022

 

Dartagnan Zanela

           Há mais ou menos 22 anos, Al Gore, então candidato Democrata à presidência dos Estados Unidos, havia perdido o pleito para o Republicano George W. Bush.

Fim de jogo? Não senhor. O jogo continuou, tendo em vista que Al Gore pediu a tal da recontagem dos votos das urnas do Estado da Flórida.

O candidato do Partido Democrata tentou, tentou, tentou, mas, ao final, não conseguiu provar o seu ponto.

Frente a essa reminiscência, pergunto: Al Gore estava agindo como um golpista? Ninguém na época disse isso e, imagino, ninguém pensou algo assim.

Ele estava promovendo ataques contra as instituições democráticas? Também não. Nenhuma palavrinha foi ventilada por ninguém nesse sentido.

Espere aí! Ele estava agindo feito um fascista para solapar o Estado Democrático de Direito e implantar uma ditadura? Não cara pálida. Nenhuma linha escrita na época apontou para essa direção.

E por que não? Simplesmente porque ele estava apenas questionando o resultado das eleições e, por isso, pediu a recontagem dos votos. Numa democracia, isso faz parte do jogo.

Ah! Antes que eu me esqueça: Al Gore não reconheceu a vitória do seu adversário e, detalhe: isso também faz parte do jogo.

Outra reminiscência: nos anos 70, durante a Ditadura Militar, o então deputado Ulysses Guimarães questionou, de forma corajosa, a legitimidade das eleições presidenciais, via colégio eleitoral. Para tanto, ele lançou-se como "Anticandidato". O magrelo não era fraco.

Ele não foi eleito, é verdade. Mas escancarou a palhaçada toda. Aí, fico pensando, cá com meus alfarrábios: os supremos, os politicamente limpinhos e cheios de amor, classificariam Ulysses Guimarães como fascista? Será que diriam o mesmo a respeito de Al Gore?

Não apenas isso: quem foi que inventou essa história de que questionar o resultado de uma eleição seria um atentado à democracia? Desde quando cobrar transparência e clareza num pleito eleitoral é sinal de ascensão totalitária?

Enfim, me diga o que você condena com palavras bonitinhas, que eu te direi o que a sua hiperbólica "defesa da democracia" de fato é.

*      Publicado originalmente em https://sites.google.com/view/zanela

 

Continue lendo
  • Alex Pipkin, PhD
  • 04 Dezembro 2022


Alex Pipkin, PhD

          Eu sei, eu sei…

Eu, e vários Maracanãs lotados, estamos chocados com a ignorância, a truculência, a insularidade intelectual e a desfaçatez em voga na Republiqueta das Bananas.

O precipício é ético e moral!

E olha que não estou me referindo exclusivamente a turma “progressista” do amor, a idiotice e o achismo também encontram refúgio seguro nas mentes e nos corações “direitistas”.

A vida é como ela é, e grande parte de nossas “certezas”, de fato, não são nossas, são de outros amigos, de conhecidos, de especialistas em quem confiamos, mas nos quais não deveríamos acreditar cegamente, pois eles também pertencem a determinadas tribos ideológicas.

Ninguém me disse, eu estudei e bebi nas diversas fontes para crer que - aparenta a maioria - os indivíduos interpretam as informações com base naquilo em que querem acreditar, e que é congruente com os seus valores e suas crenças.

Esse é o famoso viés da percepção seletiva.

Eu não “amo tudo isso”, porque esse negócio já passou do ponto e da racionalidade faz tempo.

Ainda bem que aprecio um cabelo comprido e ainda mantenho alguns para arrancar.

Presumo que logo logo estarei como o meu falecido pai, escalvado!

É evidente que esse “fenômeno” se dá em todas as esferas da vida social. Porém e inegavelmente, na atual política brasileira, ele reina como um ditador.

Eu tenho - e por vezes, sou advertido, para a atual moda do “cala boca” -, que me resignar, a fim de preservar amigos e, similarmente, a saúde. Já não disponho mais de furos nos cintos, e o piloto, como conhecemos, sumiu!

Tá ok, na política a lógica da verdade objetiva não é a da objetiva verdade, e os caridosos sentimentos se agigantam frente à razão.

Na política em geral, agora mais do que exemplificado pelo sombrio cenário tupiniquim, políticos são como Jesus Cristo (mil perdões!), podem morrer várias vezes.

O fúnebre fato não diz respeito exclusivamente à perversidade na política, conhecida, mas às milhões de pessoas que creem e idolatram bandidos.

Não estou simplesmente apertando a ponta dos dedos no teclado para afirmar isso, são os fatos, são os dados, são os julgamentos, enfim, é a ciência (gargalhadas pela manhã fazem bem ao espírito). E os políticos, com raras excepções, não buscam alcançar a grandeza do espírito humano.

Não aguento mais me fazer de paciente e idiota, porque não sou, na maioria das situações…

Os caras e as caras descolados passam tratorando os fatos, os dados, a realidade como ela foi e é - não como eles gostariam que ela fosse - para mentir na cara dura, e eu tenho que me fantasiar de porta, não, melhor de hiena.

A cada dia que passa nos gramados das camisas verde-amarelas e, presentemente, no Qatar, estamos emburrecendo com os pés e com aquilo que deveríamos encher nossas cabeças.

Eu sei, eu sei, sei que não sou o dono da verdade. Mas aperta o cinto mais um pouquinho aí: contra fatos não - deveria - há argumentos!

Todos nós erramos, como humanos somos falíveis.

Errar é humano, mas no contexto da política tupiniquim, não só os políticos culpam os outros, os adversários, pior, seus idólatras arranjam mentiras românticas e verdades romanescas para se converterem em mais idiotas e para tornarem pessoas razoáveis em supostos estúpidos.

Será que isso tem jeito?! Sério, eu acho que num futuro breve não tem não! Aliás, não há nada que não possa ficar pior.

Putz, sou um sujeito meio carente, será que vou ter que me consolar com o diálogo socrático, conversando comigo mesmo?

Continue lendo
  • Leonardo Faccioni
  • 03 Dezembro 2022

 

Leonardo Faccioni

        Costuma-se responsabilizar as condições draconianas impostas à Alemanha pela Entente, quando do armistício da Primeira Guerra, pela miséria caótica que fomentaria a revolta mais tarde catalisada no nacional socialismo.

Políticos, isso é, teriam criado uma condição de escassez artificial insuportável ao ponto de enlouquecer a população do país afetado.

Na atual histeria climática, novas medidas de escassez artificial estão a ser implantadas e já surtem efeito, por exemplo, na redução da oferta de alimentos e energia, com aumento de custos e ameaças de indisponibilidade crítica ao inverno europeu.

O contexto para isso estava dado pelas chamadas políticas de ESG e pelo mirabolante mercado de carbono, antes ainda de um problema real – a guerra da Ucrânia – precipitar suas consequências.

De fato, poderemos experimentar em escala global uma nova versão do arrocho voluntarista que, em tese, asfixiou a República de Weimar. Dessa vez, em lugar de um abuso internacional, teremos um suicídio econômico coletivo pelas elites que a seita apocalíptica do carbono zero* cooptou.

* Carbono zero para a plebe, é claro. Esta ficará em home office, presa ao metaverso, mendigando créditos sociais para ao menos receber sua proteína de insetos, dados o custo proibitivo da carne e a eliminação de veículos privados. Enquanto isso, prosseguirão os encontros de estadistas em jatinhos particulares para salvar o mundo, com picanha e Veuve-Clicquot.

Continue lendo