• Valdemar Munaro
  • 11 Janeiro 2023

Valdemar Munaro
Caniços, segundo Pascal, despossuídos de consciência, movem-se à mercê dos ventos e determinismos, não 'sofrem' solidão, medo, ressentimento, trauma ou angústia, não sabem de si, nem se perguntam sobre o seu destino.

A condição humana, ao invés, guiada por inteligência e amor, é artífice de seu próprio caminho, engenheira e arquiteta, molda seu ambiente, trama artimanhas e astúcias vindas não do vigor físico ou das pulsões instintivas, mas da interioridade regida pelo espírito que tudo tempera e ilumina evitando esfacelamento e extinção.

Admirável invenção é, pois, a pessoa humana dignificada pela sabedoria e pela ordem da consciência (cum+scientia) que só Deus poderia lhe dispor. Os animais sabem, mas não sabem que sabem. Se soubessem, não seriam o que são. O homem, por sua vez, sabe que sabe e sabe também de não saber. Há, pois, um abismo metafísico entre caniços e racionais.

Embora abaixo de anjos (Sl 8), criaturas humanas se elevam, com asas de inteligência e vontade, para viver acima do achatamento materialista.

Perfeitos e simples, substâncias separadas, como são chamados por Aristóteles os seres angélicos, não carregam o peso da temporalidade e da composição. Talvez, por isso, não complicaram a mão divina no ato que os fez existir. Seres corporais, no entanto, feitos de carne e osso, exigiram 'engenharia' e 'esculturação'. Tudo o que vemos, diz S. Boaventura, é vestígio divino, mas só o homem é sua imagem e semelhança.

A sabedoria divina, portanto, se derramou na criação e contagiou os homens fazendo destes também inventores. Em épocas arcaicas quanto hodiernas, civilizações, 'engenharias' e arquiteturas esplêndidas se emolduraram em muitos lugares e tempos. A inteligência fez o homem cientista e escultor, criador de máquinas, manuseador de linguagens, colhedor de benefícios inimagináveis, domesticador de animais, utilizador do fogo, desviador de monções, construtor de pontes, palácios e templos, desbravador e aplainador de estradas, escavador de túneis, organizador de cidades e campos, prolongador da vida.

Os últimos séculos, porém, surpreendentes, esquisitas e chocantes 'forças' alteraram inspirações e inventividades. O espírito e o objetivo das engenharias vestiram novas indumentárias e a chamada modernidade se tornou ninho de balbúrdias. Alucinantes pensamentos reverberaram inchando ciências e artes de impulsos destruidores. O interior da atividade intelectual, enfeitiçada pela pressa e pelo transformismo, fez 'engenheiros' assumirem incumbências novas e radicais: alterar homens e 'mundos'.

Assim, admiráveis criações esculhambaram-se. O paradigma, exemplo estampado pelo filósofo, cientista e político inglês, Francis Bacon (1561 – 1626) no seu 'Novo Organismo' revela já, em linhas tênues e mansas, uma proposta de reformulação radical das ciências e dos seus fins. Bacon, oposto a Aristóteles (322 a. C.), organizou a atividade cientifica de modo a que estivesse estreitamente ligada a 'poder' e resultados práticos.

No rol das modernas inovações mergulhou também a atividade artística, que, abalroada no 'novo' espírito, passou, progressivamente, do ofício criativo de 'belezas' para o ofício das pedagogias e militâncias. O recinto da estética se encheu de éticas e o recinto da ética se encheu de estéticas. O novo 'paradigma' artístico veio para catequizar e moralizar antes que 'embelezar'. A arte transformou-se em denúncia e protesto desviando-se de seu compromisso original: expressar o belo.

Obras como as de Duchamp, Picasso, Miró, Oscar Niemeyer, Le Carbusier, Lúcio Costa e tantos outros, se tornaram 'criações' apriorísticas pisoteadas por botas políticas, ressentimentos e moralismos reversos. Por isso fizeram artes capengas e gélidas.

Olhemos Brasília, nossa capital artificial. Porventura, não é uma cidade humanamente 'fria', distante dos brasileiros que a sustentam, impessoal, serva e mãe de burocratas, refúgio de ladrões e corruptos?! Não é, porventura, um milagre heroico encontrar algum 'político' ou jurista íntegro, de humanidade e retidão moral conservadas na cidade desalmada projetada pelo marxista Oscar Niemeyer?

As ideologias que sapateiam e esmagam poesias, escreveu o escritor De Sanctis, produzem inevitavelmente artes carunchadas. Os cantos litúrgicos, por exemplo, introduzidos nas Campanhas da Fraternidade do Brasil nesses últimos 30 anos (promovidas pela CNBB), quais ainda o povo católico se lembra para cantar? Por que isso ocorreu? Porque eram canções infestadas de catequese e moral que embretaram a criação artística. A hidra política que os estrangulou feriu radicalmente suas inspirações.

Do novo espírito cultivado na era moderna brotou, portanto, um eticismo estético (que faz da arte uma ética) e um estetismo ético (que faz da ética uma arte), de tal modo que a vida ética acabou por se identificar com sensações e as sensações com éticas. Nesse panorama, quase torpe, embolam-se moralidades e afetos. Qualquer sentimento pode se tornar exigência moral, qualquer exigência moral, sentimento. Inspirações e obras de todo tipo reivindicam 'certificado artístico' e vice-versa.

Entretanto, dos mais graves efeitos dessa reviravolta, os piores se situam no interior da cultura e da educação, campos nos quais o transbordamento de engenharias e arquiteturas se verificou assustadoramente. Francis Bacon representou apenas o pontapé pós-medieval e inicial da nova configuração, mas o 'poder' atrelado ao saber pôs-se, inescrupulosamente, a modificar de fato mundos e sociedades.

No túmulo de Karl Marx, em Highgate, Londres, se lê o conhecido mote comunista: 'Os filósofos, até aqui, interpretaram o mundo. A questão é transformá-lo'. Esta tese, cume intencional da nova perspectiva filosófica e científica instaurada no Ocidente dos últimos séculos, veio afirmar, justamente, que as coisas existem não para serem primeiramente compreendidas, conhecidas, respeitadas e amadas, mas, antes, para serem modificadas.

Na dialética marxista, de adolescente rebeldia congênita, reside o desejo de dinamitar inteligências e vidas a fim de não haver mais conhecimentos sem relação direta com exitosas e excitadas transformações materiais e sociais. Para Marx e seus discípulos, qualquer conhecimento não destinado à revolução, é alienado e inútil. Não há lugar para 'contemplações' no marxismo. Descortina-se, pois, aqui, neste princípio, o nicho das filosofias e engenharias contemporâneas que produziram sofrimentos indescritíveis, jamais vistos na história.

Daqui nasceu a engenharia social. Os recentes séculos a engendraram em profusão. Engenheiros sociais surgem como ervas por toda parte e vêm com o objetivo de remodelar o mundo e as pessoas. São o tormento das comunidades. Quase sempre, apresentam-se doces e mansos, sedutores de ingênuos e incautos. Depois da sedução, no entanto, põem-se a destruir, confundir, cercear e matar.

Mestre por excelência dessa diabólica maquinação foi o italiano Antônio Gramsci, pensador que alimentou e ainda nutre esquerdistas latino-americanos. Gramsci tornou-se o criador dos 'sanitaristas' enganadores que se infiltraram em nossas veias culturais.

As engenharias sociais são o 'modus operandi' de todos os socialismos. Protagonistas e defensores aprenderam suas técnicas de aplicação do jacobinismo francês, do marxismo leninista e do maoísmo. O 'gourmet' manso, angélico e traiçoeiro, sutil e perverso, como já dissemos, veio de Antônio Gramsci cuja filosofia é totalmente marxista sob táticas culturais doces e sutis. O Partido dos Trabalhadores bem como todos os seus asseclas socialistas, apresentam-se com rosto político e democrático quando na verdade não são senão e somente porta vozes e portadores de engenharias sociais.

Por que 'cargas d'água' tais 'engenheiros' se metem na vida e nos jardins alheios? Não lhes seria suficiente a doméstica e pequena existência que possuem? Por quais razões 'orquestram' músicas em outros teatros? O que os leva a encarnar papeis 'visionários' e messiânicos, encharcados de hipocrisia, sob objetivos ocultos em comunidades estranhas? De onde lhes vem a arrogância tratorista que os faz arar terras não suas e plantar, com violência, sementes revolucionárias?

'Engenharias sociais' entranharam-se na nossa economia, em nosso direito e justiça, em nossa educação e fé, em nossa cultura e afeto, mudando tristemente a originalidade e o destino das ciências e das comunidades. Mudaram, exemplo, a filosofia, amor de sabedoria, para retórica transformista, a pedagogia, ciência da educação, para estratégia mutante de ambientes e pessoas, a religião, anúncio de Boa Notícia, para tobogã escorregadio de conflitivas arenas políticas.

A 'psicologia', ciência da alma, outro exemplo, nas mãos do americano John B. Watson, século XX, transformou-se em técnica modificadora de personalidades. Qualquer pessoa, pensava loucamente Watson, pode ser moldada para fins previsíveis e desejáveis. O behaviorismo, promovido por ele, via e considerava pessoas como se fossem entes mecânicos destituídos de mistério e consciência.

Os engenheiros sociais bebem, portanto, pavorosamente, de fontes antropológicas apoiadas em princípios mecanicistas, materialistas e justiceiros. Espantosas e horripilantes consequências estão à vista. Engenheiros sociais, caricaturas da 'justiça', camuflam-se nas veias de partidos políticos, nas religiões e igrejas, nos estábulos psicológicos e culturais, nas secretarias de educação, nos consultórios médicos, nas agendas globalistas, nos escritórios da ONU e UNESCO, nas escolas de economia e arte encarregando-se de missões monstruosas e irrealizáveis chafurdando existências que não lhes pertence.

Traço comum, assemelham-se em todos os lugares e tempos. O inescrupuloso e maluco Ernesto Che Guevara, por exemplo, depois de Cuba, foi guerrear nas selvas da Bolívia. Por quê? Porque se julgava um messias latino-americano, libertador e arauto de justiças. Invadiu terras de um povo que nada lhe devia. Matou e destruiu, urinou e cuspiu, comeu e defecou em jardins alheios, guiado unicamente por baterias de revolta e ódio que tiraram a vida de 70 humildes bolivianos. Os que se compadecem e se emocionam com a morte de Che, não tem, esquizofrenicamente, mesmo sentimento pelos pobres ignominiosamente assassinados por ele.

Quais razões, pois, levaram Guevara a revolucionar em Cuba, Congo e Bolívia, para além de seu 'canteiro' argentino? Justamente a engenharia social que não realiza justiças, mas suga, destrói e assassina.

Colonizadores, em outros tempos, fizeram o mesmo de modo menos cruel.
Na galeria que historicamente visitamos, os caminhos traçados por engenheiros sociais mostram sempre estreita ligação entre conhecimentos adquiridos e a excitação revolucionária. No Peru, o professor de filosofia na Universidade de Ayacucho, Abimael Guzmán (1934 – 2021) tornou-se fundador e organizador do mais violento grupo guerrilheiro da América Latina, Sendero Luminoso. A filosofia marxista-leninista ensinou a Abimael as técnicas e os princípios que moldaram sua impiedosa crueldade contra seus compatriotas peruanos.

Em Colômbia, Camilo Torres (1929 -1966), sacerdote católico, aprendeu das ciências sociais, mais do que da teologia, os princípios da revolução. Para Camilo, o Evangelho não é suficiente para mudar sociedades e pessoas. É preciso, segundo ele, acrescentar a violência. Pioneiro e inspirador da teologia da libertação, Camilo creditava à morte dos injustos o advento do Reino dos Céus. Morreu guerrilhando com fuzil nas mãos.
A teologia da violência foi também a seiva doutrinária que alimentou poetas e escritores como o brasileiro, Rubem Alves, os sacerdotes sandinistas Miguel d'Escoto, Ernesto Cardenal e Fernando Cardenal, o médico e filósofo argelino Franz Fanon, o existencialista Jean Paul Sartre e tantos outros. Muitíssimos legitimaram e ainda legitimam a violência como caminho de transformação social.

Revolucionários chamados Tupamaros convulsionaram o Uruguai entre os anos 1963 e 1972. Seu líder e inspirador foi o advogado e político, Ravel Sendic. A ele se juntaram intelectuais universitários, profissionais liberais e membros da igreja católica, gente que acreditou na guerrilha e na violência como caminho para a justiça social. Ao invés de mudar o país, porém, instauraram terror e medo naquele país.

Já o grupo extremista, Montoneros, na Argentina, com outros grupos semelhantes, eficazmente, desencadeou verdadeira guerra civil entre os anos 1970 e 1979. Seus mentores eram jovens ardentes que esperavam o retorno de Perón (exilado na Espanha). Ligações com a Igreja Católica também existiam. Carlos Mugica (sacerdote católico), sindicalistas e nacionalistas do movimento Tawara, agrupações sociais na cidade de Santa Fé e Buenos Aires, intelectuais e ativistas constituíam o estrato da engenharia social que fomentava transformações, atentados e revoltas.

Segundo Paul Jonhson, em 1975, três milhões de pessoas viviam em Phnom Penh. Foram literalmente empurradas para o campo com todos os doentes e médicos. Os livros de bibliotecas e pessoais no Camboja inteiro foram jogados no rio Mekong ou queimados. Soldados camponeses obedeciam a ordens vindas do comando anônimo denominado Angka Loeu. Os intelectuais que planejaram aquelas atrocidades jamais apareceram. Três milhões e quinhentos mil pessoas das cidades foram espalhadas pelos campos. Entre 1975 e 1977 mais de um milhão e meio de habitantes, um quinto da população, morreu forçosamente no Camboja, um massacre perpetrado por ideólogos leninistas-marxistas que imitavam Lênin e Stalin. Os líderes fanáticos da Angka Loeu – Khieu Sapham e Pol Pot – perpetraram um dos maiores horrores jamais visto e imaginado. Pol Pot foi discípulo de Jean Paul Sartre, filósofo existencialista francês que aplaudia a violência como medida assertiva à correção das rotas sociais. Tal engenharia aconteceu também no Laos e no Vietnã do sul com magnitude semelhante.

A paixão de Mao Tse Tung (1893 – 1976), além de descompensada compulsão sexual, era a filosofia. Não qualquer filosofia, porém, mas a filosofia violenta de Karl Marx. Aprendeu a ser guerrilheiro sob influência do professor de filosofia chamado Li Dazhao, fundador do partido comunista chinês. Nenhum outro país do mundo viveu realidade mais apocalíptica quanto o povo chinês nas mãos de Mao durante o século XX. Tudo em nome da engenharia social.

Coisa parecida, antes dele, pode ser vista no sofrimento inimaginável vivido pela população russa nas mãos de Vladimir Ulyanov (1870 – 1924) e Joseph Stalin (1878 – 1953). O primeiro, apelidado Lênin, formou-se em Direito, mas tinha paixão pela filosofia marxista e pelo socialismo revolucionário francês. Sempre a violenta engenharia social. O segundo, Stalin, um rebelde seminarista ortodoxo, foi medíocre intelectual, mas esperto estrategista, um maluco 'engenheiro social'. Os resultados tristíssimos daqueles experimentos podem ser verificados nos anais da história russa.

Também Fidel Castro amava a filosofia e o direito assim como o romeno Ceausescu, os líderes nacional socialistas alemães, os muitos líderes políticos de fundos psicológicos excitados pela engenhoca revolucionária social. 'Engenheiros' sociais são o pavor e o tormento das comunidades. Aonde chegam, carcomem liberdades, corrompem a alma, destroem valores e tradições e, por fim, engolem ou destroem vidas, pois, eles mesmos, são desalmados. Deles devemos nos precaver e nos afastar.

Os tempos mudaram, mas a engenharia social permanece. Sob a orientação de Antonio Gramsci, ela se aninhou entre nós de forma mansa e avassaladora impregnando a mente de nossos intelectuais e de nosso povo.

De rosto não mais velado, eles já não têm vergonha nem escrúpulos. É só observar o governo fraudulento que assumiu. Ele exprime tudo o que subjuga, corrompe e engana. Eles mesmos alteraram regras e urnas eleitorais, quebraram a ordem jurisprudente, legitimaram a desonestidade intelectual, romperam as tábuas da nossa Constituição. Seu objetivo é o poder, a aplicação 'negativa' da dialética frankfurtiana.

O Brasil, tristemente, nas mãos de engenheiros sociais não terá destino feliz, pois sua meta não é a justiça, nem o bem do país e do seu povo, mas a hegemonia cultural, a chave do cofre, o controle social, a idiotice dos cidadãos.

Hanna Arendt refugiada e filósofa dizia que os totalitarismos nunca desejaram qualificar a vida dos seus dominados. Sua meta sempre foi e será mudar almas e naturezas.

Parafraseando o general mexicano Porfírio Díaz (1830 – 1915) que exclamava: 'Pobre México! Tão longe de Deus, tão perto dos EUA!", também nós dizemos: 'Pobre América Latina! Tão magnífico continente, tão encharcado de socialismo! Pobre Brasil! Tão esplêndido país, tão lamentavelmente petezado!

Uno-me a Puggina: "Quero meu país de volta".

Santa Maria, 11/01/2023

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  • Dagoberto Lima Godoy, cidadão brasileiro
  • 08 Janeiro 2023

 

Dagoberto Lima Godoy

     Os célebres 10 mil “Imortais” da Pérsia sustentaram por mais de dois séculos o poder imperial Aquemênida, até a sua queda perante Alexandre, o Grande. Ao longo da história, muitos outros regimes autoritários se mantiveram incólumes, por certo tempo, valendo-se da couraça de suas guardas palacianas, fortemente armadas e bem remuneradas (com o dinheiro dos impostos extorquidos do povo). Por algum tempo, mas não para sempre. Alguns deles terminaram caindo por forças externas, como o de Dario III, mas a maioria acabou se destruindo internamente, tal como o câncer acaba corroendo os organismos mais fortes. Somente depois de enfraquecidos pela incompetência na gestão econômica; de incapacitados para manter políticas de pão e circo, na forma de programas assistencialistas; de dilacerados pelas disputas viscerais pelo poder; e de imersos na corrupção foi que a população oprimida pode encontrar formas e meios para derrubá-los, sendo comum que a própria guarda pretoriana se juntasse à revolta (ou até a encabeçasse).

Diante dessa retrospectiva histórica, como decifrar o quadro kafkiano da nossa situação política? Estamos diante de um governo recém-empossado, detentor de um mandato com roupagem democrática, obtido em pleito validado pelo Poder Judiciário, endossado pelo Poder Legislativo e protegido pelas Forças Armadas. Tudo indica que estão postas as condições para a longevidade do regime, não importa a multitudinária inconformidade de metade (no mínimo) da população brasileira, assombrada pela avalanche do socialismo “bolivariano” que ameaça afogar nosso continente.  

Afasto, decididamente, a hipótese de esperarmos que um outro grande Alexandre, travestido de paladino da democracia, venha impedir a consolidação do projeto neocomunista anunciado e proclamado pelo presidente, dito vitorioso nas urnas vulneráveis. E, na minha despretensiosa perspectiva, vejo três saídas para impedir que se prolonguem estes tempos de arbítrio, corrupção e dissolução dos costumes mais caros aos brasileiros.

Primeira (ardentemente desejada e de vigência imediata): o novo Congresso Nacional, a empossar-se em fevereiro, assume com patriotismo sua missão perante o povo e, como Poder legítimo, impõe aos demais poderes o restabelecimento do estado de direito, o respeito à lei e a garantia dos direitos individuais consagrados na Constituição Federal.

Segunda (técnica e logicamente previsível, a resultar das diretrizes anunciadas pelo governo): gastos públicos incontrolados, programas sociais e culturais assistencialistas, associados à insegurança jurídica, levam a inflação, aversão a investimentos, falta de crescimento econômico sustentável, crescente insatisfação popular.

Terceira (inevitável, a se manterem a degradação ética da política nacional e a disposição dos atuais governantes de “fazer qualquer coisa” para conservar o poder e concluir a proclamada revolução socialista, neocomunista ou bolivariana): a progressiva consolidação de um sistema cleptocrático, no qual a disputa pelo poder e pelos potins do saque contra o patrimônio público provoque a canibalização das lideranças espúrias.

Desperdiçada a primeira saída, qualquer das duas outras levará, cedo ou tarde, a uma nova oportunidade para que se desmonte - tomara que de uma vez por todas – o pervertido sistema político atual, de modo que o poder seja entregue às mãos do povo e aos que melhor o sirvam, com honestidade, lealdade e a devida competência.

Qualquer que seja das três saídas a que ocorra, o que se impõe à cidadania é que se mantenha mobilizada e firme na luta pela liberdade, pela restauração dos direitos constitucionais e pela prevalência da dignidade na vida nacional.

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  • Ernesto Caruso
  • 07 Janeiro 2023

 

 

Ernesto Caruso

      O idioma português está presente no Brasil desde o ano de 1500. Na Constituição da Republica de 1988, vigente, para ser respeitado e praticado, o texto é marcante e norteia como ideia central:

- “A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil. (Art. 13)”.

Fator preponderante e basilar do Estado-Nação — unidade linguística — amalgamada com a identidade territorial, miscigenação, costumes e aspirações.

A importância do caput, avulta com outros pilares da Pátria, explícitos no seu § 1º, “São símbolos da República Federativa do Brasil a bandeira, o hino, as armas e o selo nacionais”. Inquebrantável Unidade Nacional.

Com destacada valorização, o artigo 13, foi inserido pelo Constituinte no Título II, Dos Direitos e Garantias Fundamentais, Capítulo III, Da Nacionalidade, juntamente com o artigo 12, que caracteriza o cidadão brasileiro, como natos e naturalizados. Como farol de preceito superconstitucional.

Louvado Berço esplêndido! Legado com luta e sacrifício dos nossos antepassados, inconteste vitória sobre tantos fatores adversos. Sob constante ameaça das cunhas de toda a espécie, do invasor com outras fardas, de linguagem estranha, no passado, aos calabares de sempre, doutrinadores e inocentes úteis, convictos, vendidos, gado tangido.

Além da componente Nacionalidade, há que se considerar o Novo Acordo Ortografico em vigor no país desde 2016, que advém da Declaração Constitutiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, composta de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, que tem as suas peculiaridades e dispensa modismos impostos.

A grafia correta das palavras, conforme as regras do acordo, se pode consultar no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, disponível no portal da Academia Brasileira de Letras.

Por outro, lado se reconhece que a linguagem portuguesa apresenta certas dificuldades para o aprendizado, em especial quanto à acentuação gráfica, e à grafia de palavras, que contenham por exemplo, a letra x (xis) com diversos fonemas, como de s, z, “ch”.

Acrescente-se um ensino fraco, com resultados no PISA, comparados a outras tantas nações e os do ENEM impressionam pelo número de notas zero em redação, em 2020, 87.567; 2019, 143.736; 2018, 112.559; 2017, 309.175.

Dentre outras cunhas ameaçadoras da Unidade Nacional, mais uma a surgir de modo impositivo com efervescência crescente a debater não quanto ao sexo dos anjos, mas das palavras. No bojo da desconstrução da sociedade, se procura demonstrar que a “norma culta é artificial, criada pela elite, que não respeita a diversidade, preconceito linguístico”.

As gramáticas normativas procuram ensinar a falar e escrever a língua padrão corretamente, facilitando a intercomunicação de modo que as pessoas se entendam com a necessária profundidade, consciente de que a linguagem se altera com o tempo e naturalmente.

As cobranças nas provas de ‘pegadinhas’ e minúcias são mais importantes do que saber ler, escrever e entender. São doze anos; nove anos no ensino fundamental e três no ensino médio.

Diversamente dos projetos impositivos no bojo de ideário globalista, como da ideologia de gênero, pari passu com a linguagem neutra e, sanitários mistos, constrangendo senhoras e meninas, com casos de estupros consequentes.

Preocupação e reação da sociedade com as cartilhas pornográficas, performances de homens nus com meninos (as) presentes, substituição das expressões de pai e mãe nos documentos oficiais (passaporte), por filiação 1, filiação 2, sendo que para inscrição de sexo as opções, masculino, feminino e NÃO ESPECIFICADO, inclusive para o requerente.

Como parte dessa reação o Estado de Rondônia sancionou a lei, que estabelece medidas protetivas ao direito dos estudantes ao aprendizado da língua portuguesa de acordo com a norma culta e orientações legais de ensino.

No entanto, o ministro Fachin/STF decide: - “Ante o exposto, defiro, ad referedum, do Plenário do Supremo Tribunal Federal a medida cautelar nesta ação direta de inconstitucionalidade para suspender a Lei do Estado de Rondônia n. 5.123, de 2021, até o julgamento de mérito”.

Além de Rondônia, há 34 propostas que tramitam em Assembleias Legislativas do país, contra essa afronta ao ensino consagrado e legal.

Além da Constituição, na Lei nº 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educacao Nacional - LDB), que normatiza o tema de capital importância, no seu Art. 26 reza, “Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada”, atinente às características “regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos”.

No seu § 1º, consta que “Os currículos a que se refere o caput devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa...”.

E no § 10, impõe: “A inclusão de novos componentes curriculares de caráter obrigatório na Base Nacional Comum Curricular dependerá de aprovação do Conselho Nacional de Educação e de homologação pelo Ministro de Estado da Educação”. Importância da política de Estado e respeito à Constituição.

Observe-se que o Art. 58 da LDB, define a ‘educação especial’, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente para educandos portadores de necessidades especiais.

Que não é o caso da linguagem neutra que altera a gramática para diferençar o gênero entre masculino e feminino, a exigir profundo debate na sociedade e alteração, se for o caso, em respeito às normas legais e órgãos competentes para fazê-lo, o Congresso Nacional e o Executivo.

Imaginar, as necessidades desta Nação Mestiça, com sérios problemas de segurança alimentar, inflação, desemprego, com maior reflexo nas classes de menor poder aquisitivo, parafernália tributária, e, tanto alarde, face à pandemia da Covid-19, e agora, com desvio de foco, a exigir alterações nos livros didáticos (caros), gramáticas, corretores ortográficos e dicionários, nos substantivos, adjetivos, artigos, pronomes relativos variáveis, etc.

Ora, temas inclusivos e genéricos, como os de necessidades especiais, são de capital importância e previstos em lei.

A ressaltar a Língua Brasileira de Sinais (Líbras), que se encontrava meio esquecida, agora com a relevância que merece nas transmissões televisivas.

Exemplos dessa linguagem, gerada para atender à exceção e não à regra geral: “ela e ele” podem ser expressos em cinco sistemas: ‘elu’, ‘ile’, ‘ilu’ e ‘el’. Complexo.

E, “nelas e neles”, na escrita neutra, assim, ‘nelus’, ‘niles’, ‘nilus, ‘nel’.

Da expressão, “elu é ume menine’, como se visualizar, sentir, perceber a pessoa a quem se refere?

E mais algumas alterações, como, “todx” ou “meninxs”, que pode ser assim, “tod@” ou menina@s”.

Ora, tanto pode ser masculino, feminino, como outro gênero. De um comentário, “alguém que não seja nem 100% homem e nem 100% mulher.” Do grupo LGBTQIA+?

Que prefere ser. Pois, ao que consta, a diferença entre os sexos é considerada como natural e, imutável pela ciência. Não foi a sociedade que criou, como opressão ou rótulo.

Tal proposta, complica, vai melhorar o desempenho dos alunos nos testes do PISA, ENEM, nas relações humanas, no entendimento entre as pessoas?

Ou vai fazer parte da ideologia de gênero, do banheiro misto? Da perda de tempo, com essa luta de classes permanente?

Ou é mais importante ensinar e cobrar, que todos merecem respeito? Reciprocamente. Da maneira que são. Iguais perante a lei, no mérito, na punição.

Foco no aprimoramento na educação escolar e de civilidade, que tem sido desconstruída, a citar os mestres que hoje apanham de alunos e pais de aluno, descontrolados.

*     Enviado ao site pelo autor.

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  • José Antônio Lemos dos Santos
  • 04 Janeiro 2023

 

José Antônio Lemos dos Santos

          Não se trata de exaltar as guerras em episódios ou personagens especiais, mas de celebrar um herói. Heróis existem em cada lado de qualquer contenda ou disputa, assim como covardes ou traidores, a depender do lado por onde são vistos. Herói é aquele que promove ou defende a todo custo, inclusive pessoais, os valores primordiais de seu povo em todas as áreas da ação humana. Em suma, existem heróis nos esportes, na cultura popular, na saúde, na arquitetura, na política, e até nas guerras, embora estas não devessem acontecer, mas aconteçam. Covardes ou traidores são o contrário dos heróis.

Quero falar sobre Antonio João Ribeiro, hoje quase desconhecido, mas um herói brasileiro que defendeu seu país a preço da própria vida em um dos episódios mais dramáticos da Guerra da Tríplice Aliança. Nascido em Poconé (MT)em 24 de novembro de 1823, morreu em Mato Grosso do Sul, na região onde hoje é o município de Antonio João, que o homenageia com seu nome. Neste ano de 2023 são completos exatos 200 anos de seu nascimento e este é o principal motivo deste artigo.

Seu drama ocorreu quando comandava a Colônia Militar de Dourados com uma guarnição de 14 soldados, mais cinco colonos - quatro homens e uma mulher - tendo que enfrentar um cerco de 365 adversários mais equipados. Rejeitou com altivez o ultimato do inimigo para render-se, não fugindo ao embate desigual. Antes do embate enviou mensageiro ao comando superior com sua decisão de defender aquela posição brasileira, ainda que a preço da própria vida. Não se escondeu em gabinetes e foi para a linha de frente onde morreram ele, dois soldados e mais dois colonos. Os demais foram dominados.

A mensagem enviada foi interceptada pelos inimigos. Tão eloquente era o seu texto que mesmo próximo do enfrentamento em luta sangrenta, ficou gravada mesmo na memória dos adversários que a leram, saltando de um texto em um papel dado como extraviado para a história das grandes epopeias brasileiras. Os bravos reconhecem seus iguais e se respeitam mesmo estando em lados opostos. E assim foi.

Em 1980 o Exército Brasileiro consagrou o Tenente Antonio João Ribeiro como um de seus Patronos e construiu na Praia Vermelha, onde se encontram dois dos mais importantes centros de formação militar do Brasil, a Escola de Comando e Estado Maior do Exército e o Instituto Militar de Engenharia, um monumento em homenagem aos combatentes da Guerra do Paraguai tendo em posição de destaque a figura do ilustre mato-grossense e sul-matogrossense, o poconeano Tenente Antonio João Ribeiro representado no momento em que seu corpo se curva para trás alvejado de morte.

A mensagem enviada a seus superiores e interceptada pelos adversários, era pequena no tamanho e grande no significado. Segundo o site do Exército Brasileiro ela extravasava o inarredável sentimento do dever militar, expresso nas poucas palavras ali colocadas pelo bravo tenente:” Sei que morro, mas o meu sangue e o de meus companheiros servirá de protesto solene contra a invasão do solo de minha Pátria”. Vai, de fato, para além do dever militar firmando-se na linguagem cívica brasileira como expressão simbólica da afeição extrema da cidadania pelo seu berço pátrio diante de quaisquer tipos de ameaças que sobre ele paire.  

*       O autor é arquiteto e urbanista, é professor aposentado.

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 04 Janeiro 2023

 

Alex Pipkin, PhD

         Conheço algumas pessoas que não acordam com o humor nas alturas.

E daí? Que mal há nisso?

O cinismo não passa de uma externalização do vício como virtude, do tipo daqueles que idolatram e verbalizam como matracas a expressão “gratidão”!

Ademais, embora nada possa ser mais importante do que o indivíduo “único”, somos todos diferentes!

Confesso que me enquadro no time das pessoas que despertam no estilo da obsoleta válvula.

De acordo com alguns, sou dotado de um defeito - para ser econômico - congênito: sou um pessimista. Ou talvez um realista convicto.

Mais ainda nesse momento verde-amarelo. Que desagradável!

Mas como não ser pessimista com esse bando de ladrões incompetentes, mentindo pelos cotovelos?

Sou um sujeito mediano, porém, longe de ser um mal informado para acreditar nesses estúpidos e farsantes, com suas teses e ações risíveis e destruidoras.

A turma do amor, convenhamos, além de ser extremamente maliciosa, utiliza com primor o embuste de promover e dizer exatamente o contrário daquilo que pensa e, de forma mais importante, do que faz.

Já notaram que agora são as tais de união, de construção e, seguramente, as palavras de ordem dos “guerreiros da simulação e do roubo”: igualdade e justiça social.

Minha preferida, evidente, é liberdade, mas a de fato.

Claro que muitos desses ineptos não sabem e/ou dissimulam para locupletarem-se, que indivíduos livres não são iguais, e indivíduos iguais não são livres. Biologia na veia.

Pois eu ligo a televisão e não consigo me desvencilhar de uma palavra dita com a mesma frequência e intensidade da enfadonha “gratidão”: “democracia”.

Admito que outro atributo que não exerço total controle sobre o meu ser - embora tenha exercitado e muito - é a chatice.

Putz, mas não é mais possível suportar esses incompetentes aludindo a “democracia”, por óbvio, a deles.

A democracia deles, segundo meu entendimento, significa realmente cleptocracia.

À democracia que arrotam é mais ou menos aquela que verbalizam para ludibriar a maioria dos tupiniquins mal formados e/ou informados. Os objetivos são singelos: enganar e gatunar.

Esse governo eleito professa absurdamente a (des)arte de enfatizar os vícios do coitadismo ao invés das virtudes do desenvolvimento e do progresso para todos.

A democracia da falsa igualdade acaba por conduzir a todos para a miséria da pocilga.

Eles fingem e fraudam para iludir essa maioria de incautos do pau brasil, e eu já disse que para otário ainda tenho que caminhar uma longa distância.

Não dá para recomeçar o mundo do zero, o que é factível é factualmente dar igualdade de oportunidades para todos, muito embora e rapidamente, a diferenciação naturalmente se imporá. Repito: somos distintos, dotados de diferentes atitudes, habilidades e planos de vida.

A questão principal sempre se aloja na mesma tecla: a dos incentivos institucionais, que por aqui estão de cabeça para baixo.

Um governo “do bem e democrático”, meu juízo, deveria prover os incentivos adequados para que as pessoas pudessem, por conta própria, melhorarem e sentirem-se donas de seus destinos. Porém, a vasta maioria desses politiqueiros se nutre do ciclo vicioso da dependência criada.

Qual é a ordem do dia vermelho? O tal do abstrato coletivo, a mentira da igualdade de resultados, e a corrupta justiça social.
Não aguento mais ouvir, ver e ler sobre essas tais de democracia e de justiça social.

Pior, nem posso desejar e recomendar que esses incompetentes trabalhem.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 03 Janeiro 2023

 

Gilberto Simões Pires

SOB VELHA E CORRUPTA DIREÇÃO

O nosso pobre e sofrido Brasil, depois de quatro anos de forte tratamento regenerativo, sob os cuidados de uma equipe técnico-patriótica que não mediu esforços para tentar recuperar, com razoável sucesso, boa parte do tecido CORROMPIDO pelos governos anteriores, notadamente, e principalmente, durante o período 2003 a 2016 governado pelo PT de Lula e Dilma, eis que, por vontade explícita do TSE e do STF com apoio irrestrito e incansável do CONSÓRCIO formado pela MÍDIA ABUTRE, o país, desde ontem, 01/01/2023, voltou a ser administrado pela VELHA E CORRUPTA DIREÇÃO.  

FIM DO BRASIL

Pois, para marcar o reinício do programa -FIM DO BRASIL-, interrompido em 2016 com impeachment da tenebrosa Dilma Petista, o corrupto ex-condenado, com a sua implacável caneta em punho, tratou de assinar as PRIMEIRAS (de tantas) MEDIDAS voltadas diretamente às DESTRUIÇÕES de tudo de bom que foi CONSTRUIDO, a duras penas, ao longo dos últimos quatro anos. 

CUMPRIMENTO DAS PROMESSAS

Como se vê, com enorme clareza e percepção, o PT e seus 16 partidos aliados pretendem cumprir à risca (com muito afinco) as PROMESSAS feitas durante a campanha eleitoral. Como todos, desde sempre, se mostram plenamente alinhados, de corpo e alma, com o receituário imposto pela CARTILHA COMUNISTA elaborada com cuidado pelo FORO DE SÃO PAULO, a ordem é promover a VOLTA IMEDIATA DO NOSSO PAÍS AO LUGAR DE ONDE NUNCA DEVERIA TER SAÍDO, qual seja a de líder econômico e social do COMUNISMO SULAMERICANO.

POSSIBILIDADES AO NOSSO ALCANCE

Dentro deste ambiente fétido, onde não há lugar para a LIBERDADE, as nossas ESPERANÇAS só têm sentido se estivermos realmente dispostos a lutar pelo que foi perdido. O horizonte do tempo mostra duas possibilidades: uma, que pode ser mais rápida dependendo da vontade maciça do povo brasileiro, é a concretização do -FORA LULA! IMPEACHMENT JÁ!-; outra, é reunir todas as forças para poder, enfim, ser possível desejar a todos os brasileiros de bem, um -FELIZ 2026!-. O fato é que precisamos espantar de vez o REGIME COMUNISTA que desde ontem já está ativo no nosso Brasil.

GOLPE E CONTRAGOLPE

Ainda que a MÍDIA ABUTRE não mostre mínimo interesse em esclarecer, vale sempre frisar, como bem postou o pensador Roberto Rachewsky, que

1- O GOLPE- FOI DADO PELO STF AO RASGAR A CONSTITUIÇÃO NAQUILO QUE É MAIS SAGRADO: A LIBERDADE; e, 

2- O CONTRAGOLPE, com o apoio da FFAA, foi um SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO.

Assim, a -LUTA PELA LIBERDADE -vai se dar no CONGRESSO NACIONAL. É lá que estão os nossos GUERREIROS (eleitos para tanto), gostem ou não deles.   

 

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