• Autor desconhecido
  • 21 Favereiro 2023

Autor desconhecido (em todo caso, meus aplausos)

Um engenheiro caminhava no campo quando percebe um balão voando baixo.

O balonista acena desesperadamente, consegue fazer o balão baixar o máximo possível e grita:

- Pode me ajudar? Prometi a um amigo que me encontraria com ele às 2 horas da tarde,

mas, já são 4 horas e nem sei onde estou.

- Poderia me dizer onde me encontro?

O homem no campo responde:

- Sim! Você se encontra flutuando a uns cinco metros acima da estrada; está a 33 graus de latitude sul e 51 graus de longitude oeste.

O balonista escuta e pergunta, com sorriso irônico:

- Você é engenheiro?

- Sim, senhor! Como descobriu?

- Simples! O que você me disse está tecnicamente correto, porém, sua informação não me é útil e continuo perdido! Você tem que me dar uma resposta mais satisfatória pois se eu continuar perdido a culpa será sua.

O engenheiro raciocina por segundos e depois afirma ao balonista:

- E você é petista!

- Sim, sou filiado ao PT! Como descobriu?

- Fácil!

- Veja só: Você subiu sem preparo e sem ter a mínima noção de orientação!

- Não sabe o que fazer, onde está, e tampouco para onde ir!

- Fez promessa e não tem a menor ideia de como conseguirá cumpri-la!

- Espera que outra pessoa resolva o seu problema, continua perdido e acha que a culpa do seu problema passou a ser minha!

 

 

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  • Francicarlos Diniz
  • 21 Favereiro 2023

 

Francicarlos Diniz

A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades.  É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma ideia.

"Coisas" do português.

Gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": Ô, seu "coisinha", você já "coisou" aquela coisa que eu mandei você "coisar"?

Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.

Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: Segura a "coisa" com muito cuidado / Que eu chego já."

Já em Minas Gerais , todas as coisas são chamadas de trem (menos o trem, que lá é chamado de "coisa"). A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trens que lá vem a "coisa"!.

E no Rio de Janeiro? Olha que "coisa" mais linda, mais cheia de graça...

A garota de Ipanema era coisa de fechar o trânsito! Mas se ela voltar, se ela voltar, que "coisa" linda, que "coisa" louca.  Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.

Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino.

Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!

Coisa também não tem tamanho.

Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira um monte de coisas...

Mas a "coisa" tem história mesmo é na MPB.  No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, a coisa estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré: Prepare seu coração pras "coisas" que eu vou contar..., e A Banda, de Chico Buarque: pra ver a banda passar, cantando "coisas" de amor... Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: “coisa" linda, "coisa" que eu adoro!

Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade afinal, são tantas "coisinhas" miúdas.  E esse papo já tá qualquer "coisa". Já qualquer "coisa" doida dentro mexe...

Essa coisa doida é um trecho da música "Qualquer Coisa", de Caetano, que também canta: alguma "coisa" está fora da ordem! e o famoso hino a São Paulo: "alguma coisa acontece no meu coração"!

Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar.

Uma coisa de cada vez, é claro, afinal, uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa.  E tal e coisa, e coisa e tal.

Um cara cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques.

Já uma cara cheio das coisas, vive dando risada. Gente fina é outra coisa.

Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.

A coisa pública não funciona no Brasil. Político, quando está na oposição, é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura.

Quando elege seu candidato de confiança, o eleitor pensa: Agora a "coisa" vai... Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!

Se as pessoas foram feitas para serem amadas, e as coisas, para serem usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.

Mas, deixemos de "coisa", cuidemos da vida, senão chega a morte, ou "coisa" parecida... Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento:

"AMARÁS A DEUS SOBRE TODAS AS "COISAS".

*       O autor, Francicarlos Diniz, é ornalista e escritor, pós-graduado em Comunicação pela USP.

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  • Marco Frenette
  • 18 Favereiro 2023

 

Marco Frenette

O congressista que pensar em se rebelar vai se lembrar do destino de Daniel Silveira.

O líder de partido vai se lembrar de como acabou Roberto Jefferson.

O juíz vai se lembrar do que fizeram com Ludmila Lins Grilo.

O jornalista vai se lembrar de Allan dos Santos e dos integrantes do Canal Hipócritas.

O policial, diante do bandido, vai pensar nos colegas que tiveram suas vidas arruinadas pelo ativismo judicial em prol dos criminosos.

O brasileiro patriota que pensar em protestar vai se lembrar do ginásio onde os inocentes foram amontoados feito sacos de batatas.

O governador vai se lembrar de Ibaneis.

O empresário vai se lembrar de seus pares perseguidos por financiar causas honestas e democráticas.

E todo homem poderoso que desejar usar o seu poder para melhorar o seu país, vai se lembrar de um presidente honesto que está na situação vexatória de precisar prometer que vai ficar pianinho ("oposição responsável") se desejar voltar ao Brasil.

Todos já entenderam que, se caírem na malha stalinista, estará por sua própria conta e risco, porque os conservadores ainda estão engatinhando no quesito "proteção aos seus". É a "democracia" esquerdista em pleno funcionamento.

*        Publicado originalmente na página do autor no Facebook

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 17 Favereiro 2023

Gilberto Simões Pires

PIOR PREFEITO DE SÃO PAULO

O -poste- Fernando Haddad, escolhido pelo presidente Lula para ocupar o importante cargo de ministro da Fazenda, a cada vez que abre a boca justifica, sem tirar nem pôr, o que revelou a pesquisa Datafolha, realizada em 2016, quando os paulistanos definiram o dito cujo como o -PIOR ENTRE TODOS OS PREFEITOS DE SÃO PAULO- desde Celso Pitta, cujo mandato (1997-2000) foi marcado por confusões e escândalos de corrupção do começo ao fim.

SEGUNDO POSTE

Antes de tudo, para que fique bem claro, a expressão -POSTE- foi empregada por Fernando Haddad no dia 28 de outubro de 2012, logo após ser eleito prefeito de São Paulo, quando se juntou a militantes na Avenida Paulista e disse alto e bom tom - "Vocês sabem que eu sou o segundo poste do Lula”. O primeiro -POSTE-, declarou Haddad, é a ex-presidente Dilma.

FANTOCHE DE LULA

Segundo os dicionários, POSTE, no sentido figurado, é pessoa que fica parada, sem iniciativa, indolente. Já -HADDAD- é sinônimo de FANTOCHE DE LULA, que foi condenado pela justiça por corrupção. Ora, depois deste importante esclarecimento é praticamente impossível que alguém leve a sério ou entenda como inteligente qualquer declaração dita e/ou repetida pelo ministro da Fazenda. 

TUDO COMBINADO

Vejam que num dia Haddad vem à público para colocar panos quentes procurando minimizar as (combinadas) declarações feitas por Lula, quando se refere às TAXAS DE JUROS. Na real, como até os recém-nascidos sabem, o grande e único objetivo é minar ao máximo a INDEPENDÊNCIA DO BANCO CENTRAL, assim como DESACREDITAR e/ou MALTRATAR o seu competente presidente, Roberto Campos Neto.  

INFLAÇÃO E TAXA SELIC

Já no dia seguinte, Haddad faz o contrário e afirma, com muita veemência, que o Brasil vive uma situação “anômala” com inflação “comparativamente baixa” e taxa de juros “fora de propósito”. Mais: diz que NÃO TEM EXPLICAÇÃO!

Ora, por mais que se tente é impossível fazer com que Haddad entenda que a -INFLAÇÃO- está razoavelmente controlada porque o Banco Central (COPOM) não perdeu tempo (como aconteceu em vários países) e aumentou a TAXA DE JUROS -SELIC-. 

SELIC

De novo: a SELIC é utilizada pelo BC como estratégia para conter o aumento de preços. Se as autoridades do Copom entenderem que existe uma expectativa de aumento da inflação para os próximos meses, a tendência é que o Banco Central opte por aumentar a taxa básica de juros para frear o consumo.

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  • Sílvio Lopes
  • 16 Favereiro 2023

 

Sílvio Lopes

                            Vamos despertar?

            Não há como deixar de conectar o que hoje presenciamos com as profecias de Eric Arthur Blair, o George Orwell, em seu consagrado " 1984", cuja leitura volto a recomendar. Termos como o Grande Irmão( o Estado, teu pai e protetor), o duplopensar, o novidioma, o buraco da memória e 2 + 2= 5... nos impactam poderosamente quando, de repente, a trama ali relatada - idos de 1949 - pode ser facilmente constatada nos fatos que acontecem  nos dias de hoje. Indisfarçáveis e, ao mesmo tempo, nos oferecendo uma visão do chamado- com razão- pesadelo satírico político de Orwell ao se referir a um mundo totalitário e burocrático( para onde avançamos, e a passos largos), que se justifica estar em busca da " libertação" do homem...

O que vemos, no entanto, são personagens que lutam, ao invés disso, para nos jogar no buraco da escravidão e da submissão aos seus projetos de uma sociedade totalitária e tirânica jamais vista na história da civilização ocidental. Quando vemos esses tipinhos de gente encher a boca e dela vociferar com ódio e irreverência em defesa da " democracia", podem crer: essa não é a democracia consagrada desde a Grécia antiga, senão que uma cortina que esconde o mais sórdido e miserável desejo de nos tirar o livre pensar, o livre viver, já em curso. Justo para dinamitar a verdadeira democracia.

Atente a isso. Saiba discernir o bem do mal, o engodo da intenção real. Triste é a sociedade que escolhe como líder quem é indigno de sequer conviver com ela, exceto se encarcerado, e muito menos ocupar o pódio de uma nação que um dia almeja alcançar níveis elevados de altivez e decência. Pobre nação essa. Vamos despertar?

*       O autor, Sílvio Lopes, é  jornalista e economista.

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 14 Favereiro 2023


Alex Pipkin, PhD


Muitos sonham em acertar na mega sena, outros em ser empregados do Estado.

Multidões creem no Estado da divina providência.

Essa crença em Papai Noel, tristemente, tem crescido e arrastado uma massa de gente que, por incentivos torpes, abdica de sua própria liberdade e individualidade.

Eles não sabem… ou sabem e desejam, mesmo, se locupletar.

Alguém poderia me indicar, factualmente, qual a riqueza criada pelo Rei-Sol Estado?

Claro que não!

O Estado não produz nada, ele confisca a produção de outros, dos verdadeiros criadores de riqueza: os indivíduos e as empresas.

Se a riqueza não for gerada nos mercados, se o mínimo necessário não for produzido nos mercados, nem os bens públicos de saúde e de segurança, por exemplo, poderão ser fornecidos.

Sim, como anda cada vez mais em moda em terras de Macunaíma, ele poderá imprimir dinheiro, prejudicando a saúde econômica e social de toda uma sociedade. Embora muitos pensem, inflação mortal não é ficção!

Mas a esperança é a última que morre, e os devaneios, mesmo com o calor infernal que faz agora por aqui, não se derretem.

Quando mais precisamos de menos Estado, a grita ensurdecedora - e burra -, é por mais intervencionismo estatal.

Tenho dito, a intervenção é o principal câncer, a ameaça genuína a saúde da população.

É interessante notar que aqueles que anseiam a intervenção estatal, ou são burocratas e membros do Estado - ou os incautos desesperados -, assumem que as pessoas não são competentes o bastante para gerenciar seus próprios interesses.

Elas precisam de babás. Acho que babás é feminino, porém, existem também babás homens, gays… ah, trans…

Evidente que a “incompetência” deixa de valer na hora do “voto democrático”. Na circunstância da suprema independência, do momento Eureka, esses mesmos indivíduos passam a trajar as vestes da total capacidade de escolher adequadamente seus líderes. Que contradição! Elementar, meu caro Watson!

A atual e grotesca manipulação midiática, tem o poder de fazer com que homens, mulheres, e a vasta tribo LGBTQIA+, tirem seus pés do chão. Até parece que calçam os inovadores tênis “tecnológicos” de grandes marcas, fazendo-nos pensar que levitamos sobre nuvens.

Evidente que nunca houve, tampouco existirá almoço grátis.

Como eu gostaria de poder influenciar para ratificar e seduzir no sentido de esclarecer que o Estado, por meio da nefasta intervenção, nunca poderá fornecer a segurança almejada para todos.

Ainda não se convenceram, eu sei…

Vejam, no carteado entre compadres verde-amarelos, claro que o Estado garante a segurança de alguns às custas de outros. Certo que o intervencionismo salva a vida de alguns “empresários”. Escárnio.

E é justamente por isso que há menos empregos, menor geração de riqueza e, seguramente, maior pobreza tupiniquim.

Sim, o Estado pode salvar, verdade: a vida de alguns amigos do rei.

 

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