Jorge Hernández Fonseca (Ciudadano de segunda)

16/01/2009
Comandante: Esta Mafia de Miami es del car?Ahora resulta que, como Ud. no ha escrito ninguna ‘reflexi?desde hace un mes, ya han inventado que Ud. est?uerto. Por otro lado, el comemierda de Ch?z le ha da’o por decir que le dio el ?mo abrazo y que Ud. ‘vivir?iempre en la memoria’. Ese zocotroco cuando no la hace a la entrada la hace a la salida. La gente se cree que como Ud. llam?contar a Ra?or la cantid?e basura que habl? Brasil cuando le preguntaron por los presos pol?cos cubanos, le debi?ber dado una apoplej?en medio de la bronca. Yo s?ue Ud. sabe que a cualquiera se le va la turca y eso fue lo que le pas?Ra?que dicen que por primera lo mand?’case’el’carajo. As?on las cosas. Ud. no debi?rle la presidencia a Ra?an r?do. Total, mandar desde una cama t?spentronca’o ya lo han hecho muchos antes que Ud. as?ue no iba a ser la excepci?Ra?st?odea’o de gente que lo que quiere es el capitalismo pa’la isla, porque les gusta mucho la carne’puerco y el vacil?el fin de semana con cervecita. Nuestro aguerrido y sacrificado pueblo trabajador no puede admitir de manera ninguna las bolas contrarrevolucionarias que andan diciendo por ah?e que Ra??va a anunciar su muerte despu?que Obama tome posesi?pa’evitar que en el vac?de poder actual de Bush, haya una estampida de balseros hambrientos pa’la Florida. ¡Mucho cuida’o! Esas bolas Comandante son pa’meterle miedo a Ra? sus generales. Pero no se deje provocar. Qu?se tranquilito en su cama, y si acaso est?uerto, sirva este mensaje como ?mo homenaje de reconocimiento de que, a?espu?de muerto, va ser ? a la causa del proletariado, porque ser? partir de ahora que el proletariado va a ser feliz. Cuida’o cuando llegue ante San Pedro. Dicen las gentes que el hombre es de ampanga. Claro, no le vaya a decir que Ud. era amigo de Stal?ni de Pol Pot. D?le que todo lo que Ud. hizo en la tierra fue pa’luchar contra loj’americanos. Tampoco hable de los fusila’os. D?le que Ud. no ten?como controlar al Ch?que todos saben era un carnicero. Si como quieren todos nuestros obreros y campesinos revolucionarios, Ud. todav?no “larg? piojo”, llame urgente a sus amigos cardenales en el Vaticano, que siempre es buena hora pa’confesarse. Cuida’o con lo que le dice al cardenal. Mire que el pobre cura cree que sus pecados son inventos imperialistas. Pero tampoco diga mentiras. Yo s?ue ser?n momento dif?l, pero es el pasaporte pa’que San Pedro no lo haga le?ll?riba. Ahora Comandante, mucho cuida’o si no se ha muerto todav? mire que la Mafia de Miami anda regando por ah?ue no es lo mismo decir que “Fidel se muri?r una discusi?calorada con Ra? s?se dir?uando tome posesi?l canalla de Obama”, que, “cuando tome posesi?bama, Ra? Fidel se morir?juntos por canallas” Su v?ima. Ciudadano de Segunda. www.cubalibredigital.com

Desconhecido

16/01/2009
Na ONU, dois americanos e um brasileiro, participantes de uma reuni?do G-20, est?conversando (em Portugu? durante um intervalo para o caf?sobre a viol?ia no mundo atual. Um deles mostra uma cicatriz no queixo e fala: - New York City! O outro mostra uma cicatriz na perna: - Atlantic City! O LULA levanta a camisa, mostra uma cicatriz na barriga e diz: - Ap?i City!

Estado de São Paulo, editorial

16/01/2009
N?se pode exigir de um ministro de Estado uma qualidade de atua? que esteja acima de suas pr?as limita?s. Mas ?e se exigir, seguramente, que n?atrapalhe - sem raz?alguma para faz?o, fora o velho ran?ideol?o - o governo a que serve e o Estado no qual comanda importante Pasta. Ao dar ref? a um cidad?italiano, condenado ?ris?perp?a por ter assassinado quatro pessoas em sua atividade terrorista, o ministro da Justi? Tarso Genro, tomou uma decis?desastrada sob v?os aspectos e provocou, desnecessariamente, uma crise diplom?ca entre o Brasil e a It?a. Tarso Genro contrariou recomenda? expressa do procurador-geral da Rep?ca, Antonio Fernando de Souza, que defendera a extradi? do criminoso condenado Cesare Battisti. Desprezou o parecer do Comit?acional para os Refugiados (Conare) - ?o consultivo do Minist?o da Justi?- que negara o pedido de ref? de Battisti. Op?e ao Itamaraty, que tivera a acuidade de detectar o quanto era importante essa extradi? para a diplomacia italiana. O ministro da Justi?fez prevalecer sua opini?pessoal, como se sua expertise (jur?co-internacional? diplom?ca?) fosse suficiente para solucionar quaisquer problemas externos nossos. O mais grave, por? ?ue, ao tentar justificar sua decis? Tarso Genro arvorou-se em juiz da Justi?italiana, criticando a forma como Cesare Battisti fora julgado e condenado em seu pa? Disse ele que o italiano pode n?ter tido direito ?r?a defesa, j?ue foi condenado ?evelia. Disse tamb?que h?nd?os de que o advogado, que defendeu Battisti na It?a, tenha se utilizado de uma procura? falsificada. Como n?poderia deixar de ser, o Minist?o de Assuntos Estrangeiros da It?a demonstrou profunda contrariedade em rela? ?titude do ministro brasileiro. Em nota oficial, al?de revelar surpresa e pesar pela situa?, informou que apelar?iretamente ao presidente Luiz In?o Lula da Silva e deixou insinuada uma amea??resen?do Brasil na pr?a reuni?de c?a do G-8, em julho, na Sardenha - j?ue atualmente pertence ?t?a o comando do Grupo. Al?de manifestar-se atrav?da nota, na qual tamb?revela a un?me indigna? de todas as for? pol?cas parlamentares do pa? assim como da opini?p?ca italiana e dos familiares das v?mas dos crimes praticados por Cesare Battisti, o governo italiano convocou o embaixador brasileiro em Roma, o que ? tradu? diplom?ca da crise entre os dois pa?s. Anuncia-se, por? que o Pal?o do Planalto n?vai desautorizar o ministro da Justi? j?ue Tarso Genro revelara sua posi? ao presidente Lula na segunda-feira e dele recebera sinal verde. Indague-se agora: quem ? homicida ao qual o ministro da Justi?deu ref?, contra a opini?geral? Nos anos 70 Battisti atuou no grupo Prolet?os Armados pelo Comunismo. Se fosse o caso de um guerrilheiro que lutava contra uma ditadura, seria compreens?l falar-se em refugiado pol?co. Mas a It?a ent?vivia - como vive desde o fim da 2ª Guerra Mundial - uma plena democracia, com liberdade de atua? e manifesta? pol?ca at?xagerada para os padr?europeus. Na It?a, o subsecret?o de Estado do Interior, Alfredo Mantovano, declarou que a decis?brasileira ?rave e ofensiva, aduzindo: O governo italiano n?pode aceit?a. Em particular, por respeito ?v?mas e a seus familiares. O Itamaraty, por sua vez, reconheceu que a concess?do ref? gerou s?o e indesej?l mal-estar nas rela?s Brasil-It?a, al?de ter contrariado compromissos internacionais de coopera? no combate ao terror. Recorde-se, a prop?o, que em novembro, durante a visita do presidente Lula a Roma, o governo italiano havia insistido para que o Brasil concedesse a extradi? do foragido. Por a??e percebe o tamanho do estrago causado pelo ministro Genro aos interesses do governo brasileiro: o presidente Lula tinha a pretens?de aprofundar sua presen?nos debates dos principais foros de governan?mundial. Mas a It?a, que este ano preside o G-8, j?visou que os pa?s desse grupo e seus colaboradores - caso do Brasil - ser?chamados a confirmar seu compromisso formal e a promover a?s cada vez mais eficazes no combate ao terrorismo internacional. Como o Brasil, agora, se sair?essa?

Ann Coulter, em www.juliosevero.com

16/01/2009
Conforme descrevi em meu novo livro, Guilty: Liberal Victims and Their Assault on America [Culpados: As V?mas Liberais e Sua Agress?aos EUA], mesmo levando-se em considera? a condi? socioecon?a, ra?e lugar de resid?ia, o fator que prediz se algu?terminar?a pris??e ele foi criado por uma m?solteira. At?996, 70 por cento dos presos nos centros de deten? juvenis estatais cumprindo senten? de longo prazo haviam sido criados por m? solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evas?escolar, suic?os, fuga de casa, delinq?ia juvenil e assassinatos de crian? envolvem filhos criados por m? solteiras. Meninas criadas sem pais s?mais sexualmente prom?uas e t?mais probabilidade de acabar se divorciando. Um estudo de 1990 do Instituto de Pol?cas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o fator das m? solteiras, desaparecia a diferen?criminal entre brancos e pretos. V?os estudos apresentam n?os levemente diferentes, mas todos os c?ulos s?alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crian? criadas em lares de m? solteiras t?probabilidade cinco vezes maior de cometer suic?o, nove vezes maior de abandonar o col?o, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na pris?e 32 vezes maior de fugir de casa. Com mais crian? nascendo, fugindo de casa, abandonando o col?o e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que n?p? de aumentar. Mas, por mais que calculemos os n?os, a situa? das m? solteiras ?ma bomba nuclear na sociedade. Muitos desses estudos, por exemplo, s?da d?da de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por m? solteiras era mais baixa do que ?oje. Em 1990, 28 por cento das crian? abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia s?m?ou s?pai, quer divorciados ou nunca casados. J?m 2005, mais de um ter?de todos os beb?nascidos nos EUA eram ileg?mos. Isso representa imensos problemas sociais que ainda v?explodir com o tempo. Mesmo assim, os liberais adoram a desintegra? do casamento tradicional e a situa? das m? n?casadas ou divorciadas. Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Luciano Pires

16/01/2009
No canal GNT foi ao ar algum tempo atr?um document?o sobre as crian? israelenses e palestinas, mostrando o ? que aprendem a nutrir entre si desde que nascem. Depois de uma extensa negocia?, no momento mais dram?co, o jornalista re?numa mesma sala os dois grupos inimigos. O clima ?esad?imo. A desconfian? o ? e o medo impregnam o ambiente. S?crian? normais, bonitas e divertidas. Os olhares s?curiosos, mas naquele instante elas s?o crian? na forma, nas fei?s. A express?dos olhares n?deixa d?as: o sentimento ?e medo e ? ao inimigo. Posso entender o medo no olhar de uma crian? Mas n?entendo o ?. Eu tamb?era crian?quando comecei a acompanhar a quest?Israel x Palestina. E como minha fonte de informa? prim?a ? imprensa, desconfio. Cada um conta a hist? com as cores que lhe interessam e neste caso recente dos ataques israelenses ?aixa de Gaza, a grande arma ?esmo a imprensa. Mais propriamente: as fotografias. Principalmente as fotografias das crian?. N?existe argumento que justifique uma imagem de crian? mortas, cena capaz de destruir nossa capacidade de discutir racionalmente as circunst?ias daquelas mortes. Crian? mortas s?uma ofensa ?umanidade. Ponto. N?interessam as raz? Elas est?mortas e isso ?naceit?l. Imagens t?uma for?genu? que muda a hist?. O general vietnamita dando um tiro na cabe?do prisioneiro algemado. A menina correndo nua com o corpo queimado pelo Napalm. O monge imolando-se em pra?p?ca... Foram imagens fortes que mudaram o destino da guerra do Vietnan, por exemplo. Mas imagens - quando na m?a - s?mais que a captura de um momento. S?editoriais. Opini?emitidas por quem tem um lado. Por isso desconfio. Desconfio do enquadramento. Da ilumina?. Do vermelho do sangue. Do choro da m? Dos olhos abertos da crian?morta. Do posicionamento da foto na p?na. Da sequ?ia com que s?publicadas. O terror da morte est???neg?l e indigno. Mas quem ?ue est?e passando a mensagem? Que inten? est?mbutida nela? Que valores est?presentes ou ausentes? Se eu fosse palestino, como reagiria a ela? E se eu fosse israelense? Em que contexto a imagem foi obtida? Que rea? pretendem que eu tenha diante dela? Indigna?? Contra quem? Estamos vivendo a guerra da propaganda, que extrapola o campo de batalha para tomar conta das televis? jornais e revistas do mundo todo. Sempre foi assim, mas agora est?ais r?do. Mais cru. Mais tendencioso. E com a internet, ent? mais manipul?l. E n?interessa se somos pr?raelenses ou pr?lestinos. Devemos ter o cuidado de ouvir todas as opini? conhecer n?s?contexto hist?o, mas principalmente as id?s, ideologias e valores de quem est?os transmitindo a informa?. Sobre quem est?entando nos convencer acerca do certo ou do errado. Crian? mortas ser?sempre um erro. Concluir sobre as responsabilidades ?uito mais complicado. E ent?acontece um momento m?co naquele document?o do GNT. O jornalista pergunta para as crian? sobre o que elas mais gostam e a resposta ?mediata e un?me entre palestinos e israelenses: futebol. E quando ele pergunta para quem elas torcem, abrem-se sorrisos e os olhares tornam-se c?ices: Brasil. O clima de horror desaparece. O ? transforma-se em sorrisos. Fica a paz, a satisfa?. O futebol brasileiro, naquele momento, torna-se mais importante que a guerra. E as crian? esquecem as diferen?, quebram as barreiras e transformam-se naquilo que realmente s? crian?. Pelo menos at? pr?a bomba.

Frei Giribone

15/01/2009
A voca? ?m chamado misterioso de Deus, uma gra?que n?fica isolada em n?Sempre va i em dire? ao servi?dos irm?. Deus se serve muitas vezes de mediadores para executar o seu chamado. Percebemos nesta passagem evang?ca a forte influ?ia de Jo?Batista que anuncia a realidade da presen?de Jesus como o enviado do Pai. Os seus disc?los mudam de est?o de seguimento. V??usca do messias para realizarem com mais perfei? a vontade de Deus. Ocorre uma influ?ia no seguimento quando Andr?em anunciar a Sim?quem havia encontrado. Percebemos neste caso o mist?o da resposta de Pedro. Jesus ir?he confiar ?rande miss?de ser seu sucessor na Igreja. A mudan?de nome significa a mudan?de miss? Sim?de um simples pescador ir?assar a ser a pedra fundamental na edifica? da Igreja. Nesta passagem percebemos como Deus age dentro da comunidade. Procura os que est?inteiramente abertos ou dispon?is ao seu chamado. Sem humildade n?podemos perceber o chamado de Deus. Jesus ? cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo. O sacrif?o antigo que havia no templo ?ubstitu? pelo sacrif?o de Jesus por todos n?Al?deste sacrif?o, fica a grande mensagem de Jesus e sua a? concreta atrav?da Igreja com a sucess?apost?a. Para aceitarmos plenamente a figura de Jesus em nossa vida precisamos de um dado fundamental que ? viv?ia de f?Crer na possibilidade de mudan?atrav?de Jesus ?undamental para nossa realiza? existencial. A sociedade pensa em elabora? de projetos vazios quando deixa Deus ausente do que planeja. Ela cai em um profundo esvaziamento do essencial quando se afasta do Criador. Jesus quer morar dentro de nosso cora? atrav?de nossa aceita?. Quando estes primeiros homens fizeram o questionamento sobre sua moradia, Jesus manda que eles vejam a realidade do seguimento que exige despojamento. O seguimento de Cristo sempre ser?ara todos os crist? um grande desafio. “Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo curai nosso ego?o e vaidade para podermos fazer a vontade de Deus em nossas vidas”.

BBCBrasil.com

15/01/2009
A emenda tamb?suspende as restri?s ao n?o de vezes que pol?cos locais podem concorrer ?eelei?.O atual mandato de Ch?z, seu segundo, deve terminar em 2012. A proposta vai agora para o Conselho Nacional Eleitoral, que tem 30 dias para convocar um referendo sobre a mat?a. O resultado da vota? era esperado j?ue a casa legislativa ?ontrolada pelo Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), de situa?. O correspondente da BBC na capital, Caracas, Will Grant, disse que foi visto um sinal de oposi? ?edida dentro da Assembl? - um pol?co levantou uma placa dizendo N??itadura, mas a mensagem logo foi retirada. A oposi? continua argumentando que a vota? da quarta-feira foi inconstitucional, j?ue uma proposta semelhante para reelei? ilimitada foi votada em dezembro de 2007 e rejeitada. Ch?z e seus partid?os rejeitam o argumento, dizendo que sua continua? no governo ?ecess?a para garantir o futuro da revolu? socialista no pa? A velocidade com que a campanha pela emenda foi feita ?urpreendente, disse Grant. Mal passaram dois meses entre o an?o original de Ch?z de que buscaria a reelei? ilimitada e a aprova? da proposta pela Assembl? Nacional.

O Globo

15/01/2009
Vera Gon?ves de Ara? A decis?do ministro da Justi? Tarso Genro, de conceder status de refugiado pol?co ao italiano Cesare Battisti, ex-integrante de um grupo de esquerda e condenado por quatro homic?os ocorridos nos anos 70, provocou ontem uma crise entre It?a e Brasil. O Minist?o do Exterior italiano convocou o embaixador brasileiro no pa? Adhemar Gabriel Bahadian, para pedir formalmente explica?s sobre o ref? e expressar sua contrariedade e surpresa com a decis? Diversos integrantes do governo italiano reagiram com indigna?. A subsecret?a de Justi? Elisabetta Alberti Casellati, disse ??o estatal RAI que a decis?do governo brasileiro ?ma afronta ?t?a: - ?uma falta de respeito com a nossa democracia, que foi acusada, acreditando-se na tese de persegui? pol?ca, de tirania. ?um insulto ao nosso sistema de Justi? deslegitimado pela autoridade brasileira, e ?ma vergonha para as v?mas do terrorismo e seus familiares. O Departamento de Exteriores do governo italiano informou que o secret?o-geral do minist?o, Giampiero Massolo, manifestou ao embaixador a indigna? de todas as for? pol?cas parlamentares, dos parentes das v?mas e de toda a opini?p?ca pela decis? O Minist?o do Exterior protestou, em nota: Expressamos grande surpresa e forte amargura pela decis?tomada pelo ministro da Justi?brasileiro que, contrariando o que foi indicado pelo Comit?acional para os Refugiados, acatou o recurso de Cesare Battisti, um terrorista respons?l por grav?imos crimes que nada t?a ver com o status de refugiado pol?co. Massolo demonstrou sua perplexidade pelas explica?s de Tarso Genro ao justificar a concess?do benef?o. Ele pediu ao embaixador que reitere ?autoridades brasileiras o firme clamor do governo italiano para que a decis?seja revista. ?um erro que ofende os italianos O ministro da Justi? Angelino Alfana, disse que ligar?as pr?as horas para o colega brasileiro. Mais categ?o foi o ministro do Interior, Roberto Maroni: - ?um erro muito grave do governo brasileiro, que ofende as v?mas do terrorismo, o sistema judici?o e o povo italiano - disse Maroni, destacando que a justificativa de que Battisti poderia sofrer torturas ou maus-tratos na It?a ?e rir e constitui uma ofensa. A It?a havia pedido a extradi? de Battisti, condenado ?ris?perp?a por quatro assassinatos. - A decis?de n?conceder a extradi? ?m feito desconcertante, ofensivo e de extrema gravidade - disse o ministro da Defesa, Ignazio La Russa, acrescentando que se surpreende que um terrorista e assassino ganhe status de refugiado pol?co. Representantes de fam?as de v?mas de terrorismo tamb?protestaram. Em carta ao presidente Luiz In?o Lula da Silva, o presidente da Associa? dos Parentes das V?mas de Cesare Battisti, Adriano Sabbadin, filho do a?gueiro Lino Sabbadin - que teria sido morto por Battisti -, disse ter ficado profundamente ferido pela decis? N?temos palavras para exprimir a raiva e a indigna? por um fato que nos parece um deboche cruel. Battisti foi considerado culpado da morte de dois policiais, de um joalheiro e de Sabbadin. O ex-militante est?reso na penitenci?a da Papuda, no Distrito Federal, desde 2007. O prefeito de Roma, Gianni Alemanno, em carta, pediu que Lula reveja a decis? Confio em seu interesse para que esta pessoa seja rapidamente confiada ?usti?italiana. As edi?s online dos jornais italianos destacaram a not?a e abriram espa?para coment?os. Internautas pedem que, em protesto, a embaixada do Brasil seja inundada de e-mails. Ex-terrorista e escritor de sucesso Cesare Battisti, de 54 anos, militou no grupo de extrema-esquerda italiano Prolet?os Armados pelo Comunismo, que, nos anos 70, praticou as chamadas expropria?s prolet?as, jarg?pol?co para assaltos que financiavam a organiza?. Em 1993, foi condenado ?ris?perp?a na It?a por quatro assassinatos. Em dois, foi condenado como autor do homic?o. Nos outros, como organizador. Battisti nega os crimes. Foi descrito na ?ca como um assassino frio, capaz de matar com um tiro um comerciante ferido durante um dos assaltos. Nesse caso, por? a Justi?lhe atribuiu a coautoria moral, j?ue ele n?estava na cidade onde ocorreu o crime. Quando foi condenado na It?a, Battisti j?stava na Fran? onde viveu de 1990 a 2004. Durante muitos anos, esteve sob a prote? do presidente socialista Fran?s Mitterrand. L?tornou-se um escritor famoso e publicou romances nos quais analisava sua experi?ia na luta armada. Battisti fugiu da Fran?em 2004, quando a mar?ol?ca virou e a Justi?francesa p?im ?urisprud?ia que o protegia at?nt?da extradi? desejada pelo governo italiano. Intelectuais franceses se mobilizaram na ?ca a favor de Battisti, o que gerou pol?ca com colegas italianos, para quem o ex-ativista era um assassino. Battisti fugiu para o Brasil em 21 de agosto de 2004. Foi detido no Rio de Janeiro, com ajuda da pol?a francesa, em 18 de mar?de 2007

www.republica.it

15/01/2009
ROMA - Non vogliono vendetta ma giustizia i familiari delle vittime di Cesare Battisti. Gridano la loro rabbia per una decisione che giudicano solo una crudele presa in giro. Basta belle parole: da oggi servono fatti seri. Chiedono al presidente brasiliano di rivedere la sua decisione di negare lestradizione allex terrorista, e al ministro di Giustizia italiano di intervenire per ottenere giustizia per i suoi concittadini. Lappello al presidente Lula, Adriano Sabbadin, figlio di Lino, assassinato da Cesare Battisti nel febbraio di trentanni fa durante una rapina nella sua macelleria a Santa Maria di Sala, in provincia di Venezia, lo ha affidato ad una lettera aperta inviata ai giornali brasiliani: Oggi mi sono sentito profondamente ferito dalla decisione del vostro ministro della Giustizia di considerare Cesare Battisti un rifugiato politico. Il fatto che Battisti sia in prigione o meno - scrive ancora Adriano Sabbadin - non mi restituisce mio padre. Ma non c?ai pace senza giustizia e la mia famiglia non ha avuto giustizia. Oggi non ho parole per esprimere la rabbia e lo sdegno per quella che a messa sembra solo una crudele presa in giro. Adriano Sabbadin ricorda quel tragico 16 febbraio 1979, quando sentii dei colpi di pistola rimbombarmi nelle orecchie. Mia madre aveva il grembiule bianco tutto insanguinato e mio padre era a terra, in una pozza di sangue. Dalle testimonianze di un pentito, emerse che Battisti spar?mio padre i colpi di grazia quando era gi?tato colpito ed era a terra. A conclusione della lettera ai brasiliani in lingua portoghese, Sabbadin lancia un appello: Il vostro ministro ha dichiarato che in Italia agiscono apparati illegali di repressione legati alla mafia e alla Cia e che per questo non pu?ncedere lestradizione: a me sembra folle. Vi chiedo di far appello al vostro presidente per rivedere questa decisione. Giustizia la chiede anche Alberto Torregiani costretto su una carrozzella dopo la rapina che cost? vita al padre Pierluigi, il gioielliere ucciso da Cesare Battisti a Milano sempre nel febbraio del 79. Da Battisti non ho mai avuto un cenno di pentimento n?agli altri del gruppo dei Pac. Il ministro Alfano sa esattamente quello che deve essere fatto: quello che si chiede a lui ?i essere pi?nderato e deciso per volere la giustizia per i suoi cittadini. Parlando a Studio Aperto, Torregiani annuncia che da oggi cambieremo tattica anche noi, figli delle vittime di Battisti. Penso che la giustizia prima poi venga ottenuta. Basta dire solo belle parole: non bastano pi?isogna fare dei fatti seri e ponderati. (14 gennaio 2009)