• Dartagnan da Silva Zanela
  • 26 Março 2026

 

Dartagnan da Silva Zanela

          Há muito, Manuel Castells declarou que a época em que vivemos poderia ser chamada de "A Era da Informação". Na verdade, ele não foi o único a apontar nessa direção, mas, até onde sei, é o único que escreveu uma volumosa trilogia para explicar esses tempos tão fascinantes quanto obscuros nos quais vivemos.

É uma era fascinante pelo fácil acesso que temos às informações — de toda e qualquer ordem — quanto aos meios para produzir e disseminar tudo o que nos der na telha; e isso, venhamos e convenhamos, é algo realmente fascinante.

Por isso, neste quesito, discordo tanto de Umberto Eco quanto de Jacques Le Goff quando estes afirmaram que a internet acabou apenas dando voz e vez aos idiotas de todo o mundo. Não que não tenhamos boleiras de tontos que dizem tonterias para uma multidão ávida por idiotices; claro que há. O problema é que a forma como eles afirmaram isso dá a impressão de que, na era anterior ao advento da internet, não havia disparates que eram disseminados a torto e a direito pelas televisões, pelas rádios e pelas páginas impressas.

Tendo isso em conta, sou franco em dizer que prefiro uma sociedade onde todos possam ter acesso livre aos meios de comunicação, pois acredito que seja mil vezes melhor viver em um mundo onde todo e qualquer idiota tenha direito a expressar-se, e galgar o seu lugarzinho ao sol, a ter de existir num universo onde meia dúzia de estultos, pretensamente iluminados, arroguem para si o direito de dizer quais tansos poderão comunicar-se com as multidões. Digo isso porque, conforme canta a inflamação de minha costela anarquista, são sempre preferíveis os riscos da liberdade aos perigos da tirania mal disfarçada de soberania. Ponto.

Agora, saindo da dimensão fascinante e migrando para o lado obscuro da força, vemos que o acesso maior à informação acabou coincidindo com um aumento crescente de toda ordem de incompreensão e, sejamos francos: a culpa não é dos obtusos, nem da internet. Ao menos não toda.

Muito dessa atmosfera plúmbea que pesa sobre a "Era da Comunicação" deve-se a vários fatores, mas, de todos eles, penso que podemos destacar dois. O primeiro refere-se ao nosso desejo atávico de nos informar não para conhecer, mas sim para confirmar as nossas convicções; tal atitude está a léguas de distância daquilo que poderíamos chamar de um processo ativo de construção do conhecimento. Na verdade, é com base nessa inclinação torta que se forma aquela névoa de ignorância presunçosa que paira sobre as "bolhas digitais".

Juntamente com essa vontade de dar aquele ar de superioridade para as nossas opiniões rasas, temos também a nossa incapacidade de realizar distinções — incapacidade essa que é devidamente alimentada pela ansiedade inconfessada que, por sua vez, é instilada em nossos corações pela velocidade maquinal das mídias digitais, consumidas de forma desregrada por nós.

Neste ponto, estou com Umberto Eco que, em seu livro "A Passo de Caranguejo: Guerras Quentes e Populismo de Mídia", nos lembra que há uma distinção muito sutil entre explicar um fato, procurar compreendê-lo, justificá-lo e concordar com ele. Mas, como no mundo em que vivemos tais sutilezas são varridas para a lata de lixo da história, toda e qualquer distinção, que permitiria um diálogo civilizado, acaba tornando-se praticamente uma quimera.

Dito de outra forma, quando ouvimos alguém afirmar algo e somos incapazes de ponderar o que foi ouvido por nós com base nestas quatro possibilidades, é sinal de que algo em nosso entendimento embruteceu. E a culpa não é da internet, nem dos idiotas, porque a responsabilidade realmente é nossa.

*           O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS", entre outros livros.

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  • Rubem Sabino Machado
  • 26 Março 2026

 

Rubem Sabino Machado

PRA FRENTE, BRASIL!!!

        Não sei por que, justamente esta semana, lembrei daquela que, de fato,  “é uma brasa, mora?!”: sabem de quem eu falo, né? Claro, da Jovem Guarda!  Pensaram que eu iria falar de futebol?! Nada a ver! Prossigo falando de música, que tem uma memória afetiva ainda maior que o Escrete Nacional!

Que lembranças, que vozes!  Ah, aquela franja da Wanderléa e de outros brotinhos, em um tempo de alegria, muito antes da Rivotril. Em um tempo em que o carro é que era vermelho, fosse Cadillac ou calhambeque e em que eu não usava “espelho pra me pentear”, mesmo tendo muito mais cabelo que hoje...  Um tempo em que mandar tudo pro inferno era força de expressão, não uma intenção satânica.

O programa não chegou a ver o Tricampeonato da Seleção, durou só 3 anos, mas seus participantes viram e se imortalizaram em nossas memórias, também nas décadas seguintes, especialmente seu Rei: se o futebol tinha um Rei, que reinava absoluto, a Jovem guarda tinha o seu.  Nenhum dos dois jamais seria deixado de lado: ainda que um 22 ou outro quisesse afastá-los questionando sua visão,  ninguém seria tantã de fazer um programa ou uma Copa sem eles... 

Um tempo em que, pasmem,  o 13 era sorte, até nas sextas-feiras: o 13 do Zagallo.  “Zagallo eterno” e “Brasil campeão” tinham 13 letras, como o número favorito do jogador que venceu duas copas e que, como treinador, o adotou, vencendo mais duas Copas na comissão técnica: o único tetracampeão mundial, saudoso Lobo! 

80 milhões em ação, pra frente BRASIL, salve a Seleção.” Dizia a canção que não era da Jovem Guarda, mas que até poderíamos dizer – mas nunca dissemos –  que “era uma brasa, mora?!”, gíria que podemos usar até hoje, mas que nunca alterou o jeito de chamarmos nosso time nacional: Seleção, Brasil, Escrete (não Scratch,) Canarinho (não Canary).  “Pra frente, Brasil! Salve a Seleção”:  “Brasil, Brasil, Brasil”, se recuarmos mais, para Lamartine em 1950,  ano da tragédia do Maracanaço...  Nem como adjetivo, essa gíria famosa, eu vi alguém usar sobre a Seleção.  Era mais sobre os brotinhos de então...

Mas voltemos à Jovem Guarda: estamos em um tempo em que o saudosismo se impõe não pela nostalgia, mas pela qualidade.  Como não pensar, com o que temos visto ultimamente, em versos como  “Pobre menina, não tem ninguém”, “Por favor, pare agora!!!  Senhor Juiz, pare, agora”!  Ou, diante de um mundo cada vez pior: “Estou guardando o que há de bom em mim”!  Tempo em que havia mais biquinis de bolinha amarelinha e menos camisões escuros.  Como esquecer de Roberto e de seu amigo Erasmo, de Celly Campelo, de Leno e Lilian, Os Vips, Martinha, Jerry Adriani?!...

Hoje, só posso ter saudade de um tempo de boa música em que, a cada dia,   surgiam mais belas canções... Tempo em que, em cada show ou jogo,  um Rei dava show.  Que saudade! “E por falar em saudade, onde anda você?” dizia a bela canção que não era da Jovem Guarda, que essa sim era uma brasa,  enquanto nosso Escrete sempre foi o Brasil!  Salve a Seleção!!!

Ao recordar,

eu não acredito,

que sofrendo assim,

eu vá viver,

você se foi...

(Leno e Lilian)

 

* O autor, Rubem Sabino Machado, é cronista fictício e dizem que é uma Brasa, mora?!  PRA FRENTE, BRASIL!!!

 

In God we trust!

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 20 Março 2026

 

Alex Pipkin, PhD

                   O Brasil não atravessa apenas uma crise política; vive um surto psicótico coletivo.

Uma parcela da elite esquerdista, sectária e intelectualmente doente decidiu que a realidade é um detalhe inconveniente, algo a ser sufocado por conhecidas narrativas. Enquanto o país real sangra, eles continuam celebrando o dogma.

O espetáculo é patológico. Diante de uma economia anêmica, onde o crescimento virou ficção contábil que jamais alcança o bolso de quem trabalha, a reação da seita não é rever o erro, mas sim aprofundá-lo. Dobram a aposta no fracasso.

A corrupção sistêmica foi rebatizada como detalhe processual, enquanto a insegurança pública tomou as cidades. Ao paralisarem as forças de segurança com teorias de gabinete, transformaram o cidadão comum em refém do crime organizado, sob a complacência de um Estado que se omite por pura ideologia. Claro, o bandido é uma “vítima da sociedade”…

Essa (des)elite acredita que o assistencialismo barato e as migalhas de um populismo requentado compram o silêncio eterno da miséria. É uma soberba suicida. O povo aceita o benefício por necessidade, mas não vive de ideologia.

Sabe que o auxílio paga o gás, mas não devolve o direito de caminhar sem o cano de uma arma encostado na nuca. Percebe que a “justiça social” celebrada nos salões muitas vezes não passa do financiamento de privilégios com o suor de quem trabalha, e é expropriado.

Enquanto a militância se enclausura em câmaras de eco, o brasileiro comum desperta pelo cansaço. A liturgia do “nós contra eles” perde força quando o “nós” continua na fila do SUS e o “eles” segue decidindo o destino da nação protegido por abstrações sociológicas, à la Habermas.

A tragédia do sectário é simples, uma vez que ele não consegue admitir o óbvio. O projeto faliu sob o peso da própria desonestidade intelectual.
Eles continuarão dobrando a aposta na cegueira; nenhuma novidade.

Ainda assim, há uma luz no fim do túnel, e ela não vem dos gabinetes vermelhos, tampouco da torcida colorada cega.

Ela nasce do pragmatismo silencioso do povo, que começa a entender que dignidade não brota de esmolas estatais, mas da liberdade de viver sem o jugo de uma (des)elite que proclama amor à humanidade enquanto despreza o brasileiro real, aquele de carne e osso.

A realidade não pede licença para se impor.

Ela simplesmente interrompe o culto e acende a luz.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 19 Março 2026

 

Gilberto Simões Pires 

ENTUPIR AS REDES SOCIAIS

Mais do que nunca se faz necessário e imperioso ENTUPIR as -REDES SOCIAIS- com notícias e comentários sobre as -BILIONÁRIAS FRAUDES DE TODOS OS TIPOS E TAMANHOS, ROMBOS HOMÉRICOS NAS CONTAS E NAS EMPRESAS ESTATAIS, AUMENTO INDISCRIMINADO DE IMPOSTOS, AUMENTO EXTRAORDINÁRIO DA DÍVIDA PÚBLICA, RECORDE DE INADIMPLÊNCIA DA POPULAÇÃO (81,2 milhões de brasileiros, segundo a Serasa Experian) e ALTÍSSIMO NÍVEL DE CORRUPÇÃO jamais vistos no nosso planeta, ASSALTO AOS APOSENTADOS DO INSS, etc... 

ESCANDALIZAR

Antes de tudo, a considerar o FATO de que grande parcela da MÍDIA BRASILEIRA é agraciada com POLPUDAS VERBAS DE PUBLICIDADE GOVERNAMENTAL, com o CLARO COMPROMISSO de RELATIVIZAR e/ou -ESCONDER AO MÁXIMO- O ENVOLVIMENTO DO GOVERNO NAS MAIS DIVERSAS SAFADEZAS, o que nos resta, além de ir às ruas para PROTESTAR, é SISTEMATICAMENTE ESCANDALIZAR -NAS REDES SOCIAIS- tudo aquilo que a olhos e mentes nus está destruindo o nosso empobrecido país.   

EXAGEROS

Ainda que algumas postagens até contenham alguns exageros, há que se admitir que a CAUSA desse comportamento fica muito por conta da INDIGNAÇÃO com a INÉRCIA das -NOJENTAS AUTORIDADES- que -ao invés de cumprir a Constituição- decidem ao seu bel prazer. Mais: não raro promovem PERSEGUIÇÕES E/OU PRISÕES daqueles que ousam -democraticamente- EXIGIR apenas e tão somente o ESTRITO CUMPRIMENTO DA LEI. 

COMUNICADOR ATIVO

Portanto, antes que algum leitor ache por bem -RELAXAR e/ou TERCEIRIZAR- a IMPORTANTE TAREFA de mostrar constantemente o tamanho da sua INDIGNAÇÃO sobre a TEIA DE ESCÂNDALOS que envolve o nosso empobrecido Brasil, agora, mais do que nunca, se faz necessário que ATUE COMO -COMUNICADOR ATIVO-, expondo não apenas os CRIMES E DESMANDOS COMETIDOS como os EFETIVOS PREJUÍZOS QUE CAUSAM À SOCIEDADE. Esse tipo de ATITUDE é FUNDAMENTAL para levar muitos -eleitores desavisados- a votar em políticos -decentes- nas ELEIÇÕES DE 2026. 

 

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  • Dartagnan da Silva Zanela
  • 19 Março 2026

 

 

Dartagnan da Silva Zanela

             Há décadas, um hábito me acompanha: sempre tenho comigo ao menos um livro para me fazer companhia nas horas vagas — que, na maioria das vezes, são apenas alguns minutos. Mesmo tendo um punhado de e-books no celular, ainda continuo tendo sempre em mãos um ou dois títulos para aproveitar bem as migalhas de tempo que a rotina do dia a dia sempre me regala e que, sem a menor cerimônia, procuro aproveitar ao máximo.

Tento seguir à risca uma regra simples: a ocasião faz quem a gente quer ser, sempre. Por isso, seja numa aula vaga, no intervalo, durante a aplicação de uma prova (enquanto caminho pela sala, silenciosamente, fico com um olho no livro e com o outro na turma), na fila do correio, no ônibus, na antessala de um consultório médico ou odontológico, enfim, procuro sempre lembrar-me da lição do sociólogo italiano Domenico De Masi: atualmente, o tempo ocioso e livre é abundante em nossa vida; o problema é que ele, o tempo livre, é mal distribuído, mal utilizado e, na grande maioria das vezes, desperdiçado, sem a menor cerimônia, por todos nós.

Tendo isso em vista, como muitas pessoas nesse mundão de meu Deus, tento otimizar o pouco que tenho, sem me entregar a lamúrias sem fim por aquilo que jamais tive (no caso, tempo de sobra). Tento porque, da mesma forma que o tempo ocioso é abundante, também é grande o número de possibilidades que temos ao alcance das mãos para desperdiçá-lo.

Ah! E como é fácil desperdiçar o nosso tempo com passatempos que, com o passar dos dias, vão dilacerando a nossa capacidade de concentração e minando o nosso poder de manter a atenção focada. É muito fácil. E como não sou um sujeito com a mente "blindada", tal qual o senhor Sherlock Holmes, prefiro me precaver, evitando ao máximo a fadiga propiciada pelo entretenimento vazio. Aliás, creio que muitos devem proceder de maneira similar.

Pois bem, por cultivar esse hábito, em algumas ocasiões, quando estou lendo em algum canto, sou abordado por uma ou outra pessoa — na maioria das vezes crianças e jovens — e, de todas as perguntas e comentários que me são apresentados, há um que é bastante recorrente: a pessoa quer saber por que estou lendo a Bíblia. Quando ouço isso, com um sorriso no rosto, respondo que não estou lendo a Sagrada Escritura e explico que nem todo livro de capa dura é uma Bíblia, da mesma forma que nem todo livro volumoso é um exemplar do Livro Sagrado.

Após dizer isso, esclareço que, na verdade, sempre carrego a Sagrada Escritura em meu aparelho celular, junto com um breviário litúrgico. Então, mostro os livros para os infantes, falo um cadinho a respeito dos títulos que estão comigo e sobre os seus autores. Aí é o momento em que seus olhinhos brilham, que a mágica acontece (... ou não), especialmente se a edição da obra é antiga ou em uma língua estrangeira.

Seja como for, penso que é de fundamental importância termos sempre claro em nossa mente que os mesmos instrumentos que podem servir de caminho para a degradação do nosso poder de atenção e para a erosão da nossa capacidade de entendimento podem, também, ser ferramentas muito úteis para nos defender de todo entretenimento massificante e alienante que sitia a nossa alma.

Tudo depende, como sempre, de como nós procuramos aproveitar a vida, se aproveitamos bem o que ela nos regala e, principalmente, do que nós entendemos por aproveitar bem a vida. Tudo depende dos propósitos que dão a nota e o tom que marcam o ritmo do bater do nosso coração.

*          O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "O SEPULCRO CAIADO", entre outros livros.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 12 Março 2026

 

Gilberto Simões Pires        

LULA SUBIU NAS TAMANCAS

Ainda que não tenha nada de surpreendente, o FATO é que tão logo o presidente Donald Trump resolveu CLASSIFICAR as FACÇÕES CRIMINOSAS -COMANDO VERMELHO (CV) E PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL (PCC)- como -ORGANIZAÇÕES NARCOTERRORISTAS-, o presidente Lula -SUBIU NAS TAMANCAS, RODOU A BAIANA e PARTIU FURIOSAMENTE PARA O ATAQUE-. 

SOBERANIA

Em pronta e clara defesa dessas ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS, Lula assumiu -publicamente- o papel de legítimo representante do SINDICATO PATRONAL DO CRIME, dando a entender ao presidente dos EUA e aos líderes do MUNDO TODO que as -AÇÕES E OS TERRITÓRIOS COMANDADOS POR AMBAS -ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS- são -SOBERANOS- e como tal DEVEM SER RESPEITADOS.

MODO FURIOSO

Confesso que de tantas coisas e situações que levaram o presidente Lula a entrar em -MODO FURIOSO- e/ou INCONSOLÁVEL, nenhuma foi capaz de produzir um EFEITO TÃO DESTRUIDOR quanto a CLASSIFICAÇÃO dada por Donald Trump que inclui o PCC e o CV como ORGANIZAÇÕES NARCOTERRORISTAS. A considerar pelas escandalosas reações do presidente Lula, tudo leva a crer que está muito disposto a convocar as nossas -Forças Armadas- para proteger todas e quaisquer AÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS, que desde sempre se mostraram como ALIADAS DOS GOVERNOS PETISTAS. 

ATACADISTA

A título de informação: Na primeira semana de novembro de 2025, a divulgação de um vídeo em que o megatraficante uruguaio Sebastián Marset (por quem os EUA oferecem US$ 2 milhões por informações que levem à sua captura ou condenação) aparece jurando lealdade ao PCC, chamou a atenção para as conexões internacionais do grupo criminoso paulista. A divulgação do vídeo ocorreu dias depois da megaoperação da polícia do Rio de Janeiro contra o CV nos complexos da Penha e do Alemão, que terminou com 113 presos e 121 pessoas mortas, quatro delas policiais.

Especialistas apontam que as duas facções brasileiras, designadas como GRUPOS TERRORISTAS por Argentina e Paraguai, têm laços com várias organizações criminosas de outros países, embora a criada em São Paulo esteja mais adiantada nesse processo.

Mais: em entrevista à Gazeta do Povo, Roberto Uchôa, membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirmou que -"O Comando Vermelho ainda não tem a expansão internacional que o PCC já tem, mas o Comando Vermelho precisa dessas rotas para abastecer o mercado interno e também abastecer sua expansão internacional, que está começando, principalmente como um atacadista para outros continentes, coisa que o PCC já faz”.

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