Gilberto Simões Pires
SURTO DE EUFORIA
Na última 6ª feira, 20, tão logo saiu a notícia de que a Suprema Corte dos EUA decidiu DERRUBAR AS TARIFAS SOBRE PRODUTOS IMPORTADOS -IMPOSTAS GLOBALMENTE PELO PRESIDENTE TRUMP-, a MÍDIA BRASILEIRA ENTROU EM SURTO DE EUFORIA e como tal fez a FELICIDADE DO IGNARO POVO BRASILEIRO, que vê o governo TRUMP como INIMIGO PERVERSO DO NOSSO EMPOBRECIDO PAÍS.
AUTORIZAÇÃO DO CONGRESSO
Antes de tudo, para que fique bem claro, a DECISÃO DA SUPREMA CORTE veio após uma CONTESTAÇÃO JUDICIAL MOVIDA POR EMPRESAS AFETADAS PELAS TARIFAS E POR 12 ESTADOS NORTE-AMERICANOS, A MAIORIA DELES GOVERNADOS POR -DEMOCRATAS-, CONTRA O USO SEM PRECEDENTES DA LEI POR TRUMP PARA IMPOR UNILATERALMENTE IMPOSTOS DE IMPORTAÇÃO. Segundo o presidente da Suprema Corte dos EUA, John Roberts, Trump deve -APONTAR UMA AUTORIZAÇÃO CLARA AO CONGRESSO PARA JUSTIFICAR A SUA AFIRMAÇÃO EXTRAORDINÁRIA DO -PODER DE IMPOR TARIFAS-. ELE (TRUMP) NÃO TEM O DIREITO DE FAZER ISSO.
O BONDOSO GOVERNO LULA
Pois, para quem não sabe, enquanto a MÍDIA GRITA AOS QUATRO VENTOS noticiando que o PERVERSO -GOVERNO TRUMP -IMPÕE TARIFAS que dificultam sobremaneira a EXPORTAÇÃO DE VÁRIOS PRODUTOS E SERVIÇOS BRASILEIROS PARA OS EUA-, o BONDOSO -GOVERNO LULA-, protegido, ou comprado pela MÍDIA, IMPÕE -TARIFAS- (IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO) QUE ATINGEM CERCA DE 1.000 PRODUTOS, incluindo smartphones, máquinas industriais (bens de capital) e equipamentos de informática e telecomunicações, cujas alíquotas chegam a até 25%. Mais: parte dos reajustes já está em vigor e parte começa a valer em março....
TRUMP NÃO PODE, MAS LULA PODE
Como informa o site Poder 360, o Ministério da Fazenda se defende dizendo que o OBJETIVO DAS TARIFAS BRASILEIRAS é CONTER O AVANÇO DAS IMPORTAÇÕES E PROTEGER A INDÚSTRIA NACIONAL. Ou seja, TRUMP NÃO PODE, MAS LULA PODE. Em nota técnica, O MF informou que as compras externas de bens de capital e de informática cresceram 33,4% desde 2022. A participação desses produtos importados no consumo nacional superou 45% em dezembro do ano passado. Para a equipe econômica, esse nível de entrada no mercado nacional AMEAÇA "colapsar elos da cadeia produtiva" e provocar regressão produtiva e tecnológica no país. De novo: AQUI PODE...
Dartagnan da Silva Zanela
O escritor Josué Montello nos ensina que o dever número um de um crítico é compreender. Com base nesta lição devidamente aprendida com o mestre, sempre procuro deixar claro para meus alunos que eles não têm a menor obrigação de concordar com uma opinião quando essa lhes é apresentada, pouco importa quem seja o seu autor; entretanto, eles têm o dever moral de, com sinceridade, esforçar-se para realmente compreendê-la.
Lição similar é-nos ensinada através da obra do filósofo Mário Ferreira dos Santos, que procurava, nas palavras dele, identificar em todas as filosofias de que tomava conhecimento as suas "positividades" e, é claro, as suas "negatividades", através de uma análise "decadialética". Procedendo por este riscado, ele conseguia ter uma visão ampla e profunda a respeito das ideias e opiniões de que discordava e, de quebra, acabava aprofundando e ampliando os fundamentos de suas próprias interpretações e pontos de vista.
Um exemplo mui ilustrativo de seu modus operandi foi o debate que ocorreu entre ele e o historiador Caio Prado Júnior, em um evento promovido por um grupo anarquista em São Paulo, na primeira metade dos anos 60 do século passado. Após o grande historiador marxista ter apresentado sua tese, Ferreira dos Santos tomou a palavra e, antes de expor a sua, pediu licença para fazer algumas correções à tese apresentada pelo seu antagonista que, segundo ele, estava repleta de equívocos (Bah!). Bem, após uma longa exposição — que levou os anarquistas presentes a imaginarem que Mário Ferreira tivesse "virado a casaca" — ele disse, serenamente: "Terminada a correção da tese do meu adversário, passo agora para a refutação".
Ora, quando o referido filósofo lia alguma obra ou assistia a alguma conferência, procurava sempre fazer isso com boa vontade, querendo, com sinceridade, compreender o que estava sendo apresentado a ele e, por essa razão mesmo, podia, inclusive, corrigir com naturalidade as ideias e opiniões, as crenças e crendices que destoavam da sua palheta filosófica. Seu olhar sobre as múltiplas faces da realidade era mais amplo porque ele nunca teve medo de conhecê-las com honestidade.
Infelizmente, no mundo contemporâneo, que se ufana de sua hiperconectividade e de outras pataquadas modernosas, as pessoas, de um modo geral — e nós, muitas vezes, de um jeitinho bem particular —, somos incapazes disso. Na real, quando alguém ousa querer apresentar um ponto de vista que destoa do nosso estrabismo ideológico, nós já temos uma opinião pronta e acabada, devidamente deformada, sobre a dita-cuja e, a essa gambiarra epistemológica que não vale um vintém furado, damos o nome pomposo de "nossa opinião crítica" que, na realidade, não é nossa, está a léguas de distância de ser uma opinião e, por isso mesmo, não é digna de uma crítica — diferente de nós, que deveríamos nos dignar a fazer uma honesta autocrítica.
* Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "O SEPULCRO CAIADO", entre outros livros.
Claudio Apolinario
Por que o desaparecimento do homem é o epicentro silencioso da desestrutura social
Mais de 5 milhões de crianças brasileiras não têm sequer o nome do pai na certidão de nascimento e 7,8 milhões de mulheres criam filhos sozinhas. Não é descuido burocrático. É o retrato mais cru de uma ausência que o Brasil aprendeu a normalizar — e que está custando mais do que qualquer escândalo em Brasília.
Nos Estados Unidos — o país mais rico do mundo — 23% das crianças vivem sem pai ou mãe presente, segundo o Pew Research Center. O maior índice do planeta. Essa ausência não é uma crise brasileira. É uma crise civilizatória. E o Ocidente está perdendo essa batalha.
Não é abandono silencioso — é abandono documentado, institucionalizado, tolerado. Uma revisão sistemática publicada no periódico científico Psychology, Crime & Law, em 2020, analisou 48 estudos e confirmou: crescer em família com apenas um dos pais aumenta o risco de envolvimento com crime na adolescência. O efeito é mais pronunciado entre meninos e em bairros violentos — exatamente o perfil da maioria das periferias brasileiras.
O dado não surpreende quem trabalha com formação de caráter. Surpreende quem insiste em tratar a ausência paterna como dado neutro — como se uma criança criada sem pai produzisse os mesmos resultados sociais que uma criança criada com estrutura afetiva e de autoridade.
A psicologia do desenvolvimento e as estatísticas de violência dizem o contrário. O psicólogo clínico Geison Isidro é direto: "A falta de um pai vai gerar problemas na estrutura psicológica e emocional. Há tendência maior à transgressão, insegurança diante da vida, aumento de agressividade — especialmente em meninos que, com muito medo, usam a agressividade como compensação à insegurança."
Mas há uma dimensão desse problema que raramente aparece no debate público. O homem não desapareceu apenas porque quis. Ele foi sistematicamente desconstruído como figura moral.
Durante décadas, a narrativa cultural dominante tratou a masculinidade como problema a ser corrigido — não como força a ser direcionada. Autoridade paterna virou sinônimo de autoritarismo. Liderança masculina virou suspeita de dominação. O resultado foi previsível: uma geração de homens forçada a desaparecer. Não por fraqueza biológica, mas porque esvaziaram o significado de ser pai antes que ele pudesse ser exercido.
Um homem ensinado sistematicamente a pedir desculpas por existir não desenvolve coragem. Desenvolve vergonha. E homens com vergonha não lideram famílias. Fogem delas.
Há ainda uma terceira causa — a mais silenciosa de todas. O homem não apenas foi desconstruído culturalmente. Ele foi substituído. Não por algo melhor, mas por um Estado que passou a se apresentar como provedor alternativo — não de oportunidades, mas de dependência.
Quando o Estado assume o papel que o pai deveria ocupar, ele não liberta a família. Ele a captura. Cria vínculos de lealdade com quem distribui benefícios, não com quem exige responsabilidade. Engenharia social aplicada à célula mais básica da civilização.
Convém dizer com clareza o que o debate público evita: isso não é julgamento sobre mães solo — que carregam um fardo desproporcional com dignidade extraordinária. O problema não começa na mãe solo. Começa no homem que desapareceu antes dela precisar ser solo. Começa na cultura que ensinou esse homem a fugir em vez de ficar. Começa no sistema que recompensou a fuga e puniu a presença.
A proporção de famílias chefiadas por mulheres sem cônjuge e com filhos cresceu 16,38% de 2000 para 2022 — e a aceleração desse índice nos últimos anos indica que a tendência não está se revertendo. Está se aprofundando.
Uma meta-análise publicada na revista Urban Education em 2014, que reuniu dezenas de estudos, confirmou: o envolvimento do pai está diretamente relacionado ao desempenho acadêmico dos filhos — e sua ausência, à maior probabilidade de evasão escolar e problemas disciplinares. Isso não é ideologia. São dados.
A restauração do Brasil não começa em Brasília. Começa no homem que decide ficar. Que assume responsabilidade. Que lidera com serviço, não com domínio. Que forma filhos com identidade, disciplina e senso de limite — porque nenhuma política pública, programa social ou decreto legislativo substitui o que um pai presente constrói no cotidiano silencioso da vida doméstica.
A crise institucional que assistimos tem raízes mais profundas do que partidos, governos ou escândalos financeiros. Ela tem raízes na família. E a família tem raízes no homem.
Uma nação de homens que fugiram do limite não produz filhos livres. Produz órfãos com pai vivo.
* O autor, Claudio Apolinario, é pastor, vereador em S. José dos Campos, articulista e analista político.
Alex Pipkin, PhD
Ontem à noite, já olhando o carnaval pelo espelho retrovisor, essa festa permanente que às vezes substitui a reflexão, não vi apenas a história de um homem rico e depravado.
Ao assistir à série sobre Jeffrey Epstein, vi algo mais perturbador; enxerguei a confirmação de que o mal não é um acidente raro. Ele é uma possibilidade constante da natureza humana.
O que nos impede de atravessar certas fronteiras não é a bondade espontânea. São limites. Internos, o caráter. Os externos deveriam ser instituições sólidas. Quando esses limites enfraquecem, o poder não apenas se expande; ele se ilude. Passa a acreditar que é imune. Nada é mais corrosivo do que a sensação de invulnerabilidade.
Dinheiro compra silêncio, prestígio compra deferência. Relações estratégicas compram tempo. E o tempo, quando manipulado, transforma-se na forma mais sofisticada de impunidade. Não existe absolvição formal, há cansaço social. Não existe inocência declarada, há esquecimento calculado.
Epstein viveu nessa bolha. Mas o que torna essa história relevante não é a perversão de um indivíduo. Funestamente, eles existem. Mas o extraordinário, é o momento em que alguns homens decidiram que a lei não seria decorativa. Investigadores que poderiam ter pedido transferência. Policiais que poderiam ter se conformado. Um promotor federal, Geoffrey Berman, que poderia ter escolhido a estabilidade institucional e preferiu a responsabilidade institucional.
Ali não houve milagre. Houve dever. O verdadeiro teste do caráter não acontece sob holofotes. Acontece quando ninguém está olhando. Quando agir corretamente não rende reconhecimento, apenas risco. Quando a omissão preserva a carreira e a ação ameaça o conforto.
É nesse ponto que se separa quem ocupa um cargo de quem honra uma função.
No Brasil de hoje, em que decisões concentradas e interpretações expansivas e enviesadas alimentam debates envolvendo o STF, a pergunta deixa de ser teórica. Toda estrutura de poder corre o risco de acreditar que não será confrontada. Que autoridade equivale a blindagem e que o escrutínio tem prazo de validade.
Mas a história não respeita blindagens eternas.Instituições não se salvam sozinhas. Elas dependem de pessoas que entendam que autoridade é um fardo moral, não uma coroa. Que missão é compromisso, não retórica. Mais: que virtude não é discurso público, mas escolha privada.
Alguns esperam mudanças como quem espera um milagre. Mas o que preserva uma república não é milagre, é coragem institucional.
Resta a pergunta inevitável: surgirá também aqui alguém disposto a agir não por vaidade, não por protagonismo, mas por dever, pelos reais valores virtuosos?
Porque quando o poder se convence de que ninguém o enfrenta, não é apenas a lei que enfraquece.
É a própria ideia de limite que começa a desaparecer.
Sociedades não morrem de súbito.Elas são lentamente corroídas quando ninguém ousa contrariar os blindados. A história mostra que o colapso começa muito antes do estrondo.
Começa mesmo no silêncio dos que poderiam ter dito basta.
Dartagnan da Silva Zanela
Um dos bens mais preciosos de que dispomos é o silêncio interior. Bem esse que o mundo moderno, através dos mais variados subterfúgios, tenta nos furtar, aliciando-nos a nos entregarmos de corpo e alma ao alarido e à dispersão, em uma farta variedade de manifestações.
Se temos ciência do real valor deste bem, sabemos que todo santo dia temos que travar o bom combate para defendermos nossa solitude e, com ela, resguardar a nossa sanidade mental, moral e espiritual.
Como bem nos lembra Umberto Eco, a cultura de massa não é um elemento externo, presente apenas na caixola dos outros — nada disso. Todos nós estamos imersos nela, somos afetados direta ou indiretamente por ela e, em maior ou menor medida, a dita-cuja se faz presente dentro de nós (lá ele!), perturbando e deformando o nosso modo de ser, turvando a nossa percepção de tudo, de todos e de nós mesmos.
Sim, temos que pelejar um dia de cada vez, mas o Tempo Quaresmal é um momento propício para reforçarmos as trincheiras e defendermos a nossa cidadela interior, através das obras penitenciais apresentadas pela Tradição Cristã ou por meio das sugestões feitas pelo Papa Leão XIV agora em fevereiro que, de certa forma, vão de encontro a algumas das muitas fragilidades presentes na alma do homem moderno. Presentes na nossa alma.
Sejam as penitências recomendadas pela tradição ou aquelas sugeridas pelo Bispo de Roma, todas elas são — como direi? — excelentes ferramentas para nos levar a tomarmos consciência do quão débil é a nossa vontade e do quão fraco é o nosso ânimo.
Ora, basta firmarmos a intenção de não acessarmos as redes sociais ou de não darmos trela para futricas e fofocas durante a Quaresma que, em dois palitos, ficamos em pandarecos; basta decidirmos que não iremos comer doces, tomar café ou algo do gênero, que nossa boca começa a salivar como se fôssemos um cão raivoso. Sim, isso é uma hipérbole; mas, exageros à parte, nós sabemos muito bem que, na real, não somos de nada.
Gostamos do alarido porque ele silencia a voz da nossa consciência, que apenas pode ser devidamente ouvida quando nos permitimos recolher em nossa solitude interior. Amamos estar dispersos, afastados de tudo aquilo que é "mais nós do que nós mesmos", para nos sentirmos gostosamente satisfeitos com nossa mediocridade nada original, vivendo apartados de uma vida com profundidade histórica para abraçar hedonisticamente uma vida entregue a uma desordenada perspectiva histérica.
Sim, eu sei — todo mundo sabe — que os indivíduos do mundo moderno imaginam que são o bicho-da-goiaba e, por isso mesmo, penso que seria tremendamente profícuo se, neste Tempo Quaresmal, nos permitíssemos testar os limites da nossa força de vontade, nos desnudando perante a nossa consciência, diante do silêncio que ninguém mais quer ouvir para, quem sabe, podermos nos reconciliar conosco mesmos e nos aproximar de forma verdadeira de Deus e dos nossos semelhantes.
* O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "O SEPULCRO CAIADO", entre outros livros.
Gilberto Simões Pires
MODO PETISTA DE GOVERNAR
Mais do que sabido, a partir de 2003, quando LULA foi eleito pela primeira vez para comandar o Poder Executivo do Brasil, em muito pouco tempo o mundo todo percebeu, compreendeu e comprovou que o -MODO PETISTA DE GOVERNAR- sempre teve como -FOCO PRINCIPAL E SECUNDÁRIO-a PRODUÇÃO DE MAZELAS do tipo que misturam, em doses cavalares, ALTA CORRUPÇÃO, MÁ ADMINISTRAÇÃO, INCOMPETÊNCIA, INFORTÚNIOS, ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS etc., com reflexos SOCIAIS ECONÔMICOS INCALCULÁVEIS.
PROSPERIDADE PETISTA
Em meio ao processo de convencimento -palpável, paulatino e inequívoco- do quanto o MODO PETISTA DE GOVERNAR tem sério compromisso com a DESTRUIÇÃO, A CORRUPÇÃO E A ROUBALHEIRA, muita gente, com cara de espanto, acabou por descobrir, enfim, que a PROSPERIDADE, sob a ótica dos PETISTAS, tem -COMPROMISSO ETERNO COM O INSUCESSO-, ou seja, com a OBTENÇÃO DE RESULTADOS TRÁGICOS E/OU INSUSTENTÁVEIS A MÉDIO E LONGO PRAZO.
FRACASSO EM SAMBA E VERSO
Ainda assim, partindo do princípio de que -TUDO TEM LIMITE-, nem mesmo os mais resistentes, do tipo que apoiam o FUNESTO IDEÁRIO PETISTA, imaginavam que o -MODO PETISTA DE GOVERNAR-, acabaria, por óbvio, levando - A ESCOLA DE SAMBA - ACADÊMICOS DE NITERÓI- ao inevitável -REBAIXAMENTO PARA O GRUPO DE ACESSO-. Como se vê, tudo que LULA e o PT tocam, se envolvem, participam e elegem, resultam sempre em estrondosos FRACASSOS. Vide, por exemplo, as ESTATAIS, que ano após ano acumulam prejuízos cada vez maiores.
O POVO É O GRANDE FRACASSADO
Pois, para deixar bem claro que, NA REAL, o maior FRACASSADO É O POVO BRASILEIRO, pois a Escola de Samba ACADÊMICOS DE NITERÓI recebeu R$ 9,6 MILHÕES EM VERBA PÚBLICA (DINHEIRO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS) para realizar seu desfile. Os pagamentos vieram da PREFEITURA DE NITERÓI, DO GOVERNO DO ESTADO DO RJ, DO GOVERNO FEDERAL, POR MEIO DA EMBRATUR, E DA PREFEITURA DO RJ, VIA RIOTUR. Mais: o governo federal, leia-se LULA e JANJA, se envolveu diretamente com o desfile.