• Alex Pipkin, PhD
  • 16 Outubro 2025


Alex Pipkin

 

                      Fico imaginando com o que eles se “divertirão” agora. Perderam, pelo menos por hora, o brinquedo favorito. O ódio a Israel deixa de ser o “Protagonista 00” dessa tragédia moral encenada pela esquerda do atraso. A festa do terror está sendo mitigada. Mas eles não sabem viver sem uma causa para odiar. Continuarão, é claro, tomando café, almoçando e jantando com o velho antissemitismo, esse prato frio que volta, de tempos em tempos, ao cardápio moral da esquerda “humanitária”.

E agora, com o início do fim da suja farsa, quando o feijão vermelho da fé socialista recebeu a água fria da realidade, o que eles farão? A narrativa ruiu. Os próprios palestinos de Gaza, libertos das garras do Hamas, comemoram o acordo que os livra das algemas terroristas. Os sacerdotes da “moral superior” ficaram sem liturgia, por hora.

Sim, eles têm seus nobres rituais. Toda semana, uma procissão de consciências puras se reúne para exibir, em espetáculo público, sua superioridade moral encenada. É a missa do ressentimento. São palavras de ordem no lugar de orações, slogans no lugar de pensamento, histeria no lugar de compaixão. Cada gesto é calculado, cada frase é performática, são pseudo-indignações trágicas.

E na republiqueta da união e reconstrução, hein? Será que a missa continuará com o mesmo padre de barro de sempre — Lula — ou será atenuada? Que dúvida atroz…

O desgoverno Lula, ao retirar o Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, cometeu não apenas um retrocesso diplomático, costumeiro, mas uma perversão moral e um flagrante gesto de antissemitismo institucional, enviando aos judeus brasileiros a mensagem de que sua memória, dignidade e segurança valem menos que ideologias e conveniências políticas.

O falastrão inconsequente e reincidente continuará insultando a memória dos que tombaram no Holocausto e zombando dos judeus brasileiros, enquanto finge governar? Sua fé é a gastança, sua missa é o populismo, e seus fiéis confundem o Tesouro Nacional com o cofrinho da “justiça social”.

Mas será que eles se voltarão para algo mais pragmático? Ou continuarão perseguindo nobres causas de palco? Perguntas retóricas; o espetáculo precisa continuar, a moral deve ser exibida, a indignação teatralizada.

É. Antes a desculpa era a taxa de juros do Banco Central. Campos Neto era o herege. Agora, com Galípolo, o que eles fazem? Talvez uma nova cruzada moral para justificar o roubo do INSS, o saque da quadrilha lulopetista contra idosos e jovens. Tudo, claro, em nome da “paz e do amor”, da virtude superior e intransigente que nunca se materializa em resultados fatuais.

Será que eles, como apologistas anti-pobreza e anti-desigualdade, sairão às ruas para protestar? Irão alertar sobre a dívida pública, que alcança 80% do PIB e, combinada com juros altos, obriga o governo a gastar com juros em vez de “investir” em mais assistencialismo ou garantir serviços públicos de qualidade? Quem paga a farra somos nós, os contribuintes. Será que marcharão de punho cerrado, gritando contra o “capital financeiro”, incapazes de ver que é a própria fé estatista que gera essa pobreza e desigualdade?

Não, eles não desaparecerão. Precisam sempre de um fantasma, de uma mentira, de um inimigo para existir. O silêncio constrangido não lhes cabe. A vontade antiga, a obsessão de controlar, censurar e pregar a virtude, renascerá com um novo velho significado, ressignificado, sempre contra aquilo que não entendem, sempre do lado errado da história, sempre encenando a moral enquanto o mundo real arde ao redor. E continuarão, como sempre, odiando para existir.

A fé vermelha sempre se esfarela. O resto é missa para ateus de si mesmos.

Que vergonha… sempre ritos vazios de sentido, um culto ao próprio vazio moral.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 14 Outubro 2025

Gilberto Simões Pires         

PROJETO

Mais do que sabido, todo e qualquer PROJETO tem como principal característica um INÍCIO e um FIM - DEFINIDOS. Essa clara característica se faz presente, por exemplo, através da CONSTRUÇÃO DE UM PRÉDIO ou da CRIAÇÃO e/ou DESENVOLVIMENTO DE UM NOVO PRODUTO. Para tanto, indivíduos ou organizações exercem influência sobre os PROJETOS, aportando e/ou buscando recursos -financeiros, humanos e tecnológicos- para viabilizar a empreitada.

PROJETO DE LULA

Pois, olhando com alguma atenção tudo que foi, e vem sendo, -prometido, criado, desenvolvido e executado- pelo presidente Lula, com a benção de seus apoiadores e, principalmente, dos indefectíveis ministros-engenheiros do STF, faz parte de um GRANDE E ESCANCARADO -PROJETO-, cuja CARACTERÍSTICA ÚNICA, e não apenas PRINCIPAL, é a DESTRUIÇÃO TOTAL DA ECONOMIA BRASILEIRA.

INÍCIO E FIM

Mais do que sabido, o -INÍCIO- do PROCESSO DE DESTRUIÇÃO -INTENCIONAL- se deu em 2022, no exato momento em que o TSE declarou a vitória de Lula na eleição presidencial. Já o -FIM-, como define a característica de todo e qualquer PROJETO, está previsto para 2027, quando as CONTAS PÚBLICAS entrarão em inevitável COLAPSO, por conta da POLÍTICA FISCAL que vem sendo imposta por Lula, com requintes de incomparável e fria CRUELDADE.   

FIM ANTECIPADO...

Aliás, como se não bastasse a insaciável FOME POR IMPOSTOS para financiar os ABSURDOS GASTOS PÚBLICOS, o presidente Lula deu clara impressão de que está muito disposto em antecipar o FIM DO PROJETO DE DESTRUIÇÃO: através de um nojento DECRETO, tratou de ampliar o acesso da primeira-dama Janja da Silva aos serviços do Gabinete Pessoal da Presidência da República. Tal decisão resultará, obviamente, em GASTOS ADICIONAIS às CONTAS PÚBLICAS. Que tal? 

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  • Sílvio Lopes
  • 11 Outubro 2025

 

Sílvio Lopes  

                      Certa feita, perguntaram a John Kennedy, 35° Presidente dos EUA, assassinado em 1963( Dallas, no Texas), se ele conhecia o segredo da boa vida e da felicidade. Ele disse: " O segredo para a felicidade não sei; mas do fracasso sim: querer agradar a todos".

       Lembrei desse episódio envolvendo JFK, a propósito dos tempos que estamos vivenciando no Brasil. Tempos que nos exigem definir de que lado estamos, verdadeiramente: o da defesa das liberdades; ou contra elas.

       Como jornalista, então, e por amor à verdade dos fatos que juramos defender, fica evidente que a defesa das liberdades é o lado obrigatório onde devemos nos entrincheirar. Mas, de fato e de verdade, muitos há que procuram tergiversar a respeito, se ocultar nas elucubrações teóricas sem pés nem cabeça. Enfim, dissimular o quanto podem, para evitar a exposição, e, o mais grave, para não afrontar aos seus( no frigir dos ovos, favoritos), ideólogos de estimação...

       Jornalistas, como se vê, não estão imunes de se inocularem com algum vírus da tirania, mesmo que esta, em sua essência última, lhes negue a própria razão de ser enquanto profissional da contestação,  do exercício do livre pensar, falar, escrever e denunciar.

        O que hoje se impõe no Brasil, incontestavelmente, é a predileção do grupo político no poder de transformar nossa nação numa " sociedade de carneiros, governados por lobos famintos", bem de acordo com a tese freudiana consagrada ao longo do tempo. E há quem desacredite nisso...

      Essa gente, a bem dizer, é ( e muito bem) dotada de " mentes reptilianas idiotizadas; não passam de ideólogos esquerdopatas- declarados ou não- que povoam nosso território; de zumbis que perambulam de um lado e de outro e só ocupam espaço sem apresentar qualquer valia prá humanidade. Uns inúteis de duas patas.

          Já não se fazem jornalistas como antigamente. O processo autofágico está sepultando o jornalismo real como instrumento de defesa da sociedade contra os excessos autoritários do Estado. Muito triste.

*          O autor, Silvio Lopes, é jornalista, economista e palestrante sobre Economia Comportamental.

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  • Dartagnan da Silva Zanela
  • 10 Outubro 2025

 

Dartagnan da Silva Zanela

            Um dos mantras que é repetido à exaustão no terceiro milênio é o de que devemos nos manter sempre bem informados porque, como dizia Abelardo Barbosa, "quem não se comunica se trumbica". E é bem provável que eu e você já cobramos isso dos outros e de nós mesmos, mas, por mil raios e trovões, realmente precisamos estar atentos a todos os acontecimentos que foram destacados no último minuto e que são atirados em nossas ventas pela grande mídia? Foi o que eu pensei.

E tem outra: se formos petulantes além da conta, iremos notar que tudo aquilo que nos é noticiado só ganha sentido e contexto com o passar do tempo, porque é apenas o tempo que nos propicia o distanciamento que é imprescindível para compreender-se algo com alguma profundidade.

Quando uma série de notícias e factoides começa a tomar conta do cenário midiático, mais do que depressa veremos os nossos ânimos se alterando, turvando nossa compreensão, limitando o nosso entendimento e excitando o nosso desejo de, como direi, "ver o circo pegar fogo" ou algo parecido com isso. E se nos encontramos nesse estado de espírito, dificilmente iremos ler a conjuntura, desenhada a partir das notícias, de forma minimamente crítica, mesmo que creiamos candidamente que o estamos fazendo.

Aliás, quando as coisas começam a parecer óbvias demais para nós é sinal de que alguma coisa está errada em nossas conclusões, na forma como processamos as informações que acolhemos e, principalmente, com as premissas que utilizamos para avaliar as informações que nos permitiram chegar àquilo que chamamos de nosso entendimento sobre os fatos.

Ora, se nós nunca nos fizemos esses questionamentos é um sinal de que aquilo que chamamos de nossa opinião [criticamente crítica] não passa de um estranho que nos habita sem pagar aluguel, como bem nos ensina José Ortega y Gasset.

E repare numa coisa: raramente questionamos nossas conclusões porque, na maioria das vezes, nós já as temos prontinhas e acabadas antes mesmo de lermos uma notícia e, por não avaliarmos criticamente a forma como consumimos as informações que chegam até nós, tomamos nossas pseudo premissas como conclusões pétreas e aí, perguntamos: qual é o valor de um conhecimento construído de uma forma tão epidérmica? Pois é, foi o que eu pensei.

Enfim, deixemos as notícias envelhecerem para que possamos, com elas, amadurecer.

*           O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "A QUADRATURA DO CÍRCULO VICIOSO", entre outros livros.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 09 Outubro 2025

 

 

Gilberto Simões Pires

 

          Antes de seguir com o programa definido para esta -SEMANA DE ANIVERSÁRIO do PONTOCRITICO.COM-, qual seja de republicar CINCO ARTIGOS -escolhidos aleatoriamente-, me apresso em cumprimentar -efusivamente- os deputados federais que ontem à noite acharam por bem DERRUBAR a estúpida MP 1.303/25, que previa o AUMENTO DE IMPOSTOS para compensar o recuo do governo sobre o IOF. Vale registrar que tal decisão, absolutamente diferente do que diz e pensa o comunista Lula, foi, antes de tudo, UMA VITÓRIA DO SOBERANO POVO BRASILEIRO. 

A DAMA E SEUS MARIDOS

Feito o necessário registro,  no editorial de hoje republico o artigo -datado de 22 DE FEVEREIRO DE 2005 (20 ANOS ATRÁS)-, com o título -A DAMA E SEUS MARIDOS- Eis:       

DAMA POBRE

A SOCIEDADE BRASILEIRA é tal qual uma DAMA POBRE que, inexplicavelmente, insiste em permanecer CASADA COM VÁRIOS E INDECENTES MARIDOS, todos muito espertos, gigolôs e que, mesmo tendo atribuições que vem sendo desempenhadas com péssima qualidade, vivem de aumentar constantemente o número de seus auxiliares com garantias de grandes vantagens.
Como tal, a SOCIEDADE (nós, o povo) vive numa verdadeira POLIGAMIA. Assim, sem forças e educação suficientes não sabe como sair dessa nefasta situação. Percebe-se, por consequência, uma sensação de -impossível arrependimento- ou reação. Com isso, a DAMA se mantém presa, amordaçada, e refém dos mais distintos interesses de seus AMANTES.

CONSERVADORA

Mesmo alegando diariamente que não tem mais dinheiro para continuar sustentando os prazeres e as farras dos seus malandros infiéis, a DAMA não desiste. Basta ouvir algumas promessas de que seus maridos vão se corrigir e melhorar o comportamento. Pronto. A partir daí vai imediatamente para a cama, cheia de esperanças. Por questões que envolvem a própria criação e a cultura adquirida nunca crê que pode viver sem eles. E assim prefere aturar todo o tipo de desprezo.

Sobra nisto tudo a velha choradeira. Dizendo-se incompreendida e desprezada, vive de queixumes que nunca chegam ao ponto de acabar com a péssima e viciada convivência. Ao contrário: cada vez que seus maridos fazem beicinho, em busca de mais algum recurso para poder frequentar outras rodas mais excitantes, a DAMA corre para fazer depósitos na conta sempre negativa. E pelo visto, mesmo querendo continuar na POLIGAMIA, se diz CONSERVADORA, ou seja, não troca de maridos.

 

1000 DIAS DE GOVERNO LULA

Mais: a propósito, eis o texto que me foi enviado -sem assinatura-, que resume os 1000 DIAS DE GOVERNO LULA: 

O Brasil chegou aos 1.000 dias de governo Lula mergulhado em ROMBOS FISCAIS, ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO, AUMENTO DE IMPOSTOS E AVANÇO DO CRIME ORGANIZADO. O discurso de “RECONSTRUÇÃO NACIONAL" se transformou em um projeto de DESTRUIÇÃO ECONÔMICA E INSTITUCIONAL.

A DÍVIDA PÚBLICA já ultrapassa R$ 8,1 trilhões, o maior patamar da história, enquanto o governo acumula DÉFICITS BILIONÁRIOS e adia qualquer sinal de ajuste. A promessa de “DÉFICIT ZERO” virou FICÇÃO CONTÁBIL, e a conta dos JUROS — já acima de R$ 1 trilhão por ano — consome o orçamento. Mesmo com o Banco Central sob comando de um indicado de Lula, os juros seguem entre os mais altos do mundo, reflexo da falta de credibilidade fiscal.

Sem CORTAR GASTOS, o governo encontrou uma saída fácil: AUMENTAR IMPOSTOS. Já são 24 elevações tributárias em menos de três anos, atingindo o bolso de quem trabalha e produz. Enquanto isso, o Estado cresce, a economia estagna e o país afunda em endividamento.

Na ÁREA SOCIAL, os escândalos de corrupção voltaram com força. O caso do INSS, com fraudes bilionárias contra aposentados, expôs o retorno das velhas práticas que marcaram o petismo. Paralelamente, a Amazônia registrou o maior salto de degradação ambiental em décadas — 482% em 2025, enquanto o governo fazia propaganda de “sustentabilidade” no exterior.

No CAMPO DA SEGURANÇA, o CRIME ORGANIZADO se expandiu e o país se transformou em um verdadeiro NARCOESTADO, com facções controlando portos, fronteiras e até prefeituras. A ausência de política de segurança e o abandono das fronteiras permitiram que o tráfico se tornasse um poder paralelo.

Mil dias depois, o balanço é devastador: rombo fiscal, impostos recordes, corrupção generalizada, destruição ambiental, avanço do crime e perda de credibilidade internacional. O Brasil está mais pobre, mais dividido e mais vulnerável. Se nada mudar, o país caminha para um colapso econômico, social e moral até 2027 — resultado direto de um governo que promete reconstruir, mas só sabe destruir.

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  • Lucas Berlanza, Instituto Liberal
  • 06 Outubro 2025

 

Lucas Berlanza - IL

             Se 5 de outubro é o aniversário da finada (?) Constituição de 1988, 6 de outubro marca o nascimento do político que foi alçado à condição de símbolo vivo daquele texto, a que rendeu loas sob o título entusiasmado de “Constituição Cidadã”: Ulysses Guimarães (1916-1992).

Por conta de sua posição de proeminência política no combate aos últimos governos militares, lançando-se como “anticandidato” do opositor MDB em 1973 contra o representante da ARENA, Ernesto Geisel, e como presidente da Assembleia Constituinte, Ulysses é visto com um olhar muito positivo e nostálgico por setores da esquerda e do centro. Alguns liberais contemporâneos o veem quase como “mais liberal que os liberais”. Na minha opinião, há sensível exagero nessa postura.

Egresso dos círculos do PSD, o maior e mais poderoso partido da República de 46, Ulysses partilhava da máquina herdada do regime varguista, tal como todos os seus companheiros de legenda, o que determinou uma trajetória política praticamente ininterrupta, com direito a diversos mandatos consecutivos como parlamentar.

Professor de Direito e advogado, na década de 50 se opôs à luta udenista pela exclusividade de distribuição das cédulas eleitorais nos locais de votação. Integrante da “Ala Moça” do PSD, apoiou Juscelino Kubitschek, o desenvolvimentismo industrializante, a contenção das remessas de lucro para o exterior e os monopólios estatais em diversos setores.

Apoiou a emenda parlamentarista de 1961, o golpe de 1964 e votou em Castelo Branco – assim como outros políticos que, pelos mesmos motivos, são tratados como encarnações do demônio. Antes de falecer em um acidente de helicóptero, estava lutando a favor do parlamentarismo. Na Constituinte, por cerca de dez minutos, versou sobre as promessas do texto, como o fim do analfabetismo, a integração dos trabalhadores, cozinheiras, índios, estudantes, servidores civis e militares; a ideia de que o povo passaria a ter o poder supremo de legislador, sem tutelas autoritárias, e de que a vida pública brasileira passaria a ser fiscalizada pelo cidadão; de que a moral seria o “cerne da Pátria” e a corrupção seria combatida como “cupim da República”.

O cupim não se impressionou.

* Artigo foi publicado originalmente no excelente site do Instituto Liberal, em https://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-mito-da-constituicao-cidada-e-o-homem-que-a-personificou/

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