• Luis Guedes, adv
  • 27 Dezembro 2025

 

Luis  Guedes, adv

          Final de ano; além das típicas comemorações, também é tempo de se fazer uma retrospectiva do período. Entre as atividades profissionais e pessoais desenvolvidas nos últimos 12 meses, gostaria de destacar uma.

Há bastante tempo tenho lido sobre a Idade Média. O tema tem chamado a minha atenção desde que descobri que fui enganado. Nos bancos escolares, tanto professores, quanto os materiais didáticos, informavam que o período entre os Séculos V e XV teria sido marcado pelo obscurantismo científico e pela opressão da nobreza e do clero, tendo sido rotulado tal período, posteriormente, pelos historiadores, de Idade das Trevas.

A Idade Média não pode ser reduzida a um período obscuro, atrasado em relação às ciências e aos costumes. Também não pode ser apresentada como um período perfeito, como querem certos românticos. Nos mil anos da Idade Média houve erros e acertos, pois, a história é desenvolvida por seres humanos, que são seres imperfeitos e não se pode esperar a perfeição de entes limitados e imperfeitos.

Considero interessante a História das Mentalidades, ramo da história cultural que estuda os modos de pensar e de perceber o mundo dos grupos sociais que compõem a sociedade em determinado período.

Fui positivamente impactado pela obra “A Cavalaria: o espírito que formou a cristandade”[1], de autoria de Léon Gautier[2]. A obra é composta por dois volumes, trazida ao mercado editorial brasileiro pela Editora Caravelas. O recorte dado pelo autor apresenta a evolução histórica e as características típicas da cavalaria, que contribuiu para a construção do pensamento medieval, com seus valores e crenças.

De origem germânica, com aprimoramentos realizados pelos franceses, de acordo com as pesquisas realizadas pelo historiador Léon Gautier, a cavalaria é responsável pela defesa de valores atemporais, a exemplo da bravura e da honra. Através das canções de Gesta, o autor da obra reconstrói a evolução dessa instituição moldada não só nos valores da bravura e da honra, conforme mencionado, mas também na fé e na lealdade, que serviu para a defesa de pequenos feudos e de grandes reinos, mormente a partir de Carlos Magno. A cavalaria ajudou na construção da nação francesa, permitindo a defesa de valores comuns e caros à mentalidade medieval, bem como a salvaguarda do território dos invasores bárbaros, notadamente dos sarracenos que invadiram parte da Europa e subjugaram as populações dos territórios invadidos.

Infelizmente, os valores que nortearam a cavalaria foram perdidos ao longo das Idades Moderna e Contemporânea, em especial os da honra, da lealdade, da justiça, e o do combate ao mal[3].

A cavalaria, como instituição, teve um papel importante não só na formação da cristandade, mas também do Ocidente, mormente do continente europeu, com reflexos posteriores no Novo Mundo através dos descobrimentos realizados por Portugal e Espanha.

O que aprendi com a leitura da obra mencionada? Primeiro, o aprendizado acerca de um período histórico rico que tem sofrido ataques sistemáticos através de inverdades “históricas”; segundo, a compreensão dos valores inerentes à cristandade e à formação do Ocidente, valores (honra, justiça e coragem/bravura) esses que precisam ser revigorados/resgatados para a construção de uma sociedade mais justa; terceiro, a descoberta de que é possível a reconstrução de uma sociedade saudável, fundada em valores fundamentais, desde que recuperemos, tanto na dimensão individual, quanto na coletiva, os valores de honra, justiça e coragem cultivados pelos cavaleiros medievais.

Com isso, exponho uma parte das minhas meditações de final de ano, desejando a todos um 2026 repleto de saúde, paz, prosperidade e, sobretudo, de coragem para mudar aquilo que for necessário para a reconstrução de uma sociedade, e por conseguinte, de um país no qual se valorize os ideais de honra, bravura (coragem para mudar) e de justiça, que outrora foram responsáveis pela formação do Ocidente. Feliz 2026!

 

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  • Sílvio Lopes
  • 26 Dezembro 2025

Sílvio Lopes

 

        Escritor e empreendedor norte-americano, Napoleon Hill foi o responsável pelo despertar de gerações inteiras de líderes, mundo afora. Seus ensinamentos jamais usaram de fetiches ou mecanismos motivacionais, unicamente, para construir mentalidades vencedoras. E independentes.

Seu método, inclusive, foi profetizado nas páginas bíblicas, e mesmo nas tiradas de superlotados humanos. René Descartes, por exemplo, apregoava um mantra até hoje lembrado: "Cogito, ergo sum!" Ou seja: "Penso, logo existo".

Portanto, até mesmo para provar a nossa existência, precisamos... pensar. E para realizarmos algo, do simples à construção humana mais desafiadora e improvável, o ditado bíblico é retumbante: " Como penso, assim sucederá; e como determinei assim se efetuará"( Isaías, 14-24).

Tudo começa num pensamento...do simples ao mais orquestrado e, aparentemente, irrealizável.

Uma sociedade cujo povo terceiriza o seu pensar, já nasce escrava. Quando insiste e, ainda por cima, persiste, se condena à mais sórdida dominação, escancarando as portas para um poder tirânico que não lhe dará tréguas, pela eternidade.

Desde a pandemia de 2020, o mundo vem experimentando a mais devastadora dominação de governos sobre seus povos. A propagação do medo como principal aliado nesse propósito global, tem sido- desde, então-, instrumento implacável para arrancar das mentes o despertar mínimo de qualquer atitude racional de resistência e/ou contestação. O Brasil, e seu povo, caminha embalado nessa mordaça intelectual que nos está condenando à prostração. Pior: ao desânimo e ao conformismo que só nos trarão desgraças e desalentos.

Tem razão Napoleon Hil ao sustentar: "Medo é a ferramenta de um diabo idealizado pelo homem. A fé inabalável em si mesmo é tanto a arma que derrota este diabo, quanto a ferramenta que o homem utiliza para construir uma vida de sucesso". E de liberdades, acrescento eu.
Tudo a ver.

*        O autor, Sílvio Lopes. é jornalista, economista e palestrante.

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 26 Dezembro 2025


Alex Pipkin, PhD


            A maturidade, a experiência, o estudo e os erros acumulados ao longo do tempo me levaram a uma percepção que só o tempo autoriza: há algo profundamente errado na forma como tomamos decisões, como indivíduos, como empresas e como países. Não falo de má-fé. Falo de algo mais sutil e mais perigoso.

Tomamos decisões guiados pelo curto prazo. Eu, você, todos nós. O alívio imediato costuma vencer a construção paciente do que realmente importa. Escolhas fáceis seduzem porque prometem conforto, aprovação e paz momentânea. Escolhas difíceis exigem coragem, renúncia e disposição para suportar desconforto. A perversidade está aí: o que parece sensato hoje quase sempre cobra um preço alto amanhã. E, quando o resultado chega, já não há mais culpados, apenas consequências.

No mundo empresarial, vejo isso todos os dias. Empresas em processo de transição — especialmente aquelas que saem de um modelo familiar para uma gestão mais profissional — sofrem de um mal silencioso; a ausência de discordância real. Executivos concordam com a visão do fundador ou do principal líder não porque estejam convencidos, mas porque discordar custa caro. Questionar o status quo exige caráter, não apenas competência. Assim, decisões ruins seguem intactas, projetos medíocres prosperam e oportunidades reais são ignoradas em nome de uma harmonia aparente.

Sustentabilidade exige foco, renúncia e escolhas difíceis. Não por acaso, em estratégia, talvez o mais importante não seja decidir o que fazer, mas decidir o que não fazer, e sustentar essa decisão ao longo do tempo. Exige dizer não a projetos ruins, a expansões apressadas, a desvios tentadores, mesmo quando parecem racionais no curto prazo. Sustentabilidade não é técnica; é caráter aplicado à gestão.

Menos de 10% das empresas no mundo conseguem sustentar crescimento econômico por uma década. Esse número tende a cair à medida que a tecnologia acelera ciclos, amplia concorrência e reduz margens de erro. Crescer é difícil; crescer de forma sustentável é exceção. E isso só acontece quando a empresa opera em dois planos ao mesmo tempo. No presente, que paga as contas, e no futuro, que está sendo construído agora, com decisões que quase ninguém enxerga e, portanto, aplaude.

No plano governamental, o padrão se repete, em escala maior e com consequências mais graves. Governos populistas, tanto à esquerda — principalmente à esquerda — quanto à direita, prosperam oferecendo alívio imediato a sociedades exaustas. Reformas estruturais são adiadas; decisões impopulares, evitadas; verdades incômodas, substituídas por narrativas confortáveis e por falácias “progressistas”. Governa-se para o agora, não para um futuro promissor e sustentável.

O grande imbróglio está nos incentivos; equivocados e perversos. Ah, como eles importam! É mandatório e urgente estruturar incentivos que priorizem o investimento, a geração de empregos, renda e riqueza, e a mentalidade de um futuro sustentável, pois são esses incentivos que moldarão as escolhas e definirão o caminho para uma prosperidade duradoura.

A política passa a refletir o desespero coletivo. Populações que exigem soluções rápidas acabam sendo atendidas por quem promete o impossível. Não é por acaso, quando as pessoas estão desesperadas, apenas os mentirosos conseguem satisfazê-las. A disciplina fiscal, por exemplo — condição sine qua non de qualquer economia saudável — é sempre empurrada para depois. Mas o “depois” nunca chega.

Há uma confusão perigosa entre atender necessidades e bajular desejos. No mercado, clientes sabem o que sentem, não necessariamente o que resolve seus problemas. Cabe às empresas, com seus recursos, competências e tecnologias, enquadrar essas necessidades em soluções reais, muitas vezes invisíveis ao próprio mercado. Governos deveriam fazer o mesmo: sair da armadilha populista e tomar decisões difíceis hoje para que o bem-estar de amanhã seja possível.

Escolhas fáceis sempre parecerão humanas e sensíveis. Escolhas difíceis quase sempre parecerão duras e impopulares.

Porém, o tempo não se impressiona com intenções, nem mesmo com as mais nobres. Governos já não nascem para construir o futuro, mas para aliviar o presente — e o tempo sempre cobra essa escolha.

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  • Percival Puggina
  • 24 Dezembro 2025


Dartagnan da Silva Zanela

            Gosto de refletir a respeito do julgamento de Sócrates, especialmente no final do ano, neste tempo em que temos os nossos dias agitados pelos festejos do natalício de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Se fosse listar todas as razões e motivações que predispõem minha alma a inclinar-se nesta direção, a prosa seria comprida uma barbaridade e o nosso intento não é chatear ninguém. Mentira, é sim, mas não tanto assim.

Sócrates era um homem que, na plenitude da sua vida, foi tocado pelo oráculo que o havia reconhecido como sendo o homem mais sábio que existia. Se esse anúncio tivesse sido feito a qualquer um de nós, possivelmente iríamos estufar o peito, nos achar os sabichões e declarar aos quatro ventos que caboclo mais tarimbado na face da terra não há.

Pois é. Mas Sócrates não era como um de nós. Ele era simplesmente quem ele deveria ser e, por isso, ao ouvir essa notícia, duvidou, porque não reconhecia nenhuma sabedoria em seu coração. Ao contrário de nós, ele era humilde; por isso, sábio.

O problema — e é aí que o trem fica pra lá de interessante — é que quem disse isso o disse em nome de Apolo e, como todos nós sabemos, Apolo não mente. Logo, o pobre Sócrates tinha o dever de encontrar essa sabedoria, pois, da mesma forma que uma verdade aprendida deve ser uma verdade obedecida, uma verdade anunciada por Deus deve ser procurada humildemente pelo homem. Aliás, é essa procura que define o sábio.

Mas a procura abnegada e amorosa pela verdade não é um passatempo, nem um entretenimento, ou algo similar, nada disso; essa jornada exige tudo de nós, porque não é possível sermos tocados pela verdade, e transformados por ela, se continuarmos sendo pessoas pela metade, com a alma dividida entre os nossos desejos miúdos e as miudezas do mundo.

E por sermos almas de estatura medíocre, Deus, em sua infinita misericórdia, nos enviou seu Filho Jesus Cristo para nos arrancar de nossa baixeza e nos salvar de nossa intratável ignorância nada original. Por piedade, Ele, que é a Verdade, se fez carne e habitou entre nós para iluminar a nossa vida com a luz da Sua vida.

Mas nós o matamos de forma ignóbil porque o nosso coração não é como o de Sócrates. Enquanto ele entregou a sua vida por amor à verdade, nós, em nosso dia a dia alienante, preferimos desdenhar a verdade em favor de uma consciência vaidosa e comodamente satisfeita.

É isso aí. Fim de causo.

* O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "A QUADRATURA DO CÍRCULO VICIOSO", entre outros livros.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 22 Dezembro 2025

 

Gilberto Simões Pires   

   

RESUMO DO ANO

Quando o final do ano se aproxima, a grande maioria dos meios de comunicação apresenta um tradicional RESUMO dos principais acontecimentos vividos nos últimos doze meses, com destaques POLÍTICOS, ESPORTIVOS, CULTURAIS, CIENTÍFICOS e, lamentavelmente, lembrando TRAGÉDIAS E SUAS DOLOROSAS CONSEQUÊNCIAS. 

RETROSPECTIVA BRASIL 2025

Assim, quem se propõe a fazer a RETROSPECTIVA BRASIL 2025, só os CASOS DE NOTÓRIA CORRUPÇÃO, DESMANDOS, ROMBOS, MÁ ADMINISTRAÇÃO, TIRANIA , MUITA INJUSTIÇA E AUMENTO DE IMPOSTOS preenchem por completo todos os espaços destinados aos principais acontecimentos. Ou seja, com LULA NO COMANDO, o ano 2025 foi, sem dúvida, o ANO TRÁGICO, carregado de muita SAFADEZA MISTURADA COM FARTO POPULISMO. 

PERSPECTIVA 2026

Pois, com base em tudo que se viu ao longo de 2025, tudo leva a crer que o ano de 2026 será ainda mais trágico. Até porque a SANHA COMUNISTA, que ocupa desde sempre as mentes do PT e da esquerda em geral, é a de dar continuidade aos PROCESSOS DE DESTRUIÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL, com a ajuda implacável da maioria dos ministros do STF, que faz valer -todos os dias- o CUMPRIMENTO DA DITADURA BRASILEIRA. 

RETROSPECTIVA 2026

Diante dessa triste realidade, o que nos resta é concentrar forças e olhar firme nas ELEIÇÕES 2026, na tentativa de fazer com que a RETROSPECTIVA DO PRÓXIMO ANO -2026- mostre, como ACONTECIMENTO PRINCIPAL as necessárias VITÓRIAS DE CANDIDATOS DE DIREITA - PARA PRESIDENTE, SENADO, CÂMARA FEDERAL E ESTADUAL E GOVERNADORES.  Que tal?

 

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 19 Dezembro 2025


Alex Pipkin, PhD

            Uma das frases mais falaciosas do debate público contemporâneo nasce de uma indignação cínica e rasteira: “como trabalhadores podem tender a movimentos conservadores e liberais de direita?”.

A pergunta não é ingênua; é mal-intencionada. Parte da ficção segundo a qual o trabalhador é, por definição, um oprimido crônico, incapaz de pensar fora do roteiro que lhe foi bondosamente imposto.

Qualquer pessoa com um mínimo de honestidade intelectual percebe que a chamada “elite progressista” só sobrevive politicamente seduzindo trabalhadores por meio da inveja e do ressentimento. O mecanismo é antigo e eficaz.

Fabrica-se um inimigo moral — o empresário, o patrão, o “rico” — e, a partir dele, legitima-se a tutela permanente. Sem vilão, não há narrativa, e sem narrativa, não há massa de manobra.

A lógica — se ainda merecer esse nome — exige o apagamento do indivíduo. Sua dignidade, sua responsabilidade pessoal e sua capacidade de decisão são substituídas por um coletivo abstrato, amorfo, sempre apresentado como virtuoso e invariavelmente manipulado pelo Estado. O “bondoso Leviatã” promete proteção total, desde que o indivíduo abdique da própria autonomia e aceite ser administrado, evidentemente, com o dinheiro de terceiros.

O que essa engenharia ideológica se recusa a admitir é simples: a maioria dos trabalhadores, dos que trabalham de verdade, não se reconhece nesse mito. Deseja exatamente aquilo que o progressismo despreza, ou seja, emprego, estabilidade, crescimento e independência. Trabalhar, prosperar e não depender de favores estatais tornou-se, paradoxalmente, um ato quase revolucionário em terras tupiniquins.

A esquerda “progressista”, alimentada por um “marxismo tardio”, precisa manter vivo o mito do trabalhador oprimido para continuar existindo. Precisa pintar empregadores como exploradores e trabalhadores como vítimas perpétuas, incapazes de ascender sem tutela. É essa ficção que sustenta seu cabresto eleitoral.

Nada disso é acidental. Um Estado nababescamente hipertrofiado é condição de sobrevivência desse modelo. Normas e regulações se acumulam sob o pretexto de “proteger” o trabalhador, enquanto inviabilizam contratações. A legislação trabalhista inibe empregos; a tributação sufoca empresas; o crescimento econômico é sempre prometido, nunca entregue.

A máxima do “progressismo do atraso” permanece intacta: retirar dos criadores de riqueza — empresas e indivíduos produtivos — para sustentar estruturas improdutivas e dependências artificiais.

O mito marxista é intelectualmente moribundo, mas politicamente ativo, pois capturou as instituições-chave; a política, a mídia e, sobretudo, as universidades, formadoras de militantes, não de especialistas em suas diversas áreas do conhecimento. Ali, jovens idealistas são moldados e velhos dogmáticos reciclam seus dogmas.

O “progressismo do atraso” não produz nem inova, mas se tornou referência em gastar o dinheiro alheio. Sem assistencialismo permanente, sua retórica colapsa. Por isso, impostos sobem de maneira surreal, gastos explodem e a dívida cresce como se o amanhã fosse um detalhe irrelevante.
A solução é singela — e por isso mesmo tratada como heresia: menos Estado, menos saque tributário, mais liberdade para produzir. O resultado seria imediato, com mais investimentos, mais empresas, mais empregos, inclusive melhores.

Mas, pelo andar da carruagem ideológica, isso parece tão improvável quanto dente em galinha.

Ainda assim, o trabalhador que trabalha, o estudante que estuda e o intelectual que pensa sabem: riqueza e empregos nascem de menos Estado e mais indivíduo. Exatamente o oposto do mito — sempre progressista apenas no atraso.

 

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