• Dartagnan da Silva Zanela
  • 10 Maio 2024

 

 

Dartagnan da Silva Zanela

 

        O poeta e filósofo alemão Friedrich Nietzsche, em "A visão dionisíaca do mundo", ensina-nos a que a cultura seria tal qual a casca que envolve uma maçã, uma fina película que encobre o caos incandescente da realidade, que encobre uma besta-fera que, aliás, está sempre ciosa para devorar a nossa humanidade sem a menor compaixão. Mas o que seria essa fina casquinha que encobre e limita a besta-fera que habita em nosso coração?

Como todos nós sabemos, a palavra cultura nos remete àqueles bens que, por sua singularidade, merecem ser devidamente cultuados e cultivados de modo apropriado.

Tudo aquilo que cultuamos, por definição, é colocado por nós no centro pulsante da nossa vida, pois reflete tudo aquilo que consideramos precioso, que inunda a nossa vida de sentido e profundidade e, por isso mesmo, faz o nosso coração bater mais forte.

Quando cultivamos algo, nós o fazemos porque consideramos que isso seja bom e, por essa razão, esperamos que as sementes lançadas no solo da alma deem muitos frutos.

Nesse sentido, músicas, obras literárias, pinturas, esculturas, modos de vestir-se, de portar-se à mesa, a culinária, os ritos religiosos e seculares, etc., não são "a cultura" em si. São bens culturais. Cultura seria o espírito que inspirou a elaboração desses bens e a força que nos impele a cultivá-los, colocando-os no centro irradiante da nossa vida.

Então, é justamente nesse ponto que a porca torce o rabo, e torce bonito, porque é através dos bens culturais que consumimos que nos é infundida a cultura que, ao seu modo, consuma em nós uma visão de mundo que injeta uma série de valores, ou antivalores, que norteiam as nossas escolhas.

Por essa razão, o poeta norte-americano T. S. Eliot, em seu livro "Notas para uma definição de cultura", nos chama a atenção para a importância de termos o hábito de distinguirmos os bens culturais que tem um valor antropológico (enquanto um registro valioso sobre o modo de viver de um povo), daqueles que tem um valor universal, por terem algo precioso a ensinar para toda a humanidade de todos os tempos.

Seguindo por esse caminho, o escritor peruano Mario Vargas Llosa, em sua obra "A Civilização do Espetáculo", nos lembra que devemos, também, refletir sobre as motivações que nos levam a consumir tais bens. Se é meramente por puro exibicionismo, ou por mero entretenimento, para ocuparmos nossas horas ociosas, ou se é para dilatarmos nossa alma, procurando aprender com a humanidade, com a sabedoria de muitos outros, que foi magnificamente cristalizada em uma obra.

Dito de outro modo, sermos criteriosos na seleção dos bens culturais que iremos consumir, e colocar no centro da nossa atenção, é algo de suma importância, mas tão importante quanto isso é nos mantermos atentos quanto a intenção, com o sentimento sincero que nos anima a entregarmo-nos de peito aberto a um bem cultural, seja ele um livro ou um show.

Na verdade, a intenção sincera é o que irá denunciar onde, realmente, está o tesouro que faz nosso coração transbordar de júbilo.

Resumindo o entrevero, afetação de superioridade é apenas baixeza mal disfarçada, da mesma forma que vulgaridade degradante, altamente produzida, não passa de espasmos de uma alma soberba em decomposição e, nos dois casos, temos vidas sendo despedaçadas por valores corrompidos, que foram introduzidos em consciências fingidas, fragmentadas por uma cultura decadente que celebra o aviltamento e cultiva a vileza, através de bens de elevado custo, gosto duvidoso e de valor questionável, que não contribui em nada para o aprimoramento de ninguém.

 

*       O autor, Dartagnan da  Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "A QUADRATURA DO CÍRCULO VICIOSO", entre outros livros.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 08 Maio 2024

Gilberto Simões Pires        

TAREFA NÚMERO UM

Como bem aponta Adolfo Sachsida, ex-Ministro de Minas e Energia e ex-Secretário de Política Econômica do governo Jair Bolsonaro, neste grave momento pelo qual passa o POVO GAÚCHO, ao se defrontar com um dos PIORES DESASTRES AMBIENTAIS da nossa história, a TAREFA NÚMERO UM É SALVAR VIDAS. Como tal, tanto, os governos -federal, estadual e municipais- quanto a sociedade civil -que está dando um verdadeiro SHOW DE PALPÁVEL, NOTÓRIA E EFETIVA SOLIDARIEDADE-, estão agindo de forma incansável na tentativa de tornar exitosa esta PRINCIPAL TAREFA.

COMO FINANCIAR A RECONSTRUÇÃO DO RS

Entretanto, passado esse momento outra QUESTÃO irá se impor, inevitavelmente: - COMO FINANCIAR A RECONSTRUÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL? Pois, o objetivo desse texto é única e exclusivamente PROPOR SOLUÇÕES PARA CONTRIBUIR PARA ESSE DEBATE, e tentar ajudar o povo gaúcho nesse momento tão difícil de sua história. Para tanto, a seguir apresento algumas ideias que acredito poderem contribuir para o debate. Claro que essas ideias ainda precisam passar pelos CRIVOS TÉCNICOS DO GOVERNO, mas acredito que valha a pena ao menos refletir sobre as sugestões abaixo.

RECEBÍVEIS DA PPSA

1) RECEBÍVEIS DA PPSA: em 2022 foi enviado ao Congresso Nacional o projeto de lei 1583/2022. Esse projeto permite ao governo antecipar recursos advindos dos contratos administrados pela PPSA (empresa estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia). Não é absurdo supor que esses contratos possam render R$ 200 bilhões a União. Dividindo metade disso com estados e municípios, e assumindo cotas iguais para cada estado, veríamos que o Rio Grande do Sul (governo estadual e municípios) teria direito a aproximadamente R$ 3,7 bilhões (100 bilhões divididos igualmente por 27 estados). Que tal vender essa fração dos contratos da PPSA e antecipar esse valor para o Rio Grande do Sul? Seria uma entrada importante de recursos diretamente para o caixa dos governos locais poderem executar obras urgentes de infraestrutura.

RECUPERAÇÃO DA INFRAESTRUTURA

2) ALTERAÇÃO TEMPORÁRIA NA LEGISLAÇÃO SOBRE DESTINAÇÃO OBRIGATÓRIA PARA DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA: - A Lei no 9.991/2000, estabeleceu a obrigatoriedade das distribuidoras de energia elétrica de investir percentual de sua receita operacional líquida em programas de eficiência energética. Que tal permitir, pelo menos de maneira provisória, que esse percentual possa ser gasto na recuperação da infraestrutura do estado do Rio Grande do Sul? Dada a tragédia que assola o povo gaúcho, isso seria uma clara melhora na alocação desses recursos.

REMANEJAR RECURSOS DE OBRAS REALIZADAS POR ITAIPU

3) REMANEJAR RECURSOS DE OBRAS REALIZADAS POR ITAIPU: - Itaipu é uma importante empresa brasileira, e tem um caixa que muitas vezes abastece obras espalhadas por diversos locais. Acredito que parte desses recursos de Itaipu poderiam ser remanejados para reconstrução da infraestrutura no Rio Grande do Sul. ATENÇÃO: não estou propondo que Itaipu aumente seu orçamento de obras, estou sugerindo que o orçamento de obras já aprovado de Itaipu seja em parte, e de maneira provisória, redirecionado para ajudar na reconstrução o do Rio Grande do Sul.

CRÉDITOS DE RECICLAGEM E CRÉDITOS VERDES

4) CRÉDITOS DE RECICLAGEM E CRÉDITOS VERDES: o governo federal aprovou diversos novos instrumentos financeiros entre 2019-22 que podem ser usados para captação de recursos privados para ajudar na reconstrução do Rio Grande do Sul. Acredito que com algumas alterações legais o estado do Rio Grande do Sul possa incluir limpeza de detritos como créditos de reciclagem. Com essas alterações legais as empresas que são obrigadas por lei a reciclarem poderiam comprar esses créditos e ajudar a financiar a reconstrução do estado. Na mesma linha, e novamente com algumas alterações legais, a CPR-Verde poderia ser utilizada para alavancar recursos privados para ajudar na construção de obras que ajudarão a evitar a repetição dessa tragédia.

Ao final Sachsida pede desculpas pelo texto não ser melhor elaborado, mas está convencido de que as QUATRO SUGESTÕES ACIMA poderiam alavancar recursos bilionários fundamentais para ajudar na reconstrução do Rio Grande do Sul. Ressalto que todas as sugestões levantadas aqui não tem impacto fiscal, ou seja, são soluções capazes de levantar bilhões de reais sem onerar os cofres do Tesouro. Mas repito: no momento o importante é SALVAR VIDAS. As sugestões contidas nesse texto ainda são embrionárias e claro que necessitam de um trabalho mais robusto das equipes tecnicas. Mas acredito que esse norte é um norte importante a ser perseguido: procurar solução que, ao aprimorar desenhos de politicas publicas ou ajustá-las ao momento dessa tragédia, terão impacto benéfico sobre a população e um moderado custo fiscal.

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  • Roberto Rachewsky
  • 03 Maio 2024

 

Roberto Rachewsky    

Censura é o crime que tenta encobrir todos os outros crimes.

É o cúmulo da desonestidade e covardia.

É a irracionalidade agindo para impedir que a realidade chegue às nossas mentes. É fruto da absoluta falta de autoestima que faz homens poderosos temerem o que os outros irão pensar, se souberem de seus atos vergonhosos.

Censura também é a tentativa de sonegar às mentes alheias as ideias que podem iluminá-las, desenvolvendo racionalidade, honestidade, integridade, independência, senso de justiça, coragem para adotá-las e orgulho de fazê-lo.

Censura não se combate com liberdade de expressão, de que é mera consequência, censura se combate com a coragem de ser honesto e integro com seu próprio ser, à revelia do que pensam os outros. Quanto maior for o medo na luta contra a censura, mais coragem tem quem defende a liberdade de expressão.

Censura inclui submeter qualquer ato do poder público, que não envolve interesses privados legítimos, ao sigilo. Quanto mais censura, quanto mais sigilo um governante tenta impor, mais covarde e envergonhado ele é.

Não confundam sigilo e censura com privacidade. Indivíduos têm direito à privacidade porque nada em suas vidas diz respeito aos outros. O poder público, como o próprio conceito diz, é público, logo, tudo que diz respeito a ele deve ser absolutamente transparente e propagandeado.

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  • Stephen Kanitz, em Blog do Kanitz
  • 30 Abril 2024

 

Stephen Kanitz

       Esse é um dos maiores erros cometidos por nossos intelectuais, economistas e marxistas de esquerda.

O Brasil não é Capitalista porque não temos o capital mínimo e necessário para ele funcionar.

Capitalismo sem Capital simplesmente não funciona, nem “capitalismo” é. Simples assim.

Jovens de esquerda jogam sua juventude fora numa batalha equivocada.

O Socialismo nunca funcionou pela mesma razão, porque até combatem esse capital mínimo e necessário, que é grande contradição do Socialismo que a esquerda custa a perceber.

Sem o capital mínimo necessário as empresas já começam mal, demoram para crescer, quebram na primeira recessão ou crise bancária, nunca chegam ao pleno emprego, nunca tem condições de remunerar trabalhadores e acionistas o justo e necessário.

Quase todas as construtoras brasileiras nos últimos 50 anos começavam sem o capital mínimo necessário, isso era tão óbvio é claro, e quase todas já quebraram.

O grande erro de Karl Marx foi não ter desenvolvido o conceito de “capital mínimo necessário” muito menos o conceito de “Capital Adequado”.

“Karl Marx never discussed “adequate and necessary” capital as a specific subject”. Chat GPT.

Marxistas partem da premissa que o capital é abundante, mas mal distribuído. Capital é escasso quanto mais pobre o país for, justamente o contrário.

É como concluir que antibióticos não funcionam só por que médicos deram doses pequenas.

De fato, na época de Karl Marx, muitas empresas capitalistas começaram subcapitalizadas, especialmente as médias e pequenas, e por isso pagavam mal e atrasado.

Marx, porém, observou a amostra errada e não analisou as 500 maiores da época.

Na minha primeira edição das 500 maiores em 1974 ficou evidente esse fato, e eu publicava uma tabela todo ano alertando nossos economistas deste fato.

Mas isso é má administração financeira e não perversidade capitalista.

A maioria dos brasileiros sequer analisam o “capital mínimo necessário e suficiente” para crescer e os sustentar no seu primeiro emprego

Um erro infantil de início de carreira que pode ser fatal.

Nossos sindicatos fazem greve por maiores salários, mas nunca por maior segurança no trabalho e mais aporte de capital dos acionistas.

A verdade nunca dita é que capitalismo com capital suficiente e adequado mais do que funciona e foi ele que tirou 90% do mundo da pobreza.

Menos para os que vivem no Socialismo onde começam afugentando o capital, proíbem o lucro que lentamente geraria o capital que tanto precisam e mantém o povo em baixa produtividade e pobres.

Como no Brasil.

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  • Alex Pipkin, PhDAlex
  • 29 Abril 2024

 

Alex Pipkin, PhD


       Tudo se transforma. Evolui ou involui.

A civilização evoluiu das ruínas de um Império Romano destroçado para a modernidade de metrópoles gigantescas, como Shanghai, por exemplo.

Desenvolveram-se soluções em nível de medicamentos na saúde, inovações no campo da alimentação, nos transportes, e em várias outras áreas da esfera humana.

Atualmente, presenciamos as soluções trazidas pela revolução das tecnologias da informação, vide a inteligência artificial. Contudo, aparenta-me, honestamente, que adentramos a um conjunto de características sociais, políticas, econômicas, morais e culturais, que se desenvolveram qual rabo de cavalo.

Por vezes, penso estar encarnando o personagem do espetacular filme “O Estranho Caso de Benjamin Button”. Imagino-me ter nascido com os valores civilizacionais judaico-cristãos, ter estudado conceitos sólidos e inquestionáveis, ter a vida me ensinado via uma série de boas e más experiências, enfim. Porém, se me projeto invertendo o ciclo da vida, mirando a presente era da pós-verdade, de fato, a sensação é de um embrulho no estômago.

Conceitos biológicos, como por exemplo, o de homem e mulher, hoje são redefinidos pelo singelo desejo de alguns “cientistas” de araque. Escafederam-se o certo e o errado, inverteram-se o sentido do bem e do mal e, especialmente, daquilo que é verdade e o que é falsidade. A mentira escrachada, putrefata, alcançou o seu apogeu.

Tudo pode, o “você pode ser quem você quiser” venceu a batalha cultural, e de goleada! Por meras crenças e desejos ideológicos doentios, os “modernos humanistas” - que horror! -, baseados em ativismos patológicos e insanos, buscam pressionar e transformar em leis, as maiores aberrações já vistas neste mundo “moderno”.

Qualquer adolescente, exercendo o ato do pensar crítico, sustentado pelo genuíno conhecimento e pela ciência, em sua primeira sinapse, já identifica as rotundas asneiras, interesses e mentiras da turma “progressista”, travestidas de verdade.

De forma disparatada, aquele que fala a legítima verdade passou a ser rotulado como negacionista, fascista, retrogrado, ultraconservador, entre outras qualificações, sendo amaldiçoado e cancelado nas redes sociais por esses grandes “modernosos”. Esses quase nunca tiveram contado com a folha de papel de um livro; eles se “educam” pela internet. Eu sei.

Por detrás de tudo isso está a inversão imposta na batalha ideológica que opõe "opressores" a "oprimidos". Todo homem como eu, branco e hétero, por “default“, é um opressor. Claro, claro, racista, homofóbico, fascista, “prEvilegiado”….

Os “oprimidos”, as mulheres, ou melhor, as feministas, os negros, os membros dos grupos LGBTQIA+, impõem suas “verdades incontroversas”. Ai daqueles que discordam dos “democratas”.
Para esses democratas do autoritarismo, quem pensa e fala distintamente das bobagens desta turma, deve ser colocado no paredão, e eliminado.

Qualquer criança sabe que homem é homem, mulher é mulher. Não há como reconfigurar a biologia! Não é possível tornar uma mulher um homem pelos simples desejos de humanistas vermelhos!

Judeus se transformaram em genocidas, e terroristas do Hamas agora são combatentes e guerreiros sociais. Vagabundos são vítimas da sociedade, a polícia é que é bandida. Lule não é ladrão e corrupto, é o pai dos pobres… o problema foi o CEP… escárnio. Intragável. Conceitos basilares não podem ser redefinidos por interesses ideológicos espúrios. Jamais. É necessário parar a escalada da gritante corrupção moral dos indivíduos.

Não é mais possível tolerar à rejeição da verdade e este show de horrores “modernos”. A turma dos humanistas “modernos” se utiliza de uma retórica cheia de chavões canhotos manjados, enunciados em tom acadêmico, a fim de defender suas verdades romanescas. Toda a verdade - científica - que desnuda a mentira colorada deve ser restringida e censurada.

É mesmo preciso lutar contra o retrocesso civilizacional. Para isso, os homens devem ter a coragem necessária para dizer a verdade, contrapondo-se aos desejos e as bobagens da ideologia do fracasso, aquela idolatrada pelos “modernos humanistas”. Não há outra saída.

Concluo com Edmund Burke: “Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados”. Não ficaremos omissos as grotescas enganações e mentiras de fanáticos “modernos humanitários”.

 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 26 Abril 2024

 

Gilberto Simões Pires     

CONCORRÊNCIA

Por conta da natureza humana, todo empresário, se dependesse apenas de sua vontade, ficaria extremamente satisfeito caso seu produto, além de ser considerado como indispensável para os consumidores, também estivesse totalmente LIVRE DE CONCORRENTES. Já o grande desejo dos consumidores é que tudo aquilo que estão dispostos a comprar sejam produzidos por um incontável número de fabricantes e distribuidores, pois quanto mais concorrentes mais competitivos serão os preços e a qualidade.

REDES SOCIAIS

Partindo deste princípio, até poucos anos atrás, quem estivesse disposto a se informar, mesmo que o mercado da comunicação se apresentasse como CONCORRENCIAL, e ou COMPETITIVO, o FATO é que com o FELIZ ADVENTO DA INTERNET e, por consequência, das REDES SOCIAIS, a tarefa de NOTICIAR, DIVULGAR E OPINAR, que até então eram totalmente dominadas pelos JORNAIS, REVISTAS, EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO, passaram a ganhar um sério e espetacular CONCORRENTE.  

DISPENSA GERAL

Na medida em que o público em geral foi percebendo que não mais precisava dos tradicionais MEIOS DE COMUNICAÇÃO para se informar, e ainda por cima também passava a ter o fantástico DIREITO DE SE EXPRESSAR sobre qualquer assunto através das REDES SOCIAIS, aí, de forma INCONTESTÁVEL, muitos JORNAIS foram DISPENSADOS até pelos seus mais fiéis leitores.

MÍDIA ABUTRE COMPARADA COM AS REDES

A propósito, como já expus num antigo editorial, faz algum tempo que DECIDI ignorar o que é dito e noticiado nos jornais e emissoras da REDE GLOBO, no ESTADÃO, na FOLHA DE SÃO PAULO e demais empresas jornalísticas que fazem parte do indissociável CONSÓRCIO DA MÍDIA ABUTRE. Aliás, quem se dispõe a comparar as FAKE NEWS publicadas nas REDES SOCIAIS com as ABSURDAS FAKE NEWS noticiadas pela MÍDIA ABUTRE, não terá a mínima dúvida de que as PIORES E MAIS CRIMINOSAS são produzidas pelos TRADICIONAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. 

 

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