• Alex Pipkin, PhD
  • 02 Outubro 2024

 

Alex Pipkin, PhD

Pobre juventude “progressista”, completamente manipulada pela nefasta ditadura do pensamento esquerdizante vermelho, verde-amarelo. Eles não sabem o que pensam e fazem.

A Revolução Iraniana, em 1979, transformou o Irã numa república islâmica teocrática. Em um Estado teocrático, o sectário religioso islâmico, também é o chefe político da nação. Os benevolentes “progressistas”, apoiam abertamente o Irã, principal patrocinador do terrorismo mundial, que financia e fornece armas e treinamento a terroristas, em especial, aos sanguinários do Hezbollah.

O massacre de 7 de outubro, que matou, estuprou, decapitou, inclusive bebês, e tomou mais de 240 reféns em Israel pelos terroristas do Hamas, foi patrocinado pelo Irã.

O Hamas tem como meta principal, varrer o Estado de Israel do mapa. Tais doentes mentais iranianos, apoiam o Hezbollah no Líbano, os Houthis no Iêmen, além das milícias no Iraque e na Síria, que, sistematicamente, atacam Israel.

Pois o ex-presidiário, Lule, assessorado pelo antissemita e amigo do Irã, Celso Amorim, tem apoiado francamente o terrorismo praticado pelo Hamas e Hezbollah. Esse desgoverno é vergonhoso e sua postura pró-terrorismo é escandalosa, para ser econômico nos adjetivos.

Com esse desgoverno, não possuo nenhuma dúvida de que foi facilitada a entrada no país de uma série de terroristas, representando uma ameaça interna, como também para os países vizinhos.

Na semana que passou, a delegação brasileira se retirou do auditório na ONU, antes do discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Evidentemente, essa mesma delegação do Brasil, acompanhou o discurso do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Escárnio!

O Brasil vermelho, verde-amarelo, “orgulhosamente” do lado errado da história, foi acompanhado do Irã, da Turquia, da Venezuela, da Arábia Saudita e de Cuba. Vergonha alheia!

O “grande negociador da paz mundial”, Lule, foi considerado por Israel, após comparar a morte de palestinos na Faixa de Gaza com o Holocausto - circunstância em que Israel foi atacado pelos terroristas do Hamas e, portanto, exerce o direito de defesa de sua própria existência -, como "persona non grata". Vergonhoso! O desgoverno vermelho petista é uma humilhação, um vexame sem precedentes para todos os brasileiros.

Após a morte do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, executada por Israel, os sírios saíram às ruas para comemorar e agradecer a Israel! É a realidade objetiva.

Além de incompetente e corrupto, esse desgoverno vermelho, antissemita e apoiador do terrorismo, não se cansa de sujar a imagem do país. Vergonha! Claro, embora não seja nenhuma novidade o apoio do desgoverno “progressista” aos amigos “do bem” do Irã.

Lule, como de costume, coloca o Brasil do lado errado da história!
Desastroso e vergonhoso!

Essa não é uma guerra de Israel contra os terroristas islâmicos; é a luta da defesa dos valores civilizacionais judaico-cristãos contra o sectarismo religioso e ideológico, em oposição ao terror e às trevas.

Triste ver que eles não pensam e não sabem o que fazem…

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  • Rubem Sabino Machado
  • 30 Setembro 2024

 

Rubem Sabino Machado*

 

         Esta semana, ouvi na academia um professor explicando a uma mãe:  é um campeonato mas todos vão ganhar medalhas...  E ela sorria!!! Como é que é?  Quem perde ganha?!  É isso mesmo?  Lembrou-me até discursos estranhos e famosos... E ela acha isso bom, ao menos pela cara que fez...

Uma vez assisti a uma palestra de um professor de direito famoso e já falecido.  Embora fosse um grande orador, ao contrário de outras personalidades que demonstraram suprema mediocridade ao falar, ele defendeu posições muito ruins, mas o que foi mais assustador foi ter ouvido , pela primeira vez, a historinha do tal do Ubuntu: fiquei horrorizado:

– Um senhor, vendo crianças brincarem, chamou-as, mostrou uma cesta cheia de doces e disse – Vamos fazer uma corrida, o primeiro a chegar fica com a cesta.  Ele organizou e, então deu a largada.  As crianças deram as mãos e correram devagar e juntas até a chegada, para que todas ganhassem a cesta... O senhor (decepcionado com razão, digo eu) teria indagado o porquê de fazerem aquilo.  As crianças responderam: “Ubuntu, tio”.

Mas que coisa mais ridícula aquilo... Ubuntu é, então, o culto à mediocridade!  Vejam, quem vencesse poderia dividir a cesta com todo mundo se quisesse e teria participado de uma competição de verdade, voltada para o homem alcançar o seu melhor.  Mas optaram por não buscarem o seu melhor.

Mas eu tivera uma prévia daquele horror.  Numa noite em que voltava de madrugada para casa, vi à venda num posto de gasolina um livro que também celebrava a mediocridade: “Brincadeiras não competitivas para crianças”.  É claro que pode haver brincadeiras sem competição que sejam até divertidas, mas fazer um livro voltado a isso mostra uma vontade deliberada de rejeitar a competitividade.  Que seria do futebol sem o gol, do basquete sem a cesta e da Sociedade sem a evolução e a excelência que é o que se consegue com a competição?  E se a competição não fosse da essência humana: por que os times teriam tantos torcedores?

Quando passava alguém com medalhas no pescoço, eu pensava: “nossa, ganhou algo...”.  O observado estufava o peito por ter conseguido seu objetivo.  O pai e mãe dele, se estavam do lado, sorriam de orgulho da vitória que o filho teve... E agora? Agora eu não sei se ele ganhou, há dezenas, centenas com medalhas no pescoço e os pais não sorriem por verem um filho campeão ou prata ou bronze.  Contentam-se com migalhas agora feitas de lata e penduradas no pescoço.  Aonde acham que esse tipo de estímulo às avessas pode levar alguém?  Acham que se contentando em fazer o mínimo, com pouco, sem obstinação e sem foco pra evoluir eles chegarão a algum lugar?  Já igualam até  o belo e o feio como vemos desde o século XX.  Agora querem mediocrizar o esporte. Pelo menos a Nike repudiou isso, abandonando todo o woke e politicamente correto e teve a coragem de fazer um comercial valorizando a competitividade e a vitória ( < https://www.youtube.com/watch?v=pk1wU7382co ).

Quando eu vejo essa promessa de medalhas sem mérito e o orgulho de usá-las sem ter vencido, eu entendo o porquê de certas ideologias  ainda serem defendidas, apesar de seu fracasso mais que centenário.  A preguiça e a inveja substituíram os maiores valores e virtudes: a “justiça” que eles defendem, a tal da Social, é novo nome para um misto de pelo menos dois pecados capitais...  Sowell já nos avisou disso.

E sempre que ouço a palavra “Ubuntu”, tenho vontade de fazer a rima que rebaixaria esta crônica ao mesmo nível dos não competitivos...

Se és capaz de encarar a Derrota e a Vitória

como matrizes que são, do Olvido e da Glória.

Millôr Fernandes

*        O autor é cronista fictício e está sempre competindo: até contra si mesmo!

**      A imagem que ilustra este artigo é obra de Julius Schnorr von Carolsfeld obtida em <https://www.meisterdrucke.pt/impressoes-artisticas-sofisticadas/Julius-Schnorr-von-Carolsfeld/931534/As-ofertas-de-Caim-e-Abel,-G%C3%AAnesis.html>

In God we trust!

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  • Dagoberto Lima Godoy
  • 28 Setembro 2024

 

Dagoberto Lima Godoy

       Os discursos dos presidentes do Brasil e da Argentina, na recente sessão de abertura da ONU, põem na tela claramente duas visões de mundo e duas perspectivas do futuro de seus países.

Lula, além da propaganda duvidosa das realizações do seu governo, afirmou sua aprovação do Pacto de Futuro, o documento assinado dois dias antes, que nada mais é do que um reforço da Agenda 2030 e dos ODS -Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Isso, mesmo ele reconhecendo o “alcance limitado” do badalado pacto, que, nas suas palavras, anda em círculos entre compromissos possíveis e resultados insuficientes.

Não se precisa ser um leitor muito arguto, para perceber a mensagem de Lula a favor de uma “governança intergovernamental”, como deixou claro com referência à inteligência artificial, ou quando insistiu na “cooperação internacional para desenvolver padrões mínimos de tributação global”.

Milei, por sua vez, denunciou o tal Pacto do Futuro como nada mais que um “aprofundamento do trágico curso” que a ONU vem tomando, o que, nas palavras do seu Secretário Geral (que Milei cita), “requer a definição de um novo contrato social em escala global”, redobrando os compromissos da Agenda 2030. Milei avaliou como “ridículas” as políticas promovidas pelo Fórum Econômico Internacional (aquele de Davos), “com antolhos malthusianos”, como a de Emissões Zero ou as ligadas a direitos sexuais e de reprodução. Afirmou com vigor que a Agenda 2030, ainda que bem intencionada, não é outra coisa senão “um programa de governo supranacional, de corte socialista”, que propõe medidas que “atentam contra a soberania dos Estados-Nações e violentam o direito à vida, à liberdade e à propriedade das pessoas”.

Enquanto Lula terminou seu discurso clamando por mudanças, que parecem ser daquelas que mudam para tudo ficar como está, Milei desmascara a ONU como “uma organização que impõe uma agenda ideológica a seus membros”, e tem sido uma das principais promotoras da violação sistemática da liberdade, dando o exemplo das quarentenas impostas globalmente em 2020, as quais ele taxou de “delito de lesa humanidade”.

Num pronunciamento que considero de valor histórico, por desvendar as construções doutrinárias politicamente corretas que tomam conta do mundo atual, Milei parece rebater um dos pontos defendidos por Lula, quando denuncia as políticas da ONU como um modelo de “governo supranacional de burocratas internacionais”, que pretendem impor aos cidadãos do mundo um modo de vida padrão. Abro parênteses para registrar que minha experiência pessoal como membro, por doze anos, do Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT), uma estrela da constelação da ONU, me induz a modestamente endossar essa definição.

Milei ainda marca outros pontos essenciais, como o coletivismo da agenda woke e a lembrança de que a história do mundo demonstra que a única maneira de garantir a prosperidade é limitando o poder do monarca, garantindo a igualdade ante a lei e defendendo o direito à vida, a liberdade e a propriedade dos indivíduos.

Não é preciso ir adiante para identificar, nos pronunciamentos dos dois governantes, as linhas mestras que conduzem os seus governos. Ai de nós, brasileiros, que bem conhecemos as consequências. E as sofremos.

25-09-2024

 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 25 Setembro 2024

 

Gilberto Simões Pires

RISCO

Antes de tudo, RISCO, por definição, é resultante do cálculo da PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA de algo INCERTO ou DESCONHECIDO. Por consequência, portanto, o RISCO é algo inerente ao FRACASSO e/ou ao SUCESSO, de tudo que está em jogo, tanto para aquilo que PROJETAMOS quanto para o que achamos por bem INVESTIR. 

DESEQUILÍBRIO ENTRE RECEITAS E DESPESAS DO GOVERNO

Pois, partindo desta clara e indiscutível premissa, não cabe dizer que o Brasil corre sério RISCO FISCAL, como a grande maioria dos ECONOMISTAS e PALPITEIROS -fala e escreve-, diariamente, na vã tentativa de explicar o crescente e incrivelmente prazeroso -DESEQUILÍBRIO ENTRE RECEITAS E DESPESAS DO GOVERNO-.

CERTEZA

Portanto, se levarmos em conta mais do que certa que RISCO é resultante da PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA, em se tratando da QUESTÃO FISCAL do nosso empobrecido Brasil a tal PROBABILIDADE já deu lugar à CERTEZA DE OCORRÊNCIA DO FRACASSO. Mais: considerando que o propósito do PT e seus aliados sempre foi a DESTRUIÇÃO ECONÔMICA, o ROMBO FISCAL é festejado como um RETUMBANTE SUCESSO. 

ORÇAMENTO GERAL DA UNIÃO 2025

Esta verdade é de tal forma CRISTALINA que nem mesmo a eterna e perseguida PRETENSÃO PETISTA/COMUNISTA de AUMENTAR DRASTICAMENTE OS IMPOSTOS, como está posto claramente no -ORÇAMENTO GERAL DA UNIÃO 2025, tem como propósito ZERAR O ROMBO FISCAL do próximo exercício. Ou seja, o PT et caterva só tem olhos voltados para INDECENTES E CRESCENTES DESPESAS PÚBLICAS.   

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 25 Setembro 2024

 

Alex Pipkin, PhD

Nada é tão ruim que não possa piorar.

Em nome da suposta defesa da civilidade democrática, o atual governo brasileiro, alinhado com o Supremo Tribunal, está, factualmente, não só destruindo os valores democráticos verde-amarelos, como também penhorando o futuro de gerações de brasileiros. 

Objetivamente, todo o transparente autoritarismo que se vê, foi meticulosamente planejado, sendo executado conforme manda o figurino coletivista. A cada dia que passa, na república das bananas, do arrozal, e da “in”justiça, o consórcio coletivista, mesmo sob às visíveis e inquestionáveis arbitrariedades, e a eliminação dos direitos e das liberdades individuais, tem dobrado a aposta.

A dobradinha trabalha duro e ditatorialmente, a fim de centralizar o poder, censurar vozes dissonantes, e eliminar a vital individualidade, com o claro objetivo de, cada vez mais, coletivizar e exercer o controle via poder de Estado.

Evidente que fatos como a proibição do X no país, almejam ceifar a dissidência e suprimir os planos e aspirações do indivíduo, em favor do abstrato Estado coletivista. Esse filme de terror, digno de Hitchcock, não traz muitos novidades, comparando-se as ações do referido consórcio, com aquilo que já foi vivenciado e amplamente exposto no ciclo de vida soviético, cambojano, entre outros, e na Venezuela do “companheiro” Maduro. A ideologia do fracasso, o coletivismo, necessita enfraquecer e acabar com os direitos e as liberdades individuais, transformando os indivíduos em, literalmente, servos do Estado.

O engodo da preocupação com o bem-comum, tem o nefasto poder de ludibriar mentes idealistas, despreparadas, e/ou interesseiras, destruindo o poder da agência individual, exterminando as possibilidades das pessoas agirem de acordo com seu livre arbítrio, segundo seus próprios objetivos e planos de vida.

?A imposição do árbitro, de ameaças e do medo, vai corroendo o pensamento, a responsabilidade e a ação individual, que são substituídas a fórceps pela necessidade da ação do Estado coercitivo, esse decidindo sobre tudo e todos, inclusive na esfera privada.

Mais uma vez, o estrago para as gerações brasileiras futuras é incalculável e devastador. Todo o avanço das narrativas e do projeto coletivista nacional, atua como um câncer maligno nas liberdades individuais, e no essencial estímulo a responsabilidade individual e a autodeterminação, ingredientes indispensáveis para o progresso humano.

O “pai dos pobres”, apologista do grupo terrorista Hamas, quer a paz no mundo, o político, disfarçado sob a toga preta de ministro, deseja a defesa da “democracia e do Estado de Direito”, arbitram eles. Porém, as aparências já não enganam mais, nem só os incautos brasileiros, como também, o mundo.

O que o consórcio tem realizado, sem qualquer brecha de dúvidas, é subverter os valores civilizações que ergueram a “sociedade civilizada” e verdadeiramente progressista, ou seja, os da civilidade democrática, da genuína liberdade de pensamento e expressão, da fatual tolerância e da realidade objetiva.

Também não é nenhuma novidade o corolário disso que aí se apresenta: decadência moral, econômica e, evidente, o empobrecimento humano na terra do pau Brasil.

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  • Samir Keedi
  • 24 Setembro 2024

Soberania e independência

 

 

Samir Keedi

 

Temos um governo que não sabe o que é soberania nem independência. Como pode ser isso? O que, provavelmente, seja também o caso da maioria dos nossos politicos, jornalistas e o povo. Mas, mesmo assim, o governo iniciou uma campanha do que não conhece.

Quando Donald Trump, presidente norte-americano, impôs tarifas sobre as importações de mercadorias dos EUA de praticamente 100 países, todos protestaram, como é natural. Alguns também colocaram tarifas sobre importações de seus produtos dos Estados Unidos da América.

Mas, após um curto período de tempo todos, menos um, sentaram-se à mesa, negociaram as tarifas como países soberanos e amantes de seu povo. Isso é soberania. Defender seu país, seu povo, sua dignidade.

O que fez o Brasil? O que se considera a última bolacha do pacote? O único contrário à corrente? Sim, o que todos sabem. Criticou, critica e continuará no mesmo diapasão. Xinga, chama de nazista, etc.  – desnecessário perder tempo com repetição.

E, não quer conversar, não quer sentar à mesa. Pior, diz que está aberto à conversa se o presidente norte-americano desejar. Sim, isso mesmo, não é uma brincadeira nossa. É o único a agir destemperado, sem diplomacia, sem pensar no país. Do que devemos chamar isso? No mínimo de anão econômico e diplomático, para ser bonzinho? E ainda chama isso de soberania.

Soberano é defender seu país, seu povo, seus empresários, criar condições para o desenvolvimento. Portanto, vê-se que, sequer, sabe o que é soberania. Ah! Antes que nos passe despercebido, é soberania entregar o país à China, por interesse próprio e individual?

Deve ser soberania também ter as melhores condições físicas do planeta, país pronto de nascença para ser o melhor do mundo e ainda ser pobre 533 anos depois da descoberta e 203 anos após a independência. O que não é pouco tempo e nem novo em nossa opinião. É tempo suficiente para ser desenvolvido econômica e seriamente falando – vide EUA e Austrália.

Um país na posição 80 quando se trata da renda per capita, não deve ficar orgulhoso e iludido porque é a 10o. economia mundial considerando-se o PIB-produto interno bruto, como se ele fosse a medida ideal de desenvolvimento de um país.

Não é, e vamos dar exemplo claro e fácil, para não deixar dúvida, do que é riqueza e desenvolvimento, e não se deixar enganar pelo PIB.

- EUA – PIB US$ 30 trilhões, renda per capita US$ 80 mil.

- China – PIB US$ 19 trilhões, suposta 2a. economia mundial, e uma ínfima renda per capita de US$ 13 mil.

- Brasil – PIB US$ 2,2 trilhões, suposta 10o. economia mundial, ridícula renda per capita de US$ 10 mil.

Voltando ao tema, é soberania e independência essa posição 80 em renda per capita entre 200 países? Que soberania e independência é essa do melhor país do mundo em condições físicas para ser a melhor economia do mundo, e ser o que é e, olhando para o comércio exterior, ver que é apenas pouco mais de 1% do comércio mundial de bens? Um dos países mais fechados do mundo?

E que soberania e independência é essa em que metade das nossas exportações são do agronegócio, atuando no comércio exterior praticamente apenas como fornecedor de matéria prima para ser industrializada por outrem? Atuar como colônia e praticamente colocando todos os ovos numa única cesta, e sendo comprado ao invés de sermos vendedores é soberania?

Soberania e independência é ser um dos melhores do mundo e estamos muito longe disso.

Soberania é ter todo o povo comendo bem e, pelo menos, 3 vezes ao dia. É todo o seu povo tendo água encanada e esgoto em casa e não apenas 50% dele. É todos, ou praticamente todos, tendo uma moradia digna. E mobiliada.

Soberania é ter emprego para todos, e todos tendo educação e competência suficiente para os empregos oferecidos. É ter carteira de trabalho assinada, ao invés de meros pouco mais de 40 milhões de brasileiros nessa situação.

Soberania é não ter 60 milhões de pessoas ou mais dependendo da bolsa esmola e as mais diversas bolsas oferecidas com recursos de quem trabalha. Bolsa até para estudar, como se não fosse interesse e obrigação das pessoas.

Tudo para poder controlá-las e ter um voto permanente para se perpetuar no poder as custos da ignorância e da pobreza da população. E isso após 20 anos de governo próprio Povo que pensa estar sendo privilegiado, enquanto é massacrado e dominado por décadas sem sequer pensar e saber disso, sem perceber e entender.

E não perceber que se massacra cada vez mais a educação, do maternal à universidade, de modo que se estude e não aprenda, e apenas pense estar aprendendo porque tem ou terá um diploma.

Pobre do melhor país do mundo, transformada num dos piores, e tudo por interesses próprios, individuais e mesquinhos.

 

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