• Darcy Francisco Carvalho dos Santos
  • 28 Outubro 2014



O governador eleito receberá um orçamento com um “buraco” em torno de R$ 5,4 bilhões, equivalente a 15% da receita corrente líquida. Numa linguagem simples, para cada cem de despesa, o Estado só contará com 85 de receita.
Em números redondos, as receitas foram superestimadas em R$ 4,4 bilhões, e as despesas, subestimadas em R$ 1 bilhão. A proposta orçamentária para 2015 não contém dotação para pagamento do reajuste do magistério a vigorar a partir de novembro deste ano.
A dotação para investimentos com recursos próprios corresponde a menos de 3% da receita corrente líquida, com todos eles oriundos de receita fictícia. Então, a dotação para investimentos com recursos próprios é zero.
Além das receitas fictícias, as demais receitas correntes estão projetadas com um acréscimo de 12,7% sobre o orçamento do ano corrente, cujas receitas deverão ter um grau de realização de 95%. Com isso, o crescimento esperado passa para 18%, ou 12% reais, quando o crescimento do PIB será quase nulo.
Além desse déficit, o novo governo encontrará R$ 1,5 bilhão de recursos de operações de crédito que foram utilizados para financiar despesas correntes. Então, ele terá que realizar com recursos do Tesouro os investimentos que eram objeto dos contratos respectivos. Isso sem falar no denominado empréstimo “jumbo”, anunciado pelo próprio governo, que está por se realizar.
Os déficits que o futuro governo encontrará não são potenciais, decorrentes do não cumprimento de vinculações constitucionais, como antes, mas reais, porque terão origem em despesas já feitas e que se estenderão até 2018.
Além disso, o novo governo encontrará zerado o estoque de recursos que historicamente vinha financiando os déficits, utilizados por meio do caixa único, do qual até o final do ano o atual governo terá sacado R$ 8 bilhões, grande parte oriunda dos depósitos judiciais.
A solução definitiva para isso está na reforma da Previdência, que deve ser feita mediante uma mobilização geral de todos os Estados.
 

* Contador e economista

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  • Rodrigo Constantino
  • 28 Outubro 2014

Após a batalha de Ásculo, o rei Pirro, ao felicitar seus generais depois de verificar as enormes baixas sofridas por seu exército, teria dito que com mais uma vitória daquelas estaria acabado. Desde então, a expressão "vitória de Pirro" é usada para expressar uma conquista cujo esforço tenha sido penoso demais. Uma vitória com ares de derrota.

Eis a sensação dessa vitória apertada de Dilma na reeleição. O Brasil está claramente dividido. A máquina estatal foi colocada a serviço do projeto de poder do partido. Houve denúncias de crime eleitoral, claro terrorismo com os dependentes dos programas assistencialistas, ameaça aos funcionários públicos. As baixarias usadas pela campanha da presidente, antes contra Marina e depois contra Aécio Neves, entrarão para a história como as mais sórdidas da nossa democracia.

Bem que Dilma tinha avisado que faria “o diabo” para vencer. Fez mesmo. E metade do país — a metade mais esclarecida e honesta — ficou estarrecida com o que viu. Nunca antes na história deste país se apelou tanto. O Brasil foi segregado. O “nós contra eles” virou o mantra daqueles que tentam monopolizar o discurso em defesa dos pobres, mas atendem, na verdade, aos interesses de uma elite corrupta e carcomida.

Os velhos caciques nordestinos celebraram, assim como Maluf e os mensaleiros presos na Papuda. O tirano Fidel Castro também deu pulos de alegria, assim como Nicolás Maduro. Kirchner, que vem destruindo a Argentina de forma acelerada, talvez com inveja da capacidade destrutiva do camarada venezuelano, foi outra que vibrou com a reeleição.

As urnas deram um resultado legal, apesar de denúncias de fraude que deveriam ser averiguadas. Mas qual a legitimidade de uma vitória tão apertada conquistada somente com base nas táticas mais pérfidas e imorais que existem? É uma vitória que colocou boa parte da classe trabalhadora de luto. Aqueles que pagam as contas do populismo petista. Aqueles que não suportam mais tantos impostos, tanta demagogia, tanta roubalheira.

A presidente Dilma falou em união em seu discurso de vitória, mas soa muito falso, não convence. Como ignorar todo o racha fomentado durante sua campanha indecente? Fingir que nada ocorreu é impossível. O país chega completamente partido ao meio por obra do próprio PT, que sempre precisou de inimigos e jamais colocou os interesses nacionais acima do seu projeto de poder.

Além disso, Dilma terá a verdadeira “herança maldita” agora pela frente. Não dará mais para culpar o governo de FHC ou a “crise internacional”, que faz os nossos pares emergentes crescerem o dobro da gente com a metade da taxa de inflação. O que vem por aí — e não será nada bonito de se ver — será colocado totalmente na conta da “presidenta”. Não haverá mais bodes expiatórios.

A economia, hoje estagnada, vai piorar ainda mais. A inflação, hoje muito elevada, vai subir ainda mais. O desemprego vai subir. A Petrobras, hoje pilhada, será finalmente destruída. E a roubalheira vai seguir seu curso, com a metade dos eleitores cúmplice, conivente. As conquistas sociais estarão em risco, e talvez a esquerda finalmente aprenda que não há dicotomia entre pobres e ricos, entre social e economia.

Nossas frágeis instituições serão testadas ao limite. Dilma herda um escândalo jamais visto, com evidências de desvios bilionários na maior estatal do país, e com o doleiro do próprio partido afirmando que ela e Lula sabiam de tudo. Se a denúncia for confirmada, um processo de impeachment não está descartado. Collor, hoje aliado do PT, caiu por muito menos.

Metade do Brasil finalmente acordou. Os anos de lulopetismo serviram ao menos para isso: despertar a indignação daqueles que são obrigados a pagar a fatura da irresponsabilidade, da incompetência e da corrupção do PT. Estamos cansados. Estamos de luto. E estamos, acima de tudo, vigilantes, atentos, de olho nos próximos passos do governo, que flerta abertamente com regimes opressores que censuram a imprensa independente.

A reação odienta e raivosa de muitos petistas, mesmo vencedores, demonstra como estão inseguros, tensos. Afinal, o Brasil ainda não é uma Venezuela. Temem ainda a punição legal por tantos anos de falcatruas, por terem permitido que uma quadrilha se instalasse dentro de nossas empresas e instituições. A oposição acordou. Está mais organizada e tem líder. E não vai assistir passivamente à pilhagem do nosso Estado.

A luta apenas começou. E a vitória deles foi com gosto de derrota, pois sabem que vem chumbo grosso por aí. Quem pariu Mateus que o embale...

* Economista

www.veja.abril.com/rodrigo-constantino/

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  • Gilberto Simões Pires
  • 27 Outubro 2014

Bem, depois dessas primeiras horas desde a apuração dos votos digitados por mais de 100 milhões de eleitores brasileiros, cujo resultado, por margem mínima, fez da candidata Dilma Petista-Neocomunista Rousseff a vencedora do disputadíssimo pleito, cabe analisar com a cabeça fria e os pés no chão o que foi decidido nas urnas e o que se espera para os próximos anos.
DIAGONAL ESCLARECEDORA
1 - Ficou claro, e indiscutível, pela preferência dos eleitores de cada Estado, que o país saiu dividido. Basta traçar uma linha diagonal, no sentido Noroeste-Sul, para identificar o grande recado das urnas:
UM BASTA À CORRUPÇÃO E MODELO BOLIVARIANO
1.1 - a metade mostrada à esquerda do mapa queria romper com o modelo bolivariano (que impõe baixíssimo crescimento econômico e inflação alta) e dar uma basta à corrupção desvairada; e,
REFERENDUM
1.2 - a outra metade, à direita deste mapa, preferiu fazer desta eleição
presidencial um REFERENDUM, no qual aprovaram os absurdos atos de corrupção
assim como a Transição para o Socialismo, defendido pelo Foro de São Paulo e
bem espelhado pelo que acontece em Cuba e na Venezuela.
POSTURA EQUILIBRADA
Pois, ainda que o raciocínio lógico diga que a situação econômica do país não tem como melhorar com a Matriz defendida por este governo Neocomunista, dependendo de uma (nova) postura equilibrada, sem ironias e muito focada, a resistência que pode vir a ser imprimida por todos que votaram em Aécio Neves tem tudo para avançar e neutralizar algumas das investidas do governo.
FRUSTRAÇÃO
É normal, neste momento de enorme frustração em que uma margem mínima de votos propõe a perda de uma eleição, que os vencidos desabafem e promovam manifestações impensadas. Faz parte da indignação. Entretanto, passados alguns dias é preciso que a cabeça volte a dar espaço único, e restrito, à sensatez.
CAINDO A DIFERENÇA
Só com inteligência, boas propostas, estratégia eficiente e objetivos claros seremos capazes de uma virada em 2018. Vale lembrar que a preferência por candidatos do PT à presidência, nos últimos doze anos, vem diminuindo. Seguindo na mesma toada, a próxima eleição, dependendo do nosso bom trabalho, o Neocomunismo tem tudo para sair derrotado.
 

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  • Diego Casagrande
  • 27 Outubro 2014

 

Dilma reeleita. O Brasil continuará sendo saqueado e tendo as liberdades ameaçadas. A economia continuará se degradando. Cuba e outras ditaduras continuarão tendo obras financiadas com o nosso dinheiro em contratos secretos. Os terroristas do Estado Islâmico continuarão sabendo que têm no Itamaraty um canal de proteção na ONU. Mas há uma diferença agora: metade da população saiu da zona de conforto e está disposta a enfrentar as mentiras de um governo corrupto. O antipetismo cresceu e continuará crescendo.

O recado dado agora é: o Brasil não é do PT, é dos brasileiros. E daqui para frente os cidadãos não aceitarão mais ouvir calados a doutrinação. As pessoas entenderam nesta eleição que cidadania se exerce diariamente, na família, no trabalho, nas rodas de amigos e nas redes sociais, expondo opiniões e confrontando inverdades. Ninguém pode ser crucificado por pensar diferente do PT e da esquerda. Ninguém manda na nossa liberdade. E as pessoas aprenderam isso nesta eleição. Às vezes, perder é ganhar. Bem-vindos ao Brasil que sai das urnas!
 

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  • Bruno Garschagen
  • 27 Outubro 2014

- O PT e a sua candidata ganharam a eleição, mas não venceram a batalha política, mesmo tendo à disposição a máquina estatal, a profissionalização do aparelhamento e as décadas de militância e doutrinação ideológica. A prova foi a eleição apertada e a significativa quantidade de pessoas que achou que o melhor (para elas) era não votar. Se o PT e a sua candidata tivessem sido, de fato, os vencedores da luta política, o percentual de votos teria sido maior e os brasileiros que queriam demiti-los não teriam se mobilizado de forma tão intensa na campanha, mesmo não sendo eleitores do PSDB nem de Aécio Neves. Isto tudo é extremamente relevante.

- A presidente eleita e o seu governo saem enfraquecidos com o resultado das urnas, inclusive pelas conquistas da oposição nas cadeiras do Congresso e nos governos estaduais. Portanto, não têm legitimidade para enfiar goela abaixo do parlamento e dos brasileiros as propostas intervencionistas e antiliberais de praxe. Não ter legitimidade não quer dizer que não o farão. Significa que, se o trabalho for inteligente, essas ações podem ser neutralizadas. Mas não se pode dormir nem acreditar que a oposição formal faça o seu trabalho espontaneamente. Terá que ser provocada o tempo inteiro.

- Quem sai politicamente vitorioso da eleição é o brasileiro que voluntária e espontaneamente trabalhou para demitir um governo que não o representava, nem que para isto fosse preciso conceder a vitória a um candidato que também não o representava, mas que não encarnava uma natureza e uma prática ideológica fundamentada num autoritarismo metodológico e instrumental. A participação intensa dos brasileiros na eleição, que não se restringiu às redes sociais, mostra que se esse envolvimento for duradouro e não se limitar à véspera da eleição, as chances de demitir um candidato no futuro serão muito maiores.

São constatações relevantes para o trabalho de oposição daqui em diante.

- Todos os que trabalharam para demitir o PT do governo, incluindo os partidos, devem aproveitar o momento para fazer a oposição contundente de alto nível que jamais se fez para o bem do país, algo que o PT desconhece e que jamais faria caso tivesse perdido. Os petistas, na oposição, teriam seguido o método de sempre para destruir quem estivesse no comando político do país e assim beneficiar-se do caos.

- A melhor oposição da sociedade, e a dos partidos não alinhados com o PT, será aquela que pressionar os políticos e os governos para que neutralizem o projeto político do partido e que atue para forçar os políticos a deixarem de atrapalhar as nossas vidas. Oposição vigorosa, séria, implacável, fundamentada, sem moleza nem maluquice. Se o governo do PT fizer nos próximos quatro anos o que fez nos quase quatro anos de governo até agora, seremos todos prejudicados e ainda teremos que pagar a conta.

- O Brasil já estava politicamente dividido e isto é uma grande notícia. Esta eleição mostrou que parte numerosa dos brasileiros não está com o PT nem com o PSDB. Também mostrou que a parcela dos eleitores que votou no PT é formada por aqueles que estão ideologicamente e moralmente alinhados com o partido; por aqueles que, embora não alinhados, acreditam no PT; por aqueles que não votam no PSDB; e por aqueles que votam porque dependem do governo.

A parcela de eleitores que não votou no PT é composta por pessoas que queriam demitir o PT do governo; que queriam alternância de poder; que estavam de alguma maneira desiludidas com o PT; que não estavam ideologicamente e moralmente alinhadas com o PT; que não são eleitoras do PSDB; que são eleitoras do PSDB ou de outros partidos.

- Os insultos contra os nordestinos, ou contra quaisquer indivíduos das regiões que votaram em massa no PT, terão como resultados nefastos reforçar o discurso dos petistas baseado na divisão entre ricos e pobres, pretos e brancos et caterva, e manter as pessoas economicamente vulneráveis no colo do partido, além de agredir estupidamente todos aqueles que nesses lugares trabalharam bravamente contra a reeleição da presidente. Uma simples análise do mapa de votação por estado mostrará que, embora a concentração seja maior no norte e no nordeste, em vários outros pontos do país o PT foi o mais votado. Minas Gerais é o exemplo mais notável e emblemático.

- A derrota de Aécio Neves em lugares antes considerados improváveis como Minas Gerais merece reflexão. Os mineiros que votaram contra Aécio o conhecem melhor do que o resto do país. Quando Marina Silva subiu no foguete após a morte de Eduardo Campos eu até brinquei no Facebook perguntando se Aécio era candidato. Ele parece ter acordado e decidido efetivamente trabalhar como tal na véspera da eleição. Só teve a votação que teve porque parte da sociedade brasileira se mobilizou para demitir o PT, não porque foi persuadido de que ele era o melhor candidato.

- Separar o país não irá resolver o problema das regiões mais pobres. A pobreza e a dependência estatal de uma grande parcela da população e a falta de capitalismo positivo são os principais problemas de regiões como o Norte e o Nordeste. Quanto menos prosperidade, mais dependência, mais governo, mais servidão.

- As reações no sentido de transferir ao governo e aos petistas a ajuda aos mais necessitados só reforça a mentalidade estatista e a dependência de parte da população, ratificando o discurso torpe feito pelo PT. Quanto mais a sociedade ajudar voluntariamente quem precisa e fazer com que eles menos dependam (ou deixem de depender) do governo, melhor para os brasileiros e pior para os políticos que conquistam seu eleitorado com esse tipo de relação.

- Precisamos de uma cultura política mais apurada baseada nas melhores experiências domésticas e internacionais. E é importante ter referências de homens que atuaram virtuosamente e fazem parte da história política do Brasil. Joaquim Nabuco é um exemplo dentre vários. É sofrível que num debate à presidência os nomes citados sejam os de José Simão e de Tancredo Neves.

- Por tudo o que se apresenta até agora, fruto de erros medonhos da presidente e de sua equipe, parece que enfrentaremos tempos difíceis e um governo que tem tudo para ser pior do que tem sido. Mas o país parece ter entrado num processo de construção de uma participação política mais ativa e não mais limitada aos partidos e aos seus militantes. Há muita gente disposta e disponível, e atuando em diversos segmentos e instituições, incluindo as estatais, para não deixar que os piores continuem a ditar o debate político e os rumos da política. E também para criar alternativas ideologicamente diferentes das que existem atualmente, incluindo outros partidos que representem pessoas que, como eu, hoje não têm qualquer opção de voto, a não ser negativa (demitir em vez de eleger).

Se essa participação for ampliada e lapidada, certamente veremos, no futuro, um debate político mais qualificado e políticos menos piores, mas, principalmente, viveremos numa sociedade que, em termos gerais, não vê mais o estado e o governo como os agentes mais importantes da vida social, política e econômica.

É um processo árduo e demorado, mas possível. Depende do que cada um de nós fizermos daqui em diante.
 

www.brunogarschagem.com

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  • Desconhecido
  • 25 Outubro 2014


A divergência e o debate são comuns e saudáveis em uma democracia. Podemos discordar em muitos pontos, mas tenho certeza que concordamos nos principais valores básicos, essenciais à sociedade que sonhamos para o futuro.

Podemos discordar das privatizações, mas não precisamos aceitar que a roubalheira, o aparelhamento político e a incompetência tomem conta das nossas estatais.

Podemos admirar os programas sociais do PT, mas não precisamos aceitar um governo que mente descaradamente que seus adversários acabariam com eles em um óbvio terrorismo eleitoral.
Podemos não gostar dos EUA, mas não precisamos apoiar um governo que se alia às piores ditaduras do mundo e defende países terroristas.

Podemos não gostar da Globo ou da Veja, mas não precisamos de um governo que tenta controlar a imprensa.

Podemos não gostar do PSDB, mas não podemos aceitar um governo, que se dizia guardião da ética, viver mergulhado em escândalos diários, e se aliar e defender a escória da política nacional como Maluf, Collor, Renan, Sarney, Jader Barbalho.

Podemos não gostar do Aécio, mas não podemos permitir que todas essas práticas sejam incentivadas, premiadas e perpetuadas.

Podemos querer outras alternativas, mas não podemos deixar no poder uma quadrilha cuja cúpula, mesmo presa na Papuda, é tratada como heróis e continua filiada ao partido!

Não podemos deixar que continuem a sambar na nossa cara, infiltrando membros no STF para livrar seus pares, comprando o legislativo com mesadas, sangrando nosso país em benefício próprio e de ditaduras e pseudodemocracias. Se fizermos isso será um atestado de que somos tão sem-vergonhas quanto eles, que NADA nos choca e tudo pode nessa terra porque não temos mais qualquer capacidade de indignação.

Se você não concorda com isso, é hora de mudar. Voto nulo, branco ou abstenção é o mesmo que endossar suas práticas.

É hora de união contra aqueles que tentam rachar o país, com um discurso irresponsável e preconceituoso de "nós" contra "eles", "pobres" contra "ricos", "negros" contra "brancos", "povo" contra "elite branca"...

O sentimento não é meu, é de todo brasileiro que cansou e quer um país melhor.
Eu votei no PT ao longo de toda a minha vida. Fui traída. PT nunca mais.

Esta carta é atribuída a uma magistrada federal. Para algumas fontes, a autoria é desconhecida. Então, em favor da segurança e tendo em vista da qualidade das ponderações que nela se contém, vai assim, divulgo-a sem explicitação da autoria.
 

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