• Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 12 Janeiro 2025

 

Gilberto Simões Pires

DORES E SOFRIMENTOS

Mais do que perceptível, os notáveis sofrimentos econômicos produzidos com esmero e dedicação pelo governo Lula, que foram anunciados, à exaustão, em 2024, dando conta de que as dores se fariam presentes, de forma gradual, implacável e vigorosa ao longo de 2025, já estão dando o ar de sua péssima graça, aqui e ali, com desenhos pra lá de assustadores. 

ADMISSÃO DO ÓBVIO

Vejam que até a Rede Globo, companheira de primeira hora do governo Lula, acabou se rendendo à realidade trágica e se viu obrigada a admitir o óbvio ao publicar o seguinte texto: -a recente tempestade perfeita vivida pelas varejistas brasileiras está prestes a ter um novo capítulo. Além de lidar com a concorrência das estrangeiras, as altas taxas de juros e a escalada do dólar, as empresas se preparam agora para um REPASSE DE PREÇOS que deve chegar a 10% no primeiro trimestre do ano. 

PROJETO DO PT

Para provar que nada do que já vimos e sentimos é obra do acaso, basta levar em conta o que disse, com calma, convencimento e determinação, o ex-presidente do PT, Rui Falcão, na recente entrevista que concedeu à FolhaPress:  

- O nosso PROJETO é ANTICAPITALISTA, com as devidas atualizações de experiências anteriores. Isso é essencial para que a gente possa ser realmente antissistema, apontando um rumo que se contraponha ao próprio sistema e à extrema-direita. A extrema-direita está fazendo uma disputa política permanente. Ao contrário da esquerda e do nosso governo.

PROMESSA EM CURSO

Disse mais o petista da gema: -Não podemos entregar NOSSA IDENTIDADE E NOSSO PROJETO, mas sim fortalecê-los. Já aprendemos no passado que só a governabilidade institucional não é suficiente para lutar contra isso. Precisamos de força social mobilizada. 

Este claro e perseguido estado de coisas ruins, deixa mais do que evidente, notadamente para os mais espantados e surpresos, que o PROJETO PETISTA JAMAIS ESCONDEU QUE A SUA OBRA SÓ TERMINA DEPOIS QUE NÃO RESTAR PEDRA SOBRE PEDRA. ESSA É A PROMESSA EM CURSO.  

CAMPEÃO...

Para finalizar e confirmar que a ROTA DE DESTRUIÇÃO é para valer, anotem aí: 2024 foi o ano com maior número de pedidos de recuperação judicial dos últimos 20 anos. Que tal? 

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  • Stephen Kanitz, em Blog do Kanitz
  • 05 Janeiro 2025

 

Stephen Kaniz

 

       Nunca um candidato foi tão perseguido, processado, difamado e injuriado como o empresário Donald Trump. Tentaram matá-lo duas vezes, assim como tentaram matar Bolsonaro e Carlos Lacerda no Brasil. A imprensa espalha que ele precisa ser eliminado a todo custo, que ele é uma ameaça à democracia, quando nada poderia ser mais mentiroso.

Trump foi um dos únicos a escrever um livro muito antes de se candidatar, sobre como ele iria governar e impedir o caos futuro dos Estados Unidos, que seria um governo fantoche de Kamala.

É assustador o número de democratas e brasileiros que não sabem que não será ela quem governará, assim como não teria sido Biden. Quem será? Vocês estão comprando dólares por quê?

O livro de Donald Trump, Great Again, apresenta suas opiniões sobre uma série de questões que afetam os Estados Unidos, incluindo economia, imigração, segurança nacional e política externa.

Quem é formado em Administração perceberá que a maioria das medidas de Trump se enquadram na categoria “volta ao básico”, “fazer o que já fazíamos quando éramos grandes”, nada revolucionário, pelo contrário.

Já escrevi isso dezenas de vezes: a maioria dos nossos 450 problemas não resolvidos são consequências de opções equivocadas que tomamos há 50 anos, e não problemas novos e pontuais.

O livro apresenta as críticas de Trump ao sistema político americano com muitos argumentos de “volta ao básico”, focando em princípios como fronteiras fortes, trazer indústrias americanas de volta, reinvestir (de volta) dividendos, reempregar negros e pobres desempregados por imigrantes ilegais.

Revitalização Econômica

- Ele propõe renegociar acordos comerciais (como o NAFTA) para proteger os empregos americanos e enfatiza a redução da terceirização.

- Reformas tributárias (como a redução de impostos corporativos) ajudarão a trazer empregos de volta.

Reforma da Imigração

- Trump propõe garantir novamente as fronteiras, com uma política direta que prioriza a segurança e os empregos dos cidadãos americanos.

- Trump defende um retorno à responsabilidade governamental e à redução da burocracia.

Ele propõe limites de mandato para membros do Congresso, para evitar que “políticos de carreira” acumulem poder, e defende transparência nos gastos do governo.

Ele sugere medidas como permitir que seguradoras atuem entre estados e aumentar a concorrência para reduzir os custos de saúde.

Reforma Educacional

- Trump sugere um retorno ao controle local da educação, em vez da supervisão federal. Ele critica o Common Core e defende mais poder para estados e comunidades na definição de políticas educacionais.

- Ele propõe empoderar os pais com a possibilidade de escolha de escolas, defendendo programas de vouchers e escolas charter para promover a concorrência e a qualidade.

Ele é um planejador urbano e, portanto, comunitarista, mais ou menos como os Estados Unidos eram 200 anos atrás, antes do crescimento estrondoso do Estado e do Deep State, como ocorre também aqui no Brasil.

*      Publicado originalmente no Blog do Kanitz (https://blog.kanitz.com.br/) em 13/11/2024

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 05 Janeiro 2025

 

Alex Pipkin, PhD


        Luiz da Silva e sua trupe petista, são exímios populistas. Prometem falsamente os céus de brigadeiro, mas entregam o inferno terreno. Para esses, a política - não a vida social e econômica como ela é, factualmente - deve ser a expressão da vontade geral dos cidadãos.

Luiz da Silva se considera, populisticamente, o genuíno “pai dos pobres”. Zela tanto pelos pobres, que suas políticas públicas ideológicas “progressistas” só fazem aumentar o número e a pobreza no país. Tenham em mente que o número de pessoas em situação de rua no país, cresceu aproximadamente 25% sob o governo vermelho de Luiz da Silva, um legítimo pai irresponsável, perdulário e incompetente.

Mentiroso contumaz, prometeu à picanha e a cervejinha para todos os brasileiros. A realidade é oposta: preços impraticáveis até para os inimigos burgueses! Nada novo no “front”; ele continua fazendo promessas irrealizáveis, mentindo pelos cotovelos. Aliás, desafortunadamente, é mister lembrar que a América Latina é um terreno mais do que fértil para populistas bastardos.

Inflação fora da meta e desgovernada, preços disparando, estelares, e dólar nas alturas, são algumas das variáveis pragmáticas e terríveis para a popularidade do “pai dos pobres”. Essa vem crescendo como rabo de cavalo. Para gente do “tipo ideal” populista a lá Luiz da Silva, sempre a culpa da situação econômica é “dos outros”… notadamente, do ex-presidente, e/ou do ex-presidente do Banco Central…

Em relação à subida dólar, o grande falastrão Luiz da Silva, afirmou - como se estivesse numa mesa de bar - que “o governo tem de fazer alguma coisa para segurar o dólar”! Como sempre, o populista incompetente, apela para supostas “soluções simples” para problemas complexos. Contudo, nada que não possa ser mascarado, manipulado e controlado, dobrando-se a aposta no populismo retórico e equivocado.

Como aos costumes, os da estrela vermelha já estão com um olho em 2026. Portanto, é fundamental encenar alguma tramoia desastrosa, a fim de que ocorra, como num passe de mágica, a redução de preços. Preços de alimentos básicos, picanha e acessórios, gasolina e energia, todos pressionados pela inflação de custos, via dólar astronômico, impactam, justa e severamente, nos bolsos e nas barrigas dos mais pobres.

É natural, então, que a turma colorada da incompetência e da mentira contumaz, recorra a falsa e errônea receita do controle de preços. Não importa que comprovadamente nunca tenha dado certo! Controle de preços é um mecanismo trivial para um político populista mentir para você de que irá reduzir, de fato, os preços de bens e serviços.

É fundamental que se saiba que os preços transmitem informações cruciais para ofertantes e demandantes nos mercados. Qualquer tipo de controle representa, assim, uma interrupção nesse canal, uma distorção da realidade e, per se, um conjunto de disfunções desastrosas e perigosas para a economia real. A regulamentação de preços é, na verdade, a grande ilusão de que os preços podem ser controlados por governantes ineptos, tal qual Luiz da Silva, e seus escudeiros, burocratas estatais.

O controle de preços é, como sempre foi, destrutivo e ilusório, como aquele que se assistiu, de forma perplexa, no governo petista da presidenta Dilma Rousseff. É um mecanismo atraente e sedutor para políticos populistas e incompententes, trágico para os comuns de carne e osso. Somente os criadores de riqueza, as empresas e as pessoas, não os burocratas estatais, são os que podem gerenciar alterações de preço, com base em um conjunto de recursos e de habilidades, e em suas estratégias empresariais embasadas na análise competitiva, visando a obtenção de melhores resultados econômico-financeiros.

É o eficiente sistema de preços, quando não manipulado pelo nefasto intervencionismo estatal, que auxilia às pessoas e às empresas a gerenciar e alocar eficientemente seus recursos escassos e, portanto, aquele que apoia a melhor tomada de decisões.

Não, não adianta que o desgoverno petista queira mascarar, manipular, controlar e distorcer os preços, na tentativa de encobrir as valiosas e essenciais informações que os preços transmitem. Saibam todos que os preços são, trivialmente, um sistema de transmissão de informação, que governos populistas e incompetentes, tais como o de Luiz da Silva, continuam desejando assassinar.
 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 02 Janeiro 2025

 

Gilberto Simões Pires

          

MENSAGENS DE ANO NOVO

Não sei se os leitores já se deram conta de que as mensagens de -FELIZ 2025- que foram e seguem sendo trocadas -tête-à-tête- ou mesmo -à distância-, entre familiares, amigos e até desconhecidos, praticamente TODAS se fazem acompanhar, invariavelmente, dos tradicionais e consagrados DESEJOS de - PAZ, SAÚDE, FELICIDADE E DINHEIRO NO BOLSO.

FALTOU A LIBERDADE

Como se vê, com absoluta nitidez, infelizmente, os brasileiros em geral ainda não se deram conta de que a LIBERDADE, que já se encontra em claro e adiantado PROCESSO DE EXTINÇÃO, deveria encabeçar todas e quaisquer LISTAS DE DESEJOS necessários para enfrentar o ANO DE 2025. 

SAÚDE E LIBERDADE SEM MODERAÇÃO

A propósito, quando amigos e familiares aniversariam, tenho por hábito parabenizar agregando, invariavelmente, os mais sinceros votos de -SAÚDE E LIBERDADE -SEM MODERAÇÃO-. Mesmo em se tratando de uma simples mensagem, o fato é que a LIBERDADE vem sempre antes da PAZ, de BUSCA DA FELICIDADE e do alcance da PROSPERIDADE. 

LULA VAI FAZER AINDA MAIS...

Por ora, considerando que estamos apenas na primeira semana de 2025, uma coisa já é certa: O CERCO ESTÁ FECHANDO e como tal garante que além de uma evidente PERDA PAULATINA DA LIBERDADE, não por acaso o presidente Lula afirmou alto e bom tom, no seu pronunciamento de fim de ano, que em 2025 vai FAZER AINDA MAIS. Ou seja, vai se empenhar para que o Brasil afunde mais, no curto, médio e longo prazo...

Ah, vale lembrar que Edson Fachin será o próximo na presidência do STF, Que tal? 

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  • Dartagnan da Silva Zanela
  • 28 Dezembro 2024

 

 

Dartagnan da Silva Zanela 

       Todos queixam-se que a vida está acelerada. Todo santo dia é a mesma coisa, aquela correria que invade a olhar sem pedir licença, acomodando-se em nossa alma sem a menor cerimônia.

Os dias voam, mesmo não tendo asas. As horas se dissipam feito fumaça de cigarro, levando os momentos que dão forma, cor e sentido à nossa jornada por esse vale de lágrimas.

E o trem descamba de vez quando nos aproximamos dos dias em que as cortinas, de mais um ano que se despede, se fecham, sem deixar ao menos um bilhetinho de despedida sobre a mesa.

Nestes dias, o coração bate mais forte, o suor corre num passo frio pelos sulcos rasos do nosso rosto, desejoso de tornar-se um caudaloso rio.

E nesse açodamento de querer fazer não-sei-quê que toma conta do nosso ser, acabamos ficando indiferentes ao amor, insensíveis a dor dos nossos semelhantes, apáticos diante da realidade que invade nossa vista, impassíveis perante a nossa própria humanidade, indolentes diante da majestade de Deus e, sem nos darmos conta, terminamos por nos alienar de nós mesmos.

Para que não nos precipitemos no abismo de uma vida esvaziada de propósito pela voracidade da hiperconectividade, para que os frutos pútridos desses tempos turbulentos que testemunhamos não venham aninhar-se em nossa alma, urge que tenhamos paciência.

Sim, paciência não é tudo, mas é imprescindível.

Aliás, a Sagrada Família de Nazaré, nos ensina a sermos pacientes. Se meditássemos sobre isso com a devida atenção, e com a indispensável devoção, compreenderíamos com clareza que grande parte das aflições que nos apoquentam não são dignas de tamanha preocupação.

Muitas das nossas inquietações não têm a urgência que atribuímos a elas; da mesma forma, inúmeras outras coisas que deveriam estar no centro da nossa atenção, não estão.

Queixamo-nos, frequentemente, de tudo e de todos, mas poucas vezes dizemos eu te amo para quem precisa ouvir essas palavras; raras vezes paramos para ouvir, atentamente, o que os outros têm a nos dizer, mas queremos porque queremos ser ouvidos por Deus e por todos, como se fôssemos o centro de toda a criação.

Enfim, a vida é simples, tão simples quanto a manjedoura que recebeu Deus; o Deus que se fez pequenino para nos mostrar o caminho, a verdade e a vida, para nos resgatar do abismo de nós mesmos.

* O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "A QUADRATURA DO CÍRCULO VICIOSO", entre outros livros.

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 28 Dezembro 2024

 

Alex Pipkin, PhD
        Sim, eu sei. Quase todos com ressaca da gloriosa ceia natalina.
Preparem-se. O peru desfigurado sorrirá pra você. Ainda há restos mortais. Mas eu continuo despertando cedo. Será por me encontrar ao lado da velhice? Não importa. Minha compulsividade, alimentada pelo id, não me deixa parar de exercitar meus dedos: “such is life”.

A fim de piorar essa manhã cinzenta, disfarço-me de nuvem, para trazer novas velhas más notícias. Recorro à mais básica lição econômica para afirmar que, do jeitão colorado, não tem mesmo como dar certo. E para empiorar mais, a pretensiosa “superioridade cognitiva e moral progressista”, do orgulho até o último fio de cabelo, os faz cegos - e bêbados -, indesejosos de acordar de seus devaneios de uma noite de verão. Distintamente do que tenho conseguido realizar, o sono “deles” é profundo.

Como pode dar certo, se o foco míope desse desgoverno do “progresso do atraso”, é promover os seus próprios interesses tribais, e aqueles de seus “colegas” do funcionamento publico, via imediatismo, negligenciando o vital crescimento econômico sustentável? Como se opera na direção de tal meta da destruição?

Singelo, meu caro Watson! Pisando fundo no acelerador da gastança desenfreada. Evidente, o condutor do veículo motor é conhecido como Taxadd. Tribute-se a tudo e a todos! Como esse motorista não entende nada de economia, a tributação escorchante, distintamente do que ele “pensa”, redundará em aprofundamento do problemão fiscal verde-amarelo, não na redução da abissal dívida pública.

O Brasil já vive dentro do precipício. Brasileiros estão sem “a cervejinha”, e a picanha, nunca na história desse país esteve tão cara. Gasolina, aluguéis, enfim, a inflação já “dobrou à esquina e a meta”, faz um tempão. Ah, e o dólar, hein? No novo patamar de R$ 6,00, e lá vai pedrada, não importando os bilhões de dólares que são jorrados imprudentemente no mercado

“Eles” salivam como cães de Pavlov, quando se refere ao aumento de gastos. Claro, necessitam agradar os “pobres” do funcionalismo, mas a retórica é a de que o “pai dos pobres” objetiva aliviar o sofrimento dos oprimidos descamisados. Para tanto, “vai lá e tributa sem perdão”! Nada do imperioso corte de gastos. Uma reforma administrativa deixaria os “colegas” do funcionalismo público desesperados.

O perdulário, irresponsável e incompetente desgoverno petista, não tem nenhuma preocupação real com a disciplina fiscal. O ex-presidiário, comedor de “s”, volta e meia, afirma que “gasto é vida”! Esse sujeito verbaliza que deseja matar a “fome do pobre”, mas com juros altos e desvalorização do real, não tá dando nem para o preto e branco feijão e arroz.

A desconfiança para o ano vindouro é avassaladora, e temerária. Como consultor empresarial, enxergo - e ouço - o medo e a preocupação do setor empresarial: pé no freio dos investimentos e na contratação de funcionários.

“Eles” não sabem que com à economia parada, há menos atividade econômica e, portanto, menor arrecadação. Simples assim. A grande ironia envolvida, é que agora terão que culpar o irmão-vermelho Galípolo, do Banco Central, pelo aumento da diabólica taxa de juros.

Impostos elevados para financiar programas sociais interesseiros e contraproducentes, são a receita certeira para o fracasso.

Todos aqueles que entendem de economia, de fato, sabem que altos impostos desestimulam o investimento privado e a atividade econômica, gerando menos empregos e, evidentemente, menor produção e produtividade. A regra é clara: aumento de impostos é inversamente proporcional ao crescimento econômico.

E os pobres, como ficam? Como vão conseguir empregos para sobreviverem? Não se atormentem… há amplas e fartas bolsas-tudo… horror. A tributação escorchante está ceifando a contratação de pessoas pelos criadores de riquezas, as pessoas e empresas! Pior, além de reduzir às oportunidades de empregos, deterioram os salários dos trabalhadores.

O ciclo vicioso faz a festa - vermelha, mas não a de Natal!

Não restam dúvidas de que o setor privado, pressionado pela inflação de custos da desvalorização do real, pelo aumento de tributos, repassará tais aumentos para seus preços, tornando a vida de todos, em especial, a dos mais pobres, ainda mais complicada.

Meu caro Watson, permita-me reprisar a pergunta. Tem como dar certo? Ah, sim, compreendo! O perdulário e taxador desgoverno vermelho, guloso tributário, continuará no caminho da pobreza e da servidão, com sua receita infalível de aumento de impostos, a fim de acariciar a claque “progressista”. Preto no branco, o aumento de impostos, incrementa os custos de produção, causando inflação e juros altos.

Esse desgoverno persistirá tomando dinheiro emprestado, aumentando a dívida pública e o custo desse mesmo dinheiro. Que maravilha, hein?! Para fechar, antes de ter que encarar o peruzão, corroborando minha trivial opinião, pesquisa de agora, do Instituto Ipsos, aponta que 73% dos brasileiros afirmam que os preços de produtos e serviços vão aumentar mais do que a renda das pessoas, em 2025.

Além disso, 67% disseram acreditar que a inflação será mais alta no próximo ano.

Nenhuma novidade, meu caro Watson!

2025 seguirá sendo da cor vermelho sangue.

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