• Rubem Sabino Machado
  • 01 Agosto 2025

 

Rubem Sabino Machado 

          Magnífico reitor! Já que não sou cronista de verdade, eu queria ser magnífico em alguma coisa... Hoje meu sonho é ser reitor pois, brilhante ou medíocre, bom ou ruim, de faculdade relevante ou fraca, eu seria magnífico.  E ser magnífico é tudo de bom, como aguardei por essa notícia, em vão: nunca consegui porque não sou sequer acadêmico, nem do Salgueiro...

Falando de samba, será que presidente de escola de samba também é magnífico?  Acho que o presidente de honra sim, e ai de quem não o chamar assim... Ai até de quem pensar diferente disso e de quem pensa diferente dele: estaria sujeito a sanções magníficas e que chegam a dar um frio na espinha.  Melhor nem pensar nas consequências...

Já que não consigo aqui nesta terra, será que consigo algo de magnífico fora dela?  Sim, consigo, os astros de nossa galáxia não magníficos e, com eles eu poderia me consolar por não sê-lo: e por ser mera poeira de estrela...  Fui pesquisar no Google para comprar um telescópio e até nisso me sinto um fracasso.  Não entendo nada do que dizem.   Tem, por exemplo, um cara reclamando que: “tenho usado uma barlow 2x para alcançar o foco com a câmera.  Depois de alguma pesquisa e matemática, descobri que a razão  é que a  câmera, em adição à Barlow está muito magnificada para capturar luz suficiente para objetos do espaço profundo”. 

Minha cabeça se encheu de dúvidas realmente magníficas – será esse tal “espaço profundo” aquela galáxia muito distante onde coisas aconteceram há muito tempo?  Haverá nela, realmente a magnífica Ordem Jedi?  Conseguirei ver a Estrela da Morte se a magnificação não estiver excessiva?  E que raio de magnificação com barlow é essa? – desisti de comprar o telescópio...  Minha ignorância é magnífica e iria jogar dinheiro fora.  Aliás, os preços de telescópio estão magníficos de tão altos, para dizer o mínimo.  E há quem diga que serão ainda magnificados.  Mas sempre haverá Miami para tentar comprar mais barato.  Preciso tirar o visto...

Ligo o rádio e Júlio Fürst, que todos referem como o mestre de todos – e realmente é um locutor magnífico – está no ar com seu programa As Magníficas:  finalmente posso curtir algo magnífico, músicas fantásticas, e sem precisar sair daqui, porque não estou podendo no momento: estou devendo muito...

Escrita a crônica e consciente da minha pequenez, encontro ao menos consolo na Magnificat, oração de Nossa Senhora que bem fala no poder do Senhor sobre os soberbos e poderosos e que ele exalta os humildes.  Não preciso, mesmo ser magnífico. Amém.

*O autor é cronista fictício e um magnífico medíocre, mas tem Fé no Senhor...

In God we trust!

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  • Dartagnan da Silva Zanela
  • 31 Julho 2025


Dartagnan da Silva Zanela 

         Já faz algum tempo que, em nosso triste país, adota-se a prática daquilo que se convencionou chamar de "progressão continuada" que, em resumidas contas, é o exercício da aprovação pela aprovação.

Podemos dizer que tal prática, há décadas envenenando o sistema educacional, seria similar à atitude de um médico que, levianamente, daria alta ao seu paciente, não porque ele está com sua saúde restabelecida, mas sim porque o prazo estabelecido para o fim do tratamento findou.

Falando nisso, lembro-me de uma reportagem de 2006, se não me falha a memória, que apresentava um pai que foi até as autoridades competentes questionar a razão pela qual o seu filho havia sido aprovado (por conselho de classe), sendo que o "abençoadinho" tinha reprovado com notas baixíssimas em cinco disciplinas.

O pai, com a simplicidade daqueles que veem o óbvio ululante, perguntava: "Mas se ele não aprendeu, por que ele está sendo aprovado?"

O ponto em questão, na reportagem, era a pressão que os professores sofriam – e sofrem – para aprovar os alunos e, assim, gerar números bem vistosos, com toda aquela purpurina publicitária que, hoje, mais do que nunca, é utilizada aos borbotões, sem a menor cerimônia, pelos Estados que se gabam de ter "a melhor educação da Via Láctea".

Ora, qualquer um com um mínimo de juízo e bom senso percebe, mais do que depressa, que um cenário desse naipe não é apenas ridículo, mas perigoso.

Quando as escolas e colégios são pressionados a manter índices de aprovação elevados que não condizem com a realidade – para poder obter números bonitinhos, mas ordinários –, as autoridades responsáveis pelo ordenamento do sistema de ensino, sem querer querendo, estão mandando o seguinte recado para toda a sociedade: não é necessário esforço individual para aprender – o que, como todos nós sabemos, é uma grande mentira e, como toda mentira tomada como princípio, acaba fomentando uma série de outros problemas e equívocos que terminam por desvirtuar totalmente o ambiente escolar, inviabilizando o trabalho docente.

Tão desvirtuado que, atualmente, acha-se aceitável que crianças e adolescentes se recusem a aprender. Dito de outro modo: acha-se aceitável que alguém, com atos indolentes e de forma displicente, prefira abraçar a ignorância presunçosa em vez do humilde caminho da procura pelo saber.

*         O autor, Dartagnan da  Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "A QUADRATURA DO CÍRCULO VICIOSO", entre outros livros.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 30 Julho 2025

 

SELO -CUMPRA-SE-

A rigor, praticamente tudo que estava ao meu alcance com o propósito de explicar e/ou tentar convencer que as MANOBRAS E DECISÕES que vem sendo tomadas pelo governo LULA, a maioria delas -senão todas- devidamente VALIDADAS pela SUPREMA CORTE -com o irremovível LACRE onde se lê a palavra -CUMPRA-SE-, não são simples OBRAS DO ACASO. Todas, repito, são FRUTOS DE EXPERIÊNCIAS contidas na CARTILHA elaborada pelo FORO DE SÃO PAULO -ORGANIZAÇÃO COMUNISTA DA AMÉRICA LATINA E CARIBE - que reúne governantes de CUBA, VENEZUELA, NICARÁGUA e BRASIL, entre outros...

 SOBERANIA DE LULA

No nosso cada dia mais empobrecido Brasil, o presidente LULA achou por bem que era hora de -MANDAR ÀS FAVAS OS ESTADOS UNIDOS -PAÍS CONSIDERADO NO MUNDO TODO COMO -SÍMBOLO DA LIBERDADE-. Mais: a cada pronunciamento, sendo contrariado ou não, LULA se defende com o escudo da FALSA -SOBERANIA-, que no entender do COMUNISTA significa que apenas ele tem o DIREITO DE FALAR, TOMAR DECISÕES e EXERCER CONTROLE SOBRE O QUE ACONTECE -TANTO NO BRASIL COMO FORA DELE-. 

 AFIRMAÇÕES E AS RESPECTIVAS FONTES

Pois, a título de informação e esclarecimento, vejam aí algumas de tantas afirmações feitas pelo COMUNISTA -SOBERANO-: 

1- LULA SUGERIU -ABERTAMENTE- QUE A VITÓRIA DE TRUMP SERIA O NAZISMO COM OUTRA CARA. Fonte: OP NEWS.

2- LULA DIZ QUE ISRAEL COMETE GENOCÍDIO E FAZ ALUSÃO À MATANÇA DE JUDEUS POR HITLER. Fonte: CNN.

3- CRISE LULA X ISRAEL SE ACIRRA E GERA IMPASSE DIPLOMÁTICO. Fonte: Boletim Metrópole.

4- TRUMP GOVERNA OS EUA, NÃO O MUNDO, CRITICA LULA. Fonte: Radio Tupy.

5- LULA CRITICA AÇÕES DE TRUMP: - "NÃO FOI ELEITO PARA SER XERIFE DO MUNDO-" Fonte: Boletim Metrópole.

6- LULA DEFENDE CRIAÇÃO DE MOEDA PARA NEGOCIAÇÃO ENTRE PAÍSES DO BRICS. Fonte: CNN.

7- POLÍTICA ECONÔMICA: LULA CRITICA DÓLAR COMO MOEDA DOMINANTE NO MUNDO. Fonte: CNN.

 PLACA NADA SOBERANA

Vale lembrar, com a mesma ênfase, o papel NADA SOBERANO do presidente LULA , ao fazer questão de ser fotografado segurando uma PLACA NADA SOBERANA, com a frase -CRISTINA LIBRE-, em referência e apoio à ex-presidente da Argentina -Cristina Kirchner-, que cumpre prisão domiciliar em Buenos Aires. DETALHE SOBERANO: Cristina Kirchner foi condenada a SEIS ANOS DE PRISÃO E INELEGIBILIDADE PERPÉTUA POR ENVOLVIMENTO EM UM ESQUEMA DE CORRUPÇÃO COM OBRAS PÚBLICAS DURANTE SEUS GOVERNOS.

  

 

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 30 Julho 2025


Alex Pipkin, PhD 

            Acabando de prestar uma consultoria online, olhei meu feed e, casualmente, me apareceu uma daquelas falas simples, diretas, que deveriam ser recebidas com um aceno de cabeça e um “é isso aí”. Um executivo de sucesso defendendo aquilo que qualquer ser humano minimamente desperto já deveria saber. Sim, é preciso estudar, ler, trabalhar duro e, vejam só, aparecer fisicamente no trabalho. A receita é antiga e, talvez por isso mesmo, eficaz. Há sabedoria nos costumes, nas tradições que resistem ao tempo. Como dizia Chesterton, tradição não é o culto às cinzas, mas a preservação do fogo. Mas o espírito da época, com sua obsessão pela reinvenção constante, despreza o que foi testado pela realidade.

O que me espanta não é a fala em si, mas a reação. A gritaria e a indignação automática. Não vieram apenas dos comentaristas profissionais, mas também de jovens, de trabalhadores, de estudantes comuns, já condicionados a enxergar em todo sucesso alheio uma estrutura de opressão. E o argumento-padrão, previsível como uma senha fraca, logo apareceu: “fácil falar quando se nasceu privilegiado”. Como se o fato de alguém ter vencido o tornasse automaticamente indigno de dizer a verdade. Como se o mérito, o esforço e a dedicação fossem privilégios exclusivos, inatingíveis para a maioria que, na visão deles, estaria condenada à eterna opressão e à exclusão.

Para essa geração que almoça ressentimento e janta inveja, qualquer menção ao esforço pessoal é violência simbólica. O mérito virou farsa. O talento então, um privilégio estrutural. Claro que a ambição é vista como um crime. O esforço se tornou um conceito datado, uma ideia ultrapassada, inadequada a um mundo que preferiria premiar a reclamação incessante e a vitimização crônica, em vez da superação e da responsabilidade.

Evidente que nem todos partem do mesmo ponto. A desigualdade existe, e é uma realidade inegável. Mas será que, por isso, o esforço deixou de ser necessário? Será que o caminho para a realização pessoal e profissional foi definitivamente trancado por barreiras intransponíveis? A quem serve esse discurso que infantiliza indivíduos e os liberta da responsabilidade sobre a própria vida? A quem interessa essa cultura do mimimi que transforma todo fracasso pessoal em uma culpa coletiva?

Conheço gente que trabalha o dia todo e, à noite, estuda. Que acorda mais cedo para ler, que dedica o fim de semana a construir um futuro que não virá por decreto nem por militância. Gente que prefere a solidão crítica da leitura ao conforto da aprovação fácil. Eu, por exemplo, sou um leitor contumaz. Adoro conversar com aquele amigo que não fala. O livro. Ele me escuta em silêncio, e quando fala, é com uma lucidez que raros humanos alcançam. É um diálogo silencioso, mas profundamente transformador, exigindo paciência, dedicação e um grau de autocrítica que a maioria não quer cultivar.

A crítica ao trabalho presencial vem da mesma lógica. Recusa-se o convívio, a troca, o acaso produtivo das conversas de corredor. Querem reduzir a experiência humana ao conforto do isolamento, como se a distância e a frieza virtual fossem suficientes para gerar crescimento, aprendizado e oportunidades reais. Esquecem que o mundo real — e as oportunidades — não chegam por e-mail.

No fundo, parece-me que o que incomoda não é a fala. É o espelho. Aquele que reflete o que eles mais temem ver, ou seja, sua própria irrelevância diante da realidade.

 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 26 Julho 2025

 

Gilberto Simões Pires

COLETÂNEA

A cada dia que passa, é mais do que notório, desmedido e assustador o crescimento da absurda -COLETÂNEA DE ESCÂNDALOS- bolados e bem nutridos nos -FÉTIDOS- AMBIENTES frequentados pela TURMA DA ESQUERDA que circula à vontade, sem mínima restrição, por todos os cantos do FRACASSADO GOVERNO LULA. Mais: com apoio incondicional da maioria dos ministros do STF. 

GABINETES

Na real, sem tirar nem pôr, os GOVERNOS PETISTAS, capitaneados por Lula e Dilma Rousseff, se notabilizaram como potentes -LABORATÓRIOS- ou -GABINETES- criados e preparados para promover todos os tipos de FRAUDES, desde os mais diversos ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO- que envolvem o uso indevido de dinheiro público, suborno, fraude e outras atividades ilegais por parte de funcionários públicos ou empresas; -ESCÂNDALOS FINANCEIROS- como DESVIOS DE DINHEIRO E OUTRAS ATIVIDADES ILEGAIS NO SETOR FINANCEIRO-; e -ESCÂNDALOS PESSOAIS- que envolvem FIGURAS PÚBLICAS comprometidas com os mais variados tipos de safadezas. 

MODO ACELERADO

Neste ano, mais do que nunca, a escalada da COLETÂNEA DE ESCÂNDALOS entrou em -MODO ACELERADO- SEM PARAR- superando todas as expectativas. Entre tantos, ganharam maior destaque, por exemplo, 1- os ESCANDALOSOS DÉFICITS DAS CONTAS PÚBLICAS; 2- os ESCANDALOSOS PREJUÍZOS DAS EMPRESAS ESTATAIS; 3- o PRA LÁ DE ESCANDALOSO ROUBO NAS CONTAS DOS APOSENTADOS (até agora nenhum criminoso sequer foi chamado ou interrogado); e o ESCANDALOSO DÉFICIT DAS CONTAS EXTERNAS, que em junho atingiu US$ 5,1 BILHÕES, ou seja, o maior SALDO NEGATIVO para o mês desde 2014, quando somou US$ 5,4 bilhões.

ANTISSEMITA

Como se isso tudo não bastasse, o confiante presidente LULA, -ex-CONDENADO POR CORRUPÇÃO- embalado pela sua ESTÚPIDA E FIEL CLAQUE, depois de peitar, de forma estúpida e muito malcriada o governo dos EUA -fato que resultou em PROMESSA DE UM EXTRAORDINÁRIO E IMPAGÁVEL TARIFAÇO a partir da próxima semana-, achou por bem, ontem, protagonizar mais uma infâmia diplomática, ao RETIRAR O BRASIL DO QUADRO DE PAÍSES SIGNATÁRIOS DA IHRA, a Aliança Internacional em Memória do Holocausto. Como bem refere o pensador Alex Pipkin, não se trata de um gesto apenas SIMBÓLICO. É, na mais pura verdade, um -ATO IDEOLÓGICO-. Mais: profundamente ANTISSEMITA!. 

 

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  • Percival Puggina
  • 23 Julho 2025

 

Alex Pipkin, PhD 

            O Brasil respira sob censura. Ainda chamam isso de democracia… Mas o que vivemos não é liberdade; é disfarce. O que há, de fato, é controle do discurso, perseguição política seletiva, manipulação institucionalizada, inversão sistemática da realidade. O Brasil virou um imenso tribunal ideológico, onde se julga não o que se fez, mas o que se pensa.

Converso com empresários de todos os portes, trabalhadores, amigos, familiares. Só se fala de incerteza, insegurança. O país está travado. Há uma névoa sobre o futuro que impede qualquer ação racional de investimento, planejamento, crescimento. O essencial desaparece da conversa pública tupiniquim, ou seja, produtividade, emprego, renda, ambiente de negócios… O colapso não é questão de se, mas de quando.

O Brasil vive uma obsessão. O debate público foi sequestrado por uma guerra ideológica permanente. A pauta nacional está contaminada por narrativas emocionais, sectárias, irrelevantes. Não se fala mais em eficiência do Estado, em educação técnica, em competitividade, inserção global, liberdade econômica.

A política transformou o país num campo de batalha de rótulos. E quem perde é o povo. Quem perde é o empreendedor que quer investir e é sufocado. E o trabalhador que quer produzir e é ignorado.

A ascensão de Bolsonaro acentuou uma cisão que já fervia. O retorno do lulopetismo, com sua retórica de “união nacional”, consolidou o poder de um establishment disposto a tudo para eliminar o contraditório. O Judiciário deixou de ser árbitro, virou um ator com agenda. Vivemos sob uma toga que legisla, executa e censura.

O Congresso? Um teatro de omissões. O Executivo é um amontoado de improvisos, discursos divisionistas e alianças oportunistas. Evidente, o Estado inflado, caro e hostil ao setor produtivo. E, agora, há um novo ator no tabuleiro global.

Trump voltou. O jogo começou a mudar. O presidente da maior potência do mundo — gostem ou não — já começou a aplicar sanções contra regimes que violam liberdades civis. E o Brasil entrou nesse radar. Não por acaso. Trump não disfarça sua “aliança com a dinastia Bolsonaro”, nem sua repulsa à ditadura da toga. O objetivo é claro: expor, confrontar e isolar o sistema de perseguição política que se instaurou no Brasil.

Com Trump de volta, o país entra oficialmente no foco da nova guerra civilizacional. O da liberdade contra controle, da verdade contra manipulação, e da democracia real contra ditadura disfarçada. Mas aqui dentro, seguimos encenando. Como se o problema fosse “discurso de ódio”. Como se censurar o outro lado fosse restaurar a verdade. Como se calar vozes críticas fosse garantir a paz social.

Não há prosperidade sem liberdade. Não há liberdade sem verdade.

A verdade é que o Brasil está paralisado. Não por falta de recursos, mas por excesso de narrativas falsas. O custo disso é brutal: o capital foge, os talentos vão embora, a juventude se desilude. Um país inteiro congelado, intoxicado por ressentimento e medo, sem agenda produtiva, sem liderança lúcida, sem futuro claro.

Não é exagero. É o retrato, que dói. O Brasil precisa de ar. Precisa romper essa camisa de força ideológica. Precisa lembrar que liberdade não é concessão, é pré-requisito. Que crescimento só vem com segurança jurídica, estabilidade institucional e liberdade de pensamento. E o futuro do Brasil passa por uma reconstituição nacional urgente, alicerçada no protagonismo do setor privado, que deve liderar a recuperação.

É preciso reformar o Estado para que ele seja um facilitador e não um entrave, simplificar o ambiente de negócios, garantir mais liberdade econômica e individual para que as pessoas possam empreender, gerar empregos, inovar e apresentar soluções reais para a sociedade.

Sem isso, não haverá saída para o ciclo vicioso de estagnação e retrocesso. Não é somente o país “da década perdida”, mas, talvez, do século…Ainda chamam isso de democracia. Mas já não é. Claro que não.

Só que agora o mundo percebe.

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