A expressão “fake news”, criada por Donald Trump (maior presidente dos Estados Unidos desde Abraham Lincoln, passando por Ronald Reagan), foi produto de uma reflexão crítica em que o mandatário da Casa Branca repudiou as mentiras em profusão sacadas pelos jornais The New York Times e Whasington Post durante a campanha presidencial da qual saiu vencedor. Como se sabe, os dois jornalões são remanescentes de um bolchevismo tardio que o povo norte-americano trata de repudiar em gênero, número e grau – e que, por isso mesmo, estão falidos moral e economicamente.
No Brasil, em fase difícil, a chamada “grande imprensa” deita e rola em matéria de “fake news” e, muito pior, consagra a “fake interpretation”, fenômeno que consiste em publicar a noticia inconsistente, ou pela metade e, depois, interpretá-la a seu modo via editoriais, notas, sueltos e artigos de colunistas amestrados.
(A propósito, O Globo, em anúncio, vem professando que “o bom jornalismo nasce da dúvida”. Em seguida, ao modo do Marques de Lapalisse, proclama que “se (a notícia) acontece é fato e se é mentira é fake”, dando a entender, ao cabo do exercício tautológico, que o jornal “só trabalha com a verdade”).
A maneira como se lida com a verdade na imprensa amestrada tivemos quando o “coroné” Ciro Gomes foi entrevistado pela nata do jornalismo global numa sabatina transmitida pela GloboNews, Ali, como de hábito, Ciro mentiu adoidado, numa avalanche de falsidades vergonhosas, sem contestação maior por parte dos nove entrevistadores, na maioria esquerdistas, alguns até envolvidos em movimentos armados proto-comunistas.
O “coroné” de Sobral mentiu quando, por exemplo, garantiu que não havia processo algum contra o “honrado” Carlos Lupi (enxotado do governo Rousseff por suspeita de corrupção), dono do PDT e hoje indiciado no inquérito nº 4432 em trâmite no STF. Mentiu também quando disse ter participado da criação do Plano Real, lançado em janeiro de 1994, quando, na verdade, à época, o sinhozinho de Sobral governava o Ceará.
Por sua vez, o “Doidivanas” mentiu que não tinha contra ele nenhum processo por “malfeito moral” quando, de fato, carrega mais de 100 processos por difamação, calúnia, injúrias e danos morais, entre eles, o movido por Collor de Melo, no qual foi condenado a pagar R$ 366 mil por ter chamado o político alagoano de “cheirador de cocaína”. No imbróglio, embora rico, Ciro mantinha apenas 34 253 reais em conta bancária – o que levou Collor a pedir a penhora dos seus bens.
Dentre dezenas de mentiras cabeludas, o entrevistado inventou que o governo Temer, irresponsável, botou à venda o campo de Carcará, (Bacia de Santos) para uma estatal da Noruega com o barril de petróleo ao preço de US$ 1, 35, quando, na realidade, a petroleira pagou US$ 4. 6. por barril (em reserva recuperável), preço vigente em tais operações.
Efetivamente, o candidato do encalacrado Lupi não tem o menor pudor em distorcer os fatos. Mas os cobras da Globo News, em vez de contestar os dados “fakes”, ficaram pianinhos, sem contestar a mentirada.
É que de escopeta em punho, o “coroné”, para se impor à turma da sabatina com avassaladoras invencionices, lembrava, a toda hora, sua condição de velho “professor de direito público e privado” na Universidade do Vale de Acaraú, em… Sobral!
O auge da patuscada se deu quando Ciro, que se fez político profissional nas fileiras da Arena, partido de sustentação da “ditadura”, deu a entender (para furor da trupe global) que dela fora vítima.
Outro fato constrangedor é que ninguém da “grande imprensa” escreve sobre os privilégios que Lula, um Papa renascentista, usufrui enquanto preso. Cumprindo pena de mais de doze anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro (e a ser provavelmente condenado por mais doze anos devido às falcatruas do sítio de Atibaia), o dono do PT transformou a cadeia da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, numa espécie de Spa com regalias típicas do Instituto Lula.
(Nem Hitler na prisão de Landsberg, depois da tentativa de golpe na cervejaria de Munchen, teve tanta mordomia)
No Spa de Curitiba Lula dispõe de espaço ao ar livre para caminhar em esteira rolante, tem televisão, refeições, bebida, frutas e comidas extras, banho quente, livros etc. Ele também goza o privilégio de não varrer, limpar privada ou mudar roupa de cama – programa de rotina para qualquer presidiário. Detalhe: o “retiro” de Lula não tem grades e vive de porta aberta, todo tempo, por onde entram, diariamente, nos sete dias da semana, políticos, dirigentes sindicais, familiares, amigos e quem mais aparecer. Ali, em torno de uma mesa redonda com cadeiras e assentos, o condenado comanda o maior centro de subversão política do país, verdadeira máquina de guerra, em reuniões permanentes nas quais traça e toma medidas político-partidárias, apunhala (“pelas costas”) aliados recalcitrantes, manobra advogados e profissionais do agitprop petista (e comunistas em geral), além de sacanear juízes e a justiça promovendo a própria candidatura (ilegal) em total desprezo por tudo que signifique respeito à estabilidade da nação.
(Só um lembrete: com uso de água, luz, eletrodomésticos, banhos quentes, refeições, vigilantes, serviçais, limpeza, visitas médicas etc. Lula está custando, por baixo, alguma coisa em torno de R$ 200 mil mensais aos cofres da Viúva (abastecidos, é claro, pelos tolos contribuintes), afora as polpudas quantias que, mesmo preso, recebe do Erário).
No seu anúncio sobre o “bom jornalismo”, O Globo considera que “é conferindo que a gente descobre o que de fato é fato e o que de fato é fake”. De minha parte, entendo que seria de bom proveito o jornal do impugnado (post mortem) Roberto Marinho, jornalista admirável, distinguir o que há de fato ou de fake nos privilégios usufruídos por Lula na cadeia e os distúrbios decorrentes de tais regalias, em especial na alma da nação e dos 800 mil detentos que lotam as nossas pífias penitenciárias.
*Publicado originalmente no Diário do Poder
Marielle e Juliane: por que a indignação seletiva por parte da grande mídia e de movimentos coletivistas?
Duas mulheres negras homossexuais abatidas por bandidos: uma é coberta de homenagens e motiva cobranças por investigação e punições; a outra merece mínimas notas de rodapé e o silêncio constrangedor de feministas e militantes LGBT e da "causa negra".
O motivo para este tratamento diferenciado seria, segundo alegam os revoltados de ocasião, é que a morte da vereadora consistiu em um CRIME POLÍTICO, o que não foi o caso da policial.
Ok. Vamos considerar que tal fato seja verdade, mesmo sem comprovação alguma - o que se tem são meros indícios até agora. Vamos também relevar a hipocrisia dessa ala do espectro político que não espumou de raiva ante ao assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel - este sim, uma clara queima de arquivo de delitos cometidos por petistas.
A pergunta que emerge é: POR QUE UM HOMICÍDIO COM MOTIVAÇÕES POLÍTICAS É MAIS GRAVE, DEVE SER TRATADO COM MAIS SERIEDADE, GERAR MAIS REPERCUSSÃO E EMOÇÃO EM RELAÇÃO AOS DEMAIS DEZENAS DE MILHARES DE BRASILEIROS QUE SÃO ANIQUILADOS FEITO MOSCAS ANUALMENTE?
A resposta foi dada há muitas décadas pelo comunista italiano Antonio Gramsci:
"Odeio os indiferentes. Como Friederich Hebbel acredito que 'viver significa tomar partido'. Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes."
Traduzindo: você, cidadão comum, que trabalha para prover sua família, vive à margem das politicagens e espera do Estado somente os serviços básicos pelos quais pagou com impostos, é odiado pela esquerda, simplesmente por não tomar parte da empreitada revolucionária - um "alienado", por assim dizer.
Sim, a sua vida, leitor, vale menos do que a de qualquer pessoa que contribua, de alguma forma, para a expansão da máquina estatal e para aprofundar a intervenção dos burocratas em nossas vidas privadas.
O ideário defendido em vida por Marielle - cotas, privilégios, verbas e proteção estatal para grupos supostamente oprimidos pela sociedade - fomenta o assistencialismo governamental que turbina a classe política, conferindo-lhe mais poder decisório e provendo justificativas para extrair mais recursos do setor produtivo. Um tiro em sua direção, portanto, é um ataque desferido contra todos os que gravitam em torno do aparato estatal.
Juliane, coitada, era só uma "indiferente". Pior: era membro de uma corporação militar cuja missão precípua é combater as "vítimas do capitalismo cruel" que apontam fuzis em sua direção e que tanto ajudam a criar o ambiente de caos social onde o livre mercado não logra florescer - deixando o terreno fértil para líderes populistas implantarem o socialismo gradativamente.
Estes paladinos das "mortes políticas", todavia, não lamentariam nem por um segundo se o mal maior se abatesse sobre Jair Messias Bolsonaro, ou qualquer outro agente político cujos princípios contrariem sua agenda de dominação das instituições e submissão de todos ao pensamento unico. Esta é a prova de seu duplipensar doentio.
Descanse em paz, Juliane, apesar da indiferença dos que odeiam indiferentes...
* Extraído do Facebook do autor: https://www.facebook.com/search/str/bordin+burke/keywords_search
Por tudo que ouvi, li e assisti nesses últimos meses, a impressão que os eleitores passaram, notadamente através das redes sociais, é de que estariam prontos para fazer destas eleições o decisivo ponto de virada no destino do nosso empobrecido Brasil.
A VOZ DAS PESQUISAS
Pois, faltando exatos 60 dias para o importante pleito, pelo que informam -todas- as pesquisas de intenção de voto o número de eleitores que se mostram dispostos em ver o Brasil fora do grande atoleiro fiscal, que foi dramaticamente aprofundado ao longo dos governos corruptos/petistas -Lula e Dilma-, é pra lá de reduzido.
SALVO-CONDUTO
Ainda que Lula não consiga o esperado SALVO-CONDUTO, cuja concessão depende do TSE e/ou STF para que o corrupto-mor confirme a sua candidatura, o fato é que todas as pesquisas indicam que o condenado segue como grande preferido do povo.
FORO DE SÃO PAULO
Ora, apenas considerando o percentual de preferência pelo condenado já se vê que grande parte do povo brasileiro aprova o programa econômico-social defendido e orquestrado pelo Foro de São Paulo, cujo exemplo maior está na situação caótica que vive a pobre Venezuela.
HOMENAGENS
Se alguém ainda pudesse colocar em dúvida esta vontade do PT e demais partidos identificados na mesma linha, basta ver o que decidiram os membros do Foro de São Paulo na última reunião realizada em Havana, Cuba, nos dias 15, 16 e 17 de julho, quando Lula, Maduro e Ortega (Nicarágua) foram alvos de muitas homenagens.
GOSTO PELO CAOS
Somando os votos -intencionais- de Lula com os de Ciro Gomes, Marina, Boulos, etc., fica mais do que evidente que a maioria dos brasileiros não que um BRASIL MELHOR. O gosto pelo CAOS é algo que realmente chama a atenção e preocupa seriamente.
Através da comparação de coisas desiguais, buscam os liberacionistas justificar algo que é e será danoso à sociedade.
Na verdade é um não-argumento.
A liberação das drogas deveria ser analisada, intrinsicamente, por suas virtudes e defeitos, e não por outras decisões políticas e sociais historicamente assumidas.
Mundo afora, nas últimas décadas, o álcool e o tabaco vêm sofrendo severas restrições, inclusive na limitação da autonomia da vontade (fumantes, inclusive, em muitos países, são proibidos até de fumarem em lugares públicos).
Empresas que comercializam cigarros têm sofrido ações judiciais por conta da prejudicialidade dos produtos por elas postos no mercado (certo ou errado não é o que estou discutindo).
O álcool, de igual forma, sofre severas restrições em seu consumo e propaganda.
Não há marchas em prol do cigarro ou da birita.
De outro lado, há a glamourização do uso de drogas, inúmeras passeatas pela liberação da maconha pipocam por todo o país, bem como, de forma non sense, liberais e parte da esquerda estão unidos em torno do mesmo ideário - alguma coisa deve estar errada.
O que importa, na realidade, é saber se a liberação das drogas funcionará no Brasil. Como sustentei no artigo Libera Geral, por conta da impunidade, que fará organizações criminosas diversificarem os seus negócios, e dos altos tributos que serão cobrados, a resposta é um retumbante não.
Além disso, duas outras questões se levantam: que autonomia da vontade é esta que, em pouco tempo, ficará mitigada por conta da adição ao vício; e quem pagará a conta da redução de danos?
Infelizmente nós, a sociedade pagaremos pela opção política (as organizações criminosas serão fortalecidas) e individuais (o atendimento aos aditos e suas famílias será suportado, como de regra, pelo Estado).
O fato de existirem drogas lícitas não pode servir como argumento para liberar as ilícitas, pois dois erros não fazem um acerto.
É a mesma coisa do que se colocar gasolina na fogueira esperando que ela apague o fogo. Simplesmente não vai rolar.
*Procurador de Justiça no MP/RS
Dentre todas as imposturas retóricas utilizadas por difamadores e espertalhões, destaco como das mais comuns e eficazes, a falácia ad hominem ou contra a pessoa. Essa posição, em um debate, pode ser assumida por quem não tem o preparo intelectual requerido e revela uma condição de opinador para assuntos para os quais não possui a menor qualificação, o que é muito frequente. Mas, sobretudo, é um expediente próprio de ideólogos patifes e propagandistas movidos por uma causa que julgam acima de questão.
Por exemplo, o debatedor mal intencionado e despreparado avança uma bateria de acusações pessoais contra seu adversário. Em certas ocasiões, ele parece mais sutil e sustenta que seu opositor somente defende um raciocínio limitado, localizado, deixando em aberto outras formas de pensamento. Nestes casos, o debatedor desonesto apresenta uma dificuldade real ao seu opositor, que deve desmontá-la com atenção e rigor.
O argumento em si pode ser tecnicamente aceitável, se colocado num contexto filosófico no qual uma das posições é apresentada como não universal. Isto ocorre na discussão dos chamados argumentos transcendentais, que procuram refutar formas de raciocínio específicas. Um argumento ad hominem pode ser detectado numa discussão na qual uma das partes acusa a outra, que formulou uma alegação transcendental, de refutar apenas o que está sendo proposto e que a refutação não tem força universal, deixando intocadas as demais possíveis argumentos que não podem ser antecipados. Nestes casos, é preciso cautela para afirmar que o ad hominem não é apenas um argumento tópico ou como Kant o chamava, apagógico, cuja força reside justamente no fato de aplicar-se ao que está sedo contestado. Não há força de argumentação universalmente válida para finalidades negativas.
Mas, na maioria dos casos, o argumento ad hominem é raso. O difamador sabe que não pode atacar nem a validade nem a verdade do argumento que ele pretende contestar, daí ataca a pessoa que elabora o argumento, tentando diminuí-la, vinculando-a a interesses secretos, comprometendo seu passado, suas preferências ou suas relações pessoais. Ataca até mesmo sua origem, religião ou procedência nacional. Nada disso é feito de improviso, mas com a firme convicção de que se pode vencer um debate político ou acadêmico desta forma.
Muitas vezes, debatedores honestos são surpreendidos por este modo de argumentar e assumem uma posição defensiva e, só isto, já basta para evidenciar que a vitória no confronto pende para o outro lado. Isto é uma tática bastante frequente e deliberada dos infames para, a um só tempo, desviarem-se do cerne do assunto escrutinado ou mancharem a reputação dos que defendem posições opostas às deles. O expediente é eficaz, muitas vezes, porque desloca a discussão do plano racional para o plano emocional. Em várias ocasiões, este deslocamento faz com que recaia sobre o debatedor intelectualmente honesto o ônus da prova de sua decência e, quando isto acontece, o debate fica contaminado por questões psicológicas laterais ao assunto que importa. Daí que a vitória pode se dar por motivos sentimentais. Esta é uma das razões pelas quais é impossível discutir com um fanático imbecilizado. Na história política recente, a falácia foi exaustivamente utilizada pelos nazistas para desconstituir tudo que era, segundo eles, "judaico". Também pelos comunistas, que, até hoje, marcam tudo o que não está de acordo com sua visão de mundo, com a palavra "fascista".
* Graduado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1982), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1989) e doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998).
A candidatura do ex-presidente Lula é uma miragem. Sua cogitação esbarra em postulados elementares. Na prática, a expectativa de registrá-la orbita em torno de uma ficção. Por quê? Porque a Lei da Ficha Limpa é incisivamente clara: decisão colegiada reconhecendo a prática de crimes contra a administração pública e de lavagem ou ocultação de bens e valores torna inelegível o condenado. É exatamente o caso. Nunca antes na história desse país havia acontecido com um ex-chefe de Estado.
Diante das decisões proferidas pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, a pacífica jurisprudência do TSE assinala pela impossibilidade de concorrer.
Ressai daí que embora a tal candidatura venha sendo trombeteada por meses a fio mediante o uso sagaz de manifestações públicas, discursos parlamentares e redes sociais, a mesma não reúne os requisitos legais exigíveis.
Isso tudo somado à movimentação da engrenagem estatal (tribunais, servidores, serviços) em nome e função de uma candidatura que afronta normas e colide à interpretação pretoriana evidencia intolerância à organização do sistema. Porém, conforme recentemente reafirmado em bom tom pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, quem estiver inelegível pela Lei da Ficha Limpa “está fora do jogo democrático”.
As vozes e vontades de uma parcela da população que brada de forma contrária, não encontram lastro para amparar uma pretensão que, em última análise, se configura ilegítima e agride a ordem jurídica.
Noutro giro, não obstante argumentos metajurídicos brotarem aqui e acolá, por vezes num providencial plantão judiciário de domingo, o certo é que o ex-mandatário está impedido de ser votado por conta da pena de 12 anos e um mês de reclusão que lhe foi imposta.
Ante a legislação vigente e a jurisprudência dominante, preso ou solto, Lula está enquadrado como inelegível até 2026.
*Advogado e professor de Direito Eleitoral