• Roberto Saboya
  • 17 Agosto 2018

 

O impossível acontece. Após 2 cassações, 3 condenações e 5 prisões, José Dirceu reaparece como líder de um movimento de conquista do poder conhecido como "Operação Lula Livre". José Dirceu é o Drácula da politica brasileira. Não adianta crucifixo, estaca de madeira ou penca de alho, Dirceu sempre ressuscita e sai das trevas para chupar o sangue do eleitorado brasileiro.

Desde que caiu em desgraça Dirceu já foi condenado a mais de 30 anos de cadeia. Ficou pouco tempo. Com ajuda de "cumpanheiros", foi preso, solto, preso, solto, depois preso, depois solto novamente. Tal como Drácula, Dirceu sempre ressuscita e hoje, novamente livre, dedica-se a conclamar o povo a se revoltar contra o sistema em vigor.

Preso e deportado por ter tentado tomar o poder pela força das armas, Dirceu voltou incógnito, disfarçado como agente marxista cubano, para se infiltrar no sindicalismo paulista. Desta vez, o plano era assumir o poder pela força do voto. Como suas ideias marxistas não tinham guarida junto ao empresariado, eterno cúmplice dos políticos bem sucedidos, Dirceu partiu para o saque das prefeituras. Celso Daniel, Antônio Palocci e Marta Suplicy são bons exemplos desse período de iniciação ao crime.

Com o dinheiro arrecadado partiu para a conquista do poder. Com seus novos aliados, Michel Temer, Aécio Neves, Lula, José Serra e outros, conseguiu incluir na Constituição de 1988 clausulas que inviabilizavam a prisão de políticos corruptos, tais como o foro especial e o transito em julgado. Por precaução, estendeu esse benefício a eventuais algozes, tais como juízes, promotores, desembargadores, ministros e os militares.

Com o esquema montado, partiu para a conquista do empresariado prometendo aliança eterna na partilha do erário. Bem sucedido, elegeu seu poste, o sindicalista Luís Inácio Lula da Silva, posicionando-se no cargo estratégico de Ministro Chefe da Casa Civil, posição essa que lhe permitia cooptar toda a classe politica.

Retalhou a Petrobras entre José Janene, do PP; Renan Calheiros, do grupo do PMDB Senado e Michel Temer, do grupo do PMDB da Câmara; os Correios ficaram com Roberto Jefferson, do PTB; entregou Minas e São Paulo ao PSDB de Covas, Aécio e Alckmin e o Rio de Janeiro ao PMDB de Sergio Cabral e Eduardo Cunha. Os demais partidos receberam porções menores, mas não menos compensadoras. Reservou para o PT as grandes obras e o dinheiro do BNDES. Segundo a Lava Jato, Emilio Odebrecht entregou R$16 bilhões e Joesley Batista outros R$800 milhões.

Estava tudo pronto para assumir o poder em 2012 quando uma briga de quadrilhas desalojou-o do poder. Dirceu não desanimou e mesmo preso e condenado persistiu na luta. Tem quase todos os candidatos em suas mãos, pois em algum momento usou o seu poder para protegê-los, enriquecê-los ou chantageá-los. Se qualquer um for eleito, cobrará liberdade total para si e seus companheiros e reiniciará sua luta. Seu único risco são os candidatos que nunca participaram da rapina, tais como Jair Bolsonaro e João Amoedo.

Dirceu não é imortal. Drácula também não. Ambos podem ser exterminados mediante exposição aos raios de sol. No clássico filme da Hammer, Peter Cushing abre as cortinas do castelo e mata Christopher Lee, o Drácula. Joaquim Barbosa abriu as cortinas do Planalto e expôs José Dirceu. Agora cabe a nós, eleitores, varrer as cinzas do passado e fazer a limpeza definitiva de todos os demônios remanescentes de Brasília.

Às urnas, cidadãos, às urnas!!!

*Do Facebook do autor.
 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 17 Agosto 2018

 

O BRASIL QUE EU QUERO
Como autêntico, convicto e irrestrito-ELEITOR REFORMISTA-, bem antes de definir quais candidatos receberão os meus votos na próxima eleição, tanto para cargos do Executivo quanto, principalmente, para o Legislativo (nacional e estadual), o que mais me interessa é saber quais estão realmente comprometidos com o BRASIL QUE EU QUERO PARA O FUTURO.

CINCO REFORMISTAS
No tocante à eleição para presidente vejo, felizmente, que dentre os 13 candidatos que oficializaram suas candidaturas, CINCO deles se apresentam como REFORMISTAS (Alckmin, Álvaro Dias, Bolsonaro, João Amoedo e Meirelles).

A TURMA DOS POPULISTAS 

Os demais, todos dignos representantes da VANGUARDA DO ATRASO, são pra lá de conhecidos pelas suas idéias e programas POPULISTAS (Lula Condenado da Silva, ou Haddad, Ciro Gomes, Marina, Boulos, Eymael, João Vicente Goulart, Cabo Daciolo). Na real não passam de MENTIROSOS que defendem a miséria socialista.

PLANO DE GERALDO ALCKMIN
Pois, da mesma forma como aplaudi, no meu editorial de ontem, o bom PLANO FÊNIX, apresentado pelo candidato Jair Bolsonaro, também registro o meu apoio ao bom PLANO REFORMISTA, defendido pelo candidato Geraldo Alckmin.

BRASIL DA INDIGNAÇÃO

Na parte que diz respeito ao BRASIL DA INDIGNAÇÃO gostei dos seguintes tópicos:

• Tolerância zero com a corrupção
• Promover a reforma política e o voto distrital para reduzir o número de partidos e reaproximar o eleitor do seu representante
• Combater o desperdício, reduzindo o número de ministérios e cargos públicos e cortando despesas do Estado, bem como mordomias e privilégios
• Estabelecer uma cultura de acompanhamento e avaliação dos resultados de todas as políticas públicas implementadas pelo Estado
• Criar mecanismos de transparência para que o cidadão possa acompanhar a execução das políticas públicas e opinar sobre elas
• Garantir a segurança jurídica por meio da desburocratização de processos, simplificação de regras e despolitização de agências reguladoras
• Criar e desenvolver o 'Projeto Cidadão': menos regras, menos certidões, mais confiança na idoneidade dos cidadãos e punição rigorosa para quem fraudar
• Descentralizar o poder e dar mais autonomia para estados e municípios
• Eliminar o déficit público em dois anos

ITENS MAIS IMPORTANTES 

Ainda no mesmo item gostei muito desta parte do PROGRAMA DE GOVERNO do candidato Alckmin:

• Privatizar empresas estatais visando liberar recursos para fins socialmente mais úteis e aumentar a eficiência da economia
• Reduzir a fragmentação excessiva e os conflitos entre instâncias e órgãos de governo
• Simplificar o sistema tributário pela substituição de cinco impostos e contribuições por um único tributo: o Imposto sobre Valor Agregado (IVA)
• Criar um sistema único de aposentadoria, igualando direitos e abolindo privilégios.

PS - Amanhã sigo mostrando os principais itens defendidos por candidatos REFORMISTAS, que realmente estão dispostos a MUDAR O BRASIL.
 

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  • João Carlos Biagini
  • 16 Agosto 2018


 Estivemos presentes nas audiências públicas sobre o aborto no STF-Supremo Tribunal Federal, em Brasília. A aventura foi desgastante, por falta de educação e respeito das pessoas que querem a liberação do aborto a qualquer custo.

Vínhamos estudando o quadro geral, inclusive publicamos o livro “Aborto, cristãos e o ativismo do STF”, com uma análise de vários aspectos. Ativismo significa que o STF, pertencente ao Poder Judiciário, está praticando atividade restrita da Câmara e do Senado Federal. A nossa Constituição diz, logo no artigo 1º e parágrafo único, que “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Os representantes do povo são os deputados, eleitos por nós, e os senadores que representam os Estados, 3 de cada Estado. Os ministros do STF não foram eleitos pelo povo, logo não podem escrever novas nem mudar as leis existentes.

Participando das audiências, vendo e ouvindo manifestações das feministas, um lado absurdamente maléfico para todas as mulheres nos espantou. As feministas pró-aborto alegam que, ao anunciar que está grávida, para o homem com quem praticou sexo consentido e de livre e espontânea vontade, ela é abandonada à própria sorte. É claro que elas se referem aos homens de mau caráter e irresponsáveis. Essa alegação das feministas pode ser respondida pelas leis vigentes, que garantem o emprego da gestante, os alimentos gravídicos, a responsabilização civil do pai e dos avós, a responsabilização penal do pai que abandona o filho, a obrigação do Governo, entre outras. Essa é a situação atual.

No caso da liberação do aborto, o abandono será ainda maior. Os homens de mau caráter e os irresponsáveis, ao vislumbrarem essa janela aberta pela lei, dirão para as mulheres: você pode fazer o aborto no SUS e tudo estará resolvido. Não haverá mais risco de pagar pensão, de responder criminalmente por abandono do filho, não haverá mais nenhum impedimento para o homem abandonar a mulher.

Lembrando essas novelas espúrias apresentadas na televisão, que apresentam a gravidez das personagens para prender namorados ou maridos, não haverá mais a possibilidade desse denominado “golpe da barriga”. A mulher ficará mais sozinha do que jamais esteve.

A ideologia feminista e a cultura da morte, pelo aborto, devem dar passagem para a reflexão. Todas as mulheres, feministas ou não, precisam refletir muito, pois entendemos que estão cometendo um enorme equívoco e, como se diz na gíria, o tiro poderá sair pela culatra.

 

Por João Carlos Biagini, advogado sênior na Advocacia Biagini, bacharel em Letras e em Direito, coordenador do Departamento Jurídico da Diocese de Guarulhos, membro do IDVF – Instituto de Defesa da Vida e da Família, membro da UJUCASP - União de Juristas Católicos de São Paulo, membro da Academia Guarulhense de Letras, coautor no livro Imunidades das Instituições Religiosas, coordenado pelos Profs. Drs. Ives Gandra da Silva Martins e Paulo de Barros Carvalho, Noeses, 2015 e autor do livro “Aborto, cristãos e o ativismo do STF”, AllPrint,2017.

 

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  • Antônio Augusto Mayer dos Santos
  • 15 Agosto 2018


 A propaganda eleitoral de 2018 se aproxima e, juntamente com ela, pesquisas sinalizando que os brasileiros aceitam melhor os debates do que o horário apelidado de gratuito. Esse decididamente não convence mais. De tanto ser ouvido e repetido por semanas a fio, fica esvaziado em forma, conteúdo e sentido. Prova disso é que a curiosidade natural da primeira semana vai cedendo lugar ao enfado, culminando num alívio quando as exibições se encerram e a programação retorna ao normal.

  De outra parte, mesmo que eleições sejam acontecimentos indispensáveis, as pessoas não estão dispostas a conversar sobre as candidaturas. Elas sabem que a vida rodada na publicidade das campanhas não é, nem de longe, aquela que acontece no dia-a-dia. Diante de dois Brasis, o desafio está em convencê-las de que somente escolhas refletidas é que poderão atenuar as distorções do cotidiano. O progresso do país depende desse convencimento.

  Respeitados por estudiosos e analistas, os debates são modalidades de comunicação que melhor se contrapõem ao desfile de palpites rasos e candidatos sofríveis que amesquinham a propaganda eleitoral. Somente o confronto entre propostas é que pode despertar algum interesse pelas eleições. Visando conferir fôlego às exposições de rádio e televisão, alguns projetos de lei buscam inserir uma regra tornando obrigatória, e não facultativa, a realização desses encontros entre candidatos a presidente, senador, governador e vices.

Não se imagina que os debatedores tenham respostas prontas para todas as questões ou que predomine a linguagem erudita. Pelo contrário. Objetividade e clareza são suficientes, assim como aqueles momentos de polarização e divergência rompem o script rotineiro. O ideal mesmo seria que tivessem honestidade para abordar temas tabus ou aflitivos.

Inequivocamente, se forem comparados com espaços onde predominam coreografias e teatralidades, debates são eventos que estimulam o senso crítico ao permitir que candidatos externem propostas com mais autenticidade e menos subterfúgios. Neles, os imaturos ou com dificuldade de conviver com divergências cambaleiam. É também um instante para pretendentes em inferioridade nas pesquisas convencerem indecisos. Portanto, se houver desvantagens resultantes das mudanças que preconizam a sua obrigatoriedade, elas certamente serão inferiores às vantagens. A democracia agradeceria.

*Advogado e professor de Direito Eleitoral

 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 15 Agosto 2018

 

81 PÁGINAS
Ontem, o presidenciável Jair Bolsonaro divulgou o seu PLANO DE GOVERNO. Como o candidato se apresenta como um REFORMISTA, e, como eleitor, quero me decidir por alguém que tenha este compromisso, de imediato tratei de ler, com total e minuciosa atenção, as 81 páginas do -PLANO FÊNIX-, como está sendo anunciado.


LIMPEZA
Mais do que sabido, o nosso empobrecido país sofre de múltiplas doenças, todas elas concebidas ao longo de muitos anos de governos socialistas, com ênfase nas administrações petistas Lula/Dilma. Com isso, o interesse pela cura de tantos males passa por um EFETIVO E PENSADO TRATAMENTO que inicia com uma limpeza geral dos órgãos, mentes e tecidos do sofrido corpo Brasil.


CARTA DE PROPÓSITO
Pois, mesmo sabendo que o PLANO FÊNIX é uma -CARTA de PROPÓSITO- e/ou de -INTENÇÕES-, muito daquilo que ali está escrito ainda vai depender da vontade dos novos legisladores (deputados e senadores), caso o candidato Bolsonaro venha a ser eleito presidente. Entretanto, depois de ler as 81 páginas do PLANO FÊNIX fiquei convencido de que é por aí que passa a cura das nossas graves doenças.

A NOSSA BANDEIRA É VERDE-AMARELA
Um dos pontos importantes do Plano toca na necessária e efetiva limpeza do CORPO BRASIL. Lá diz o seguinte:
• Nos últimos 30 anos o marxismo cultural e suas derivações como o gramscismo, se uniu às oligarquias corruptas para minar os valores da Nação e da família brasileira.
• Queremos um Brasil com todas as cores: verde, amarelo, azul e branco.

LIBERAL DEMOCRATA
No que diz respeito a ORDEM E PRGRESSO, consta:
- Após 30 anos em que a esquerda corrompeu a democracia e estagnou a economia, faremos uma aliança da ordem com o progresso: um governo Liberal Democrata.
- Segurança, Saúde e Educação são nossas prioridades. Tolerância ZERO com o crime, com a corrupção e com os privilégios.

FORO DE SÃO PAULO

Mais: para ficar restrito apenas ao importante início do tratamento de limpeza da mente e corpo do empobreido Brasil, eis a abordagem quanto ao Foro de São Paulo:
-Nosso conjunto de Leis será o mapa e a BÚSSOLA serão os princípios liberais democratas para navegarmos no caminho da prosperidade. Enfrentaremos o viés totalitário do Foro de São Paulo, que desde 1990 tem enfraquecido nossas instituições democráticas.

 

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  • Fábio Costa Pereira, Proc. de Justiça
  • 14 Agosto 2018

 

Em 2003, no Brasil, o Ministério da Suprema Felicidade decretou: armas de fogo são origem de todos os males que acometem o nosso país.

Por esse motivo, a partir de 22 de dezembro daquele ano, a suposta elite pensante, com poder de decisão, decretou que passaria a viger restritiva legislação sobre a matéria.

Salvo poucas e raras exceções, comuns cidadãos não mais poderiam comprar e portar armas de fogo.

Dessa forma, no mundo cor-de-rosa de Alice, a paz e a fraternidade entre os homens bem-aventurados estaria assegurada.

Não se pode deixar de reconhecer que o Ministério da Suprema Felicidade, para impor o Desarmamento civil no Brasil, contou com o decisivo apoio do Ministério da Verdade e da Tutela dos Interesses da Incapaz Sociedade Brasileira.

A sociedade brasileira, demostrando toda a sua incapacidade para escolher os melhores caminhos a seguir, em 2005, quando realizado plebiscito para dizer se queria ter o direito (ou não) de adquirir e portar armas, de forma equivocada na ótica dos intelectuais de ambos os ministérios, teve o pejo de dizer sim ao armamento civil.

Diante de tamanha sandice, o Ministério da Verdade entrou em campo e disse que a vontade popular não poderia se sobrepor aos ideais mais puros de fraternidade, sendo o Desarmamento um imperativo da era de Felicidade que havia se iniciado em 2003.

Treze anos após imposto o Desarmamento civil , afora no delirante mundo abstrato de paz e felicidade criado pela ideologia desarmamentista, o que se viu foi o retumbante fracasso das promessas de contenção da violência em nosso país .

Carcaças de unicórnios, abatidos por disparos de armas ilegais, jazem sobre os verdejantes Campos das abstrações.

De 2003 para cá, os homicídios , em sua maioria cometidos com o uso de ilegais armas de fogo, aumentaram em mais de 50%. Saltaram de 40 mil para mais de 60 mil homicídios ao ano.

Latrocínios e roubos “comuns”, por igual, cresceram exponencialmente.

Claro, sem falar na epidemia de estupros que se alastrou por todo o país.

Criminosos, sem maiores dificuldades, obtém, pelo preço certo, a arma que quiserem e no calibre que melhor lhes aprouver.

Em comum, em todas as circunstâncias, é a existência de vítimas desarmadas, a facilitar o trabalho de seus algozes, predadores sanguinários e sem nenhuma empatia pela sua presa.

Os anos passam, a violência piora e os defensores do malsinado Desarmamento civil, por certo olhando o mundo por de trás do espelho do mundo de Alice, sem medo de passar vergonha, dizem que este foi um sucesso.

Eu , ao meu turno, se tiver que espelhar o sucesso do que faço nos mesmos indicadores que os desarmentistas, por certo que prefiro o fracasso.

A vanguarda do atraso continua com o seu triste e penoso de desarmamentista, enquanto nós, cidadãos comuns, sofremos as consequências de suas doidivanas ideias.

E que Deus tenha piedade de nós!

• Procurador de Justiça no MP/RS
 

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