• Alex Pipkin, PhD
  • 19 Agosto 2021

 

Alex Pipkin, PhD

 

Nós, seres humanos, possuímos a capacidade imaginativa de nos colocarmos numa posição empática, simpática à la Adam Smith, e elaborar sentimentos de tristeza, de alegria, enfim, que outras pessoas possam estar sentindo.

Não, não é preciso ter o tal “lugar de fala”…

A tomada de Cabul pelo Talibã representa um retrocesso tão grande à barbárie, que basta ver as cenas deploráveis de indivíduos afegãos se grudando aos cascos de aviões para tentar escapar de uma realidade já vivida de violência e de totalitarismo. Puro horror.

Eles sabem bem que a mentira, a violência e a tirania são características de grupos extremistas. Sentiram na pele.

Na primeira coletiva de imprensa, um dos líderes do Talibã, desejou passar ao mundo uma mensagem de moderação, claro, desde que tudo se enquadre dentro das estruturas das leis islâmicas do próprio Talibã, ou seja, uma leitura ultraconservadora do Alcorão.

E quanto às mulheres? Para essa turma, mulheres são seres inferiores. Embora a retórica seja da moderação, o grupo extremista governou anteriormente impondo um reinado brutal e de misoginia.
Mulheres compulsoriamente deveriam estar cobertas com burcas e só podiam sair com a permissão por escrito de homens, seus donos.

Penso que a interpretação própria da doutrina islâmica não deve se alterar; os direitos e as liberdades individuais continuarão a não existir para esses extremistas.

Não acredito na transformação da espécie extremista.

Pois bem, o descrito acima me parece idêntico à situação e à sensação de homens e de mulheres que viviam uma vida digna, com paz e prosperidade em seus países, Venezuela e Argentina - e outros recantos - suportadas pelas liberdades individuais e econômicas, até a chegada de líderes autoritários e adeptos da ideologia coletivista da destruição e do fracasso, quando esses se apoderaram de suas nações e de seus sonhos.

O fanatismo religioso e ideológico são irmãos siameses, que torturam de maneiras distintas e, por vezes, iguais.

O mundo e os seres humanos não são perfeitos; vivemos guerras, exploração, fanatismo, racismo, escravidão de negros e de brancos, e muito mais.

Mas a história da humanidade atesta cabalmente que a paz, o progresso e o desenvolvimento econômico e social ocorrem fundamentalmente em ambientes que respeitam a dignidade humana, e operam com a liberdade econômica.

Se retrocedermos no tempo, e analisarmos os últimos 20 anos, constataremos que no mesmo Afeganistão, apesar de todos os pesares e a convivência com a pobreza, as pessoas lá viviam com relativa paz e relativa prosperidade. Muito triste…

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  • Dagoberto Lima Godoy
  • 17 Agosto 2021

Dagoberto Lima Godoy

 

Sinto estarmos muito próximos do ponto de ruptura. Sem um FATO determinante de mudança do rumo atual, a casa -- quer dizer, a ordem pública -- pode ruir, porque os seus esteios -- as instituições -- estão desmoralizadas pelas próprias autoridades que as representam, em grande parte corruptas e infratoras de mandamentos básicos da Constituição. Ainda há tempo para que esse fato seja gerado por iniciativa dos poderes constituídos de forma a restabelecer entre eles a harmonia e resgatar a prioridade devida ao interesse público.

Há quem pense que a desobediência civil ou o povo nas ruas ou as duas coisas poderiam ser a resposta alternativa à anomia em que o país parece mergulhar, um estado social caótico, de moral abalada, em que impera o desregramento e a corrupção.

Mas, uma vez rompida a ordem vigente, o comando tende a ser assumido (ou “tomado”) pela facção mais bem organizada, capaz de conduzir ou MANIPULAR o movimento popular e levá-lo ao objetivo da própria facção. Lembro dos exemplos de três marcantes revoluções: na Rússia, foram os bolchevistas minoritários que instalaram o comunismo; na França, o caos levou ao terror; nos EEUU, lideranças sábias fundaram a democracia mais bem sucedida dos tempos modernos.

Neste momento, quem seriam as organizações brasileiras capazes de assumir a liderança pós-ruptura? Partidos políticos? Entidades empresariais? Igrejas? De minha parte, só vejo duas: 1) a esquerda neocomunista e globalizante, que aparelhou as máquinas governamentais, minou as instituições constitucionais, infiltrou-se nas centrais sindicais, nas universidades e na mídia, quase toda; ou 2) as Forças Armadas, sob o comando do Exército Brasileiro, assumidas como fiéis aos princípios republicanos, segundo a tradição brasileira.

Então, de coração apertado, anseio por resquícios de bom-senso e patriotismo porventura existentes em Brasília que levem a algum tipo de solução de compromisso democrático. Ou teríamos, como únicas alternativas, repetir 64 ou amargar trágicos "remakes" bolchevistas ou robespierreanos?

* Cidadão brasileiro.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 13 Agosto 2021

 

Gilberto Simões Pires

 

PORÃO ÚMIDO, FRIO E FÉTIDO

A DEMOCRACIA BRASILEIRA, cuja saúde sempre inspirou muito cuidados, de uns tempos para cá, notadamente nesta semana que está findando, motivada por decisões absurdas, preocupantes e indesejáveis de ministros do STF, mais especificamente -Alexandre de Moraes e Roberto Barroso-, acabou sendo colocada abruptamente num pequeno porão úmido, frio e fétido, sem direito a um cobertor. Mais: no alto da grade de ferro que dá acesso ao porão há uma placa retangular onde está escrito: - UTI - UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO-.

 FALECIMENTO SERÁ ANUNCIADO A QUALQUER MOMENTO

A considerar que além do visível estado agonizante da saúde da nossa pobre DEMOCRACIA, a mesma não para de ser atacada, sem dó nem piedade, por insaciáveis, poderosas e maldosas forças SOCIALISTAS/COMUNISTAS, tudo leva a crer que em breve ela sairá da UTI FÉTIDA e dará entrada em uma cova funda de algum CEMITÉRIO. 

 CAUSA MORTIS

Assim, para infelicidade de milhões de cidadãos de bem deste nosso complicado Brasil, nem mesmo a escancarada PASSIVIDADE daqueles que deveriam cuidar e DEFENDER a DEMOCRACIA BRASILEIRA será apontada como -CAUSA MORTIS-. O que vai prevalecer, e será noticiada com muita alegria pela MÍDIA ABUTRE, é que a MORTE DA DEMOCRACIA representa, enfim, a possibilidade do nosso empobrecido Brasil gozar das vantagens que, no entender das forças do mal, só o COMUNISMO é capaz.

 ESPERANÇA É A ÚLTIMA A MORRER

Ora, diante de tudo isto que venho ouvindo, lendo e assistindo, onde os meus editoriais aí estão para comprovar o quanto nunca foi OMISSO, uma coisa os leitores podem ter total certeza: custe o que custar vou continuar lutando, através de esclarecimentos baseados na simples e correta relação -CAUSA/CONSEQUÊNCIA-. Mesmo consciente de que não terei forças suficientes para vencer as FORÇAS DO MAL nada me fará desistir da luta. A DEMOCRACIA, como tudo indica, até pode MORRER, mas a ESPERANÇA vai demorar um pouco mais para tanto.

 JUSTIÇA E INJUSTIÇA

Para encerrar: como é possível não haver JUSTIÇA para os comprovados CRIMINOSOS e, com a mesma intensidade, haver declarada INJUSTIÇA contra aqueles que ousam defender a LIBERDADE e, por conseguinte, a DEMOCRACIA? Para espanto e indignação das pessoas honestas e de bem, aqueles que a CONSTITUIÇÃO diz, claramente, que DEVEM DEFENDER A DEMOCRACIA, simplesmente mostram que estão ao lado dos BANDIDOS. Pode?

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  • Cel Jorge Baptista Ribeiro, com texto de Béria
  • 13 Agosto 2021

Cel Jorge Baptista Ribeiro

 

Nota do editor do site: Texto enviado pelo Cel Jorge Baptista Ribeiro, que o fez acompanhar da seguinte observação pessoal:

"Diante da Guerra Híbrida que ora assola nosso país, abaixo segue um pequeno excerto do Discurso de Laurent Béria, aos alunos norteamericanos matriculados na Academia Lenine em Moscou sobre as ténicas da Psicopolítica que lhes seriam ensinadas.  

Enfim, desde   priscas eras, até os dias atuais, é assim que os membros dos Partidos Comunistas – AGIT/PROP – agem.

Cabe também lembrar Zé Dirceu: →  https://www.youtube.com/watch?v=bRNWDeawius "

Eis, por fim, o texto muito esclarecedor de Laurent Beria

A degradação e a conquista marcham juntas. Para conquistar uma nação, primeiro ter-se-á que a desmoralizar, seja mediante ação de guerra, seja dominando-a por meio de humilhantes tratados ou entregando seu povo à mercê dos exércitos inimigos. Sem dúvida, a degradação pode realizar- se de forma mais eficaz e insidiosa mediante a difamação permanente e organizada.

A difamação é a arma melhor e mais importante da Psicopolítica em geral. Tem-se que levar a cabo, de maneira sistemática, uma campanha de difamação das instituições, dos dirigentes, dos costumes e dos heróis nacionais; mas, em termos gerais, essa tarefa corre por conta dos membros do Partido Comunista e não dos agentes psicopolíticos.

O objetivo da difamação e da degradação é o próprio homem.

Notas do editor do site

*     Lavrenti Beria (em russo) foi líder comunista e chefe da NKVD, membro do Comitê Central do Partdo Comunista, dirigiu o Comissariado do Povo para Segurançado Estado e, mais tarde, o plano nuclear soviético. Como todos que foram muito próximos a Stalin era objeto de sua extrema desconfiança.

**   O Coronel Jorge Baptista Ribeiro cursou a extinta Escola Nacional de Informações, é estudioso de Guerra Revolucionária e bacheral em Ciências Sociais.pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, atual UFRJ.

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  • Valterlucio Bessa Campelo
  • 10 Agosto 2021


Valterlucio Bessa Campelo

 

Não faz muito tempo, a esquerda e seus representantes na grande mídia, assustavam a população brasileira garantindo que o Bolsonaro seria um ditador, que perseguiria a imprensa, gays, mulheres, negros, minorias de toda espécie e que, portanto, era uma ameaça à democracia. Dois anos e meio se passaram e o que vemos é justamente o contrário. Foi a ditadura do politicamente correto que lhe caiu em cima desde o primeiro minuto. Como disse esta semana o grande jornalista J. R. Guzzo na Gazeta do Povo, “até aqui não há UM ato sequer do Bolsonaro contra a imprensa”.

Bolsonaro foi cedendo, cedendo e hoje está como uma ovelha cercado pelos lobos. Os desmamados da Lei Rouanet e das ONGs de araque estão famintos, os jornais e TV’s custeadas com verbas públicas milionárias tiveram que refazer suas contas, e as camarilhas do Congresso e dos tribunais tiveram que frear seus colóquios “cabulosos”.

A Câmara dos Deputados, que durante dois anos teve à frente Rodrigo Maia, o “botafogo” das planilhas da ODEBRECHT, reteve ou derrotou tanto quanto pode os projetos do executivo. A mídia transformou a pandemia em plataforma para acusações contra o presidente que não resistem a um leve sopro de verdade, no senado inventaram a CPI circense que já entrou com um boneco pronto à cata de molambos para enchê-lo. Do outro lado da praça, o STF transformou a CF em peso de papel e cada ministro age de motu proprio em ataque ao executivo e a seus aliados. Em resumo, Bolsonaro foi cercado pela matilha acostumada com as benesses lulopetistas.

Enquanto a vida do PR e de sua família é devassada permanentemente, Adélio, o esquerdista que lhe enfiou uma faca no peito foi protegido pela justiça a ponto de não ter sequer seus sigilos quebrados. Até hoje não se sabe de onde veio o dinheiro que possuía mesmo desempregado, quem autorizou a sua “entrada” na Câmara (falso álibi) no dia do atentado, e muito menos quem paga seus advogados caríssimos. É uma pena que Kafka não viu isso ou saberia que seu livro “O Processo” anda inspirando nossa alta(?) Corte.

Contra todas as patifarias, Bolsonaro tem se valido de suas “lives” semanais, de declarações esparsas na saída do Palácio da Alvorada e de passeios de fins de semana junto a seus apoiadores. Um ou outro impropério contra jornalistas maliciosos, deselegâncias, excessos verborrágicos e “sincericídios”, mas nenhuma ação contra a imprensa, nenhuma atitude contra a liberdade de expressão. Bolsonaro defende-a em todas as situações e discursos, não arreda um milímetro de que somos livres para falar, escrever, nos comunicar, possuir, nos relacionar, ir e vir, trabalhar, tomar vacina e... votar! Sim, votar livremente com direito a saber se o voto apurado confere com o voto dado. Liberdade em tantas camadas quanto forem possíveis.

Ultimamente, com seu movimento de aproximação com o “centrão” visando maior governabilidade, as viúvas apareceram para reclamar do diálogo político. Sua sobrevivência é demais para o establishment. A narrativa contra Bolsonaro não está funcionando como esperavam. Bobagens retóricas como “genocida” e “negacionista” desmoronaram perante 147 milhões de doses aplicadas e 175 milhões distribuídas (AQUI), a intenção de lhe atribuir corrupção sucumbiu apesar das canalhices de Renan - o “atleta” das planilhas da ODEBRECHT e sua trupe na CPI circense, a economia responde melhor no Brasil do que na grande maioria dos países incluindo os ricos, os empregos começam a surgir e os candidatos finórios, de linguajar rebuscado e postura gelatinosa, não saíram do chão. Do animador de auditório ao juiz traíra, todos foram engolidos por suas próprias idiossincrasias. Restou retirar da cadeia o condenado e lhe dar um alvará de elegibilidade, quem sabe a memória curta do eleitor e a militância de seus acólitos dão conta de viabilizá-lo. Se não derem, há um embuste em andamento.

Explico. As “pesquisas” eleitorais estabelecem desde logo uma falsa popularidade - é a verossimilhança que toda mentira exige para ser acreditada. Se a população aceitar como verdadeiro (disso cuida a imprensa massivamente), o próximo passo é com as urnas. Foi o que o próprio Bolsonaro jogou no ventilador, na última quarta-feira. Restou provado que o sistema foi violado em 2018 segundo o próprio TSE em processo levado a efeito pela Policia Federal. Um hacker passou seis meses brincando dentro do sistema e, pasmem, teve suas pegadas eletrônicas apagadas. Então fica assim. O candidato insuflado adquire “viabilidade” na disputa e o sistema faz o resto. Bingo! Lembro o dramaturgo Nelson Rodrigues “Se os homens de bem tivessem a ousadia dos canalhas, o mundo estaria salvo”.

Teoria da conspiração? Sabe de nada, otário. Pensa que comunistas/socialistas observam valores morais? Acredita que medem as conseqüências? Acha que os meios importam? Leia a história. Vejam como se deram TODAS as suas assunções ao poder e verão os traços de sua amoralidade, do desprezo pela verdade, pela honradez, pela justiça, a perseguição às religiões e intelectuais, prisão e assassinato frio de dissidentes. Isso que conservadores e liberais chamamos de dignidade, princípios e valores, para eles é mero capricho burguês a ser esmagado. De Lenin a Maduro, a história do comunismo/socialismo é uma enciclopédia de miséria moral.

A resistência ao voto eletrônico-impresso e contagem pública, transparente, como deve ser todo ato administrativo segundo a própria Constituição Federal, só pode esconder o propósito de preservar a possibilidade de fraude. Que outro motivo teria? Veja-se que esse tipo de urna brasileira não é utilizada em países tecnologicamente avançados. Não se oferece ao povo uma urna eletrônica fraudável como única e exclusiva forma de aferição de votos. Infelizmente, por obra da repentina mudança de humor de líderes partidários que se reuniram com Barroso, a PEC do voto digital-impresso foi derrotada na Comissão na última quinta-feira. Resta, ainda, a esperança de que o Plenário da Câmara o aprove, o que também será muito difícil em função da ação obscura do sistema sobre o parlamento.

Curioso notar que depois do regime militar elegemos um “democrata” que congelou a poupança dos brasileiros, mais um “democrata” que comprou a própria reeleição, outro “democrata” que corrompeu parlamentares e liderou o maior esquema mundial de corrupção, ainda outra “democrata” que pretendeu dar um golpe de estado e, temos agora, um “ditador” que clama por liberdade.

“O tempora, O mores!” disse Cícero no Senado romano há mais de 2000 anos, contra as conspirações de Catilina.

*Valterlucio Bessa Campelo escreve opiniões e contos eventualmente em seu BLOG

**Enviado ao site pelo autor. 

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  • Adriano Marreiros
  • 10 Agosto 2021

 

Adriano Marreiros

 

Uma palavra amiga uma notícia boa

Isso faz falta no dia a dia,

A gente nunca sabe quem são essas pessoas...

Céu Azul: de Charlie Brown Jr.

 

Não! Não mesmo! Não estou falando de eleições, nem de política.  Estou apenas nostálgico.  E lembrei de um tempo de propagandas divertidas, inesquecíveis e, por vezes, politicamente incorretas.  De um tempo de Liberdade...

 Não, não mesmo!  Não estou falando de urnas,  Não tenho nenhuma intenção de me meter nisso: não quero desrespeitar a religião alheia nem questionar seus dogmas de fé...  Dizem que o Estado é laico, mas nada sei: só sei que a cachorra do Estado totalitário era Laika e minha crônica é leiga...  Não quero ter o destino da  cachorra nem do povo soviético...

 Não, não mesmo.  Não estou falando de  códigos, nem de impressoras nem de  logs nem de deletes.  Apenas me lembrei de uma dessas propagandas divertidas e inesquecíveis.  Não fossem inesquecíveis: eu não lembraria, isto é um indício.   Não fossem divertidas: você não estaria sorrindo agora, mesmo antes de saber qual é...  Outro indício: isso prova minha intenção.  É aquela da Toshiba, lembra? . Aquela em que um vendedor do Para... de um país amigo... oferece um videocassete ou algo assim e diz que você não precisa da garantia, acrescentando: “la garantia soy yo”! 

 Então, repito, não estou criticando máquina eletrônica nenhuma, ainda mais uma daquele tempo: quem usaria até hoje uma máquina daquele tempo?!  Também não estou dizendo que o vendedor não é confiável:  ele passa uma imagem tão boa, tão tranquila, tão equilibrada, fala com tanta... lógica – por que eu iria duvidar do aparelho se ele o garantia?  Nada disso.  Só lembrei dessa propaganda por estar com saudades mesmo, e por precisar rir um pouco...  E estou até rindo, você não está?  Olha o bem que o tal vendedor nos faz!  É uma pessoa cheia de luz!

 Nanda então perguntou o que havia em um certo vestido para ele chegar a custar mais de 500 reais.  Percebendo que estava no shopping, e acordando da epifania nostálgica, olhei pro  tal vestido e tive que responder: O que há nele?! Mau gosto!  Mau gosto é uma coisa muito valorizada hoje em dia...

Não te quero ouvir falar do tempo

Se eu só pergunto onde vais

(...)

Vão dizer que são tolices

Que podemos ser felizes

Mas tudo que eu sei

Não dá pra disfarçar

Ronaldo Bastos em versão de

Lately de Stevie Wonder

(Lately significa ultimamente...)

  

Crux Sacra Sit Mihi Lux / Non Draco Sit Mihi Dux 
Vade Retro Satana / Nunquam Suade Mihi Vana 
Sunt Mala Quae Libas / Ipse Venena Bibas

(Oração de São Bento cuja proteção eu suplico)

*       Adriano Alves-Marreiros é Cristão, Devoto de São Jorge, Cronista, Pessimista, Mestre em Direito, membro do MCI e MP Pró-Sociedade e autor da obra Hierarquia e Disciplina são Garantias Constitucionais, da Editora E.D.A. e organizador do Livro Guerra à Polícia.

 

 

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