• Amir Kanitz
  • 12 Maio 2021

 

Amir Kanitz

Quando você se acostuma à ideia de que o poder regulador da sua vida vem do Estado, atenção: você pode ter se tornado um fascista manso.
Se nenhum poder for maior que o poder estatal, e se nenhuma lei for mais importante que as leis feitas pelo Estado, você reconhece e alimenta o coletivismo forçado que outrora foi tentado pelo fascismo, mas que já há muito foi efetivado por "democratas". Sem percebermos fomos aceitando que tudo fosse feito pelo Estado, para o Estado, nada fora do Estado. Bem alinhado ao gosto de Benito Mussolini.
Reflita com sinceridade, você já não se acostumou com isso?
Se você não consegue imaginar outro poder que deva ser maior que o Estado e outra regra que seja mais válida que a legislação criada por políticos, é porque você também nem sabe mais o que é liberdade, o que é comunidade, o que é família e nem mesmo o que é cristianismo.
Talvez você alimente com paixão o desejo de que o Estado se alinhe a uma determinada ideologia ao mesmo tempo que afasta outras. Mas ainda assim é o Estado a sua referência máxima.
Isso ocorre porque toda a sua atenção está voltada à alternância de governantes, e nem reflete sobre como esse jogo é insuficiente para definir a Verdade, Ordem e Juíz que deveriam regular a sua vida.
Perdendo isso de vista você só é interessante pelo fato de ser um eleitor. E por mais que festejem essa condição, não há dignidade no simples fato de ser um eleitor.
A sua dignidade pode ser medida por aquilo que você respeita, teme e no que deposita esperança. E se a resposta for o Estado e um ou outro governante, você já aceitou a máxima fascista.

*       O autor é Sociólogo e Professor.

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  • Roberto Motta
  • 11 Maio 2021

Roberto Motta

 

Vou explicar para quem ainda não entendeu: da mesma forma que terroristas do Oriente Médio usam a população local como escudo humano, os narcotraficantes do Rio usam a população das favelas para proteger o seu negócio.

Os grandes entrepostos de distribuição de drogas estão em favelas, mas não porque os traficantes são pobres coitados sem oportunidades. Eles estão lá porque a população local - inclusive mulheres, crianças e idosos - serve como escudo humano e sistema de alerta contra a polícia.

Toda a vez que você vir uma manchete que diz “jovem trabalhador baleado em troca de tiros”, lembre-se disso.

Essas pessoas não são baleadas por acaso.

Seus ferimentos ou morte servem de proteção ao tráfico, e ainda trazem o benefício adicional de demonizar a polícia e levar a sociedade a ter empatia com os narcoterroristas.

Essa empatia - essencial para os negócios - é estimulada por uma mídia mal informada e por ONGs de “direitos humanos” que, muitas vezes, são meros departamentos de marketing dos narcoterror.

Você já deve ter visto inúmeros depoimentos de famílias de vítimas de “bala perdida” acusando a polícia. Mas você lembra de algum depoimento em que a família acusa o tráfico?

Você já deve ter visto os comoventes - e convenientes - desenhos feitos por crianças das “comunidades” que mostram helicópteros atirando em pessoas.

O que você provavelmente não sabe é que o helicóptero oferece proteção essencial para operações policiais contra narcoterroristas profundamente escondidos em favelas, e por isso impedir seu uso é fundamental.

A tática de usar crianças para proteção e propaganda é a mesma que a organização terrorista Hamas usa na faixa de Gaza.

É EXATAMENTE IGUAL.

Lendo os jornais e ouvindo algumas ONGs e “redes” de comunidades é inevitável que você, cidadão comum, conclua que:

- A polícia não sabe o que faz, e é uma ameaça permanente ao bem estar dos pobres

- O traficante é um empreendedor social que não atrapalha ninguém

- Os traficantes são queridos pela “comunidade”

A verdade é que os narcoterroristas impõem um regime de terror nas favelas que ocupam, abusando dos moradores e os usando como escudo. Os traficantes são odiados pelos cidadãos de bem e trabalhadores, que são a maioria absoluta em todas as “comunidades”.

A verdade é que o narcoterrorismo gera e financia boa parte das atividades criminosas, espalhando crime, corrupção e medo por todo lugar.

Mas você jamais saberá isso lendo um jornal.

Isso não acontece por acaso.

O Rio pode voltar a ser um lugar tranquilo para se viver, assim como Nova Iorque, Miami, San Francisco, Milão, Frankfurt, Londres ou Bruxelas. Em todas essas cidades existe tráfico; em nenhuma delas existe narcoterror.

Nenhuma sociedade estará jamais livre do tráfico de drogas, mas podemos sim nos livrar dos narcoterroristas, e em pouco tempo.

Mas para isso é preciso que a sociedade conheça a verdade.

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Publicado originalmente na página de Roberto Motta no Facebook.

 

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  • Adriano Alves-Marreiros
  • 10 Maio 2021

 

Adriano Alves-Marreiros

 

Vocês vão ter que me engolir!!!

Mário Jorge Lobo Zagallo (e Adriano, agora...)

“A ideologia é uma religião invertida, negando a doutrina cristã de salvação pela graça, após morte, e pondo em seu lugar a salvação coletiva, aqui na Terra, por meio da revolução e da violência. A ideologia herda o fanatismo que, algumas vezes, afetou a fé religiosa e aplica essa crença intolerante a preocupações seculares.."

“Não existe um modelo conservador e o conservadorismo é a negação da ideologia: é um estado de espírito, um tipo de caráter, um modo de ver a ordem civil e social.” Russel Kirk

 Imagina se a tia percebe que algumas crianças estão fazendo um bullying reiterado contra a turma quase toda.  Inclusive dizendo mentiras.  Imaginou?  Agora pensa na seguinte cena: a tia vai, não adverte essas crianças e ainda proíbe o resto da turma de reagir.  Conseguiu visualizar?  Bem: é isso que andam pregando recentemente.  Querem dizer que liberdade de imprensa significa supressão da liberdade de expressão das demais pessoas.  Quem critica a imprensa, quem usa a já famosa e justa expressão extrema imprensa estaria praticando violência contra jornalistas e atentando contra a liberdade e a credibilidade da imprensa.

Sou obrigado a lembrar do que o Raul falou sobre os jornais.  Nem vou repetir porque “não sou besta pra tirar onda de herói”...

Fala sério!  A Liberdade de Imprensa é algo que decorreu do reconhecimento da Liberdade de Expressão, cuja necessidade de ser declarada oficialmente, inclusive em Constituições, vem do fato de ela consistir em dizer o que alguém não quer que seja dito.  Dizer o que as pessoas querem ouvir nunca foi proibido, nunca precisaria ser declarado para ser garantido: sempre deixaram...

Como entender que querem dar à Imprensa, ou melhor, à sua imensa parcela ideológica, o direito de falar e opinar à vontade e proibir as pessoas de falar e opinar contra a Imprensa? Pior, proibir até de se reagir quando for atacado.  Ah, mas estão criticando demais os jornalistas e pondo em xeque a credibilidade de veículos de comunicação.  Perdoem-me, mas credibilidade é uma coisa que se conquista, ela não pode ser imposta.  Ainda que calem a todos com mordaças e inquéritos inconstitucionais, ainda que coloquem milhões na cadeia, ainda que tripliquem penas para punir quem diz a verdade, mesmo assim não se conseguirá credibilidade: as pessoas estarão caladas por medo, mas ainda não acreditarão em quem não tem credibilidade.  As pessoas precisam crer que você divulga verdades.

Negar a condição de jornalista a quem não segue ideologias, negando sua liberdade de imprensa e chamando-o de “blogueiro”, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Aplaudir prisões de jornalistas que não seguem ideologias, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Deixar de noticiar fatos relevantes que aconteceram, para ocultá-los da maioria, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Criar agências de censura para coibir apenas opiniões conservadoras, não ideológicas, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando se usa o sigilo de fonte não para proteger a identidade de uma fonte, mas para se criar factoides sem que haja realmente uma fonte, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando defendem direitos humanos só para os bandidos, fazem guerra à a polícia e desprezam as vítimas inocentes, isso é atacar a credibilidade da imprensa.

Quando chamam de fascistas todos os que não seguem ideologias que mataram 100 milhões de pessoas, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando praticam, aplaudem e legitimam ataques constantes às Liberdades, Crenças e Opiniões de quem pensa diferente das redações, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando querem calar as redes para tornar as pessoas dependentes da imprensa tradicional, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando entrevistam sempre os mesmos pretensos especialistas que repetem sempre os mesmos mantras ideológicos, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando se busca ridicularizar a opinião da maioria, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Esses são os verdadeiros ATAQUES à credibilidade da Imprensa. 

Criticar a imprensa: é apenas Liberdade de Expressão...

Crux Sacra Sit Mihi Lux / Non Draco Sit Mihi Dux 
Vade Retro Satana / Nunquam Suade Mihi Vana 
Sunt Mala Quae Libas / Ipse Venena Bibas

(Oração de São Bento cuja proteção eu suplico)

 * Sou cristão, devoto de São Jorge, cronista, pessimista, Mestre em Direito, membro do MCI e MP Pró-Sociedade e autor da obra Hierarquia e Disciplina são Garantias Constitucionais, da Editora E.D.A.

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 07 Maio 2021

 

Alex Pipkin, PhD


Hoje vivemos tempos - sombrios - da ditadura do pensamento esquerdizante.

Qualquer cego sente que o totalitarismo esquerdista se apossou de praticamente todas as instituições: no judiciário, com seu exacerbado ativismo, nas universidades que privilegiam a doutrinação ao invés do ensino técnico profissionalizante, nas empresas de tecnologia que censuram e cancelam e, especialmente, na grande mídia, que não informa os fatos, mas os distorce, denuncia enviezadamente e omite a realidade objetiva.

Exagero meu? Claro... Todos devem ter ficado com as bochechas rosadas, com a escassa “cobertura” da mídia às grandes manifestações de sábado passado em todo o país.

Propositadamente, fui assistir ao Jornal Covidal à noite, e o que vi foi a animada reunião “progressista”, com os ilustres e sábios participantes Lularápio, a senhora que estocava vento, o filósofo FHC, e Ciro, o sofista.

Ah, mas é “fato relevante”, tem que informar, dirão amigos “progressistas”. Sim, mas não na ênfase de um e na omissão de outro.
Aonde iremos chegar?

Essa turma toda está vencendo a batalha cultural que, objetivamente, começa nas ideias para alcançar o poder e, posteriormente, age para implementar o sonho coletivizante, logicamente acompanhado pelo umbilical totalitarismo.

As ideias e as ações “despertas” estão por toda parte. Antirracismo racista, diversidade e inclusão excludentes, equidade às cegas como a deusa  Themis, alojaram-se nas empresas, com a grande - reset - novidade de tornar o capitalismo mais humano e igualitário, nomeado de capitalismo das partes interessadas.

A ideologia marxista da identidade - não mais da luta de classes - do “despertar”, de fato quer trocar a lógica dos mercados livres por uma economia planejada, com aumento do poder estatal e das grandes corporações, com a surpresa do Kinder Ovo; o totalitarismo.
Eles desejam que as autoridades estatais nos digam o que devemos fazer e/ou não fazer.

A verdade é que tanto o racismo como a diversidade e a inclusão viraram verdadeiros negócios e indústrias, e têm muita gente lucrando com isso.
Atualmente, somos todos racistas, sempre fomos; tudo é racismo e opressão! Só se fala disso!

Fiquei surpreso em constatar que Patrisse Khan-Cullors, uma das fundadoras do BLM, a guerreira contra o racismo, tornou-se multimilionária. É...

Essa neossegregação, contudo, já começou a ser notada e repudiada. Similarmente, algumas empresas já estão se dando conta do teatro envolvido, e estão começando a rever suas estratégias.

Há uma única esperança, já que alguns homens e mulheres racionais, genuinamente democratas e progressistas, perceberam que essa ideologia “desperta” é um abissal embuste, que na vida prática segrega, divide e inibe o desenvolvimento de todos.

Tomara que o tiro saia pela culatra.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 04 Maio 2021

Gilberto Simões Pires

 

DESOBEDIÊNCIA CIVIL

Não foram poucas as vezes que os brasileiros contrários às restrições de liberdade, pessoal e empresarial, impostas por governadores e prefeitos, foram acusados de criminosos. Mais: a MÍDIA ABUTRE acusa todos os descontentes com os LOCKDOWNS de promoverem e/ou estarem prontos para praticar uma DESOBEDIÊNCIA CIVIL, que significa NÃO RESPEITAR UMA LEI POR ACHAR QUE ELA NÃO FAZ O MENOR SENTIDO.   

 DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

Pois, em primeiro lugar é preciso lembrar, ou informar, que antes de qualquer lei vir a ser aprovada é importante verificar se a mesma não fere os DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS DOS CIDADÃOS. Na Constituição Federal de 1988, nos capítulos que tratam dos DIREITOS FUNDAMENTAIS diz: os DIREITOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS são os direitos ligados ao conceito de pessoa humana e à sua personalidade, tais como: À VIDA, À IGUALDADE, À DIGNIDADE, À SEGURANÇA, À HONRA, À LIBERDADE E À PROPRIEDADE. Mais: no que diz respeito aos DIREITOS SOCIAIS o Estado deve GARANTIR AS LIBERDADES AOS INDIVÍDUOS, OU SEJA, À EDUCAÇÃO, SAÚDE, TRABALHO, SEGURANÇA, etc.  

 DESCUMPRIMENTO

Ora, partindo dos DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS e passando pelo que está assegurado na nossa Constituição, toda vez que qualquer cidadão brasileiro se recusar a cumprir algo que atente ao SAGRADO DIREITO À LIBERDADE E AO DIREITO DE PODER TRABALHAR, o mesmo jamais poderá ser acusado de praticar ou promover a DESOBEDIÊNCIA CIVIL. Neste caso, para que fique bem claro, o que acontece é o LEGAL DESCUMPRIMENTO de uma medida incabível e/ou criminosa decidida por maus governantes que não respeita DIREITO FUNDAMENTAL. 

 OS REAIS DESOBEDIENTES

Na real, quem está praticando a DESOBEDIÊNCIA é todo aquele, quer seja presidente, governador, prefeito, promotor público, juiz, ministro do STF, etc., que, de forma DITATORIAL e TIRÂNICA resolve ferir de morte os DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS assim como o que está posto na Constituição Federal. 

 DIREITOS VÁLIDOS PARA TODOS

Bem antes de ler e ouvir o que a MÍDIA ABUTRE tem a dizer sobre os DIREITOS FUNDAMENTIAS, é importante tomar conhecimento do que significa -DIREITOS HUMANOS UNIVERSAIS-. DIREITOS HUMANOS, para quem não sabe, são DIREITOS VÁLIDOS para TODOS OS POVOS EM TODOS OS TEMPOS. De novo: o que estamos vendo no nosso empobrecido Brasil não é uma pretensa DESOBEDIÊNCIA CIVIL, mas o DESCUMPRIMENTO daquilo que fere tanto os DIREITOS HUMANOS quanto a Constituição Federal. 

 

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 01 Maio 2021

 

Alex Pipkin, PhD



Acho lamentável o embuste que está ocorrendo hoje nos EUA, e a tendência é piorar.

Trabalhei 23 anos numa companhia americana, e mantenho contato com colegas e amigos que lá vivem.

Muitos deles têm a mesma percepção que eu: vai sobrar para eles. Como? Aumento de impostos e, logo mais, desemprego.

Um destes amigos, diplomado e com MBA no Brasil, também trabalhando com Uber por lá. Ele confessou-me que a grana jorra de maneira tão farta, que ele próprio preferiu não se apropriar do tal seguro desemprego. A bolha em algum momento vai estourar.

É pertinente que analisemos duas premissas que me parecem básicas.
A primeira delas é que uma economia cresce, tornando-se pujante, criando mais empregos e riqueza, com investimentos e com o aumento de produtividade, não com gastos do governo, muito menos com farra de gastos governamentais.

Tão básico, tão enganoso; o governo não cria riqueza, mas pode aniquilá-la com distribuição de renda de maneira irresponsável e populista.

As receitas do governo são provenientes da atividade econômica dos criadores de riquezas, ou seja, de empresas e de indivíduos que produzem e pagam impostos ao Estado.

Qualquer estudante da área de gestão e de economia sabe que quanto maior for a tributação, maior será o desincentivo a produção, a geração de postos de trabalho e a inovação.

Similarmente, quanto maiores forem as regulamentações e as exigências em relação as admissões e a outras questões trabalhistas, maior será o desincentivo à manutenção e a contratação de funcionários.

A segunda premissa, é a de que retirar dos ricos para dar para os mais necessitados - aquela que a galera do beautiful people vibra como um gol - é mesmo uma falácia. Na verdade, essa (des) política de taxar os ricos já foi tentada e fracassou em vários países. É surpreendente que não se perceba que são os empresários e os inovadores aqueles que empregam e que geram renda e riqueza.

Uma taxação deste tipo inibe o espírito empreendedor e a capacidade de investimento e de inovação, além de ser contraproducente já que as empresas e os inovadores podem se deslocar para outros lugares. Além disso, há um erro básico implícito aqui, uma vez que renda e riqueza não são estáticas no tempo.

Populistas irresponsáveis negam que o padrão de vida dos pobres melhore, factualmente, com o aumento da produtividade, das inovações e das trocas.

Com maior produtividade os mais carentes podem acessar produtos e serviços de melhor qualidade a preços mais baixos, e com o incremento desta, os trabalhadores passam a  gozar de salários mais altos.

Eles não aprendem; que “doce ilusão”! Gastos não criam empregos, desviam e destroem a economia. Cientificamente, quem cria empregos são os processos econômicos produtivos e os investimentos; ponto final.
Tampouco aumento de impostos sobre os ricos para dar aos pobres. Essa turma do beautiful people não compreendeu nem a primeira nem a segunda lição em economia: recursos são escassos e as pessoas respondem aos incentivos, alterando comportamentos em razão destes.

Altos impostos inibem a atividade econômica e, sobretudo, os investimentos.

Infelizmente, esta onda populista coletivizante e seus mandatários demagogos não enxergam que o que faz aumentar a riqueza, o emprego e o investimento, é justamente a redução de impostos!

Toda essa farra vai acabar em pizza, melhor, pizza de limão.

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