• Alex Pipkin, PhD
  • 05 Março 2022

 

Alex Pipkin, PhD


Não existe “guerra boa”, pelo menos para mim. Ela representa o sacrifício de vidas humanas.

Notoriamente, a guerra comercial entre Estados Unidos e China, já havia mexido sensivelmente no tabuleiro das trocas internacionais, e pressionado para uma remodelação nas cadeias globais de suprimentos. Some-se a isto a Covid-19 e os seus impactos deletérios nas cadeias logísticas globais.

Agora, a guerra na Ucrânia, decretou uma espécie de tiro de misericórdia naquilo que conhecemos como globalização. Ao menos, no médio prazo.
Sem dúvida que muitos apologistas da pobreza e das desigualdades sociais irão saudar o feito.

Por convicção - e fatos e dados - penso que o comércio e a globalização foram capazes de tirar milhões de indivíduos da linha da miséria e da pobreza no mundo, melhorando o padrão de vida de comunidades, especialmente, nas áreas menos desenvolvidas.

Desde Adam Smith, “O Grande”, sabemos que o comércio internacional, especificamente a importação, é uma forma de produção indireta.
Trocamos aquilo que produzimos melhor e/ou mais barato, por aquilo que não somos eficientes e/ou não produzimos, mas necessitamos consumir.

Costumo dizer que o comércio é a dádiva de Deus. Pena que na “fechadura” que desde sempre é a nação tupiniquim, de mentalidade tacanha e introvertida, teimamos em desconhecer esta verdade. Ou se conhece, e se deseja persistir com o favorecimento dos sempre protagonistas “amigos do rei”.

A fatídica guerra na Ucrânia já provocou, por exemplo, um deslocamento das cadeias de suprimentos em energia no mundo, e na cadeia de fertilizantes brasileira. Em uma série de matérias-primas, componentes, produtos e serviços, as empresas no mundo precisarão buscar e desenvolver novas fontes estrangeiras de fornecimento e/ou relocalizar - manufaturar em casa - a produção, o que seguramente trará impactos na forma de aumento de custos/preços.

Evidente que ainda é cedo para se determinar com exatidão as consequências dessa guerra, porém, é vital planejar - antecipar os eventos para decidir e colocar-se numa posição mais favorável no futuro - os próximos passos em nível macroeconômico. Muita gente não se dá conta de que quem opera nos mercados são as empresas.

Como na Terra do Faz de Conta se polariza tudo e qualquer coisa, o governo brasileiro, que começou a abrir frentes internacionais para os fertilizantes no Canadá, diminuiu alíquotas do I.I., e reduziu o IPI em uma série de categorias, passou a ser alvo de retórica e das narrativas políticas e ideológicas de uma parte da população.

As indústrias brasileiras não participam das cadeias globais de suprimentos, e justamente por isso, os produtos nacionais são tecnologicamente defasados, de pior qualidade e mais caros.

Mesmo não atuando nessas cadeias, as empresas brasileiras necessitam de fontes estrangeiras; por exemplo, mais de 90% do potássio para o agronegócio é importado, suprido de empresas internacionais.

Penso que nesse “novo contexto”, deveríamos aprofundar as medidas econômicas para tornar o ambiente de negócios nacional mais atrativo para os empreendimentos e para os investimentos, abrir a economia de fato, e celebrar acordos de comércio com nações e blocos estrangeiros.

Muito triste, mas o tabuleiro internacional que será configurado, além das ameaças reais, representará uma gama de oportunidades para as empresas nacionais.

Internamente, será necessário fazer “o tema de casa” quanto à abertura.

É imperativo, pois em ano eleitoral a nova conjuntura poderá alimentar as falácias e as narrativas contra a abertura, o comércio e a globalização.
Um espectro político já inventou e adotou no passado recente - para meu desespero e catástrofe nacional - a cartilha das políticas nacional-desenvolvimentistas. O ambiente é propício para a demagogia “da produção e da geração de empregos nacionais”, indo de encontro a lógica smithiana bem-sucedida do comércio internacional.

Não adianta tal política ser e ter fracassado, objetivamente, resultando em menor produção, piores produtos e em custos muito mais altos.
A mentalidade dessa turma escarlate, atrasada e simplista, sempre acredita que em algum momento dará certo. Momento é bastante distinto de longo prazo.

Ainda que haja um retrocesso na globalização, é hora do Brasil “se abrir” ao mundo, a fim de reduzir às ameaças e aproveitar as potenciais oportunidades nos mercados globais, além, é claro, de continuar inovando nas áreas de vocação verde-amarela, como é o agronegócio nacional.
Afora as narrativas ideológicas, pouco importa o selo do produto; importa para os consumidores produtos de melhor qualidade, preços mais baixos e soluções mais inovadoras.

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  • Guilherme Baumhardt
  • 02 Março 2022

 

Guilherme Baumhardt

 

Semanas atrás, na véspera da visita do presidente Jair Bolsonaro à Rússia, um recuo das tropas comandadas por Vladimir Putin foi comemorado como um sinal de que o iminente conflito com a Ucrânia poderia não ocorrer. O quadro remete ao que muitas vezes ocorre com o paciente internado por longo período em um hospital: uma leve melhora antes do óbito. No caso das tropas russas, o que houve foi um embuste. A decisão de Moscou de atacar Kiev já estava tomada. Era apenas questão de tempo. Prova disso é a velocidade com que avançam sobre o território ucraniano.

Bombas, mísseis e mortes ocorrem todos os dias – a população de Israel que o diga, volta e meia atacada pelo grupo terrorista Hamas. O que estamos assistindo neste momento, porém, é bem diferente. Trata-se de uma potência nuclear avançando sobre o segundo país em área territorial do Velho Continente. Não é pouca coisa.

A ruína da antiga União Soviética trouxe cicatrizes. Países foram desmantelados (Tchecoslováquia e Iugoslávia, para ficarmos em apenas dois dos mais expressivos exemplos) e deram origem a outras nações. E embora tenham sido processos traumáticos e construídos muitas vezes à base de protestos, sangue e mortes, eram conflitos essencialmente internos.

Sem saber ainda qual o apetite de Vladimir Putin e qual a dimensão que terá o impacto nas relações políticas e econômicas, ficam algumas lições do que ocorre neste momento.

A primeira e, talvez, mais básica é: não existe vácuo de poder. Quando alguém abre mão da liderança, o que surge não é o vazio, mas sim uma substituição natural. Donald Trump estava longe de ser o mais polido dos presidentes norte-americanos. Mas se faltava educação e finesse, sobrava habilidade nas negociações. Joe Biden oscila. A ameaça de retaliar a Rússia com embargos econômicos tem alcance limitado e ele sabe disso. O mundo esperava uma reação mais enérgica. Ela não veio.

A segunda lição serve de alerta: a agenda ambiental que demoniza combustíveis fósseis pode ser, aos olhos das novas gerações, limpa e cheirosa. Mas traz riscos, especialmente do ponto de vista de segurança, tanto de fornecimento quanto de estabilidade política. A pergunta mais óbvia é: enfiar goela abaixo, a fórceps, o uso de energias alternativas interessa a quem?

Nações têm interesses e estão de olho em mercados. A relação entre parceiros pode gerar benefícios, mas quando ela se traduz em dependência pode significar, também, riscos. A Europa que estimulou (inclusive com a adoção de prazos legais) a propagação dos carros elétricos estava interessada em depender menos do petróleo que ela pouco produz (exceção feita aos nórdicos). Até aí, sem problemas. Mas a mesma Europa que queria reduzir esta dependência é hoje praticamente refém do gás russo, especialmente a Alemanha, que decidiu precipitada e erroneamente desligar usinas nucleares após o terremoto e posterior tsunami que atingiu a usina de Fukushima.

Em meio à onda desarmamentista que avança sobre o mundo, uma importante lembrança: na metade da década de 1990, um acordo selou o destino do poderio nuclear da Ucrânia, o terceiro mais importante do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e Rússia. As ogivas foram devolvidas aos russos sob a promessa de que o ocidente garantiria a segurança dos ucranianos. Pergunto: se a Ucrânia ainda tivesse este arsenal sob seus domínios, Putin se arriscaria a fazer o que fez? Pouco provável.

O fato é que Joe Biden parece perdido. Não é a primeira vez que isso ocorre com um presidente dos Estados Unidos. Na década de 1960, John Kennedy passou por situação semelhante. Após vencer Richard Nixon nas eleições, o jovem presidente democrata entrou em uma ciranda de desgaste da gestão. A aprovação a ele e ao governo caía. Assim como ocorre agora, a antiga União Soviética viu na fraqueza de Kennedy uma oportunidade de expandir seus domínios e ampliar seu poder bélico.

O resto é história. A chamada "Crise dos Mísseis" tirou o sono de boa parte do planeta ao longo de quase duas semanas. Habilidoso, Kennedy viu ali uma oportunidade. O jovem peitou Nikita Khrushchev, impediu a instalação do arsenal soviético em solo cubano e aproveitou para recuperar o terreno perdido. Kennedy ressurgiu como liderança no seu país e, também, no ocidente. O mundo hoje olha para Joe Biden e não nutre grandes esperanças de que algo semelhante possa ocorrer. Se nada for feito, a resposta para o título da coluna será: não há limite. Infelizmente.

*Publicado originalmente no Correio do Povo de 25/02/2022

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 01 Março 2022

Gilberto Simões Pires

 

PESQUISAS DE INTENÇÃO DE VOTO

A cada semana novas pesquisas de intenção de voto para presidente são divulgadas e todas, sem exceção, dão conta de que o preferido dos eleitores é o criminoso Lula. E o que mais chama a atenção é que o percentual praticamente não oscila. Vejam que enquanto o candidato -bandido- permanece sempre dentro da faixa dos 42% a 44%, o atual presidente, Jair Bolsonaro, segue na segunda posição dentro do intervalo que vai de 23% a 28%. 

EXATAMENTE AO CONTRÁRIO

Se as administrações petistas, com Lula e Dilma à frente, tivessem mostrado algo de bem e positivo para o Brasil, aí seria totalmente compreensível que um grande número de eleitores estivesse pronto e disposto a entregar novamente ao PT o comando do Brasil. Entretanto, como foi exatamente o inverso, pois tanto Lula quanto Dilma fizeram de tudo para levar a economia brasileira à lona, nocauteada por uma forte recessão. Mais: ao longo dos 13 anos que estiveram à frente do Poder Executivo, o Brasil, assim como o mundo todo, ficaram chocados com a fantástica ROUBALHEIRA, misturada com ADMINSTRAÇÕES TEMERÁRIAS, que virou marca registrada mundial do PT.

NÃO ME CONVENCE

Diante de tamanha e intencional vontade de DESTRUIR O BRASIL, como determina -ipsis literis- a CARTILHA DO FORO DE SÃO PULO, a maioria dos eleitores elegeu Jair Bolsonaro para presidir o Brasil, dando um basta geral ao PT e seus atos de CORRUPÇÃO. Ora, por mais que muita gente se declare como insatisfeita com o atual presidente, quer seja pela forma e/ou estilo de governar, quer pelas propostas que defende, isto não me convence minimamente de a maioria dos eleitores, como revelam as pesquisas, queira a volta de Lula, do PT, que diz a todo momento que quer anular inúmeras coisas boas que foram feitas e aprovadas nos últimos anos.

SÓ O DIVÃ PODE REVELAR

Convenhamos: é mais do que óbvio e notório que os eleitores que não estão satisfeitos com Bolsonaro são os mesmos que manifestam intenção de votar em Lula. Isto seria, em primeiro lugar, uma ATO DE MASOQUISMO inominável. Mais: votar no PT seria mais do que um insano ATO DE VINGANÇA onde o real prejudicado seria o Brasil todo e não apenas os eleitores insatisfeitos ou indignados. Isto seria uma verdadeira loucura. Como tal, o elevado número de eleitores que perfazem o percentual de mais de 40% de intenção de voto no candidato Lula, como revelam todas as pesquisas, precisam urgentemente, buscar um tratamento psiquiátrico. Só o divã pode esclarecer o que faz tanta gente voltar ao passado sofrer de males terríveis e já experimentados.

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  • Roberto Motta
  • 27 Favereiro 2022

 

Roberto Motta

 

       Desde 2018 o número de homicídios vem caindo no Brasil (a exceção foi 2020). A explicação para a queda, segundo os “especialistas” da TV, é a “profissionalização” dos traficantes.

Antes de rir dessa "explicação", saiba disso: as estatísticas criminais brasileiras são produzidas e interpretadas por ONGs de esquerda.

São as mesmas ONGs que defendem ideias como liberação das drogas, "desencarceramento", "desarmamento", "desmilitariação" da polícia, suspensão das operações policiais nas favelas do Rio (ADPF 635) e "garantismo penal".

"Garantismo" é a doutrina que afirma que só os direitos dos criminosos é que importam.

Os absurdos que essas ONGs dizem sobre as estatísticas criminais se tornam a versão oficial divulgada pela mídia, aceita pelo Estado e ensinada nas escolas e universidades.

Mas a verdade é essa:

É impossível dizer com certeza qual é a razão da queda dos homicídios, porque nenhum pesquisador independente e sério tem acesso aos dados. Eles só estão disponíveis para as ONGs de esquerda.

Alguns homicídios são resultado do tráfico, outros são resultado de assaltos, outros resultam de disputas domésticas. Sem analisar o detalhe dos dados, pouco se pode dizer.

Mas, se os "especialistas" da TV podem dar o palpite deles, eu também vou dar o meu.

Os homicídios estão em queda desde 2018 porque, finalmente, estão se levantando vozes relevantes que dizem que o criminoso deve ser reprimido, e não estimulado, pelo Estado.

Uma dessas vozes foi a do presidente Jair Bolsonaro.

Isso faz uma diferença gigantesca, porque tudo começa com as ideias certas.

Quando essas vozes começarem a provocar mudanças estruturais - nas leis penais, na polícia e nos presídios - a queda da criminalidade será gigantesca e permanente.

E seremos novamente - como ja fomos até muito pouco tempo - um país normal e seguro para se viver.

Muita gente pergunta “por que a Direita não tem ONGs que tratam de segurança pública” ?

Resposta: As ONGs de esquerda recebem MILHÕES em doações todos os anos.

Abra uma ONG que não seja de esquerda e tente conseguir um real sequer de doação.

*       Publicado originalmente na página do autor no Facebook

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 26 Favereiro 2022

 

Gilberto Simões Pires

 

PALPITEIROS E OPINEIROS

Ontem, tão logo foi ouvido o primeiro disparo na tão esperada invasão da Rússia na Ucrânia, os veículos de comunicação do mundo todo, como se estivessem fazendo a cobertura de uma partida de futebol, além de colocarem seus NARRADORES em ação, a maioria, senão todas, foi atrás de PALPITEIROS E OPINEIROS para comentar e/ou explicar, como se fossem -especialistas- no assunto, não apenas os lances do jogo (guerra) como tudo que acontece nos bastidores.

DRAMA E EMOÇÃO

Mais: na expectativa de atrair um número mais expressivo de leitores, ouvintes e telespectadores interessados e ávidos por informações, a regra utilizada é praticamente a mesma de sempre, qual seja, ao emitir palpites, opiniões e narrativas é importante que sejam sempre acompanhadas de gestos, caras e bocas, do tipo que colocam mais DRAMA E EMOÇÕES no noticiário. Ah, sem jamais esquecer de pronunciar, a cada frase, a palavra PAZ. 

IMAGEM DO GOVERNO

Como os maiores veículos de comunicação do nosso empobrecido Brasil se organizaram em forma de CONSÓRCIO, com o objetivo claro e escancarado de detonar por completo as propostas que podem, efetivamente, melhorar a vida do povo brasileiro, alguns já estão usando a guerra como motivo para tentar prejudicar o que for possível a imagem do governo, notadamente pelo fato de que Bolsonaro, além de ter apoiado o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, esteve recentemente na Rússia, onde foi bem recebido tanto por Vladimir Putin quanto por vários empresários que se propõem a vender fertilizantes para o Brasil. 

CHOROU NO AR

Aliás, muito oportuno e correto o que disse a comentarista da Jovem Pan News, Ana Paula Henkel: sobre o papel da mídia militante: - “Quando Trump saiu da Casa Branca, um apresentador da CNN Americana chorou no ar e disse que o mundo agora viveria tempos de paz. Outro, da GloboNews, se referindo ao lamentável Guga Chacra, escreveu que ‘o mundo ficará mais suave sem Trump’. Abandonem a imprensa de pompom na mão. Eles não fazem mais análise. E há muito tempo”.

HOMENS FOFOS

Também merece aplausos o que disse o pensador Rodrigo Constantino: - O choro ocidental não vai parar as pretensões imperialistas da Rússia e da China. Homens “fofos” e cada vez mais afeminados não vão enfrentar soldados forjados na Sibéria ou na China rural. Se o preço da liberdade é a eterna vigilância, o preço da paz é o poder e a determinação de defendê-la. É preciso estar preparado para o pior, ainda que possamos esperar o melhor. Diplomacia sem a sombra da espada não tem força. E cá entre nós: diante dessa fraqueza toda do Ocidente, se sou morador de Taiwan, começo a fazer as malas hoje mesmo...”

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  • Felix Soibelman
  • 25 Favereiro 2022

 

Felix Soibelman

 

Os Ministros do STF aqui fazem o mesmo jogo daqueles que empurraram Trump para fora do poder, eles são o centro de poder da esquerda, o seu maior ativo.

Vilanizaram Bolsonaro. Cito de memória algumas coisas ditas por eles ou por eles atribuída a Bolsonaro ou seus adeptos, que podem, por isto, ter um errinho ou outro, mas que em essência foram o seguinte:

a) "este é um desgoverno" - Carmem Lucia;

b). "isto aqui está como a república de Weimar" - Celso Mello - comparação de Bolsonaro com o nazismo;

c) "Estamos diante de um genocídio" - Gilmar referindo-se ao Covid e à atuação dos militares;

d) "o discurso do ódio" é atribuído à direita o tempo todo por Barroso e Moraes;

e) "crítica ao obscurantismo - Fux dando indiretas para Bolsonaro.

Não esqueçamos da criação do delito de opinião por Barroso, Moraes e Fux, censura às redes sociais contra a crítica, implantação de pensamento único e daquilo que se pode dizer mediante uma espécie de Ministério da Verdade ( Toffoli dizendo que eles do STF são os editores do país), perseguição a parlamentares e todos que abram a boca para manifestar preocupação com as urnas e fraudes (iguais àquela que levaram Biden ao poder?) , enfim, fizeram todo o jogo da esquerda e das Big Techs censoras.

Logo, o STF se transformou no principal ativo da agenda progressista - progressista no sentido de negar nossas matrizes axiológicas metafísico-religiosas, e,em nome da liberdade, inibir a predileção por estes valores.

Encamparam assim os tons da oposição veemente à Trump e Bolsonaro como emblemas do que seria retrógrado e o que vemos agora? Simples; a civilização ocidental desguarnecida, o último gigante (Trump!!!) golpeado, enquanto aqui se discute causas identitárias para solapar a cultura e tudo que nos deu nossa ideia de nós mesmos com uma civilização a ser defendida. Enfim, aqui estamos nós com a China às portas do ocidente que pessoas como estes Ministros, em todos os países, ajudam dia após dia a destruir.

É impressionante constatar a incapacidade intelectual de homens de tão alto poder de diagnosticar as forças civilizacionais em jogo, chegando a ser como fantoches de um ideário corrosivo de todas as conquistas que temos valendo-se deles, algumas vezes, os mais panfletários e demagógicos militantes, como Randolfe Rodrigues, por exemplo.

Se houvesse uma lei capitulando o crime de ser feito de idiota útil muitos deles seriam eternas vítimas.

Bolsonaro é um gigante da resistência, das liberdades, aqui. Ele é muito mais do que um personagem, ele é o papel que lhe toca ser, não o parlamentar tosco, mas aquilo que no curso histórico representa, muito além de seu próprio personagem.

Todos agora veem a falta de que Trump faz. E perigamos ver, aqui, a falta que Bolsonaro fará, se entrar esse lixo pro-China, que bem se coaduna com o cerceamento da liberdade que já sofremos nas mãos desses ministros míopes.

É triste ver as mãos cegas e atabalhoadas desses ministros do STF sem acuidade nos fazerem palmilhar pelo mesmo caminho do desastre americano que foi medrado por esta mesma esquerda idiota que fez ruir por dentro aquela sociedade para produzir um Biden.

A luta contra o fascismo, um dos espantalhos mais idiotas que se criou, acabou se transformando na ruína do ocidente.

Diz-se que quando a política entra no templo da justiça, esta sai correndo pela janela. O debut dos Ministros do STF na política não poderia ser mais atrapalhado.

*     Reproduzido da página do autor no Facebook.

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