• Adriano Alves-Marreiros
  • 06 Abril 2022

Adriano Alves-Marreiros

 

You’re so vain

You probably think this song is about you

Carly Simon

Um dia desses eu vi em uma rede social pessoas que colocavam “sou desse pessoal dos Direitos Humanos” em repúdio a críticas.  Daí me lembrei de tudo que falam e achei que deveria lhes fazer uma homenagem.  Então seguem as loas:

Pela superioridade que eles possuem em relação às pessoas comuns que não só não compreendem suas ideias, mas sequer entenderiam uma explicação.

Porque são os que fugiram da Caverna e, vendo a verdadeira luz, as coisas como são, voltaram como seres luminosos que devem nos guiar.

Pois sabem que são apenas “especialistas” televisivos de Humanas e profissionais do Direito dentro de seus escritórios refrigerados – e agora virtualmente: podendo não se contaminar com o Povo nas audiências – que conseguem ver, do alto de sua sabedoria, a verdadeira realidade das ruas, já que a Polícia e a População é que vivem em um mundo paralelo, irreal, e por isso não conseguem perceber a verdade e nem ter empatia com os injustiçados bandidos...

Pois sabem a quem as Liberdades (principalmente a de expressão), a Constituição e a Lei devem ser negadas, pois Conservadores não querem o “progresso” que sempre vem a reboque do “progressismo” e devem ser impedidos de reagir, como o foram com o Muro de Proteção Antifascista que garantia a liberdade e a democracia da República DEMOCRÁTICA Alemã,

Pois seguem aquele italiano que não deve ser nomeado e que, em sua obra, seguidamente defende o fim da lamentável pena de prisão (propõe limitação imediata a 10 anos para crimes graves, mas com vistas a ser abolida) e quer uma Constituição Mundial para acabar com essas horrendas soberanias.

Pois querem que cortes internacionais sejam superiores às nacionais e colocam tratados acima das Constituições, relativizando apenas um ou outro, como o Código de Nuremberg.

***

Hoje estou muito sisudo... pra manter meu estilo, não posso deixar de dar uma passada pela cultura pop, coisa que o meu amigo Maurício curte tanto...

Louvemos esse pessoal que diz que X-Man é sobre discriminação e, desprezando o “estúpido e vendido” (?!) Xavier, assume a postura ideológica do Magneto.

Louvemos esse pessoal que, coerentemente, repete a toda hora que o Império era nazista em Star Wars e defende cada vez mais poder nas mãos do Estado, cada vez mais Estado, prisão para os discordantes, uma ordem 66 para os conservadores, tudo a ponto de tornar Imperador o Supremo Chanceler.

Louvemos esse pessoal que explica que Pantera Negra é sobre colonização e exploração, e apoia posturas como a do usurpador Erik Killmonger que pretendia subjugar os demais povos e etnias de forma violenta, querendo transformar aquela Sociedade, destruindo seus ideais pacíficos para se fazer superior.

Louvemos!!!

E aproveitemos apenas, para explicar pra eles que o POVO NÃO PENSA QUE DIREITOS HUMANOS SÃO SÓ PRA BANDIDO.  Ele sabe que são universais, que valem para as vítimas, que valem para minorias, que valem para maiorias, que valem até pra policiais...

Apenas ironizam vocês que, tão sábios, luminosos e orgulhosos: parecem não saber disso... 

(É, mesmo os mais simples e “distantes da realidade” podem ter algo a te ensinar...)

P.S.:Compre o livro de crônicas aqui

Crux Sacra Sit Mihi Lux / Non Draco Sit Mihi Dux 
Vade Retro Satana / Nunquam Suade Mihi Vana 
Sunt Mala Quae Libas / Ipse Venena Bibas

(Oração de São Bento cuja proteção eu suplico)

 

*       Adriano Alves-Marreiros (Que vem se decepcionando a cada dia...) é cronista, Mestre em Direito e membro do MCI e MP Pró Sociedade. Autor dos libros “2020 D.C. Esquerdistas Culposos e outras Assombrações” e “Hierarquia e Disciplinas são Garantias Constitucionais”.

**       Publicado originalmente no excelente portal Tribuna Diária - https://www.tribunadiaria.com.br/

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 06 Abril 2022

Alex Pipkin, PhD

Há dois “mundos” por assim dizer. O mundo da política e o mundo dos negócios, da seara empresarial. É assim desde que o mundo é mundo.
Evidente que são duas realidades distintas, mas enormemente interdependentes.

O que talvez seja novidade é a forma e a proporção como atualmente os agentes estatais inibem e destroem a riqueza criada pelos indivíduos e pelas empresas.

Líderes empresariais, parece-me, são os verdadeiros heróis por lutarem e sobreviverem em um ambiente de negócios fechado, burocratizado e desfavorável em nível tributário e logístico, por exemplo.

Não me refiro aos “empresários” alinhados com as autoridades estatais a fim de manipularem no antigo e sempre “moderno” compadrio da terra verde-amarela e do imoral “rent-seeking”.

Lógico que no contexto empresarial às decisões são tomadas dentro da perspectiva custo-benefícios, só desta maneira é possível permanecer sadio nos mercados.

Mesmo com a volatilidade, a incerteza, a complexidade e a ambiguidade existentes nos ambientes competitivos, os riscos são mais previsíveis do que na esfera política. Basicamente, os “parceiros de negócios” são bem definidos e muito mais fiéis do que no tabuleiro do jogo e das apostas políticas.

Na política, objetivamente, é preciso estabelecer uma base de aliados dispostos a atuarem conjuntamente pelas mesmas pautas e, justamente por isso, as relações com tais partidários são mais “ramificadas” e complexas, agregando assim maiores riscos aos relacionamentos.

De maneira mais ampla, os agentes estatais lidam com um número maior de “consumidores”, e de elementos e variáveis desconhecidas.

Em circunstâncias cada vez mais competitivas, os profissionais nos mercados necessitam buscar e adquirir novas habilidades e competências para enfrentarem - e vencerem - os velhos e os novos desafios empresariais.

Empresas e empresários erram e/ou são suplantados por seus competidores, arcando com os prejuízos e procurando um reposicionamento nos mercados.

Na esfera política, são outras credenciais que ainda contam prioritariamente, e tanto às pessoas quanto as políticas podem ser incentivadas ou sabotadas por razões muito distantes da eficácia e do genuíno interesse público.

Claro que no meio empresarial há uma série de negociações e de manobras de negócios, mas essas tendem a ser focadas para o bem do empreendimento. Executivos operam diariamente diante das dificuldades, das incertezas e dos riscos atuais, e, apesar dos pesares, fazem seus negócios produzirem soluções que os clientes e os consumidores precisam e dão maior valor.

Ao mesmo tempo, na esfera política, passam longe as inquietações com questões de verdadeiro bem-estar social, de maior produtividade, de geração de emprego, de renda, de inovações e de criação legítima de riqueza para todos.

Num Congresso que se vê refém de uma Suprema Corte totalmente desmoralizada, por rasgar à Constituição a todo o momento, parlamentares aprovam um Fundo eleitoral imoral, obsceno, totalmente desligado do momento e dos reais anseios da sociedade. A pior Corte de todos os tempos, nitidamente política e tendenciosa, julga e protege seus camaradas, ceifa a sagrada liberdade individual, aciona decisões comprovadamente inconstitucionais - segundo especialistas -, e legisla por meio de um franco e bárbaro ativismo judicial.

Todos eles não arcam com as consequências de suas esdrúxulas decisões e somente estão preocupados em se manter no poder e/ou com as suas próprias reeleições.

Há muito pouco de produtivo pelas bandas de Brasília, pelo menos é o que se vê, se lê e se escuta, e a chances dessa engrenagem sem óleo e enferrujada ser transformada para melhor é próxima de zero.

Quase sempre que um resquício da mentalidade empresarial e/ou de pessoas bem-intencionadas é colocado por lá, os donos do poder e o “sistema” encontram um meio de jogá-lo para bem longe.

Trivialmente, porém, embora opere a irracionalidade racional (crenças) do eleitor, a única forma de tentar alterar esse fatídico “status quo” dá-se pelo voto.

Mesmo com o baixo nível cultural e o discernimento do brasileiro médio ofuscado pela “grande” mídia brasileira, já se vê fortes sinais de esgotamento da “inteligência” e da paciência popular.

Tomara que as bravatas, as falas e os acenos emocionais e impetuosos dos políticos, não sejam protagonistas para o voto dos cidadãos.
O voto consciente nos parlamentares é tão ou mais importante do que na própria presidência.

Pois a esperança continua sendo a última que morre.

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  • Roberto Motta
  • 05 Abril 2022

Roberto Motta

 

Nota do editor: O texto a seguir é da autoria do engenheiro Roberto Motta e foi publicado na sua página do Facebook. Tomei a liberdade de atribuir um título que me pareceu apropriado ao texto.

No Brasil o Sistema de Justiça Criminal está sob ataque desde 1984, quando foi promulgada a versão mais recente da legislação penal.

A motivação do ataque é ideológica e política.

Ideológica porque faz parte da chamada guerra cultural – a estratégia de tomada do poder através da cultura e da infiltração dos organismos do Estado, definida por Gramsci, após ter sido revelado o imenso fracasso do experimento soviético.

Glorificação do criminoso, demonização da polícia e divulgação de ideias como “abolição das prisões” e “descriminalização do tráfico de drogas” são parte central da estratégia Gramsciana.

No Brasil, essa estratégia foi reforçada com a adoção da doutrina do “garantismo penal”, criada pelo italiano Luigi Ferrajoli – um conjunto de ideias sem fundamento lógico ou moral, que coloca o criminoso como vítima da sociedade e foco da atenção e cuidados do Estado, alguém que merece acolhimento e indenização, jamais punição.

Essa doutrina é dogma na maioria de nossas escolas de direito.

O ataque à justiça criminal é também político, pois permite a perpetuação no poder de indivíduos e grupos corruptos, com garantia de impunidade.

Foi isso o que fez do Brasil o campeão de homicídios do planeta: já chegamos a ter 65 mil assassinatos por ano. Nos últimos 20 anos, mais de um milhão de brasileiros foram assassinados. Em média, apenas 5% desses crimes resultam em condenação.

É por isso que quase todos os brasileiros já foram assaltados: são registrados em delegacias quase 2 milhões de assaltos por ano só nas capitais, dos quais apenas 2% são solucionados.

Com a chegada de uma pandemia global, essa situação de fragilidade institucional ganhou um agravante: o desrespeito, por parte de alguns juízes, governadores e prefeitos, das garantias aos direitos naturais – direito de ir e vir, direito à propriedade e direito à livre expressão, dentre outros.

Em determinados estados e municípios, a polícia foi usada contra cidadãos de bem para coibir o exercício de direitos invioláveis, garantidos no texto constitucional.

O mesmo sistema de justiça criminal que foi alterado ao longo dos anos para promover a impunidade dos criminosos, é agora usado contra o cidadão comum.

O toque final foi a soltura de um número estimado em mais de 60 mil criminosos presos em todo o país, sob a alegação de que isso os protegeria da pandemia.

O mesmo sistema de justiça criminal que nunca conseguiu nos proteger, agora se volta contra nós.

Ou, nas palavras de um promotor, meu amigo: quando o verdadeiro crime fica sem punição o Estado acaba criando punição para coisas que não são crimes.

E permitindo que criminosos sejam “descondenados” e concorram ao mais alto cargo da nação.

 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 04 Abril 2022

Gilberto Simões Pires

 

MELHOR PARA O BRASIL

Como estamos nos aproximando da data das ELEIÇÕES 2022 e a lista dos candidatos que pretendem disputar o cargo de presidente do Brasil já está praticamente definida, o que resta aos eleitores é apenas e tão somente a escolha daquele que revela maior capacidade e vontade para fazer muito daquilo que é considerado como MELHOR PARA O PAÍS.

 OLHO NO LEGISLATIVO

Pois, ainda que a escolha do presidente seja por demais importante, uma vez que cabe a ele executar o Plano de Governo proposto e/ou apresentado ao longo da campanha eleitoral, é extremamente importante que os eleitores escolham, com o mesmo propósito, os deputados e senadores que, por sua vez, têm a responsabilidade de viabilizar as propostas enviadas pelo Executivo.

 SÃ CONSCIÊNCIA

Começando pelos candidatos à presidente, por mais que muita gente declare que não gosta de -Jair Bolsonaro- o fato é que, em sã consciência, de todos os nomes que compõem a lista, o atual presidente é, indiscutivelmente, aquele que mostra maior preparo para o cargo. Pelo que tenho ouvido e lido, Bolsonaro é o candidato que defende e propõe, de fato, as reais propostas que podem contribuir para uma substancial melhora da nossa economia e, por consequência, da vida dos brasileiros em geral.

 ITEM - IDEOLOGIA-

O que mais contribui para esta minha afirmação é o item -IDEOLOGIA. Ninguém tem a mínima dúvida de que Jair Bolsonaro é um legítimo político CONSERVADOR que tem como seus principais valores a LIBERDADE E A ORDEM, especialmente a liberdade política e econômica e a ordem social e moral. Mais: em questões econômicas é, indiscutivelmente, o MAIS LIBERAL entre todos os demais candidatos. 

 MODALIDADES ECONÔMICAS

Ora, se levarmos em conta, por exemplo, que a grande maioria do povo brasileiro fica extremamente feliz quando o Brasil se destaca em alguma MODALIDADE ESPORTIVA, certamente ficará ainda mais contente quando perceber que passamos a ser vistos como vencedores nas mais variadas MODALIDADES ECONÔMICAS E SOCIAIS. Gostando ou não do Bolsonaro, o fato é que o Brasil já está sendo muito bem-visto no mundo todo pelos avanços colhidos nesses últimos três anos e meio.

LOURENÇO CASTELLAN - UM GRANDE LÍDER

Ao finalizar este editorial me associo à FAMÍLIA CASTELLAN no sincero pesar pelo falecimento do fundador e Presidente Emérito da Florense, Lourenço Darcy Castellan, ocorrido ontem, 03. O meu estreito e fraternal relacionamento com Gelson Castellan e Mateus Corradi, me deixam entristecido com o passamento do grande líder Lourenço. Uma perda e tanto.

 

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  • Roger L. Simon
  • 03 Abril 2022

 

Roger L. Simon

 

Lembra da Rainha Má no clássico animado da Disney “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937)? “Espelho, espelho, na parede...” e tudo mais. Ela era bem assustadora.

Mas não tão assustador quanto o que a Disney está fazendo hoje.

É difícil conceber o quão distorcido e imoral o Disney Studios – onde uma vez trabalhei em dois longas-metragens – se tornou, mas vou deixar o estimado Chris Rufo do City Journal explicar o que aconteceu em uma das reuniões da empresa, apelidada de “Reimagine Tomorrow Conversation Series”.

“Em uma apresentação em destaque na reunião, a produtora executiva Latoya Raveneau expôs a ideologia da Disney em termos contundentes. Ela disse que sua equipe estava implementando uma “agenda gay nada secreta” e regularmente “adicionando queerness” à programação infantil. Outro palestrante, o coordenador de produção Allen Martsch, disse que sua equipe criou um 'rastreador' para garantir que eles estejam criando 'personagens trans canônicos, personagens assexuais canônicos e personagens bissexuais canônicos' suficientes. muitos, muitos, muitos personagens LGBTQIA em nossas histórias e reafirmou a promessa da empresa de tornar pelo menos 50% de seus personagens na tela minorias sexuais e raciais”.

Ah, bom. E para que você não pense que os parques temáticos serão poupados, termos obscuros e discriminatórios como “senhoras”, “cavalheiros”, “meninos” e “meninas” devem ser eliminados em favor de excursões familiares a Anaheim e Orlando “mágicas e memoráveis para todos”, evidentemente incluindo transexuais de 4 anos.

Pode-se imaginar – “reimagine o amanhã”, em seu jargão – que a procissão noturna de Mickey, Minnie e Pateta, e outros, que tradicionalmente terminavam uma noite na Disneylândia, agora se assemelhará à Parada do Orgulho Gay anual em West Hollywood ou mesmo a Fulton Street Fair, que é o destaque da “Leather Pride Week” de São Francisco.

O que está acontecendo aqui – além da destruição da civilização ocidental como a conhecíamos, fermentada por uma quantidade bastante significativa de abuso infantil doentio?

Bem, parte disso é evidentemente raiva contra o novo projeto de lei de direitos dos pais na educação, do governador da Flórida Ron DeSantis, que é chamado de “Lei Anti-Gay” pelo coral morto na mídia convencional (até vi isso em uma manchete da AP supostamente neutra) , embora as palavras “gay” ou “homossexual” não sejam mencionadas nem uma vez no projeto cuja intenção óbvia é que as crianças só aprendam sobre sexualidade de qualquer tipo num modo apropriado à idade.

Podemos acrescentar que, enquanto isso, a educação em nosso país, em geral, é execrável. Nossos filhos podem estar sendo alimentados à força com alguma versão “woke” da sexualidade, mas com certeza não estão aprendendo muito sobre leitura e matemática.

Escolas em todos os lugares estão desistindo dos SATs. Eles também podem. Os testes já foram simplificados e reajustados significativamente cerca de 20 anos atrás, quando a pontuação média, que deveria ser de 500, caiu para 400.

Quanto à Disney, é importante lembrar que esta não é apenas uma coleção pontual de "wokes" aproveitando seu mínimo poder em uma reunião secreta (cujo conteúdo só é conhecido por causa de um vazamento, obviamente por medo de que seja descoberto e as pessoas parem de frequentar suas ofertas).

A Walt Disney Co. é, ao lado da Comcast, a maior empresa de entretenimento e comunicação do mundo. Eles possuem não apenas Walt Disney Studios, mas também Walt Disney Animation Studios, Pixar, Marvel Studios, Lucasfilm, 20th Century Studios, 20th Century Animation e Searchlight Pictures.

Além disso, da Wikipedia:

“As outras principais unidades de negócios da Disney incluem divisões em televisão, transmissão, mídia de streaming, resorts de parques temáticos, produtos de consumo, publicações e operações internacionais. Por meio desses vários segmentos, a Disney é proprietária e opera a rede de transmissão ABC; redes de televisão a cabo como Disney Channel, ESPN, Freeform, FX e National Geographic; divisões de publicação, merchandising, música e teatro; serviços de streaming direto ao consumidor, como Disney+, Star+, ESPN+, Hulu e Hotstar; e Disney Parks, Experiences and Products, um grupo de 14 parques temáticos, hotéis resort e linhas de cruzeiro em todo o mundo”.

Portanto, essa conversa na “Reimagine Tomorrow Conversation Series” tem ramificações para praticamente todos os cidadãos do planeta Terra, mais cedo ou mais tarde.

Só podemos esperar que seu conteúdo seja amplamente divulgado porque a maioria dos pais, podemos supor, ficaria chocada. A menos que a empresa seja verdadeiramente autodestrutiva, ela terá que parar.

Também nos perguntamos o que Xi Jinping pensa de tudo isso, se ele pensa, neste momento. (Existem Disneylândias em Xangai e Hong Kong.) Ele provavelmente já está rindo de toda essa bobagem acordada, assim como, sem dúvida, Vladimir Putin. Se alguma vez houve um sinal de fraqueza americana, é isso.

E, finalmente, nos perguntamos o que o velho Walt pensaria. Ele tinha seus problemas, como sabemos. Mas ele era criativo e original, muito mais criativo do que esses idiotas acordados. Eles não poderiam produzir um filme no nível de “Branca de Neve e os Sete Anões” ou, por falar nisso, escrever uma música tão otimista e bonita quanto “When You Wish Upon a Star” para salvar o que você sabe.

Na verdade, o que eles estão fazendo, o estrago que estão causando, pode ser motivado pela inveja daquela incrível arte de Hollywood e Disney que era.

As opiniões expressas neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente as opiniões do Epoch Times.

*         Publicado em Epoch Times em 1º de abril de 2022 Atualizado: 3 de abril de 2022

Roger L. Simon é um romancista premiado, roteirista indicado ao Oscar, cofundador da PJMedia e agora editor-geral do Epoch Times. Seus livros mais recentes são “The GOAT” (ficção) e “I Know Best: How Moral Narcissism Is Destroying Our Republic, If It Hasn’t already” (não-ficção). Ele pode ser encontrado no GETTR e Parler @rogerlsimon.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 31 Março 2022

Gilberto Simões Pires

 

Ontem, para alegria e enorme satisfação da maioria do povo brasileiro, o corajoso deputado Daniel Silveira resolveu, enfim, (no meu entender com muito atraso) enfrentar o MAU MINISTRO do STF, Alexandre de Moraes, ao declarar -alto e bom tom-, que não vai usar tornozeleira eletrônica, como havia determinado o DITADOR DE TOGA. Na sua avaliação, baseado no que está claramente escrito na Constituição, cabe aos parlamentares decidir sobre a restrição de liberdade de seus pares.

ATITUDE MUITO FESTEJADA

 

Ainda que -tardia- a atitude assumida pelo deputado Daniel Silveira, o fato é que a decisão que tomou está sendo muito festejada Brasil afora. Das inúmeras mensagens que recebi, assim como, daquelas que li nas redes sociais, vejo que já apareceu uma ponta de esperança de que mais políticos resolvam dar andamento no processo de afastamento definitivo do péssimo ministro Alexandre de Moraes.

SUBSTITUIR TODOS OS MINISTROS

 

Mais: faço votos de que a coragem demonstrada pelo deputado Silveira atinja em cheio os cérebros da maioria dos parlamentares, fazendo com que entendam de uma vez por todas o quanto fará bem para o Brasil, e por consequência, para todos os brasileiros, substituir todos os 11 ministros da Suprema Corte.

REPRESENTANTE TAMBÉM É PRESO

Vale lembrar, à exaustão, que quando um ou mais ministros do STF resolvem prender um deputado ou senador, notadamente quando a prisão é descabida, na real quem está sendo preso são todos aqueles que elegeram o parlamentar. Até porque o voto é uma procuração conferida pelo eleitor para alguém que irá REPRESENTÁ-LO no Poder Legislativo com a tarefa de analisar, debater, aprovar ou recusar as propostas enviadas pelo Poder Executivo. Assim, quando o STF resolve prender um deputado ou um senador, quem perde a liberdade é o ELEITOR.

CORAÇÕES E MENTES

 

De novo: tomara que a coragem e a determinação do deputado Daniel Silveira atinjam em cheio os corações e mentes de todos os brasileiros e o impacto seja capaz de remover os obstáculos que fazem do nosso empobrecido Brasil um país brutalmente dominado por DITADORES -IDEOLÓGICOS- DE TOGA. Aleluia!

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