Ubiratan Iorio
(Artigo transcrito diretamente de um vídeo curto que postei no Instagram em 24/01/2021, daí o seu tom coloquial)
Uma economia de mercado, ou seja, uma economia livre, exatamente como a que os liberais - não só os da Escola Austríaca, mas liberais em geral, desde os liberais clássicos - defendem, é necessariamente regida por normais de justa conduta, que constituem o que diversos autores chamavam de lei.
Vou apenas mencionar dois desses autores. Um é o economista e advogado francês Claude-Frédéric Bastiat, que viveu pouco. Ele nasceu em 1801 e faleceu em 1850, na noite de Natal. Bastiat foi um gênio da comunicação como talvez, nem mesmo Milton Friedman, que também tinha um extraordinário poder de comunicação. Bastiat, a meu ver, foi insuperável na arte difícil de saber como se comunicar com pessoas que não são economistas e nem versadas em leis. Influenciado pelo liberalismo clássico de Adam Smith e de Jean Baptiste Say, entre outros, deixou um legado precioso, que veio a influenciar depois de sua morte, aliás, bem depois da sua morte, expoentes da escola Austríaca, como o próprio Mises, Murray Rothbard, Walter Williams, Walter Block , Thomas Sowell e outros. Escrevia de uma maneira simples, popular, não eram trabalhos acadêmicos, eram panfletos. Um desses panfletos, que aconselho todos a lerem, chama-se simplesmente A lei.
E o outro economista a que eu me referi que estudou profundamente essa relação da economia e direito foi Hayek. Recomendo para quem quiser se aprofundar um pouco a leitura pelo menos de The Constitution of Liberty (A Constituição da Liberdade), seu ultimo livro, The Fatal Conceit (A Pretensão Fatal) e, além disso, a famosa trilogia Law, Legislation and Liberty (Lei, Legislação e Liberdade).
Condensando o pensamento desses dois, como já mencionado no início, uma economia de mercado precisa reger-se por normas de justa conduta. Essas normas necessariamente precisam ser gerais, abstratas e prospectivas, ou seja, elas não podem valer para o passado só posteriormente a sua promulgação é que elas devem passar a valer. E essas normas de justa conduta, definidas dessa forma, normas simples, concisas, devem muito mais negar o que as pessoas podem fazer do que as obrigar a fazer qualquer coisa. Devem impor-se pela sua autoridade moral, considerando que as pessoas vivem em sociedade, ou seja, Hayek chamava atenção para a importância em uma economia de mercado do que ele chamava de autoridade da lei, em que esta se impõe por sua autoridade moral, por ser considerada justa, de acordo com usos, costumes e tradições da sociedade.
Em contraposição, temos aquilo que chamava simplesmente de legislação, que podemos imaginar como comandos, ordens, imposições para que as pessoas façam determinadas coisas. Tais comandos não são baseados em usos costumes e tradições, ou seja, no chamado direito consuetudinário, mas na simples vontade do legislador.
Se imaginarmos dois casos opostos de organização social, como Hayek, dois tipos de sociedade, bem radicais, a primeira inteiramente controlada pelo Estado, tanto na parte política, como na economia. Essa sociedade vai precisar de controles, de ordens, de imposições. Por exemplo, para estabelecer um tabelamento ou congelamento de preços vai ser necessário que exista um órgão do Estado encarregado de cometer esse grave delito contra a economia de mercado. Uma economia intervencionista funciona também com normas só que essas normas têm caráter positivo, são comandos, são ordens, do tipo direita volver, ordinário marche, use cinto de segurança se não eu te prendo, você vai ter que ficar em casa, se não vai sofrer sansões.
Em contrapartida, uma economia de mercado, para funcionar como tal, não precisa e não pode ter controles. Falando do ponto de vista de uma economia inteiramente livre de mercado, algo que nunca existiu e que provavelmente nunca vai existir. Então para uma economia livre, uma economia de mercado precisa também de leis, assim como uma economia dirigida, só que a economia livre não precisa de controles, de ordens, de comandos, de imposições, mas de normas gerais de justa conduta.
E quanto à terceira via?
Se pensarmos em combinar essas normas de justa conduta na sociedade com uma economia intervencionista, um sistema misto, na definição de Mises e de Hayek, uma terceira via, veremos que esse sistema não se manterá por muito tempo. Uma economia intervencionista não pode existir se a sociedade for regida por leis, na definição do Hayek, por normas, apenas por normas de justa conduta. Ela vai precisar de comandos, de legislação. Então esse sistema de uma economia intervencionista regido por uma legislação, que muitos exageram e chamam de Estado Democrático de Direito, não é, segundo Mises, Hayek e tantos outros, viável no longo prazo, porque vai chegar uma hora em que o intervencionismo na economia vai exigir comandos, então o sistema da lei vai ter que passar para o sistema de legislação, para usar a linguagem do Hayek. E, na outra ponta, uma economia de mercado, uma economia livre, não pode ser regida por legislação, por comandos, simplesmente porque se ela é livre, não pode ser comandada, pois precisa apenas de normas gerais de justa conduta.
É por isso, quando alguns libertários falam que a aplicação de qualquer lei em uma atividade econômica é um intervencionismo descabido no sistema econômico e que liberais não deveriam defender esse tipo intromissão, essas pessoas precisam voltar aos primórdios e começarem estudar o liberalismo clássico e a própria Escola Austríaca, e não se fixarem apenas na leitura de romancistas defensores da economia de mercado, mas sem conhecimentos de economia, como Ayn Rand, autora que também admiro, mas sabendo que romance é romance e uma obra acadêmica é uma obra acadêmica.
Uma outra questão importante é: quem vai aplicar a lei?
Num mundo ideal libertário encontrado dentro dos livros, há até exposições excelentes, teoricamente. Nesse mundo, não precisa ser necessariamente o Estado que vai aplicar a lei, pode ser qualquer outro ente, inclusive privado. Mas no mundo real, esse em que vivemos, infelizmente, é o Estado que cuida dessas coisas, por mais que a gente não goste dele, por mais que a gente o considere como nosso “inimigo”: o Estado é meu inimigo, mas ele existe, ele está ai.
Finalizo mostrando esse folhetim. The Constitucion of United States. São sete artigos apenas que, nessa edição em que as páginas são pequenas, exigiram somente dezesseis páginas. Em 234 anos, mais ou menos (considerando que foi promulgada em 1787), recebeu apenas 27 emendas. Isso aqui é um exemplo de lei no sentido de Hayek. Você não precisa escrever um dicionário que precisa ficar folheando como a constituição brasileira de 1988. É uma diferença fundamental.
A verdadeira lei, aquela que necessariamente está atrelada à justiça, não precisa de espaço, mas de autoridade moral.
* Ubiratan Iorio é economista, professor e escritor.
** Publicado originalmente em ubirataniorio.org, em 05/04/2021
Francisco Ferraz, em Política para Políticos
A política é sempre surpreendente. Nela as certezas costumam ser abaladas pelo imprevisível e as previsões frustradas pelos fatos não antecipados. Este foi o caso do discurso de Lincoln em Gettysburg.
É um discurso breve, no qual cada palavra escolhida preenche a sua função, para compor uma peça singular, que combina força com serenidade e sobriedade com esperança.
Este discurso extrapolou os limites da história americana, para constituir-se num dos marcos da história universal da luta pela liberdade. O discurso, instantaneamente célebre, tornou-se um dos mais citados de todos os tempos. Não obstante sua duração de 3 minutos...!
Mas tudo parecia conspirar para o discurso sair mal.
Para começar, Lincoln não deveria ter ido à cerimônia, Com o filho doente, sua mulher, num surto de histeria, exigia que ele ficasse em casa. Além disso, os organizadores do evento não estavam nem um pouco desejosos que Lincoln comparecesse, tanto que ele nem constava da lista dos oradores.
Concluída sua fala, Lincoln, decepcionado, comentou que o discurso tinha sido um rotundo fracasso.
O discurso
“Há 87 anos atrás, nossos pais criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.
Agora estamos em plena guerra civil, sendo testados, se aquela nação, ou qualquer outra assim concebida e assim dedicada, é capaz de resistir e sobreviver.
Nós nos encontramos num dos grandes campos de batalha daquela guerra. Aqui estamos para dedicar uma parte deste campo como o repouso final daqueles que aqui deram a sua vida para que aquela nação possa sobreviver. (...)
O mundo não dará muita atenção, nem lembrará por muito tempo o que dissermos aqui hoje. Mas o mundo nunca esquecerá o que eles fizeram neste campo.
Somos nós, os que estamos vivos, que devemos dedicar-nos ao compromisso de completar a grande obra não concluída, que aqueles que aqui lutaram, com tanta nobreza fizeram avançar.
Somos nós que devemos dedicar-nos à grande tarefa que ainda está diante de nós, de que estamos resolvidos a não permitir que estes mortos tenham morrido em vão, e de garantir que esta nação sob Deus possa ter um novo nascimento de liberdade, e de que aquele governo do povo, pelo povo, e para o povo não desapareça da face da terra.”
* Francisco Ferraz é Professor de Ciência Política e Ex-Reitor da Ufrgs, Pós-Graduado em Princeton, É diretor do site politicaparapoliticos.com.br
Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
GOLEADA
Ontem, 15, o STF mostrou, através do MAIS DO MESMO, que não brinca em serviço. Ao contrário, para mostrar o quanto são gratos e/ou devem favores inconfessáveis aos CARTOLAS que os indicaram para formar o DEPARTAMENTO DE ARBITRAGEM, o time entrou em campo e, com muita galhardia, além de apitar o jogo, ainda marcou 8 GOLS DE PLACA, quantidade está bem acima do necessário para que o grande líder do Clube, agora com a alcunha de ANJO LULA, possa disputar qualquer eleição no nosso empobrecido Brasil.
MENSAGEM CLARA
Que a vitória era pra lá de esperada, isto ninguém tem qualquer dúvida. Entretanto, a GOLEADA (8 x 3) soou como uma mensagem do DEPARTAMENTO DE ARBITRAGEM aos BRASILEIROS DO BEM, cujo time vem empilhando, dia após dia, DERROTAS EM CIMA DE DERROTAS. A mensagem deixa bem claro que pouco importa quem serão os candidatos ao cargo de Presidente da República em 2022, pois a vitória já está garantida, independente da vontade e dos votos contrários dos ingênuos, despreparados e covardes eleitores.
TIME INVENCÍVEL
Ou seja, o TIME DOS ÁRBITROS foi montado com triplo propósito: JOGAR, APITAR E JULGAR quem tem condições de disputar os torneios e campeonatos. Em palavras colocadas de forma muito nítida, o fato que estamos diante de um TIME MUITO PODEROSO, do tipo simplesmente INVENCÍVEL e que sabe, por antecipação, qual será o escore (sempre a seu favor) de cada jogo.
A VELHA INDIGNAÇÃO
Ora, quem foi educado para ser PLATEIA, mesmo sabendo que torce para um time que inapelavelmente será sempre DERROTADO, pouco importando o fato de que jogou dentro do que manda o regulamento (CF), só resta manifestar a velha INDIGNAÇÃO, que não passa dos costumeiros GRITOS DIZENDO QUE FOI E/OU ESTÁ SENDO ROUBADO. Nada mais do que isso, infelizmente. Não sei se Lula será candidato a presidente em 2022, mas estou pra lá de convencido de que o vencedor do pleito será aquele que o STF vier a apoiar. De novo, para que nenhum leitor diga que sou ingênuo: esta dúvida eu não tenho!
O BRASIL DO STF JÁ DESISTIU DE MIM
O que mais me deixa preocupado é que nem mesmo a destruição, recheada de muita corrupção, patrocinada pelo PT e seus aliados, tem se mostrado suficiente e capaz de afugentar a ideologia socialista/comunista que imperou, com vigor, no nosso imenso e empobrecido Brasil nos últimos 30 anos. Mais: mesmo que a maioria dos eleitores se manifeste, de forma DEMOCRÁTICA, no sentido de derrotar os representantes do ATRASO, o time do STF, através de reconhecidas decisões consideradas INJUSTAS, entra em campo sempre com o propósito de acabar com os desejos da maioria. Gente, eu quero desistir do BRASIL, mas é inegável que o BRASIL DO STF já desistiu de mim faz tempo.
Cary Solomon e Chuck Konzelman
Sim, há alguns de nós, produtores de cinema, uma expressão que não só se assemelha a demência nestes tempos como tambem um anátema para a maioria de nossos colegas.
O que nos traz a seguinte questão: por que e o que fazemos? Afinal , nós sabemos como fazer dinheiro nesse negócio, nós sabemos como escrever, nos sabemos como propor e como produzir e dirigir filmes de qualidade. Sendo assim, porque sustentar valores e crenças tão desprezados em nossa cidade (Holywood)? Pior que isso, porque ser dedicado a produzir filmes que refletem tais valores e crenças?
Há uma simples resposta : porque o cinema importa e agora mais do que nunca.
Como é de conhecimento geral, Hollywood vem sofrendo pesadamente o impacto do Covid- 19. Recentemente, equipes de produção de filmes e TV voltaram ao trabalho, mas os cinemas (salas de projeção) mal conseguem se manter à tona. O que resta a saber sobre a indústria do cinema é como será a normalidade dessa indústria após o Covid. Que tipo de estórias visuais vão emergir dos frangalhos deixados pela pandemia. Será o mesmo de antes? Ou ainda mais à esquerda do que agora? Ou seria demais esperar por novos brotos de inspiração de olhos limpos? Talvez até mesmo a mudança em curso motivada pelo isolamento e todo o tempo para pensar e ousar imaginar maravilhas.
Ha precedentes para tal esperança:
Em 1606 a peste bubônica varreu Londres. Os seus imensos e populares teatros foram fechados totalmente, mas dessa devastação surgiram os trabalhos de William Shakespeare tais como: Rei Lear, "Macbeth" e "Antonio e Cleopatra".
Sessenta anos depois, a chamada Peste Negra voltou a paralisar a Inglaterra e durante essa pandemia um estudante da Universidade de Cambridge chamado Isaac Newton saiu da cidade e se refugiou na casa de campo de sua família . Sabiamente, ele se desligou das aulas de seus professores e antes que o ano terminasse ele havia desenvolvido o calculo avançado, a ótica e a teoria da gravidade.
Coloque esses fatos dentro do contexto de um mundo com cerca de 8 bilhões de habitantes e ...quem sabe, um gênio ou dois por ai , se preparando para nos encher de espanto e encantamento com suas criações.
" A resposta a todas estas questões é o dinheiro," como dito pelo âncora da TV Don Ohlmeyer ao repórter Torn Kornheiser do Washington Post.
O inigualável Ohlmeyer que morreu em 2017, com certeza nao reconheceria o cenário da mídia e do cinema que se seguiram. Porque naquele mesmo ano Donald John Trump tomou posse como o 45 ? presidente dos USA – um divisor de águas na historia do país , uma imensa barreira se ergueu pela metade do país, o que fez paralizar por um momento pelo menos, o que a esquerda acreditava ser sua inexorável marcha em direção à total recriação em sua própria imagem, da cultura Americana.
Trump, contra todas as previsões eleitorais e os tumultuados 4 anos que se seguiram , atingiu a esquerda radical como um ataque nuclear. Isso foi uma guerra. Integridade foi abandonada, condescendência foi atingida e fúria e ódio aos conservadores e Cristãos atingiram massa crítica.
E então veio o Coronavírus, pandemia e lockdowns. A esquerda tomou para dentro de seu coração o infame axioma de Rahm Emanuel, ("nunca desperdice uma crise séria") e se aproveitou de uma circunstância trágica para consolidar seus monopólios nas noticias , mídia, mídia social e entretenimento , para saquear e reorientar a eleição de 2020 e fechar , ou mesmo calar , toda e qualquer voz de oposição na cultura.
Assim, hoje em Hollywood, como nos últimos quatro anos, dinheiro não é mais a resposta para nossas questões. É de fato um fator mas ocupa um distante segundo lugar atrás da ideologia.
Prova está no nosso último filme, "Unplanned" lançado em 2019. A verdadeira conversão de Abby Johnson e sua passada dedicação como diretora das clínicas Planned Parenthood, para superstar ativista pelos não nascidos, é um filme que quisemos fazer por anos. Finalmente conseguimos amealhar os US$6,000,000 necessários para montar um elenco e equipe querendo partir para o sacrifício pessoal e profissional para contar essa comovente historia..
Unplanned não foi um simples filme cristão sobre fé, a esquerda aparentemente não quer se dar conta de tantos outros que não foram feitos simplesmente por que não faziam coro à narrativa reinante .
A historia de Abby por outro lado retirou a mascara cirurgica da esquerda e seu sacrosanto ABORTO.
Mas eles não tentaram simplesmente parar nosso filme com demonstrações organizadas, ou palestras sem fim em talk shows, como fizeram com a Paixão de Cristo em 2004. A mídia social nem sequer existia naquela época, nem mesmo celulares e smartphones e seus esforços para parar a obra prima de Mel Gibson somente ajudou a render a bagatela de US$600,000,000 de receita bruta de bilheteria do mundo todo. Até hoje ainda é o mais rentável filme classificado como só para adultos, com receita bruta de bilheteria doméstica de US$370,000,000.
Mas hoje, o método é gradual, pérfido, invisível e tecnologicamente sofisticado. Ele segue assim se recusa a mencionar qualquer coisa ou fato na superfície ou na mídia, fingindo que o filme não existe, e ao mesmo tempo bloqueando sua reprodução e manipulando resultados de busca, colocando marcas e/ou suspendendo contas, usando artimanhas para criar uma negatividade viral e intimidando veículos de comunicação para impedir impressão ou mídia eletrônica a não citar nenhum tipo de propaganda..
Para fazer uma longa historia curta, as ofensas veiculadas pela alta tecnologia e a mídia social contra " Unplanned " foram suficientes para nos convidarem a testemunhar junto ao Senado no sub comitê que investiga o movimento pela supressão do pensamento conservador. Percebe a ironia! Depois de 75 anos das investigações anti Americanas (Mackartismo) da Câmara, viraram de cabeça para baixo e hoje são os conservadores que estão sendo retirados da opinião pública. Mas desta vez Hollywood não sai em defesa de ninguém por serem eles quem aplaudem a caça às bruxas.
Apesar de todo o esforço contra, Unplanned já registra uma receita bruta de US$20,000,000 e teria sido muito mais se o filme tivesse tido uma vida de liberdade. E depois do filme ter saído de cartaz nos cinemas, Netflix recusou-se a tê-lo em sua plataforma. Amazon Prime o aceitou desde que aceitassem um royalty de um centavo por hora de apresentação, mesmo assim, nos primeiros noventa dias, foi visto por mais de um milhao de vezes *.
Mas no caso em que voce pense que eles estão chorando sobre nossas conquistas sobre tudo isso, repense o assunto. De um passo atrás a tudo o que esta acontecendo e voce verá que há boas notícias. O fato é que a esquerda contava como líquido e certo que prevaleceria na opinião pública, eles não precisariam fazer uso de seu enorme poder para silenciar Cristãos e conservadores. Mas eles sabem muito bem que seus ideais e objetivos, quando explicados e expostos, deixam horrorizados os Americanos de boa consciência e crença no que há de bom em seu país.
É essa realidade que nos mantém motivados por todos os dias e todas as horas. Nós e outros em Hollywood, usando do que sobrou da mídia e mídia social, continuamos a lutar a boa luta , acreditando nos planos de Deus Nosso Senhor para a humanidade e fazendo nossa parte no sentido de trazer luz e verdade aos nossos amigos e compatriotas através do poder do cinema. Esperamos poder falar mais sobre esse assunto em futuras colunas.
Por agora deixamos vocês com algo mais. Abraham Lincoln disse durante a guerra civil quando perguntado se Deus Nosso Senhor estava do seu lado naquela situação:
"Eu nao me preocupo em saber se O Senhor esta do nosso lado. Minha maior preocupação é estar do lado de Deus, porque Deus esta sempre certo".
* Cary Solomon e Chuck Konzelman têm escrito e produzido filmes por mais de 30 anos, tendo trabalhado para a Warner Brothers, Paramount, Sony-Columbia e 20th Century Fox.
** Publicado na edição de 2 de abril do Epoch Times
*** Tradução de Jorge Abeid
Gilberto Simões Pires
FESTIVAIS
Os FESTIVAIS, em geral, são eventos que têm data definida para iniciar e terminar. No nosso imenso Brasil temos grandes FESTIVAIS que atraem milhares de turistas do mundo todo, como, por exemplo, o Carnaval (Rio, São Paulo, Salvador, Recife...), a Oktoberfest (Blumenau), o Círio de Nazaré (Belém), o Peão de Barretos e muitos outros. Infelizmente, por força da Pandemia de Covid-19, as duas últimas edições de todos os FESTIVAIS que fazem parte do nosso vasto calendário de eventos foram suspensas, com prejuízos enormes para idealizadores, organizadores e participantes.
CELSO DE MELLO
Entretanto, o que chama muito a atenção é que no nosso imenso Brasil a PANDEMIA deixou livre, solta e totalmente permitida a realização de todos os tipos de FESTIVAIS que têm como objetivo o enaltecimento da mais pura ESTUPIDEZ. Sem obedecer qualquer ordem cronológica de EVENTOS que se notabilizam pela mais FRANCA ESTUPIDEZ , vejam, por exemplo, que na semana passada, em texto enviado por WhatsApp, o ex-ministro do STF, Celso de Mello, classificou como GESTO INSENSATO e de REPULSIVO E HORRENDO GRITO NECRÓFILO a recusa do presidente Jair Bolsonaro de decretar um LOCKDOWN NACIONAL por conta da pandemia da Covid-19. Mais: o gesto do presidente é "próprio de quem não possui o atributo virtuoso do "statesmanship"(estadista).
MARCO AURÉLIO MELLO
Ontem, 12, como se estivéssemos em pleno CONCURSO para ver quem é capaz de se sair melhor no interminável FESTIVAL DE ESTUPIDEZ o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, afirmou que a fala (áudio) do presidente Jair Bolsonaro em conversa divulgada pelo senador Jorge Kajuru deixam "a todos perplexos". À Folha de São Paulo, o ministro afirmou: "Em tempos estranhos nada surpreende, deixa a todos perplexos."
RECEITA ESTADUAL DE SC
Também ontem, 12, li a notícia informando que a Secretaria da Fazenda de Santa Catarina RESOLVEU não atender o pleito do Sindicato dos Revendedores de Gás (Sinregás-SC), que pedia a REDUÇÃO DA ALÍQUOTA DO ICMS DO GÁS, de 17% para 12%. Alegação que consta no ofício assinado pelo Auditor Fiscal da Receita Estadual de SC, Ênio Queiroz e Silva Lima, diz: - A medida “TERIA EFEITOS TÍMIDOS PARA A REDUÇÃO DO PREÇO DO GÁS. A propósito, segundo o presidente do Sinregás, Jorge Magalhães de Oliveira, a redução da alíquota do ICMS traria uma redução de até R$ 5,00 no botijão de 13kg.Pode?
REPUGNANTE
O mais repugnante é que;
1- o ex-ministro Celso de Mello, diferente de todos os brasileiros, não vê o STF como uma INSTITUIÇÃO INSENSATA e HORRENDA;
2- o ministro Marco Aurélio Mello, também muito diferente do que pensam todos os brasileiros, não vê que a maioria das decisões que toma, assim como o colegiado do STF, nos DEIXAM TOTALMENTE PERPLEXOS; e,
3- o auditor Ênio Queiroz, não aceita que a tal TIMIDEZ que vê nos EFEITOS DA REDUÇÃO DO PREÇO DO GÁS seja pelo lado dos consumidores. Ora, se é tímido para quem paga, o mesmo deveria valer para quem arrecada!
Pois é, meus caros leitores: a PANDEMIA deu uma total liberdade e oportunidade para que o FESTIVAL DE ESTUPIDEZ siga acontecendo por todos os cantos do país. Detalhe: sem data para terminar!
Alex Pipin, PhD
Ontem ouvi mais uma pérola.
Uma “doutora” afirmou que no Brasil atual, “uns se preocupam com a vida, outros com o produto”.
Gratidão, gratidão por termos pessoas tão generosas e guerreiras pela vida humana.
Devo ser mesmo um “negacionista”, pois apesar da Covid-19 ser grave, e ser favorável ao uso de máscaras, ao distanciamento social racional, portanto, contra aglomerações, e aos protocolos de saúde e de segurança, sou totalmente contrário ao fechamento da economia.
Não se trata da burra dicotomia entre vida e saúde física versus economia e empregos (há também o aspecto social) -, uma vez que essas dimensões são inseparáveis no tempo.
Deixo o idealismo de lado para colocar os pés no chão de nossa realidade de país de renda-média baixa, com pobres e miseráveis.
Aliás, quase todos os brasileiros precisam trabalhar para pagarem impostos e sobreviverem.
Importante que se diga que passado mais de um ano da pandemia, a ciência de verdade atesta que as restrições de fechamento econômico não resolvem o problema de saúde, mas acertam em cheio na destruição das vidas econômicas humanas.
Evidente que o clamor humanista vem repleto de medo, pânico, sinalização de virtudes e de moral superior, porém, por muitos, disfarçando o indisfarçável viés ideológico.
Esta é a tática do passado, do presente e, provavelmente, do futuro desses da moral superior.
A meta é a eliminação dos dissidentes. Qualquer um que discorde dos sinalizadores de virtudes, superiores será atacado, perseguido, demitido, e declarado negacionista, bolsonarista, enfim.
Pois tais estratégia e tática são exatamente as mesmas que os fiéis guerreiros sociais progressistas têm e continuarão utilizando para nos censurar, denegrir e calar frente as suas “verdades” em relação ao racismo estrutural e as suas políticas identitárias; óbvio, excluindo a minoria formada pelos judeus.
Essa turma progressista compulsoriamente precisa destruir o passado para controlar o presente e o futuro.
George Orwell escreveu: “Quem controla o passado controla o futuro. Quem controla o presente controla o passado”.
A massa não pensa. Essa é a lógica coletivista.
Confesso que é surreal o que estamos vivendo, e a única forma de tentar fugir desse teatro dos horrores, é mesmo pensar, reflexiva e individualmente, para agir.