• Gerhard Erich Boehme
  • 16/02/2009
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MAIS UMA MENTIRA DO PRESIMENTE LULA - Enviado pelo autor

A primeira vez que voc?ier a mentir e eu acreditar, a culpa ser?ua. A segunda, ser?inha (Theodor Boehme) Recebi por e-mail o artigo, com os coment?os, do Sr. Marcelo Leite, publicado na edi? de 15 de fevereiro de 2009 da Folha de S. Paulo, o qual apresentava o t?lo “Analfabetos em n?os”, onde citava que “Os colchetes inventados para salvar a cara do presidente n?funcionaram” (Sic). Acesse e leia, vale a pena: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1502200906.htm Os coment?os s?muito inteligentes, mas considero este debate, com tais indicadores, desnecess?o, por ser improdutivo, quando muito mostra o despreparo do atual ocupante do Pal?o do Planalto em lidar com o principal problema brasileiro. Mas a incompet?ia dele n?foge a regra, ?eneralizada. Quando algu?mente, est?oubando de algu?o direito de saber a verdade. Quando algu?trapaceia, est?oubando o direito ?usti? (Khaled Hosseini em The Kite Runner - O ca?or de pipas. Tradu? de Maria Helena Rouanet - Editora Nova Fronteira) A quest??ue o brasileiro, assim dito no plural, n?se compromete com o ensino fundamental de qualidade, e desta falta de comprometimento nascem todas as nossas mazelas, as quais os ideologicamente estressados imputam a uma infinidade de entidades reais, virtuais e imagin?as, como a globaliza?, ao imp?o norte-americano ou a algo inexistente como o chamado “neoliberalismo”. Isso quando n?apontam em dire? a uma velha, gorda e feia senhora, cheia de pelos no nariz e no “bigode”, a Dona Zelitte. Ela deve ser mulher de algum sindicalista, seguramente, pois estes nunca esquecem dela. Sempre na rota da desresponsabiliza?. A quest??ue temos que assumir compromissos e atuar na causa raiz de nossos problemas, e n?“poblemas”, n??enhor PresiMente? Pregam a “Cultura da Lombada”, n?atuam na causa raiz dos problemas, e como exemplo temos as pol?cas de cotas que criam privil?os para uma m?ma parcela da popula? que se deixa enganar e ser massa de manobra de pol?cos inescrupulosos, pois a maioria dos pobres, sejam eles negros, mesti?, brancos, polacos ou laranjas, continuar?a ter seu futuro anulado. Outra fal?a ? engana? dos pol?cos, do Governador Serra em especial, com sua pol?ca de progress?ou acelera?, fazendo com que os alunos passem de ano. Mas que na realidade n?aprendem. Mas o que esperar de um governador que pior remunera seus professores e policias? E o que ?nteressante para a vida? - O diploma ou o efetivo aprendizado? Bem, em um pa?de pistol? muitos acham que seja o diploma. Um bando de idiotas e ignorantes. Come?com os pais dos brasileirinhos: Qual a pergunta que fazem aos filhos? - Filho voc?ai passar de ano? O correto seria avaliar se os filhos est?efetivamente aprendendo. Mas qual o pai que faz isso? Quando muito os de origem estrangeira, como os judeus, alem?, japoneses, ... Seguramente, pois a cultura ?utra. H? compromisso e entendimento de que o aprendizado ?undamental para formar o cidad?para a vida, sem que ele seja dependente de quem quer que seja, de forma que ele possa desenvolver seu potencial. O indicador correto seria o analfabetismo funcional. E como podemos medi-lo? Simples, segundo a avalia? se, o brasileiro dito alfabetizado, ?apaz de redigir de pr?o punho como foi o seu dia de ontem e como foram seus gastos, em especial calculando quanto pagou em impostos. O ensino fundamental ? principal entrave ao desenvolvimento dos brasileiros e o brasileiro que n?se compromete com a educa? fundamental ? seu principal inimigo. Devemos entender que ?riorit?o o investimento em sa?p?ca e educa? fundamental, pois s?servi? cuja provis?tamb?deve ser garantida subsidiariamente pelo Estado, apesar de que a melhor solu? provavelmente se encontra no financiamento a cada contribuinte para aquisi? desses servi?, seja diretamente ou atrav?de entidades cooperadas, privadas ou confessionais e n?na presta? direta do servi?pelo Estado, sempre em fiel observ?ia ao princ?o da subsidiariedade. Os gastos estatais nesses setores se justificam porque geram externalidades positivas para a sociedade, que se beneficia de uma popula? educada e sadia, benef?os estes que n?poderiam ser individualmente apropriados por investidores privados. Al?disso, existe um argumento normativo: os gastos nessas ?as reduzem as diferen? de oportunidade dos indiv?os no momento da partida do jogo social, para que a partir da? competi? ocorra baseada nos talentos e m?tos de cada um. Administrar ?plicar conhecimento ?? (Peter Ferdinand Dr?r) Reconhecido no Brasil como pai da administra? moderna e conhecido no mundo todo com o maior guru do management de todos os tempos, o saudoso Peter Druecker escreveu esse livro: Managing in the Next Society, lan?o inicialmente no Jap? chegando em 2003 ao Brasil. No in?o do (des)governo do PresiMente Lula. De suas principais id?s – uma das mais surpreendentes foi a previs?de que aumentaria a mobilidade social - tema que agrada enormemente o ocupante do Pal?o do Planalto - a partir do acesso ?duca? formal. Isso significa que para eliminarmos a exclus?social ?undamental investirmos no ensino fundamental, para que este seja de qualidade, atinja indistintamente todos os brasileirinhos e que conte com o comprometimento e a avalia? de toda a sociedade. Al?deste livro, deveria ser leitura de bordo e de cabeceira de todos, pol?cos e sindicalistas em especial, as Revistas Profiss?Mestre (http://www.profissaomestre.com.br/) e Nova Escola (http://revistaescola.abril.com.br/). Estas revistas disponibilizam newsletter gratuitas, que devem ser lidas obrigatoriamente por cada um de n?quando desejamos dar os primeiros passos a uma efetiva revolu? que venha a mudar o Brasil para melhor. E ?mportante entendermos que se n?dermos este primeiro e importante passo nesta dire?, continuaremos sendo coniventes com a nossa triste realidade. Outra caracter?ica importante entre suas acertadas previs?foi que os pilares de uma empresa seriam modificados, o que de fato ocorreu, dentre eles que o significado da produ? ? conhecimento, que o conhecimento ?ropriedade dos trabalhadores e que este ?acilmente transport?l, rompeu-se todo um paradigma que focava a cl?ica divis?entre o capital e o trabalho, onde os ideologicamente estressados encontram apoio para suas superadas teorias. Mas o triste deste cen?o ?ue a falta de compromisso com o ensino fundamental e por mantermos uma legisla? e regulamenta? na ?a trabalhista superada pelo tempo e por uma vis?corporativa e conservadora, a rela? do trabalho desloca os brasileirinhos primeiro para a exclus? pois suas potencialidades s?anuladas devido ??ima qualidade do ensino fundamental e depois os deslocam para a informalidade, onde se encontra mais da metade da for?de trabalho, sem contar que por conta desta press?os deslocam tamb?para a criminalidade, agravando a viol?ia crescente no Brasil. Segundo dados do IPEA a viol?ia j?ompromete mais de 5% de nosso PIB, mas que segundo minhas considera?s supera 10% do PIB. http://www.nevusp.org/portugues/index.php?option=com_content&task=view&id=199&Itemid=29 http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG77064-6009-466-2,00-DO+PIB.html Vale lembrar que a gera? de empregos no Brasil desde 2003 nem ao menos acompanhou o crescimento vegetativo da popula?. O principal entrave ao nosso desenvolvimento, e o mais perverso deles, est?o baixo investimento na ?a do ensino fundamental, que n??niversal e muito menos de qualidade. Optamos por privilegiar os gastos na ?a da educa? para o ensino superior gratuito, criando um dos mais perversos mecanismos de concentra? de renda, dos impostos pagos pelos mais desfavorecidos, a maior parte ?estinada ?universidades estatais e atrav?destas, por meio de pol?cas populistas, aos que l?studam, onde seguramente a totalidade dos mais pobres n?tem acesso, mesmo com as pol?cas revestidas de falta de meritocracia, demag?as e populistas de cotas. Pior ?ue se cria na mentalidade do universit?o brasileiro, a futura elite intelectual, que ?onesto e moral viver ?usta do Estado, deixando de lado a compreens?clara que qualquer gasto p?co ?oberto pelos impostos, que como sabemos impede tamb?o nosso desenvolvimento e penaliza os mais pobres. O ensino superior deve ser sempre pago, pois existem meios para tal, entre os quais temos: 1. sistema de cr?to educativo eficaz e justo; 2. bolsas por parte do Estado, atreladas ao desempenho no ensino fundamental ou outro crit?o de compet?ia e n?de privil?o, como se verifica agora nos sistemas de cotas, nos casos dos brancos, negros, mesti?, amarelos, ruivos, laranjas ou polacos – sendo livre a escolha por parte do aluno a entidades de ensino superior, podendo optar por uma federal, estadual, confessional e particular, aquela que melhor mostrar sua compet?ia; 3. bolsas por parte das empresas ou “padrinhos”, dedut?is do imposto de renda; 4. financiamento direto, tal qual hoje nas particulares ou confessionais; 5. pago pela pr?a institui? mediante presta? de servi? de monitoramento e outros - o aluno presta servi? ?ntidade de ensino superior; 6. presta? de servi?militar (incluindo civil) obrigat?, no qual seriam remunerados pelo piso m?mo da categoria, mas teriam que prestar servi?nas localidades em que forem designados pelas for? armadas; 7. fundos de investimentos; 8. atrav?das ONGs ligadas aos direitos dos afro-descendentes ou de outras etnias poss?is; 9. ou outra forma criativa, afinal somos mestres nesta quest?.... A cria? de fundos de investimentos seria seguramente a melhor alternativa, pois se cria a mentalidade da poupan?interna, ? modalidade que poderia servir de modelo para um processo de transi?, no qual o Estado capitalizaria o potencial aluno durante, digamos uma d?da, at?ue o sistema adquirisse a sua gest?independente. O dia em que o cidad?comum compreender que ?le o verdadeiro e ?o contribuinte, de todos os impostos, certamente vai arrega? as mangas e ajudar a corrigir muitos absurdos da nossa sociedade, a come? pelo ensino superior gratuito.” (Gerhard Erich Boehme). A cultura do dinheiro do Governo foi refor?a pelos benef?os sociais (vale-coisa e cesta-de-coisa), e ao governo ?tribu? a responsabilidade por manter o cidad?vivo (ainda que na mis?a). O assunto ?ol?co, eu sei, mas temos que romper o modo brasileiro de pensar em viver ?usta da coisa p?ca, na realidade dos outros que trabalham ou j?rabalharam, usando talento, criatividade, dedica? e esfor?pr?o. Deve come? com as chamadas elites, que seja a intelectual, em especial a que est?endo formada para criar um Brasil onde o clientelismo pol?co, com seu capitalismo de comparsas e socialismo de privilegiados n?tenha mais espa? There is no free lunch, como dizia o saudoso Milton Friedman. A quest??ue n?existe sandwish gr?s, algu?acaba pagando a conta e seguramente n?ser?os empres?os ou os pol?cos. A corda sempre arrebenta para o lado mais fraco, al?de exigir a atua? do Estado onde n??sfera de sua compet?ia, em total desrespeito ao princ?o da subsidiariedade. O professor Jos??io Camargo, da Pontif?a Universidade Cat?a do Rio de Janeiro, fez as contas sobre a natureza das despesas sociais (educa?, sa? previd?ia e assist?ia social), chegou ?onclus?que do total de recursos gastos com educa?, por exemplo, mais de 60% se destinam ?universidades estatais (Federais e Estaduais), onde estudam os mais favorecidos. Seguramente este ?m dos processos mais nefastos de concentra? de renda, pois cria a mentalidade de se servir do Estado, na realidade dos que pagam impostos, pois o Estado ?ma entidade virtual que muitos teimam em torn?a parte do seu dia-a-dia. Temos sim ? brasileiro, as comunidades e o povo brasileiro. O Estado foi criado para servir ao povo, n?o contr?o. Pior agora com a Reforma Universit?a realizada pelo PresiMente Lula, que ampliou a dota? or?ent?a dos injustos 60% para 75% dos gastos com educa? serem destinados ao ensino superior gratuito. Ele n??penas conivente com esse processo de concentra? de renda, como ?amb?respons?l por ele. A t?lo de reflex? a minha proposta ?para que possa ser socialmente justa, que todo o cidad?brasileiro, dos 17 as 24 anos, tenha durante 5 anos uma bolsa, digamos bolsa projeto de vida e cabe a ele decidir se deve: a. utiliz?a para pagar os seus estudos; b. para uma poupan?permitindo abrir seu neg? pr?o; c. para investir em a?s, se optar por ser ou continuar a ser empregado. Esta ?ma proposta socialmente justa, termo t?em voga atualmente “nezzepais”... ...n?entendo essa mania de se colocar o termo social em tudo, ?omo se n?viv?emos em sociedade .... ..., pois alcan?ia a todos os que vivem no Brasil nesta faixa et?a. Afinal, como consta na nossa Constitui?: todos s?iguais perante a lei. Ou devemos ser coniventes com os privil?os ou mecanismos concentradores de renda? Justa, sim... .... mas quem paga? Uma proposta justa, por?n?seria suport?l pela sociedade que trabalha e paga impostos e que seguramente iria causar muito mal a nossa juventude, tirando dela o principal desafio que ? de batalhar no in?o de sua carreira profissional e obter a sua dignidade atrav?do esfor?pr?o ou do reconhecimento para com aqueles que o auxiliaram nos anos mais importantes de suas vidas. Quanto ?a?s, temos que pensar em democratizar o mercado de investimentos, a proposta ?e se criar um novo mercado de a?s que financie id?s, projetos, empreendimentos e empresas sem burocracia e restri?s: http://www.if.org.br/. O resultado deste entrave ?ue ensinamos aos nossos jovens, os ir?que formar a elite intelectual brasileira, que ?usto viver ?usta do Estado, na realidade dos outros que trabalham e pagam impostos, sem contar que lhes retiramos uma das principais oportunidades para obter dignidade atrav?do esfor?pr?o, logo no in?o de suas carreiras. Luz no fim do t? Felizmente temos em curso algumas das mais importantes mobiliza?s nacionais, n?em defesa de interesses de minorias ou grupos de press? muito menos atrelados a oclocracia que se deseja implantar no Brasil, mas sim de toda a sociedade que se v?ef?de nossos pol?cos corruPTos,trucanos e clientelistas: http://www.deolhonoimposto.com.br/ e a mobiliza? a partir de um representantes da iniciativa privada, educadores, economistas, comunicadores e gestores p?cos da educa? passaram a se reunir para discutir caminhos e alternativas para a efetiva? do direito ?duca? p?ca de qualidade no Brasil (http://www.todospelaeducacao.org.br/). A fun? do Estado ?ervir ao povo, servir ?ociedade dos homens. Servir significa sustentar, valorizar e tornar cada vez mais equilibrada a realidade do povo, n?retirando do cidad?sua autonomia, mas sim realizando somente aquilo que as Prov?ias, Cidades, Comunidades, Fam?as e finalmente o indiv?o n?podem fazer. Em uma sociedade sadia, primeiramente as pessoas se organizam em grupos e movimentos dentro de um contexto de comunh?e afinidades, para responder ?necessidades profundas e ?exig?ias origin?as de cada pessoa, depois sim entra o Estado na vida do cidad? n?como uma entidade formada por parasitas, mas que realize aquilo que o cidad?n?pode ou n?tem interesse em realizar. A sociedade brasileira anseia por um Estado forte em suas compet?ias fundamentais, a come? pela justi? incluindo, nos Estados, seus primeiros passos atrav?da pol?a judici?a (Pol?a Civil e Pol?a T?ico-cient?ca), seguran?p?ca - preven? aos crimes, tributa? racional, sem privil?os e suport?l, rela?s exteriores, defesa nacional, sa?p?ca, etc., de forma que o brasileiro tenha bons servi? p?cos e saiba realmente o que isso significa: Bens p?cos t?como caracter?ica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso ?eles que pagam por ele. Devemos entender que ?riorit?o o investimento em sa?p?ca e educa? fundamental, pois s?servi? cuja provis?tamb?deve ser garantida subsidiariamente pelo Estado, apesar de que a melhor solu? provavelmente se encontra no financiamento a cada contribuinte para aquisi? desses servi?, seja diretamente ou atrav?de entidades cooperadas, privadas ou confessionais e n?na presta? direta do servi?pelo Estado, sempre em fiel observ?ia ao Princ?o da Subsidiariedade. Os gastos estatais nesses setores se justificam porque geram externalidades positivas para a sociedade, que se beneficia de uma popula? educada e sadia, benef?os estes que n?poderiam ser individualmente apropriados por investidores privados. Al?disso, existe um argumento normativo: os gastos nessas ?as reduzem as diferen? de oportunidade dos indiv?os no momento da partida do jogo social, para que a partir da? competi? ocorra baseada nos talentos e m?tos de cada um. N?se conhece na? que tenha prosperado na aus?ia de regras claras de garantias ao direito de propriedade, do estado de direito e da economia de mercado. (Professor Ubiratan Iorio de Souza) Cabe ao Estado ser forte em suas atribui?s b?cas, que na esfera Federal s? Emiss?e controle da Moeda, atrav?de um Banco Central independente, Rela?s Exteriores, Supremo Tribunal Eleitoral, Supremo Tribunal Federal, Com?io Exterior, For? Armadas, Seguran?P?ca nas faixas de Fronteira, Pol?a Federal, normatiza? da Avia? Civil, Marinha Mercante, Vigil?ia Sanit?a e Obras de Integra? Nacional, Administra? de Parques Nacionais, Administra? Ind?na, diretrizes de Meio Ambiente, Propriedade Intelectual, Energia Nuclear, e Previd?ia P?ca Federal. Se observarmos o Princ?o da Subsidiariedade, podemos concluir que caberia ao Estado apenas a solu? de tr?grupos de problemas econ?os: bens p?cos, externalidades negativas e positivas, monop?s naturais. O que temos: bens p?cos s?mal geridos e n?entendemos o seu significado, externalidades negativas s?desprezadas pela sociedade, com destaque ao ensino fundamental que ainda n??ompromisso dos brasileiros e os monop?s naturais, os quais est?a servi?de interesses privados. Cabe ao Estado assegurar a liberdade de se empreender. A melhor qualidade de vida, o desenvolvimento e as melhores condi?s de gera? de trabalho riqueza e renda ser?consequ?ias naturais, ainda mais para n?rasileiros, que contamos com um potencial enorme de recursos naturais como bem nos lembra o Pesquisador Carlos Nobre no ?mo Planeta Sustent?l da Revista Voc?/A: A inven? de uma nova economia. Acesse: http://vocesa.abril.com.br/sumarios/0125.shtml N?? toa que somos um dos pa?s mais violentos do mundo, onde mais de 10% de nosso PIB ?asto com a viol?ia. Isso sem contar que o cidad??raticamente escravo, pois mais de 40% de sua renda ?oje comprometida com o pagamento de impostos, os quais n?retornam em bens e servi? p?cos de qualidade. E temos a? pergunta que cabe ser respondida pelo PresiMente; E os escravos de hoje? E os escravos de amanh?Quem se compromete com eles? Al?da mentira, seguramente esta ser? sua principal marca. http://www.deolhonoimposto.com.br/ http://www.todospelaeducacao.org.br/ Bem, ?m tema interessante ao debate, aguardo cr?cas ou sugest? as quais podem ser encaminhadas ao endere?abaixo, pois gostaria de saber onde e porque estou errado, o ideal seria receber a resposta do PresiMente Lula ou de seu Ministro da Educa?, mas isso seria muita pretens?de minha parte. No aguardo, Gerhard Erich Boehme boehme@folha.com.br (41) 8877-6354 Skype: gerhardboehme Caixa Postal 15019 80811-970 Curitiba PR A melhor maneira que a gente tem de fazer poss?l amanh?lguma coisa que n??oss?l de ser feita hoje, ?azer hoje aquilo que hoje pode ser feito. Mas se eu n?fizer hoje o que hoje pode ser feito e tentar fazer hoje o que hoje n?pode ser feito, dificilmente eu fa?amanh? que hoje tamb?n?pude fazer. (Paulo Freire)