PARA EVITAR CASSAÇÃO DE VARGAS E SUSTAÇÃO DO DECRETO BOLIVARIANO DE DILMA


 A denúncia é do deputado Rubens Bueno PPS-PR, que falou acerca da completa inatividade no congresso, mesmo sendo apenas 2 dias de atividades este mês, seria 2 e 3 deste mês, mesmo assim, e conforme as votações seriam desfavoráveis ao governo, e ao “mui amigo” André Vargas, o PT e seus aliados resolveram boicotar as sessões e devido à falta de quorum, ou seja, de deputados presentes para que houvesse votações, simplesmente não houve nenhuma votação. O decreto bolivariano e ditatorial de Dilma continua valendo e Vargas continua mamando nas tentas do poder e recebendo quase R$ 27 mil apenas de salário, fora os outros mimos bancados pela Câmara, diga-se, pelo povo.

Fonte: Revolta Brasil
 

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Jornalista Políbio Braga


Os principais jornais brasileiros abriram manchete para o mais duro duelo presidencial televisivo dos últimos tempos no Brasil. O tom do noticiário foi a desenvoltura do senador Aécio Neves, que resolveu reagir aos ataques diários da propaganda petista e encurralou a presidente com denúncias até mesmo de caráter pessoal.

. As capas dos principais diários destaca o mal estar que acometeu Dilma ao final do combate, demonstrando claramente que não suportou o duelo e foi a nocaute.

 O médico Walter Feldman, também deputado, um dos principais interlocutores de marina Silva, que estava presente no debate, arriscou um diagnóstico sobre o que chamou de "doença do PT", que teria produzido o mal estar de Dilma: "O desejo do poder é uma doença social no PT e ai eles perdem os parâmetros. Vocês já viram alguém usando crack? É lamentável. Eu passei um tempo na cracolândia, o indivíduo perde a a capacidade de raciocínio. Acho que o PT perdeu, o PT está intoxicado".

. Nem todos os diários conseguiram capturar no título o conteúdo explosivo do debate e o nocaute de Dilma.
- Os jornais de Porto Alegre ignoraram a importância do debate e o mal-estar de Dilma.  

www.políbiobraga.com.br

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MANIFESTO DE (164) PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DE ECONOMIA!
Este texto é um manifesto de um grupo de 164 professores universitários de Economia, ligados a diversas instituições no Brasil e no exterior. O nosso objetivo é desconstruir um dos inúmeros argumentos falaciosos ventilados na campanha eleitoral.

1) Não há, no momento, uma crise internacional generalizada.

Alguns de nossos pares na América Latina, uma região bastante sensível a turbulências na economia mundial, estão em franca expansão econômica.

  • Projeta-se, por exemplo, que a Colômbia cresça 4,8% em 2014, com inflação de 2,8%. Já a economia peruana deve crescer 3,6%, com inflação de 3,2%. O México deve crescer 2,4%, com inflação de 3,9%.1
  • No Brasil, teremos crescimento próximo de zero com a inflação próxima de 6,5%.1
  • Entre as 38 economias com estatísticas de crescimento do PIB disponíveis no sítio da OCDE, apenas Brasil, Argentina, Islândia e Itália encontram-se em recessão.2
  • Como todos os países fazem parte da mesma economia global, não pode haver crise internacional generalizada apenas para alguns.
  • É emblemático que, dentre os países da América do Sul, apenas Argentina e Venezuela devem crescer menos que o Brasil em 2014.1

2) Neste cenário de baixo crescimento e inflação alta, a semente do desemprego está plantada. E os avanços sociais obtidos com muito sacrifício ao longo das últimas décadas estão em risco.

3) O atual governo tenta se eximir de qualquer responsabilidade pelo nosso desempenho econômico pífio e culpa a crise internacional. Entretanto, como a realidade dos fatos mostra que não há crise internacional generalizada, a explicação só pode ser outra.

4) Em grande parte, atribuímos o desempenho medíocre da economia brasileira e a perspectiva de retrocesso nas conquistas sociais às políticas econômicas equivocadas do atual governo.

5) O atual governo ressuscitou os fantasmas da inflação e da instabilidade macroeconômica.

Uma política monetária inadequada gerou a suspeita de intervenções de cunho político no Banco Central, que foi fatal para sua credibilidade.A utilização recorrente de truques contábeis destruiu a confiança na política fiscal.
Esta combinação de políticas monetária e fiscal opacas e inadequadas gerou um cenário macroeconômico extremamente adverso, com inflação alta e crescimento baixo.

6) O governo Dilma amedrontou os investimentos.

Houve mudanças constantes e inesperadas de regras, como alterações arbitrárias de alíquotas de impostos.
Diante desta instabilidade das regras do jogo, a desconfiança aumentou e o horizonte dos empresários encurtou.
O acesso privilegiado aos órgãos governamentais passou a ser uma atividade mais lucrativa que o planejamento e investimento de longo prazo.

7) A mudança das regras do jogo não afetou apenas a iniciativa privada.

O excesso de intervencionismo nas empresas estatais, como o represamento artificial dos preços de energia e gasolina, minou a capacidade de investimento dessas empresas.
Por conta de empreendimentos questionáveis do ponto de vista econômico, a capacidade de investimento da Petrobrás foi comprometida.

8) O atual governo expandiu a oferta de crédito subsidiado de forma discricionária e irresponsável.

  • A distribuição arbitrária de crédito subsidiado produz distorções na alocação de recursos do país e contribui para o baixo crescimento econômico.
  • Os subsídios envolvidos geram altos custos fiscais que o atual governo tenta esconder com malabarismos e truques contábeis. Estes expedientes destruíram a confiança nas estatísticas fiscais do país.
  • Os recursos gastos na forma de subsídios injustificados poderiam ser utilizados para ampliar programas sociais e investimentos públicos em educação, saúde e infra-estrutura.
  • O Brasil precisa continuar avançando na direção de uma sociedade mais justa e igualitária, com melhor distribuição de renda.
  • Além de deletéria para o desenvolvimento do país, a política de distribuição arbitrária de crédito subsidiado para grandes grupos econômicos é concentradora de renda.

No ambiente econômico do Brasil de hoje, os frutos de um novo empreendimento podem ser facilmente corroídos por mudanças inesperadas nas regras do jogo, pela alta inflação e pelo baixo crescimento econômico. Portanto, não é surpreendente que o investimento tenha colapsado. Sem investimento, o Brasil jamais retomará o seu caminho para o desenvolvimento. E sem desenvolvimento, os avanços sociais obtidos com muito sacrifício ao longo das últimas décadas sofrerão retrocessos.

O Brasil tem sérios desafios pela frente e para enfrentá-los precisamos de um debate transparente e intelectualmente honesto. Ao usar de sua propaganda eleitoral e exposição na mídia para colocar a culpa pelo fraco desempenho econômico recente na conjuntura internacional, se eximindo da sua responsabilidade por escolhas equivocadas de políticas econômicas, o atual governo recorre a argumentos falaciosos.

14 de outubro de 2014

Fontes dos dados e signatários podem ser buscados no documento original em
https://sites.google.com/site/manifestoeconomistas/home?overridemobile=true
 

 

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LEMBRANÇAS DE 2002

14/10/2014

Percival Puggina

 O texto a seguir é parte de um artigo que escrevi em fins de 2002 para o site do antigo PPB, quando se encerrava o governo Olívio Dutra no Rio Grande do Sul e Lula ponteava a disputa presidencial contra José Serra. O Lula do ABC havia perdido as três eleições anteriores. Naquela quarta campanha presidencial, porém, ingressara um novo Lula, que eu chamei de Lula do Duda.

 

 "Seria infindável a lista de eventos ocorridos no Rio Grande do Sul nos últimos quatro anos, a evidenciar o que representa um governo petista. Sou um observador atento desses fatos porque intuí, desde antes do pleito de 1998, aquilo que poderia acontecer. E aconteceu, além do que eu previra. O PT levou suas possibilidades de subverter a ordem pública, em favor de seu ideário, para bem adiante dos limites constitucionais.

 "Por isso, quando o Lula do Duda ultrapassou em mais de 10 pontos percentuais o Lula do PT, e muita gente por aí afora começou a gritar “Senta que o leão é manso!”, eu senti necessidade de alertar ao país para o fato de que, passado o pleito, desapareceria o Duda e ficaria o PT. Os governos petistas são governos partidários e são as instâncias do partido que determinam a ação dos seus governantes. Isso seria suficiente para compor um quadro alarmante. Mas é impossível desconhecer algo pior: o PT cuidará, com zelos de relojoeiro, de montar sua máquina nos escalões da Administração, nas Forças Armadas, no Banco Central, nas estatais, na publicidade oficial, estruturando mecanismos de arrecadação e organização que irão favorecer sua sonhada hegemonia, comprometendo a democracia e as liberdades públicas.

"Eis como vejo o que poderá acontecer neste país se uma vitória petista ampliar ao âmbito da União aquilo que acontece no Rio Grande do Sul. "

Parece que não me enganei...

 

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Entende-se, a partir deste documento, o motivo pelo qual certas coisas estão acontecendo na EBCT

NOTA PÚBLICA

A Associação dos Profissionais dos Correios - ADCAP, entidade sem fins lucrativos fundada em 20/12/1986, sem vinculação a qualquer partido político, em virtude das últimas notícias divulgadas acerca do aparelhamento político da ECT, vem a público manifestar o que se segue:

a) Nos últimos anos o aparelhamento político da ECT se acentuou com as mudanças introduzidas no Manual de Pessoal em 2011, que permitiram o acesso às funções técnicas e gerenciais por empregados e pessoas estranhas aos quadros de pessoal da Empresa sem a observância dos imperativos de competência técnica e capacidade gerencial;

b) Em decorrência dessas alterações, 18 (dezoito) dos 27 (vinte e sete) Diretores Regionais da ECT são filiados ao Partido dos Trabalhadores;

c) Além disso, muitas outras funções são ocupadas por critérios políticos nas Diretorias Regionais e na Administração Central da Empresa;

d) Como exemplos desse aparelhamento, registre-se que enquanto mais de 50.000 mil Carteiros labutam diariamente em condições muitas vezes desfavoráveis por uma remuneração mensal de cerca de R$ 1.500 (hum mil e quinhentos reais), outros Carteiros ligados à burocracia sindical e partidária ocupam elevadas funções em Brasília e nos diversos estados, alguns deles com remunerações superiores a R$ 20.000 (vinte mil reais);

e) O citado aparelhamento afeta também o Fundo de Pensão dos empregados dos Correios, o Postalis, frequentemente citado em notícias veiculadas pela imprensa contendo suspeitas de investimentos duvidosos e de operações fraudulentas;

f) O Postalis já acumula um déficit atuarial superior a R$ 2,2 bilhões em 2013/2014, levando em breve a uma drástica redução dos salários e benefícios dos empregados e aposentados dos Correios e atingindo cerca de 500 mil pessoal, o que levou a ADCAP a solicitar à PREVIC, junto com outras entidades representativas de empregados, a intervenção no Postalis;

Diante do exposto, a ADCAP comunica que está avaliando as medidas judiciais cabíveis e que oportunamente se manifestará novamente sobre o assunto.

Atenciosamente,

Diretoria Executiva da ADCAP Nacional.

 


 

 

 

 

 





 

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Embora pilote minha churrasqueira com razoável competência, não sou perito em cortes de carnes. Li outro dia que o corte de costela é o mais consumido no Rio Grande do Sul. Pessoalmente, porém, não sou bem sucedido nas ocasiões em que tento assá-las. Repete-se algo que muitas vezes ouvi anfitriões comentarem em churrascadas alheias: "Esta costela não é bem aquela". Entende-se por "aquela", nessa frase, a costela ideal, com bastante carne, pouca gordura, osso delgado, macia e saborosa.

Quando me falam em socialismo, em comunismo, sempre me lembro dessas costelas que não dão certo. As experiências históricas com o socialismo jamais correspondem a "aquele" socialismo ao qual o vendedor de ideologia está se referindo. Você refuga a tese apontando os fracassos do socialismo e do comunismo (este definitivamente saiu do vocabulário com vergonha do próprio nome), e o vendedor de ilusões o interrompe para dizer que "aquilo" nunca foi o verdadeiro socialismo. Mas veja só, enquanto a costela, vez por outra, pode exibir um precioso corte "daquela", o socialismo não tem sequer uma solitária laranja de amostra que possa ser observada no pé da laranjeira. Sua principal sedução é assim apontada por Norberto Bobbio: “O socialismo é cativante porque cada um pode idealizá-lo como desejar”.

A grande acusação que lançam contra o capitalismo ou economia de mercado é a de ser um sistema que beneficia os ricos e responde pela miséria do mundo. No entanto, se dermos uma olhada no mapa da pobreza extrema do World Food Program, veremos que ela se concentra em regiões e nações que não têm e nunca tiveram uma economia baseada na livre iniciativa, no empreendedorismo. Não se conhece um único país cuja sociedade tenha sido rica e que empobreceu devido à sua inserção no mercado global. Do mesmo modo, não se conhece um único país cuja sociedade tenha evoluído econômica, social e politicamente enquanto se manteve num ambiente de economia estatizada e centralizada. Pelo viés oposto, os países europeus e asiáticos que se libertaram do comunismo em fins do século passado e adotaram a economia de mercado encontram-se, hoje, em diferentes mas ascendentes níveis de evolução econômica e social. Tampouco se conhece uma única sociedade que, tendo vivido sob o regime comunista e dele se libertado, manifeste desejo de retornar àquela desgraceira.
 

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