Julio Severo


"Se depender de Emir Sader, a direita, ou os conservadores, já têm seu candidato: Marina Silva. Ele defendeu essa ideia no site esquerdista Carta Capital. Ora, para que ele tivesse um pingo de razão, ele teria de provar que:
1. Marina não militou durante mais de duas décadas no Partido dos Trabalhadores (PT).
2. Marina nunca foi uma ambientalista radical nem foi ministra do Meio-Ambiente no governo Lula.
3. Marina nunca ocupou papel de liderança na infame Central dos Trabalhadores (CUT).
4. Marina nunca teve papel de liderança na Rede Sustentabilidade, cujos fundadores são a favor do aborto, “casamento” gay e maconha e, além disso, opostos às campanhas evangélicas em defesa da família.
5. Marina nunca foi assessorada pelo maior católico progressista — Leonardo Boff — nem pelo maior protestante progressista — Caio Fábio.


Se Emir Sader conseguir provar que Marina não tem esses envolvimentos, então ele pode começar a argumentar sobre uma possibilidade de Marina ser conservadora. (...)" Leia mais em 

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Julio Severo

James Foley era um americano esquerdista que acreditava que o islamismo é uma religião de paz e amor. A revista FrontPage disse que Foley era de uma nova espécie de ativistas que se autointitulam jornalistas. Por isso, ele não havia ido ao Oriente Médio para noticiar, mas para promover sua agenda. E essa agenda era evidente a partir do que ele mesmo dizia publicamente pelo Twitter.

A perda de toda vida humana é trágica, mas Foley era propagandista de terroristas islâmicos que acabaram cortando-lhe a cabeça. Um homem de princípios morais teria tido mais compaixão dos cristãos, porém a preferência de Foley eram os islâmicos que torturam, estupram e decapitam cristãos. Ele havia ido à Síria para apoiar os rebeldes islâmicos contra o governo sírio.

De acordo com FrontPage, ele aplaudiu quando os terroristas islâmicos estavam lutando para exterminar os cristãos da cidade de Aleppo. No conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas, os tuítes dele eram pura propaganda pró-terrorismo. Seu entusiasmo pelos rebeldes muçulmanos sírios não parece ter sido correspondido. A ala mais radical desses rebeldes, ligados à al-Qaida e que hoje são o EIIL, o raptou. Pouco tempo antes, quando um real jornalista havia sido sequestrado pelos rebeldes, Foley zombou do caso. Na mente dele, os rebeldes nunca cometeriam tal maldade.
Ele zombava de notícias que tentavam mostrar o horror que os cristãos estavam sofrendo nas mãos dos islâmicos. Para ele, isso não passava de “islamofobia” — ódio aos muçulmanos. De acordo com FrontPage, Foley era fanaticamente anti-Israel.

O que é intrigante no episódio não é só a estupidez esquerdista suicida de Foley, que hoje é retratado como “mártir,” mas a atitude da imprensa americana, que sempre escolheu manter os olhos fechados para as atrocidades que os cristãos estão sofrendo dos rebeldes islâmicos. Agora, essa mesma imprensa trata como “herói” um americano que louvava os massacradores islâmicos e nunca imaginava que um dia ele próprio sofreria o mesmo destino de milhares de cristãos que são degolados na Síria e Iraque sem que jornalistas e ativistas esquerdistas demonstrem uma só gota de compaixão.
Com informações do site Shoebat e FrontPage.

Fonte: www.juliosevero.com

 

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Percival Puggina


 Na edição desta última quinta-feira, o Estadão traz artigo do economista Roberto Macedo analisando os dados de um recentíssimo relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). Esse robusto documento (216 páginas) traz o ranking dos países da região segundo o crescimento do PIB, com números de 2014 estimados pela Comissão.

 São 33 países os países que compõe a região. Estimando o crescimento do PIB brasileiro no corrente ano em 1,4% (expectativa otimista que sequer o Banco Central corrobora mais), o Brasil fica em 27º lugar, empatado com Cuba. Se adotarmos a expectativa mais realista, aquela com a qual os analistas do mercado vem operando, o Brasil ficaria em 30º, apenas à frente dos parceiros petistas da Argentina e Venezuela, e logo acima de Barbados (uma pequena ilha caribenha com 280 mil habitantes, integrante do Reino Unido). Lembra o autor do referido artigo que o governo tem retirado das próprias costas a responsabilidade por esse desastre, atribuindo-o a um rescaldo da crise internacional de 2008.

Ora, comento eu, como pode o mesmo governo que cacarejou como seus os ovos dos bons índices de 2007, 2008 e 2010, entregar para algum sujeito oculto no mercado mundial os ônus das contas do malfazejo período Dilma? E, principalmente, por que outros 29 países da região crescem mais do que o Brasil? Ao que me consta, todos produzem, consomem, compram e vendem no mesmo planeta que nós, embora nosso governo pareça viver no mundo da Lua.
 

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Percival Puggina


 Há algumas semanas se ouvia falar de uma pesquisa de intenção de voto cujo resultado teria sido engavetado pela emissora que o contratara. Dizia-se que os números eram inconvenientes ao governador gaúcho e, por isso, mantidos ocultos. Pois agora, o mesmo Instituto Methodus que teria feito aquela pesquisa, entregou nova pesquisa, desta feita à Rede Bandeirantes. Nela, Tarso aparece com 30% e Ana Amélia com 42%.

 Instalou-se, segundo relato da própria emissora, uma fortíssima pressão do Palácio Piratini no sentido de evitar, mais uma vez, que os números fossem tornados públicos. O simples pedido para que os dados não fossem revelados já seria um inominável abuso de autoridade, mas o caso se torna ainda mais grave quando o apelo vem acompanhado de ameaça. Assim: "Essa decisão (de publicar a pesquisa) vai acarretar nova relação entre nós e a Band (teor da mensagem enviada por jornalista do Piratini constante do jornal Metro, do Grupo Bandeirantes, edição de hoje, 19/agosto).

 O governador em nome de quem o jornalista do Palácio diz enviar a mensagem é um homem público que, há não muito tempo, para cada frase usava duas vezes a palavra "republicano" como sinônimo de transparente, de democrático, de subordinado ao Direito e à Justiça. Republicano era tudo de bom. Pois agora, "republicano" é usar o poder do Governo para intimidar órgãos de imprensa.

A pergunta que se impõe é a seguinte: quantas vezes algo assim já terá sido tentado? E levado a cabo? Quanto silêncio e omissão já foram impostos sob pressão?
 

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Percival Puggina


 Houve de tudo no velório de Eduardo Campos. Logo ele, uma pessoa bem educada, polida, teve um velório de anedota, onde houve de tudo. Visitantes posaram para selfies, a presidente Dilma levou as habituais vaias, uma repórter (como anda mal o nosso jornalismo!) saudou Marina Silva como "presidenta" e foi corrigida por ela que lhe retrucou - "Presidente!". Teve Lula ensopando de lágrimas seus sapatos de crocodilo (ou apenas as lágrimas eram de crocodilo?). E teve muita gente com o punho da mão esquerda erguido aos ventos, lembrando ideias que o neto do velho comunista Miguel Arraes deixara para trás havia um bom tempo.

 Esse gesto, de punhos erguidos não pode deixar de ser associado ao modo como os dois Josés, Dirceu e Genoíno, proclamados guerreiros, heróis do povo brasileiro, se manifestaram ao serem conduzidos para a penitenciária da Papuda.

 Pois foi esse mesmo gesto, comumente empregado por comunistas, marxistas e anarquistas, que os três filhos de Eduardo Campos tiveram a péssima ideia de fazer ao lado do caixão do pai, que Deus o tenha. E que coisa pior não nos sobrevenha.
 

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 A morte de Eduardo Campos traz para a ribalta a figura da acreana Marina Silva. Cuidado! A fala mansa da ex-vice de Eduardo Campos não se harmoniza com a rigidez e o radicalismo de suas posições. O dever cívico de conhecê-las não se cumpre ouvindo o meigo discurso eleitoral que vem por aí. Há informações muito mais precisas e irrefutáveis na biografia da candidata.

Seu primeiro alinhamento político deu-se com filiação ao Partido Comunista Revolucionário (PRC), célula marxista-leninista albergada no PT onde militou durante uma década. Foi fundadora da CUT do Acre e lá, filiada ao PT, conseguiu o primeiro de uma série de mandatos legislativos: vereadora em Rio Branco, deputada estadual, senadora em dois mandatos consecutivos. Em 2003, no primeiro mandato de Lula, assumiu a pasta do Meio Ambiente, onde agiu como adversária do agronegócio. Sua gestão deu-lhe notoriedade internacional e conquistou ampla simpatia de organizações ambientalistas europeias que agem com fanatismo anti-progressista em todo mundo, menos na Europa...

Foram cinco anos terríveis para o desenvolvimento nacional. No ministério, Marina travava projetos de infraestrutura, impedia ou retardava empreendimentos públicos e privados, aplicava a torto e a direito um receituário avesso às usinas, aos transgênicos, ao agronegócio, principal motor do desenvolvimento nacional e responsável pela quase totalidade dos superávits de nossa balança comercial. Os pedidos de licenças ambientais empilhavam-se, relegados ao descaso. Empreendimentos eram cancelados por exaustão e desistência dos investidores. Sempre irredutível, Marina incompatibilizou-se com governadores, com os setores empresariais e com a então ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Foram cinco anos terríveis!

De um leitor, a respeito da animosidade de Marina Silva para com o agronegócio: "Ela é uma praga de gafanhotos stalinistas reunidos numa pessoa só".
 

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