Quadrante Sul

 

A mostra homenageia mulheres ligadas ao universo da Arquitetura

        Celebrar e reafirmar a atuação feminina na arquitetura é o fio condutor da exposição “ELAS”, que traz, através de 38 fotografias feitas por 33 fotógrafas, o olhar sempre sensível sobre a produção arquitetônica das mulheres. Todas as imagens feitas têm uma dose única de sensibilidade e leveza. As fotógrafas selecionadas foram alunas de Denilson Machado, que também é o curador da exposição.  Com abrangência nacional e patrocínio da Florense, as fotografias retratam projetos em 22 cidades brasileiras, mostrando a produção de 33 escritórios de arquitetura.

A exposição pode ser conferida até o dia 31 de março, na flagship Florense localizada na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, em São Paulo. O vernissage acontece neste dia 08 de março - Dia Internacional da Mulher.

Veja outras imagens, aqui:

https://cultura.estadao.com.br/galerias/direto-da-fonte,abertura-daexposicao-elas-dofotografo-denilson-machado-naflorense-nojardim-america,43115

  • Quadrante Sul
  • 09 Março 2022

 

Percival Puggina, com conteúdo de Forbes Life Design

Desde 2013, sou honrado com o Patrocínio Master da tradicional e exemplar empresa FLORENSE ao meu site Conservadores e Liberais (Puggina.org). Foi com particular alegria, portanto, que vi o destaque  concedido a ela pela 1ª Edição da Revista Forbes Life Design. Transcrevo aqui, parte da matéria. A imagem acima é de uma loja da FLORENSE na capital paulista.

Ao circular pela Alameda Gabriel Monteiro da Silva, referência máxima da alta decoração no Brasil, um endereço chama especial atenção: a icônica flagship da Florense marca brasileira que está entre as principais grifes mundiais de mobiliário high-end. Com conceito de designer israelense, Bror Benshetrit consagrado pelo projeto Houseplant, que propõe o convívio harmônico da arquitetura com a natureza, o audacioso espaço é um verdadeiro oásis em pleno coração de São Paulo.

O projeto baseou-se na posição de liderança que a Florense ocupa no segmento de móveis de luxo e em sua permanente preocupação com a sustentabilidade. A flagship rouba a cena da famosa rua com suas quatro impactantes houseplants e a rica vegetação que a cerca. Mas isso é apenas o começo. O atendimento oferecido por sua equipe também vai muito além do convencional. As inovações englobam um pacote de hospitalidade inédito, com serviços de gastronomia, degustação de vinhos, café com blends exclusivos e – máxima sofisticação -  um aconchegante rooftop, para receber parceiros e clientes em almoços, jantares e eventos especiais.

O espaço traduz bem o que a Florense representa no mercado de produtos high-end. Uma empresa brasileira, com raízes italianas, fundada em 1953 e movida por uma paixão: fazer móveis, os melhores. Com processos produtivos ecologicamente corretos, foi a primeira fábrica de móveis do Brasil a receber o certificado de gestão ambiental, ISO 14001. Uma empresa autoral que desenvolve tecnologia exclusiva associada à cultura do fatto a mano, inovando sempre, e que opera pelo sistema custom-made, personalizando cada projeto como uma grande marcenaria fina, com flexibilidade de medidas, variedade de materiais e padrões de acabamentos.

A qualidade dos produtos é complementada pela excelência nos serviços prestados por uma rede franqueada com mais de 60 lojas no mundo, tornando a marca referência internacional entre os players de mercado e justificando a credibilidade conquistada junto ao segmento da alta decoração.

A constante conjugação de qualidade e responsabilidade é chave para o sucesso de uma empresa gaúcha, serrana, com marca de respeito e lugar assegurado entre as melhores do mundo. Vai daqui meu abraço à família FLORENSE.

  • Percival Puggina, com conteúdo de Forbes Life Design
  • 08 Março 2022

 

Percival Puggina

Em matéria com o título “Entre censura, fake news e propaganda, Rússia acirra controle do discurso sobre a guerra na Ucrânia”, UOL Notícias informa que a guerra de comunicação alcançou novo patamar na Rússia (*). No Brasil, digo eu, há quem veja como guerra a comunicação social num ano eleitoral.

No dia 4, o parlamento russo aprovou penas de prisão, censura de sites jornalísticos e multa para quem publicar “notícias falsas sobre seu exército”. Aqui no Brasil, digo eu, esse tipo de matéria já é notícia velha.

O simples desejo de controlar a informação não chega a ser pecado mortal. Afinal, quem não quer exercer o poder num ambiente de concordância geral da imprensa, como o que Fidel Castro e seus sucessores, por exemplo, dispõem em Cuba há 63 anos? É bom demais para não ser cobiçado. O pecado se torna mortal à democracia quando medidas de controle passam, efetivamente, a ser aplicadas pelo Estado com o intuito de limitar a circulação de fatos e opiniões e o faz unilateralmente: ao coral da velha imprensa, todos os elogios; às redes sociais, todas as ameaças.

Esse é, também, o problema da fala do ministro Fachin, novo presidente do TSE, quando expressou, e não explicou, seu compromisso com a tal “sociedade da informação adequada”. Espero que essa sociedade não seja secreta como secreto ficou o conceito. Sabe-se, apenas, que tem muito a ver com o futuro da comunicação da sociedade através das redes sociais durante a campanha eleitoral deste ano.

* https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2022/03/04/entre-censura-fake-news-e-propaganda-russia-acirra-controle-do-discurso-sobre-a-guerra-na-ucrania.htm

  • Percival Puggina
  • 05 Março 2022

 

Leio na página da deputada Carol De Toni no Facebook

 

Apresentei na semana passada, o PL 344/2022 que estabelece a possibilidade de sustação, via aprovação de Decreto Legislativo, de atos normativos do Poder Judiciário que exorbitem sua atribuição, levando em conta a atribuição do Congresso Nacional.

Nos últimos anos, em diversos casos amplamente conhecidos de ativismo judicial como o dos julgamentos sobre o aborto, o do casamento homoafetivo, o da criminalização da homofobia e da transfobia, ou ainda o da realização das audiências de custódia, o Supremo Tribunal Federal deixou nítida a usurpação da competência legislativa pelo Poder Judiciário.

Muitas vezes, há quem atribua tais usurpações à eventual “omissão” do Legislativo. No entanto, só pode haver omissão quando a própria Constituição Federal obriga a criar norma específica, e mesmo assim cabe tão somente ao Poder Judiciário dar ciência do caso ao Poder competente.

Com o projeto de lei, ora apresentado, vamos viabilizar a possibilidade de sustar atos do Judiciário. Enfatizo que isso deriva do próprio texto da Constituição Federal, a qual prevê que cabe ao Congresso “zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes” (art. 49, XI). Ademais, tal prática é corrente no Congresso Nacional quando atos normativos do Poder Executivo exorbitam o poder regulamentar ou os limites da delegação legislativa (art. 49, V).

É imperativo reequilibrar os Poderes da República, estabilizar o país e, de fato, atender aos anseios da população.

COMENTO

A deputada, que não conheço, está corretíssima em relação à iniciativa. As práticas a que ela se refere são parte do volumoso pacote de excessos praticados pela atual composição do STF, que invade muito mais a competência do Executivo do que as atribuições do Legislativo.

Todas essas invasões se explicam pela origem das indicações da atual maioria. Saída das canetas petistas de Lula e Dilma, essa maioria tem a conduta comum do petismo quando no poder: desconhece limites e trata de cumprir sua missão e impor à sociedade sua visão de mundo, de pessoa humana, de vida social, de família, de liberdades e de direitos. A primeira vítima desses abusos é o Direito Natural, inimigo a ser derrotado por ser ele que vem inspirando, através dos séculos, a civilização Ocidental.

Tenho suficiente fundamento para ser pessimista em relação à qualquer possibilidade de que o projeto seja aprovado por esse Congresso Nacional em virtude do “pacto de não agressão” tacitamente firmado com o STF, gerando total abandono da sociedade.  É importante, porém, que a nação reflita e que temas como esse passem a integrar a pauta de um ano eleitoral.

  • Percival Puggina, com conteúdo da deputada Carol de Toni
  • 03 Março 2022

 

Percival Puggina

 

         Lembro da admirável luta do povo ucraniano pela democracia em 2014, tão bem retratada no filme Winter of Fire. Para quem, há décadas, como eu e uns poucos mais, denuncia a deterioração do Ocidente e seus valores, não há qualquer surpresa na atual atitude da Rússia em relação àquela nação independente e autônoma.

A Ucrânia está sendo vítima do desprezo do Ocidente por si mesmo, desprezo programado em laboratórios e com agendas em curso. A Ucrânia acreditou que encontraria força no lado de cá, mas a debilidade do lado de cá está muito bem descrita pelo amigo Rodrigo Constantino em recente artigo do qual reproduzo este pequeno trecho:

"No momento após a invasão russa, as prefeituras de Berlim e Paris iluminaram monumentos com as cores da Ucrânia. Talvez não exista símbolo melhor para ilustrar a fraqueza ocidental. É como achar que cantar "Imagine" e soltar bolas de sabão em favelas levará a paz ao local. Essa gente vive no eterno jardim de infância, com uma visão estética e romântica da vida, desconectada da realidade como ela é. Deveriam assistir "O Deus da Carnificina", de Polanski, para entender melhor que o mundo não é o Central Park de Nova York."

"Podemos até imaginar a nota que a OTAN gostaria de soltar numa hora dessas: "Nosses soldades estão prontes e com moral elevade para ajudar a Ucrânia". Enquanto isso, Putin sorri aquele sorriso de Mona Lisa, de quem sabe mais. Será que as feministas ucranianas já sentem falta da "masculinidade tóxica" ou ainda esperam que homens como o imitador de focas e Justin Trudeau ofereçam proteção contra os russos? A emasculação no Ocidente vem cobrar seu preço.

Isso sem falar das estranhas prioridades. Podemos vislumbrar a reação das lideranças ocidentais diante de Putin: "Mas que absurdo! O Exército russo tem pouca minoria, nenhum trans, negro ou mulher, sua artilharia não é ecologicamente correta e, pasmem, há soldados não vacinados e sem máscaras nos pelotões. Onde já se viu isso?!" A ironia aqui serve como válvula de escape para o desespero de quem enxerga essa tendência faz tempo, mas se sente impotente diante dela." 

É um resumo do Ocidente para o qual um ditador como Putin está se lixando, mantendo seu plano expansionista e imperialista, em parceria com Xi Jinping que faz o mesmo e é cortejado como generoso Midas por suas cobiçosas e cândidas vítimas ocidentais.

  • Percival Puggina
  • 25 Favereiro 2022

 

Percival Puggina

 

Leio no Diário do Poder

Toffoli derrota CPI ‘blindando’ procuradores e magistrados contra denúncia de prevaricação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli decidiu, nesta terça-feira (22), acatar o pedido de liminar da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) contra a aplicação do artigo 319 do Código Penal com objetivo de punir membros do Ministério Público ou do Judiciário.

Na prática, a decisão do ministro Dias Toffoli blinda procuradores e juízes de serem acusados de prevaricação, por exemplo, durante a fase investigativa de um inquérito.

Essa decisão representa uma derrota para a cúpula da CPI da Pandemia, que pressiona e até insulta o procurador-geral da República, Augusto Aras, como se pretendesse colocar a PGR a serviço dos seus interesses eleitorais.

COMENTO

Você percebe que um circo morreu quando o público se afasta e resta apenas aquela parte da trupe que se empenha em fazer gracejos. Palhaços são artistas com luz própria e não podem ser comparados a quem, em vão, tenta ser engraçado com terno, gravata e máscara.

O circo da CPI da Covid aproveitou-se da crise de identidade de atingiu certos veículos de comunicação para se posicionar sob holofotes com a intenção de derrubar a República. Ao final, produziram uma ruidosa sequência de factoides cujo destino final foi a camada de ozônio.  

  • Percival Puggina
  • 23 Favereiro 2022